Fufuca votou em defesa de professores e policiais

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A Câmara dos Deputados diminuiu a idade mínima para que professores e policiais consigam se enquadrar em uma das regras de transição na reforma da Previdência, mais brandas do que as regras gerais.

O deputado federal André Fufuca (PP), autor da emenda que excluía os professores e policiais da reforma da Previdência, votou a favor para que fosse aprovada a redução da idade mínima de aposentadoria dessas categorias.

“Durante a votação, fui a favor dos professores e policiais em todos os destaques. A emenda de minha autoria tinha como objetivo evitar prejuízos para essas categorias e que elas fossem mantidas nas regras anteriores”, disse o parlamentar.

Para André Fufuca, atualmente os professores enfrentam salários baixos, falta do devido reconhecimento pela profissão e falta de políticas que enfrentem estes desafios. “O regime diferenciado para professores é uma exigência da sociedade”, disse o deputado federal.

O texto principal determinava que apenas professores que tem pelo menos 55 anos de idade (mulheres) e 58 anos (homens) poderiam ter direito a essa regra de transição. Com a mudança, as mulheres precisarão ter ao menos 52 anos, e os homens, 55 anos para se enquadrar na transição que prevê pedágio de 100%.

Já a redução os policiais os policiais federais, legislativos, civis do Distrito Federal, rodoviários federais e agentes penitenciários e socioeducativos federais poderão aposentar-se aos 53 anos (homens) e 52 anos (mulheres).

“Não restam dúvidas acerca da necessidade da reforma, mas algumas carreiras não devem ser penalizadas pelas novas regras da aposentadoria, como as de policiais, que se expõem diariamente ao perigo do combate ao crime e violência, e as de professores, que precisam trabalhar em casa, além do horário de expediente para organizarem aulas e corrigirem trabalhos e provas. E também estão submetidos ao stress de horas seguidas de aulas”, afirmou Fufuca.

Foto: Divulgação

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Gastão voto contra destaque que beneficiava policiais

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O deputado federal Gastão Vieira (PROS) foi um dos quinze deputados – entre os 513 – a votar contra o destaque que suavizava as regras de aposentadoria para policiais da união – policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais legislativos e policiais civis do DF. Policiais militares, civis e bombeiros de outros estados não estavam contemplados na proposta do Governo.

Foram 467 votos a favor da emenda e 15 contra, com um acordo firmado entre o governo e representantes da categoria. Para Gastão, único da Bancada do Maranhão a votar contrário, faltou coerência na proposta.

”Faltou coerência na votação da diminuição da idade de aposentadoria para policiais federais. Eu fui um dos 15 deputados a registrar o não, porque acredito que a reforma precisa ser unânime. Não dá pra privilegiar uns e outros não. Se estou dando um salário mínimo pra quem está na ponta, não posso dar vantagem para outros”, afirmou Gastão Vieira.

“As forças policiais são importantíssimas, profissionais que prestam um serviço essencial para o desenvolvimento do país, mas tenho convicção que não é assim que vamos equalizar as contas. O que precisamos é de coragem para continuar tendo coerência e responsabilidade em nossas posições”, concluiu.

Foto: Divulgação

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Adriano é contra diminuição de salários de policiais

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O deputado estadual Adriano Sarney (PV) apresentou emenda ao projeto de Lei n° 290/2019 do governador Flávio Dino que trata da redução dos benefícios salariais dos policiais civis do Estado do Maranhão.

O projeto de Lei do poder executivo foi publicado no diário da Assembleia Legislativa do Maranhão no dia 04 de junho. A alteração sugerida é no artigo 4 do anexo V da Lei 10.266, que trata dos subsídios do subgrupo de atividades da Polícia Civil. Com a aprovação da medida do governador, os profissionais terão a diminuição dos seus salários.

