Deputado Wellington promove audiência para discutir segurança e infraestrutura

Audiência pública proposta por Wellington discutiu insegurança e a falta de infraestrutura em bairros dos municípios de São Luís e São José de Ribamar, como o Parque Vitória, Jardim Turu, Alto do Turu e adjacentes
Audiência pública proposta por Wellington discutiu insegurança e a falta de infraestrutura em bairros dos municípios de São Luís e São José de Ribamar, como o Parque Vitória, Jardim Turu, Alto do Turu e adjacentes

Em defesa da população, o deputado estadual Wellington do Curso (PPS) realizou Audiência Pública, na noite desta quarta-feira (16), que discutiu sobre a insegurança e a falta de infraestrutura em bairros dos municípios de São Luís e São José de Ribamar, como o Parque Vitória, Jardim Turu, Alto do Turu e adjacentes. A audiência foi uma das exigências feitas pelos moradores dos bairros supracitados, para liberarem a Av. São Luís Rei de França, interditada pelos manifestantes na última segunda-feira (14).

A reunião aconteceu na Praça da Juventude, no Parque Vitória, e contou com a presença de representantes da prefeitura de São Luís, da Defensoria Pública, da Promotoria de Justiça, do delegado do Parque Vitória e policiais militares da área, lideranças comunitárias, além do deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) e moradores.

A audiência, que teve mais de 04 horas de duração e contou com a presença de mais de 400 pessoas, iniciou com a palavra franqueada à comunidade que, na ocasião, afirmou que a iniciativa do deputado Wellington já é passo inicial que levará o poder público aos bairros que, segundo os moradores, estavam abandonados.

Olhar humano

Sempre em defesa da população e com o olhar humano atento às necessidades do povo, o deputado Wellington explanou sua preocupação em conseguir soluções para as problemáticas apresentadas e reforçou a necessidade do empenho do Poder Público, tanto municipal quanto estadual, em resolver a situação de calamidade e caos que se encontram os bairros.

Centenas de populares compareceram à Praça da Juventude, no Parque Vitória, para reivindicar melhorias para seus bairros
Centenas de populares compareceram à Praça da Juventude, no Parque Vitória, para reivindicar melhorias para seus bairros

“Quando nos debruçamos sobre os temas de maior interesse e necessidade dos ribamarenses e ludovicenses, verificamos não só as reclamações da sociedade com relação à infraestrutura, mas diversos outros temas que afligem e atingem os populares. Infelizmente, o que encontramos em tais bairros é um abandono, caracterizado pela inércia do Poder Público. Não estamos falando de bens supérfluos ou desnecessários…estamos falando de garantias, de direitos. Ao ouvir a população, percebemos a indignação e a revolta que os levou a interditar a Avenida São Luís Rei de França, na última segunda-feira. Revolta de quem não sabe mais a quem recorrer. Revolta de quem está cansado de ter buracos ao invés de pavimentação asfáltica. Revolta de quem não tem escola, segurança e tampouco infraestrutura em seu bairro. Deploravelmente, estamos diante da revolta de cidadãos que estão sendo diariamente desrespeitados. Enquanto deputado estadual, não podemos obrigar que se faça uma ou outra obra, pois isso cabe ao Executivo. No entanto, após ouvir as reivindicações, continuarei dando a minha voz à população e, por isso, realizando as cobranças de melhorias para o povo do Maranhão e fiscalizandoas ações do Executivo. Reafirmo o meu compromisso não com o Prefeito de São Luís ou de São José de Ribamar, mas com o cumprimento dos direitos da população, sobretudo, a mais carente ”, declarou Wellington.

