Obra na Rua Grande entra na sua fase final

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A instalação de peças de mobiliário urbano –  bancos, lixeiras – e postes de iluminação com fiação subterrânea já foi finalizada na Rua Grande, que recebe os últimos serviços antes de ser entregue para a população. A requalificação da mais importante rua comercial do Centro de São Luís é executada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em parceria com a Prefeitura de São Luís. 

Os serviços estruturais de reforma da Rua Grande também já foram finalizados com a pavimentação da décima e última quadra. Muito em breve a população irá desfrutar de um novo espaço com toda infraestrutura necessária para comerciantes e ludovicenses e turistas que circulam pelo local todos os dias.  

O prefeito Edivaldo Holanda Junior ressalta a importância desta reforma para a cidade. “A Rua Grande faz parte não só da história de São Luís, como também tem grande relevância para a economia local. Estamos muito felizes com esta obra, executada pelo IPHAN em parceria com a Prefeitura, que certamente traz impactos positivos para a cidade e para à população, considerando o grande movimento diário na Rua Grande”, conta o gestor municipal, que acompanha de perto cada etapa da obra.

A instalação do mobiliário urbano seguiu o projeto de reforma da via. Os assentos, instalados em todas as quadras, são confeccionados em madeira tratada, com elementos em aço corten, material que apresenta três vezes mais resistência à corrosão que o aço comum. Também compõem o mobiliário urbano da nova Rua Grande lixeiras, que foram instaladas em todas as quadras reformadas.

Para o superintendente do IPHAN no Maranhão, Maurício Itapary, os serviços têm o objetivo de beneficiar a população. “Nossa intenção é dar ao Centro de São Luís maior acessibilidade, favorecendo tanto os consumidores quanto quem trabalha no local”, disse o superintendente.

As quatro primeiras quadras da via foram entregues em dezembro do ano passado, com as obras do Complexo Deodoro. A reforma das demais quadras da via seguiram o modelo do primeiro trecho. A Rua Grande recebeu, entre outros serviços, novo piso de bloquete intertravado, sistema de esgotamento sanitário, obras de drenagem profunda, instalação elétrica subterrânea e novo posteamento de iluminação pública.

O projeto de requalificação para a Rua Grande, além de revitalizar a área, propôs um conjunto de soluções urbanísticas e arquitetônicas executadas para promover a acessibilidade. A proposta de revitalização da área integrou os princípios da acessibilidade universal ao desenho urbano. Dessa forma, com a execução do projeto, foram retirados os obstáculos, com redução dos desníveis de acesso aos imóveis para permitir a locomoção do pedestre sem restrições.

Fotos: A. Baeta

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Obra avança, mas Nhozinho só fica pronto em 2020

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O novo alambrado ainda não começou a ser instalado, mas um teste que foi realizado essa semana com a colocação dos vidros, mostrou que o velho e charmoso Estádio Nhozinho Santos ganhará ares de modernidade.

A reforma segue em andamento. O novo gramado como mostramos no mês passado já foi todo concluído.Vestiários, banheiros e lanchonetes também estão prontos. As traves e os bancos de reservas terão novo visual.

A obra deveria ser entregue ainda este ano, mas um problema de infraestrutura e infiltração nas arquibancadas vai adiar a entrega e o Nhozinho Santos só deve ficar pronto para o ano que vem.

É que uma ação de reparos nas estruturas das arquibancadas está sendo licitada e não tem previsão para começar.

Uma pena, pois se o estádio Nhozinho Santos fosse entregue ainda nesta temporada seria bastante útil na caminhada de Sampaio e Moto neste Campeonato Brasileiro.