A emenda do deputado Adriano pretende impedir essa alteração, evitando novas despesas e mantendo os valores atuais pagos aos comissários, investigadores, escrivães, peritos e auxiliares de perito médico legal da Polícia Civil, integrantes da classe A/3.

“Em vez de aumentar os benefícios desses profissionais, ele diminui o adicional noturno e de insalubridade. É um absurdo! Entrei com uma emenda na Assembleia Legislativa do Maranhão para corrigir essa injustiça!”, disse o deputado.

Foto: Kristiano Simas / Agência Assembleia

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Edilázio manifesta apoio a policiais acampados em SL

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O deputado federal Edilázio Júnior (PSD-MA) manifestou, nesta segunda-feira (15) apoio aos policiais aprovados em concurso público que estão acampados há mais de 20 dias em frente ao Palácio dos Leões sem qualquer resposta do governo do Maranhão.

Edilázio esteve visitando os policiais acampados e prometeu levar a luta da classe até a Câmara dos Deputados.

“Conversei hoje com os policiais militares, não nomeados, que estão acampados a mais de 20 de dias em frente ao Palácio dos Leões cobrando um posicionamento do governo do Estado. A categoria também reclama da condição social que se encontram hoje, pois muitos abandonaram trabalho e estudo para se dedicarem ao curso de formação”, disse.

“A justificativa do governo é que não existe necessidade de convocação de mais policiais para o Maranhão, algo que não condiz com a realidade que os maranhenses enfrentam diariamente com o alto índice de violência no estado. Contem comigo, guerreiros! Vamos levar essa luta para Câmara Federal”, destacou Edilázio nas redes sociais.

Foto: Divulgação

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Eduardo Braide denuncia situação de policiais no MA

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O deputado Eduardo Braide (PMN-MA) denunciou nesta terça-feira (2) da tribuna da Câmara, a situação dos 1800 soldados em formação da PM, que aguardam suas nomeações pelo Governo do Maranhão.

O parlamentar ressaltou a aprovação do orçamento estadual de 2019 com a previsão de 2000 novas nomeações.

“É preciso respeitar esses pais e mães de família que deixaram seus empregos e não podem ficar sem resposta, além de reforçar a segurança pública que é um direito de todos!”, disse o Braide.

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Policiais lamentam desistência de Sousa Neto

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O sargento Agnaldo, da Polícia Militar encaminhou mensagem de agradecimento ao deputado Sousa Neto (PRP) que durante seu mandato foi sempre uma voz ativa em defesa dos policiais maranhenses na Assembleia Legislativa

Sousa Neto desistiu de disputar a reeleição para deputado estadual, fato que, na opinião da categoria foi uma grande perda para o Maranhão.

Leia a mensagem na íntegra:

“A sociedade maranhense perde com a saida de uma voz atuante do nosso querido deputado Sousa Neto, que desistiu da sua reeleição. Este como parlamentar atuante sempre abriu a porta do seu gabinete para a sociedade. Reconhecemos os valores morais e éticos que este sempre desenvolveu no seu mandato.

Pessoalmente, nós da Policia Militar somos uma categoria que irá sentir mais do que qualquer outra devido este ter se dedicado em prol da defesa da categoria dos militares. Fato este que pode ser comprovado quando o mesmo inúmeras vezes ocupou seu discurso dentro daquela casa em favor da nossa categoria.

Para nós é uma perda irreparável, é dificil para nós entendermos a saída de um bravo homem como este. Fica aqui nosso respeito, nossas considerações e agradecimento pelo belissímo trabalho que sempre fez pela nossa briosa Policia Militar.

A sua saída é uma acontecimento que nos pegou de surpresa, até por ue achavámos que essa voz iria continuar no parlamento. Mas, queremos agradecer por tudo que fez em prol da categoria e que ainda vai fazer porque seu mandato ainda não terminou mas, já lamentamos por que a polícia perde uma grande voz em favor de todos nós policias militares.