As reivindicações dos moradores foram oficializadas e serão tidas como encaminhamentos, dentre os quais destacam-se:

– Elaboração de projeto de lei visando a reestruturação da divisão geográfica da região metropolitana de São Luís, tendo em vista a proximidade geográfica de bairros como o Parque Vitória e a capital maranhense;

– Intermediação entre as Prefeituras de São Luís e São José de Ribamar com o Governo do Maranhão, apreciando a possibilidade de celebrar convênio municipal/estadual. O objetivo de tal convênio seria ocasionar uma melhor e eficaz distribuição dos serviços públicos na área limítrofe ou de conflito de competência;

-Inclusão de bairros como Jardim Turu, Parque Vitória, Alto do Calhau e adjacências no programa Mais Asfalto;

-Aquisição de mais viaturas e criação de um Batalhão da Policia Militar que enfatize a segurança nos bairssos supramencionados e adjacentes;

Além de tais encaminhamentos, a população que encontrou na Audiência o meio para reivindicar o cumprimento de seus direitos, solicitou que o deputado Wellington cobrasse a iluminação de diversas ruas e avenidas dos bairros, bem como a articulação de políticas voltadas para a educação, a exemplo da implantação de um IEMA no Parque Vitória. Os moradores reivindicaram também a construção de novas escolas, além de solicitarem esclarecimentos sobre o funcionamento do Bilhete Único na localidade que, segundo eles, é apenas midiático.

As solicitações feitas pelos moradores devem ser apresentadas pelo deputado Wellington na Assembleia Legislativa já na próxima sessão plenária.

Flávio Dino ataca Sérgio Moro para defender Dilma e Lula e é execrado por internautas

Flávio Dino foi duramente pro criticado por internautas ao posta no Facebook o comentário acima
Flávio Dino foi duramente pro criticado por internautas ao posta no Facebook o comentário acima

O governador Flávio Dino (PCdoB) causou polêmica nas redes sociais hoje ao emitir opinião sobre o vazamento de grampos telefônicos com diálogos da presidente Dilma Rousseff com o ex-presidente Lula e ao lamentar atitudes recentes do juiz Sérgio Moro, à frente do processo da Operação Lava Jato. A maioria dos internautas que comentaram a postagem questionou a postura do comunista a favor dos dois petistas e citaram atos de corrupção que justificam a repulsa do povo à dupla.

Dino fez menção à Lei 9296/96, que diz que “grampos que não têm relação com fatos investigados devem ser destruídos, não revelados ao arbítrio do juiz”. Recorreu ainda à Constituição Federal, onde está escrito que “se a suposta prova se relaciona com agente público com foro no Supremo, só esse Tribunal pode decidir o que fazer”.

A intenção do governador maranhense era demonstrar quão equivocada a atitude do juiz Sérgio Moro de divulgar o teor das ligações telefônicas interceptadas. Diante da informação de que no momento do grampo não havia ordem judicial, Flávio Dino concluiu que a “prova é ilícita, sem efeito jurídico”.

O comunista ainda mandou um recado para os que lhe recomendaram calar em relação ao assunto, tendo em vista os atos de corrupção dos quais são acusados a atual e o ex-presidente da República. “Aos que me me ‘mandam’ ficar em silêncio: sou uma pessoa de princípios políticos e jurídicos. Tenho biografia e não tenho folha corrida”.

Dino escreveu ainda que o legado da luta pela Constituição, que deu origem ao Estado de Direito, não pode ser destruído por paixões e interesses.

Em crítica direta ao juiz Sérgio Moro, o governador evocou sua carreira de 12 anos como juiz federal e o período em que presidiu a Associação Nacional de Juízes Federais (Ajufe). “Por isso, lamento as atitudes recentes do juiz Moro”. Em seguida, arrematou: “Juiz exerce poder técnico, que extrai sua legitimidade da imparcialidade procedimental e do respeito à legalidade. Não do ‘apelo às massas'”.

A opinião exposta por Flávio Dino foi desqualificada por dezenas de internautas, que chegaram a apelar para que ele fique do lado do povo e deixe de ser “advogado do diabo”. Também houve quem criticasse a gestão do comunista e colocasse em xeque sua isenção no caso se os alvos da ilegalidade por ele apontada não fossem seus aliados.