Fotos: Divulgação

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Obra subterrânea

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Por Edivaldo Holanda Junior

Drenagem urbana é o tipo de obra que poucos governantes colocam como prioridade para investimento. A razão é simples: além do elevado custo, é uma obra pouco visível. Não é como uma praça, asfalto ou um monumento que é visto diariamente por quem passa no local e que, portanto, deixa o gestor em constante evidência. Porém, quando chega o período chuvoso, são essas obras imperceptíveis aos olhos do dia a dia do cidadão que evitam grandes transtornos para a cidade. Em São Luís, onde estamos enfrentando fortes chuvas, com volume de água que supera médias históricas, conseguimos graças aos investimentos na construção de sistema de escoamento de águas pluviais dar solução a pontos de inundações que antes eram críticos – e pareciam não ter solução.

É esta a gestão que mais tem investido em sistema de drenagem na cidade. Já são cerca de 40 quilômetros de rede construídos nos últimos anos, entre canais e galerias, o que possibilitou, por exemplo, que mesmo com os temporais das últimas semanas na capital maranhense não houvessem alagamentos em regiões da Vila Apaco, Cohab/Cohatrac, Santa Clara, Vila Riod, Parque dos Sabiás/Forquilha e Tirirical, por trás do Banco do Brasil, Rua das Mangueiras e Senador Pompeu, na Vila Isabel, entre muitos outros pontos. Antes, bastava uma chuva mediana para vias e residências dessas áreas serem invadidas pelas águas. 

Ainda há muito para ser feito para que se consiga garantir o total bom funcionamento da cidade durante o período chuvoso, afinal, além do elevado índice pluviométrico, aqui enfrentamos nitidamente dois grandes problemas: a grande demanda por esse tipo de obra ocasionada pela falta de implantação de dutos para canalização correta das águas pluviais no processo de expansão da cidade; e a grande quantidade de lixo que é descartado irregularmente e que acabam entupindo os dispositivos por onde a água da chuva deveria escoar, causando assim os alagamentos. Para se ter uma ideia, a Prefeitura de São Luís recolhe todos os dias cerca de 300 toneladas de lixo que é jogado em local inadequado. Mesmo com as sequenciais campanhas de conscientização, ainda há quem cometa esse ato tão danoso. 

Para minimizar os transtornos acentuados pelas fortes chuvas, além do crucial trabalho de construção das tubulações de concreto da rede de drenagem, é feito ainda o serviço preventivo de limpeza e desobstrução de canais, bueiros e galerias durante o ano todo, sendo intensificado nesta época. Ação que requer a mobilização de um grande aparato, com máquinas retroescavadeiras e caminhões hidrojato – um sistema que suga dos locais mais difíceis o resíduo descartado em locais públicos e que são levados pela ação dos ventos e da chuva para dentro dos dispositivos da rede de escoamento das águas.

Mesmo com o elevado índice pluviométrico, estamos mostrando que o trabalho que se tem feito em macrodrenagem da capital tem surtido efeito. Ainda há dificuldades sim, mas há também uma gestão comprometida e que garante que mais obras, sejam elas subterrâneas ou não, chegarão em breve para continuar resolvendo o que antes parecia não ter saída. Afinal, o nosso interesse não é ganhar status diário com obra, é solucionar os problemas da vida das pessoas. É isso que faz a diferença.

*Edivaldo Holanda Júnior é prefeito de São Luís

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Obra na Rua Grande entra na reta final

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Falta pouco para que a população de São Luís, que costuma fazer compras na Rua Grande,  e os comerciantes da região, possam desfrutar de um espaço totalmente requalificado. As obras de revitalização da principal rua de comércio da capital chegou nesta semana à penúltima quadra com os serviços de demolição para a retirada do pavimento e drenagem.

Os trabalhos estruturais já foram finalizados até a sétima quadra, que receberá ainda bancos em madeira e aço e onde estão sendo instalados os postes para a iluminação da área. Os serviços são executados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em parceria com a Prefeitura de São Luís e fazem parte do grande pacote de ações para a revitalização do Centro da cidade.