Fica também, aqui o eterno agradecimento da Associaçâo das Esposas de policiais militares do estado do Maranhão, na pessoa do sargento Agnaldo, diretor de comunicação, que agradece imensamente ao deputado Sousa Neto por toda dedicação e empenho pela nossa classe.

Fica nosso reconhecimento e gratidão pelo seu trabalho, desempenho e postura em favor dos policiais militares.

Agradecimento e reconhecimento do seu nobre amigo.

Sargento Agnaldo”.

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“O governador amordaçou a Polícia Civil ”, diz Braide

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O deputado Eduardo Braide destacou nesta quinta-feira (22), a rejeição da emenda de sua autoria ao Projeto de Lei 365/2107 (PL), do Governo do Estado, que altera a organização administrativa da Polícia Civil do Maranhão. O PL foi aprovado retirando os representantes das entidades do Conselho de Polícia Civil do Maranhão.

“O governador do Estado deveria investir na Polícia Civil, por melhores condições de trabalho aos nossos policiais. Mas ao contrário, enviou para cá um Projeto de Lei que retira da classe o direito de participação nas decisões do Conselho da Polícia Civil. Isso é amordaçar os policiais, cerceando o direito que esses tinham garantido há muito tempo pelo Estatuto da Polícia Civil”, disse o parlamentar.

O PL 365/2017 foi tema de audiência pública na Assembleia Legislativa. Na ocasião, foi apresentada uma emenda ao Projeto do Governo.

“Fizemos nesta Casa o que o Governo não fez. Ouvimos as entidades representativas dos policiais. Corrigimos erros graves e tratamos da composição do Conselho da Polícia Civil, fazendo com que essas entidades permanecessem no órgão que discute todas as políticas necessárias para a corporação. E mesmo sabendo da alergia que o governador tem de conselhos, apresentamos e defendemos a emenda que mantinha o assento dos representantes da ADEPOL, SINPOL, APOTEC e ASPCEMA no Conselho de Polícia Civil. Contudo, a base do Governo seguiu à risca a determinação do governador e retirou os direitos dos policiais civis do Estado”, afirmou.

O deputado ressaltou ainda que o PL 365/2017 deixou o Conselho de Polícia Civil como uma espécie de “repartição” do Governo do Estado, perdendo assim, sua principal função, que era de servir como órgão consultivo e que, ao longo da sua história, serviu para discutir e aperfeiçoar as ações da instituição.

“Com a aprovação desse Projeto, vemos mais um aparelhamento do Governo do Estado aos conselhos representativos, a exemplo do que ele fez com o Conselho de Esportes e o de Cultura. Os Conselhos devem ser plurais, permitindo o debate e as opiniões diversas. O Maranhão inteiro já sabe que o governador Flávio Dino não aceita ser contrariado e que o diálogo para ele só existiu antes da eleição”, concluiu Eduardo Braide.

Foto: Agência Assembleia

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Edilázio em defesa dos policiais e bombeiros militares

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O deputado estadual Edilázio Júnior (PV) atuou em defesa da Polícia Militar durante a votação do Projeto de Lei 002/2018 e Medida Provisória 265/2017, de iniciativa do Poder Executivo, que tratam, respectivamente da criação e transformação de Organizações Policiais Militares da Polícia Militar do estado e alteração do efetivo disposto no Quadro de Cargos Efetivos do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão.

Edilázio apresentou emenda que buscava corrigir uma injustiça cometida pelo governo Flávio Dino (PCdoB) com os policiais, e ampliava as vagas de promoções para a corporação.

A proposição de Dino beneficia apenas coronéis e extingue 144 cargos de soldados combatentes de todo o estado.

“É impressionante o massacre que os trabalhadores, que a Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros vêm enfrentando neste Governo. Eu imaginei que estaríamos agora, já no último ano do mandato do governador Flávio Dino, votando a PEC 300 que ele tanto defendeu quando era deputado federal. Prometeu na campanha de 2014 e conseguiu quase que a totalidade dos votos dos militares por isso. Mas, depois de eleito, mudou o discurso”, disse.

