“Já votei 6 vezes contra aumento de impostos”, diz deputado Wellington ao destacar proposta de Braide de reduzir o ICMS no Maranhão

O deputado estadual Wellington do Curso com o pré-candidato a governador Eduardo Braide

O deputado estadual Wellington voltou a defender, nesta quarta-feira (08), a redução da carga tributária no Maranhão, destacando o anúncio feito por Eduardo Braide, na última terça -feira (07) em Imperatriz, de que a diminuição de impostos será sua primeira medida caso seja eleito governador. Segundo o parlamentar, a proposta reforça uma pauta histórica de seu mandato: aliviar o peso dos tributos sobre a população maranhense.

Sobre o assunto, Wellington ressaltou que já votou seis vezes contra o aumento de impostos, sempre defendendo o bolso do povo e medidas que reduzam o custo de vida no estado.

“Essa é uma luta antiga nossa. Não é de agora. Quando fomos deputados juntos, de 2015 a 2018, já votávamos contra o aumento de impostos. No total, já votei 6 vezes contra o aumento de impostos. Por isso, fico feliz em ver esse compromisso sendo reafirmado. O Maranhão sabe quem sempre esteve do lado certo. Chega de pesar no bolso de quem já sofre. Seguimos firmes nessa luta para baixar os impostos e garantir mais dignidade para o nosso povo. Como pré-candidato à reeleição de deputado estadual; reforço: diminuir os impostos é uma luta nossa e, agora, com nosso pré-candidato Eduardo Braide, se tornará realidade”, declarou o deputado estadual Wellington do curso.

1 comentário em ““Já votei 6 vezes contra aumento de impostos”, diz deputado Wellington ao destacar proposta de Braide de reduzir o ICMS no Maranhão”

  1. A declaração do Wellington reflete uma pauta recorrente e legítima, que é a insatisfação geral com a alta carga tributária. Sob a ótica do Direito Tributário e da economia, essa discussão vai muito além do discurso eleitoral. A redução racional dos impostos, quando acompanhada de um planejamento tributário eficiente e de responsabilidade fiscal, é um dos principais motores para o verdadeiro desenvolvimento econômico de qualquer região.

    Quando o Estado decide desonerar a cadeia produtiva, ele estimula diretamente a livre iniciativa, um princípio fundamental garantido pelo artigo 170 da nossa Constituição Federal. Na prática, empresas que sofrem menor pressão fiscal possuem maior fluxo de caixa e margem de lucro para investir em inovação, expandir suas operações e, consequentemente, contratar mais pessoas. Isso gera um ciclo virtuoso onde o desemprego cai e a renda da população aumenta de forma sustentável.

    Outro ponto crucial é o impacto direto no bolso do cidadão. A diminuição de tributos indiretos, como o ICMS, barateia o custo de produtos e serviços essenciais. Com isso, o consumidor recupera seu poder de compra, o que aquece o comércio local e movimenta a economia. Além disso, um ambiente com tributação mais justa, equilibrada e previsível torna o estado um polo atrativo para novos investidores e indústrias, fomentando o desenvolvimento regional frente a outros estados com políticas fiscais mais agressivas.

    Portanto, o planejamento tributário e a redução de impostos não devem ser vistos pelo poder público apenas como uma renúncia de receitas. Trata-se de uma estratégia macroeconômica inteligente. Ao aliviar o peso sobre quem produz e quem consome, o Estado amplia a base de contribuintes e o volume de negócios, o que pode, inclusive, resultar em um aumento da arrecadação a médio e longo prazo, promovendo o progresso social e econômico que a sociedade necessita.

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