“A área central de São Luís tem recebido um investimento que vai além do que se pode mensurar. Os resultados desse trabalho podem ser observados no movimento de pessoas nas praças Deodoro e Panteon. No espaços foram recuperados mais do que uma estrutura física, a obra resgatou parte da nossa história. O ganho para a cidade e para a nossa população é imensurável. Na Rua Grande também já podemos observar o impacto positivo da obra que teve as primeiras quadras entregues no final do ano passado. Com certeza quando concluída irá fomentar o comércio da região e proporcionar a todos que trabalham e circulam pelo local um ambiente mais bonito e com boa infraestrutura”, destaca o prefeito Edivaldo Holanda Junior.

O superintendente do Iphan no Maranhão, Maurício Itapary, destaca que o investimento, inserido nas ações do PAC Cidades Históricas, faz parte de outras ações que foram executadas na região do Centro e ainda serão realizadas. “Estamos executando o maior pacote de ações já implementadas nesta região da cidade nos últimos 30 anos, a exemplo da requalificação das praças Deodoro e Panteon e das avenidas Gomes de Castro e Silva Maia. O trabalho conta com a parceria da Prefeitura de São Luís e tem o objetivo de promover a requalificação urbanística de toda a área”, conta.

Fotos: Maurício Alexandre

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Honorato visita obra no complexo Deodoro

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O vereador Honorato Fernandes (PT), acompanhado de proprietários de bancas de revistas da área da Praça Deodoro, visitou as obras da praça na manhã desta quinta-feira. No local foram recebidos pelo secretário municipal de Urbanismo e Habitação, Madson Leonardo Andrade, que explicou detalhes da obra que está prevista para ser inaugurada na primeira quinzena de dezembro.

Ainda quando a obra estava em planejamento Honorato foi procurado pelos proprietários das bancas de revistas da região para acompanhar a situação e relocação dos mesmos. A retirada das bancas da praça aconteceu em janeiro deste ano.

“Estamos acompanhando a situação desde o início e agora a inauguração está próxima. Estamos com boas expectativas”, disse Honorato Fernandes que elogiou o empenho com que a obra está sendo executada.

“Esta obra vai mudar a cara do centro da cidade e ajudar na sua revitalização”, disse o vereador.

Os proprietários das bancas visitaram o local onde as mesmas serão instaladas e se disseram animados com a proximidade da inauguração. “Estamos muito animados de finalmente voltarmos para a praça. O local está muito bonito e as excitativas são as melhores”, disse Alexandre José.

Foto: Divulgação

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Justiça obriga Flávio Dino retirar logomarca de obras

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A determinação ocorreu no bojo da representação eleitoral por conduta vedada a agente público. O MDB apontou na ação, a existência de obra realizada pela Companhia de Saneamento Ambiental (Caema) em São Luís.

O partido fundamentou a peça com base na nº 9.504/97 (Lei das Eleições), que proíbe a divulgação de propaganda institucional nos três meses que antecedem o pleito. Flávio Dino é candidato a reeleição.

“A partir de uma cognição sumária pautada nas imagens contidas na inicial, observo que foram empregadas em obra pública da Caeama símbolos e imagens da atual gestão de governo do Estado do Maranhão, inobservando-se a restrição contida no art. 73, VI, b da Lei das Eleições, o que caracteriza a prática de conduta vedada a agente público”, destacou o magistrado.

O juiz Clodomir assegurou que todos os argumentos utilizados pelo MDB mostraram a prática de conduta vedada do chefe do Executivo.

“Desta forma, os argumentos expostos nos autos evidenciam a probabilidade do direito vindicado (fumus boni iuris), uma vez que foi demonstrada a prática de conduta contrária à legislação eleitoral. Além do mais, a permanência dos referidos símbolos e imagens causará um prejuízo ao representante, com forte possibilidade de desequilíbrio do pleito, o que caracteriza o perigo de dano (periculum in mora), justificando-se, por isso, a concessão da medida liminar neste momento”, acrescentou o juiz.