Sem salvar o povo, governo tenta última cartada para sobreviver

Posse de Lula como chefe da Casa Civil é última cartada de Lula e Dilma para tentar manter o poder e as chances de prolongá-lo em 2018
Posse de Lula como chefe da Casa Civil é última cartada de Lula e Dilma para tentar manter o poder e as chances de prolongá-lo em 2018

Acuado em meio à crise política instalada no país, que ganhou contornos caóticos nas últimas semanas, após a condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para prestar depoimento à Operação Lava Jato, o Governo Federal dá sua última cartada para sobreviver, sem que isso esteja atrelado à necessidade de salvar o povo da instabilidade provocada pela corrupção, pela incompetência administrativa e pelo abalo econômico que arruína milhões de brasileiros.

Com os ânimos nacionais ainda mais acirrados, a presidente Dilma Rousseff e Lula, bombardeados impiedosamente pela mídia e alvos da repulsa de uma parcela crescente dos brasileiros, resolveram reagir, adotando uma estratégia que visa tão somente a manutenção do poder conquistado por petistas e aliados há 13 anos e das chances de prolongá-lo.

Se no passado foi padrinho de Dilma, Lula hoje tornou-se muito mais do que um afilhado da presidente. O líder máximo petista agora precisa do foro privilegiado que o cargo de ministro-chefe da Casa Civil lhe confere para não ser julgado pelo juiz Sérgio Moro, figura notável por mandar para a cadeia políticos, agentes públicos e empresários envolvidos no escândalo da Petrobrás e em desvios em outras estatais. Ao esquivar-se do magistrado, o ex-presidente deixa claro que pretende manter vivo seu plano de voltar a governar o Brasil a partir de 2019.

A decisão do juiz Itagiba Catapreta, da 4ª Vara Federal do Distrito Federal, que suspende os efeitos da posse de Lula, tenta neutralizar a jogada governista. Mas é certo que Dilma, Lula e seu grupo moverão céus e terras para derrubá-la e restabelecer o que foi acertado nos porões do poder e que parece ser sua única tábua de salvação.

Encurralados, os governistas sabem que se não reagirem agora tudo estará perdido. Em meio às defesas e críticas à posse de Lula como chefe da Casa Civil, o que fica é a certeza de um governo desnorteado, que nada pode fazer para retirar o país do lamaçal no qual está afundando desde a eleição presidencial passada.

Enquanto o governo tenta se salvar, o povo segue sem esperança de dias melhores. A inflação avança sem freio, o desemprego cresce e os investimentos, sejam estatais, sejam privados, minguam. Os sintomas são tão graves que não se enxerga no momento qualquer perspectiva de melhora.

Pelo contrário, a tendência é de que o Brasil e os brasileiros afundem ainda mais no lamaçal da corrupção e da incompetência administrativa vigentes.

Câmara em Pauta

Parceria

Vereador Rômulo Franco destacou parceria
Vereador Rômulo Franco destacou parceria

O vereador Rômulo Franco (DEM) destacou, na sessão da terça-feira, 15, da tribuna da Câmara Municipal de São Luís, a parceria entre as prefeituras de São Luís e São José de Ribamar que buscam discutir uma agenda positiva visando à realização de ações conjuntas nas áreas de infraestrutura, iluminação pública, transporte escolar, recuperação de vias, coleta de resíduos sólidos e ações no setor da saúde, como campanhas de prevenção e mobilização de combate a dengue e outras endemias. No discurso, o parlamentar elogiou a iniciativa dos prefeitos Edivaldo Júnior e Gil Cutrim (ambos do PDT) na busca de solução às demandas que atingem diretamente a população das áreas limítrofes entre os dois municípios. O vereador democrata destacou também que os secretários municipais das duas cidades já estão juntos definindo um roteiro de trabalho pautado nas ações estabelecidas pelos dois prefeitos. Segundo ele, as prefeituras irão traçar estratégias para atuar em diversos setores da administração pública.