Edilázio repudiou a postura do chefe do Executivo e cobrou respeito às corporações militares do Maranhão.

“Será que a Polícia Militar só serve para o governador Flávio Dino pegar helicóptero e passear pelo estado do Maranhão. Ele não precisa prestigiar e dar o valor que merece a esses homens? Essa emenda não onera em nada o estado, só torna mais justo. Daria oportunidade para toda a tropa, para os praças poderem ser promovidos também, e não apenas os coronéis”, completou.

O parlamentar classificou de ‘farra’, a criação de cargos e nomeação de capelães, que ocorre junto a lideranças religiosas do estado.

“E essa farra com capelães, nomeando tenente, major, coronel. Se retirasse a metade não daria para prestigiar quem é de carreira? Vamos dar valor a quem dá valor pela nossa vida. Chega de perseguição à Polícia Militar”, finalizou.

Foto: Agência Assembleia

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‘MPs são uma vergonha para militares’, diz sousa Neto

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O deputado Sousa Neto (PROS) votou contra a aprovação das medidas provisórias de n°s 264 e 265/17, de autoria do Poder Executivo, que, segundo ele, “não contempla a grande maioria dos policiais e bombeiros militares do Maranhão”.

Mais uma vez, ele saiu em defesa das duas categorias e fez duras críticas, em discurso na sessão plenária desta terça-feira (20), a gestão comunista, pelo não cumprimento do Termo de Compromisso asssinado ainda no ano de 2015, com às associações e entidades militares.

“A Polícia e o Bombeiro só têm um lado: o de defender a sociedade. E o que temos visto é uma gestão que não respeita estes profissionais. Como é que se manda uma matéria para ser aprovada nesta Casa, sem que haja um debate sobre o asssunto, sem ouvir às necessidades e demandas destes agentes de segurança?”, perguntou.

“Flávio Dino fez várias promessas aos militares, em 2015, quando assumiu o Governo, e nada cumpriu. Um exemplo é a Lei de Organização Básica, que é o grande sonho dos PMs, e não saiu do papel. Estamos em ano eleitoral, e agora ele vem empurrar essas duas MPs que são uma vergonha para os militares. Meu voto é contra”, afirmou

Foto: Kristiano Simas/Agência AL

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Governo Flávio Dino fatura em cima de policiais

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Chama a atenção de todos, a tentativa do governo Flávio Dino (PCdoB) em faturar em cima de tudo e de todos. Não importa o que seja, o que vale para o governo é faturar para tentar melhorar a sua imagem.

Ontem, o governo distribui um release para a imprensa onde afirma: “Policiais que salvaram bebê são filhos da gestão Flávio Dino”, disse o comandante Frederico Pacheco em homenagem aos policiais Herbert de Jesus Silva Barros e Danilo Pestana Pinheiro que ganharam, cada um, a medalha de mérito operacional, concedida em ações policiais com risco de morte que resultam em benefícios à sociedade.

Rápido, o governo tratou logo de dizer que os policiais foram efetivados por Flávio Dino.

“São filhos do governo Flávio Dino, porque ingressaram na segunda convocação de concurso da polícia na gestão”, contextualiza o tenente coronel Andrade. “O policial é reconhecido como alguém que só serve para prender bandido. Mas além de combater a criminalidade, a gente presta apoio à comunidade”, acrescentou.

Mas e os outros policiais, especialmente os mais antigos não são fazem parte da gestão de Flávio Dino? Só porque não entraram no atual governo não são da gestão de Flávio Dino?

E o que tem de diferente um policial efetivado na gestão de Flávio Dino em relação aos demais policiais?

O reconhecimento aos dois policiais é mais justo, mas faturar em cima deles é demais!!!

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