O magistrado Clodomir Reis determinou a retirada imediata das logomarcas das obras públicas e arbitrou multa diária para caso de descumprimento da decisão.

“Diante do exposto defiro a liminar pleiteada e determino que o representado, no prazo de 48 horas, retire das obras públicas apontadas na inicial os símbolos institucionais contendo layouts e logomarcas do atual governo estadual, bem como não as utilize novamente em bens, ou obras públicas, sob pena de multa diária de R$ 5 mil até o limite de 10 dias”, decidiu.

O Estado

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Obra do Castelão deveria ter sido entregue há 7 meses

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Espaço público destinado à prática de esporte e exercícios físicos, treinamentos automotivos e diversão com amigos e familiares, o Complexo Esportivo do Castelão, no bairro Vila Palmeira, está com a sua estrutura arruinada e necessita de obras de manutenção. Uma reforma realizada no local está atrasada há sete meses.

Uma placa instalada no espaço e que contém informações sobre o serviço, fruto de parceria entre o Governo Estadual e o Ministério do Esporte, informa que a obra de recuperação foi iniciada em junho de 2017 e deveria ter sido entregue desde o mês de janeiro deste ano. O orçamento foi de R$ 13.598.557,56.

A situação é de abandono, e frequentadores do local exigem que o Governo do Maranhão execute uma intervenção, com urgência. Estruturas enferrujadas, o piso desgastado e a vegetação alta na área da Pista de Atletismo Professor Furtado causam indignação em quem usufrui do local para treinar. “Deveriam fazer alguma coisa para melhorar. Este espaço não deveria estar dessa forma. Tem que ser valorizado”, reclamou o atleta Nalisson Felipe Pereira Coelho, de 17 anos.

“Precisa de uma obra no piso, capina e mudar essas grades danificadas por ferrugem, que podem provocar acidentes. Aqui também é inseguro. Não tem policiamento eficaz”, denuncia o analista de sistema Henrique Garcês, que estava treinando para a Corrida São Luís.

Desgaste

Barras, cestas e as grades que isolam a quadra de vôlei, por exemplo, estão desgastadas. Equipamentos para praticar musculação estão enferrujados. O Estado constatou que uma equipe de trabalhadores fazia capina na área externa da pista de atletismo. Um operário derrubava uma árvore na manhã de ontem.

A água da piscina do parque aquático do Complexo Canhoteiro, na capital, está parada e suja e precisa ser trocada. O vigilante Carlos Alessandro Cruz, de 45 anos, recordou com alegria o tempo em que praticava natação no local e lamentou o fato de o parque estar atualmente abandonado.

“Eu treinava aqui no ano de 1986. Toda a equipe participava de campeonatos, tanto no Maranhão, como em outros estados do Brasil. Lastimável ver isso. Um parque que deveria ser usufruído por jovens e toda a população todo acabado. O que adianta esta placa?” questionou Cruz.

Outro lado

Em nota enviada a O Estado, a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra) informa que a reforma do Complexo do Castelão ainda não foi concluída em decorrência da complexidade das obras.

Esclarece ainda que dois processos licitatórios foram realizados, mas não houve empresas interessadas em participar do certame. Um terceiro processo está sendo preparado e, desta vez, com um projeto simplificado para estimular a participação de empresas na licitação. A proposta já foi enviada à Caixa Econômica para análise.

O Estado

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Hilton autoriza estrada Santa Rita a Anajatuba

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O prefeito Hilton Gonçalo autorizou o inicio de mais uma obra importante que vai beneficiar a zona rural de Santa Rita. Conhecida por ser uma região produtora e até então um lugar isolado, as comunidades Mata dos Pires, em Santa Rita e Palmares, em Anajatuba, celebraram o início da construção dos 9 quilômetros de estrada vicinal que liga esses dois municípios, transformando-a em via de escoamento da produção agrícola.

Nessa primeira fase, a obra está recebendo serviço de raspagem e nivelamento, para logo em seguida ser iniciado o trabalho de piçarramento.