Menos recursos

Ao falar sobre a falta de articulação entre os municípios da Grande Ilha para resolver conflitos que são comuns entre eles, o vereador lembrou a lei complementar n° 069/2003, de autoria do seu pai, o ex-deputado Alberto Franco, criando a Região Metropolitana de São Luís. O parlamentar lembrou que a não efetivação da região fez os municípios de São Luís, Paço do Lumiar, São José de Ribamar, Alcântara, Bacabeira, dentre outros, perderem o acesso aos recursos federais da ordem de R$ 120 milhões.

Segurança pública

Inconformada com a falta de Segurança na cidade de São Luís, a vereadora Rose Sales entregou no dia 9 de março na Promotoria do Consumidor e na Secretaria de Estado de Segurança Pública um ofício que solicita a formalização de Termo de Ajustamento de Conduta para que sejam implementados em São Luís, procedimentos para que o bloqueio automático de aparelhos de celulares furtados ou roubados, passe a ser efetuado pela Polícia Civil do Maranhão a partir do momento em que o cidadão que for vítima de assalto, registrar ocorrência policial e fornecer o número de seu celular e o CPF. Esta medida já está sendo adotada no Espírito Santo, São Paulo e agora no Ceará e contribui significativamente para coibir, ou até mesmo diminuir ocorrências dos assaltos a ônibus e a pedestres que na grande maioria das vezes se desmotivam de registrar a ocorrência achando que não vale a pena.

Elogio

Chico Carvalho é um dos grandes políticos do estado,segundo Edivaldo Holanda
Chico Carvalho é um dos grandes políticos do estado,segundo Edivaldo Holanda

Ao fazer uma visita a Assembleia Legislativa, na tarde de segunda-feira, (14), o vereador Chico Carvalho (PSL), presidente do PSL, foi alvo de um pronunciamento do deputado Edivaldo Holanda (PTC), fazendo um verdadeiro ao reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo vereador, além de parabeniza-lo pelos benefícios conquistado para as comunidades que atende ao longo de sua trajetória política. Num contundente pronunciamento, na tribuna, Edivaldo Holanda avocou o testemunho do vereador aos trabalhos que estão sendo desenvolvidos pela Prefeitura de São Luís em comunidades que não viam a presença do poder público há 40 anos, a exemplo do Polo Coroadinho e de tantas outras que estão recebendo benefícios por parte da administração municipal. Segundo Edivaldo Holanda, o presidente do PSL do Maranhão e representante de São Luís na Câmara Municipal é um dos grandes políticos do estado e merecedor da confiança da população. Carvalho, conforme o parlamentar, o vereador “possui experiência e folha de serviços prestados a esta cidade de São Luís”.

Abrigo para taxistas

A vereadora Luciana Mendes (PTdoB) apresentou requerimento na Câmara Municipal pedindo que a Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), viabilize a instalação de abrigo coberto para os taxistas que trabalham no posto de táxi do Tropical Shopping Center. No documento, com solicitação para ser encaminhado ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), e ao secretário da SMTT, Canindé Barros, Luciana Mendes esclarece que os abrigos são necessários porque os taxistas estão sofrendo a falta do benefício, principalmente durante o peruído chuvoso. Para Luciana, os taxistas reclamam com toda razão, pois ficam expostos à chuva e ao sol e sem proteção.

“Corujões”

José Joaquim quer volta dos ônibus corujões
José Joaquim quer volta dos ônibus corujões

Um requerimento aprovado esta semana pela Câmara Municipal de São Luís prevê a volta dos ônibus “corujões” e o atendimento às “sub-bacias”, objetivando atingir o maior número de bairros no Edital de Licitação de Transporte Coletivo. O requerimento vereador José Joaquim (PSDB) será encaminhado ao prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT) e ao secretário Municipal de Trânsito e Transporte, Canindé Barros. Na sua proposta, o vereador tucano explica que “a volta dos ônibus ‘Corujões’, com a devida segurança, atende a parcela da população usuária do transporte coletivo a partir de um determinado horário, em média das 22h até às 05h”.  A solicitação foi feita há duas semanas, por meio de indicação, ao governador, prefeito, autoridades do sistema de segurança e presidentes dos sindicatos de empresários e trabalhadores no sistema de transporte.

Brasil tem carência em gestão

Consultor brasileiro que morou por quase 50 anos nos Estados Unidos, tendo sido reitor de universidade americana, revela que a chave para uma reviravolta no país é investir em gerenciamento

Barbosa, que é cidadão-americano e morou durante 45 anos em Washington, nos Estados Unido
Barbosa, que é cidadão-americano e morou durante 45 anos em Washington, nos Estados Unido

O Brasil enfrenta uma turbulência econômica que decorre de uma grave crise político-social. Essa crise, que desde o ano passado passou a dominar com mais intensidade os meios de comunicação, inclusive no exterior, é causada pela adoção de ideologias ultrapassadas e, principalmente, pela falta de competência dos brasileiros em gestão. É o que analisa o consultor George Barbosa, Doutor em Políticas Públicas e professor recém-associado ao quadro de docentes da Escola de Negócios Excellence (ENE), onde ministra a disciplina High Productivity Management (Gestão de Alta Produtividade).

Barbosa, que é cidadão-americano e morou durante 45 anos em Washington, nos Estados Unidos, chegou a ser reitor na Strayer University, em Maryland, e especializou-se em Planejamento e Desenvolvimento Local, Regional e Nacional, tendo adquirido vasto conhecimento, que agora divide com os maranhenses.

Segundo ele, além dos problemas de ética associados a uma ideologia antiquada, os problemas de gestão no Brasil estão ligados à falta de competência das pessoas nos níveis mais estratégicos, táticos e técnicos. “Essa falta de competência é imensa e somente será adquirida com a busca do conhecimento. Não há falta de recursos no Brasil, sem dúvida. Nós brasileiros pagamos um dos mais altos índices de impostos do mundo e, no entanto, a qualidade dos nossos serviços é uma das piores. E essa falta de competência em gestão é mais pronunciada nos níveis mais altos da administração brasileira, pública ou privada”, diz o consultor.

Capacitação – Na crítica de George Barbosa, essa falta de competência em gestão é observada, também, nas pequenas coisas, desde o funcionamento de uma agência bancária, passando por uma empresa do varejo, até o simples atendimento em um supermercado, contrastando com o que acontece em diversos países do mundo. “As pessoas carecem de uma capacitação adequada e não demonstram visão de como proceder. Se os executores tivessem um treinamento apropriado, isto seria diferente, mas o problema vem de cima. Temos dificuldades nas coisas mais simples”, afirma.

George Barbosa tem larga experiência nesse assunto. Para o Maranhão, trouxe sua contribuição como consultor e professor nos Estados Unidos, inclusive prestando serviços para outros países. Ele diz que, fundamentalmente, nenhum profissional conseguirá sobreviver sem se integrar à economia global. “Todos devem se preparar com a consciência de que mesmo as atividades econômicas locais estão interligadas por redes de produção e serviços internacionais e o fato de o profissional buscar a alta produtividade e qualidade, independente de onde ele atue”, enfatiza.

Na ENE, a convite do professor Ricardo Carreira, Barbosa comanda a disciplina Gestão de Alta Produtividade, que agrega grupos de diferentes MBAs. “O profissional deve estar sempre preparado para enfrentar as mudanças de condições nos contextos onde trabalhe. Sua inserção nesse mercado requer flexibilidade para entender como se comportar e ultrapassar as barreiras de uma economia tradicional, mais isolada, para outra mais aberta, que vai funcionar em um mercado global”, finaliza.

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