Além de garantir o escoamento de produção das comunidades, a ação também vai potencializar a economia nas duas cidades, pois a obra irá encurtar a distância no acesso à sede do município de Santa Rita, já que muitos moradores daquela região buscam atendimento bancário, serviço no INSS e, além de tudo, movimentam o comércio da cidade.

O secretário municipal de Infraestrutura, Antonio de Felipe, disse que a Prefeitura de Santa Rita procura manter um olhar especial ao setor rural do município, melhorando as condições de trafegabilidade de diversas comunidades que antes viviam isoladas.

“Com esse serviço, o prefeito Dr. Hilton atende uma reivindicação antiga dessa região, distante tanto da sede de santa Rita quanto de Anajatuba e que só agora saem do isolamento”, finalizou.

Foto: Divulgação

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Andrea cobra licitação do Hospital do Servidor

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Em sessão plenária nesta terça-feira (22), a deputada Andrea Murad cobrou do governo a publicação do aviso de licitação no Diário Oficial do Estado do Maranhão, com a finalidade de construção do Hospital do Servidor do Estado. A parlamentar já havia  lançado um desafio nas redes sociais para quem localizar o documento. O assunto causou forte repercussão e muitos já desconfiam se realmente existirá o Hospital do Servidor.

“Uma obra que foi anunciada pessoalmente pelo governador Flávio Dino, amplamente divulgada por ele, tão aguardada pelos servidores. Ele enganou 110 mil funcionários públicos? Será possível uma pessoa ser tão irresponsável? Pode se construir um hospital sem licitação específica da obra?”, disse Andrea.

A parlamentar explicou que o governador Flávio Dino lançou o início da obra no dia 28 de outubro de 2015, no entanto, nunca existiu qualquer publicação oficial no diário sobre a licitação específica da construção que deveria beneficiar exclusivamente os funcionários públicos.

“Flávio Dino está há 2 anos anunciando que está construindo o hospital do servidor. O governo agora está mudo, em um silêncio comprometedor. A verdade é que a construção do hospital do servidor não passa de falácia do governador. Não existe hospital do servidor em construção. Pode gastar R$ 50 Milhões do BNDES para um hospital sem licitação da obra? Como não existe licitação, não existe hospital. Se tiver, que mostre a licitação”, falou indignada a parlamentar aos  jornalistas no fim da sessão.

Foto: JR Lisboa/Agência AL

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Obra na Forquilha facilita vida de pedestres

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Obra imprimiu maior segurança para pedestres, mobilidade urbana e fluidez do trânsito

Após a liberação do cruzamento para fluxo de veículos após a implantação da sinalização semafórica pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), a nova configuração na Avenida Jerônimo de Albuquerque, no trecho que compreende a Forquilha, na altura do antigo retorno, imprimiu maior segurança para pedestres, bem como mobilidade urbana e fluidez do trânsito.

A obra, realizada pela parceria Governo do Estado e Prefeitura de São Luís e que será entregue neste sábado, promoveu melhorias na sinalização e modificou o desenho geométrico na área. Um conjunto de faixas de pedestres e semáforos nos quatro sentidos da avenida substituiram a rotatória, pondo fim aos enormes engarrafamentos e facilitando a travessia de pessoas a pé.

Com a intervenção, foi liberado o cruzamento para o trânsito de veículos e instalados os semáforos.  Funcionando de maneira sincronizada, eles mantêm o fluxo de veículos sem que haja muitas paradas e consequentemente, sem engarrafamentos. Quando um sinal abre, os demais também acompanham, evitando a paralisação do trânsito.

Somada a esta obra na Forquilha, outras importantes intervenções foram executadas para desafogar o trânsito na região. Entre elas estão melhorias das condições de tráfego em ruas dos bairros Forquilhinha e Cohab – que dão acesso à Avenida Jerônimo de Albuquerque.

Foto: Fabrício Cunha

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