Anúncio do lockdown feito pela prefeita em rede social
Arame, no centro-sul do Maranhão, é o primeiro município do interior do estado a ter sua rotina altera pelo lockdown, medida adotada para tentar conter o contágio pelo novo coronavírus, decretada até então só na região metropolitana de São Luís, com efeitos ainda a serem sentidos, ou não.
A prefeita Jully Mendes anunciou, em rede social, o bloqueio total na cidade, onde funcionarão apenas os serviços essenciais.
O decreto é uma medida extrema adotada pela gestora municipal com tentativa de frear o avanço da Covid-19 em Arame, onde a doença avança de forma acelerada, assuntando os habitantes, que não dispõem de um serviço de saúde capaz de atender a demanda crescente.
Além da suspensão de todas as atividades consideradas não essenciais, o ato da prefeita prevê toque de recolher às 20h para a população, pagamento de multa de R$ 500,00 e até prisão para quem descumprir as normas.
Líderes de diferentes segmentos do comércio participaram de reunião remota para discutir medidas para retomar atividades
Representantes do comércio do.Maranhão participaram, nessa quarta-feira (13), de uma reunião remota para discutir estratégias para reabrir as portas, em São Luís, logo que sejam suspensas as restrições impostas pelo poder público por causa da pandemia de novo coronavírus.
As lideranças da classe querem adotar as providências necessárias para que estabelecimentos como lojas de vestuário, calçados, móveis, eletrodomésticos, conveniências de postos de combustíveis e outros cumpram as normas sanitárias adequadas para garantir a segurança da população, bem como, dos colaboradores.
Em outra frente, representantes do setor buscam interlocução com os governantes para garantir a normalização da rotina o mais breve possível e assim iniciar a recuperação após o período de acúmulo de perdas em decorrência da Covid-19.
Situada a poucos metros da Estrada de Ribamar, a Rua Nova I é a imagem do caos e do abandono
Uma das vias mais importantes do bairro Tijupá Queimado, em São José de Ribamar, a Rua Nova I é o retrato do descaso da gestão do prefeito Eudes Sampaio com a população do município. Buracos, falta de saneamento básico e de drenagem, coleta de lixo irregular, iluminação pública precária, insegurança e uma série de outros problemas atormentam a comunidade, que exige melhorias urgentes e o fim do caos no qual estão literalmente afundados.
Um dos transtornos mais graves decorrentes da negligência da prefeitura ribamarense com a Rua Nova I, que faz esquina com a MA-201 (Estrada de Ribamar), e fica do lado oposto à entrada do Maiobão, é a difícil mobilidade. A buraqueira é tanta que em alguns trechos os veículos são tragados por crateras cada vez mais profundas.
Cratera cheia de dejetos lançados a céu aberto por esgoto estourado
Não raramente, motociclistas desavisados caem no asfalto, ou melhor, no que resta do pavimento após sucessivos anos de inoperância da administração municipal. Carros e até caminhões também trafegam com extrema dificuldade na via e os danos mecânicos, principalmente em peças da suspensão, são frequentes.
A ausência de saneamento básico também faz parte da extensa lista de adversidades que marcam o cotidiano da comunidade. Em diferentes pontos, dejetos jorram ou ficam empoçados a céu aberto, exalando mau cheiro e ameaçando a saúde pública. Interrupções do abastecimento de água são recorrentes, já que a bomba do poço artesiano que serve à vizinhança vez ou outra entra em pane.
Associada à má qualidade da camada asfáltica aplicada na Rua Nova I, a falta de uma rede de drenagem capaz de escoar as águas das chuvas destruiu a pavimentação, inaugurada há quase 10 anos e jamais refeita ou contemplada com manutenção, pelo menos, apesar da flagrante e incômoda deterioração.
Trecho próximo à esquina da Rua São Raimundo com a Rua Nova I cujo asfalto foi arrastado pela enxurrada e ficou intrafegável
Em alguns pontos da Rua Nova I, há falhas na iluminação pública, o que torna o ambiente inseguro. Trata-se de outra obrigação solenemente ignorada pelo prefeito e uma punição aos moradores, que vivem trancafiados, privados de conversar nas calçadas e tomados por sobressalto a cada vez que precisam entrar ou sair de casa à noite.
É nesse espaço hostil que centenas de cidadãos são obrigados a viver. São pais e mães de família, crianças, adolescentes e idosos esquecidos, desrespeitados e enganados por um prefeito que não abre mão de cobrar pesada carga de impostos, apesar da sua notória e revoltante incompetência e inaptidão para o cargo.
Marcial e Eduardo Braide debateram a logística de atendimento a pacientes infectados pelo novo coronavírus
Com o avanço acelerado do novo coronavírus (Covid-19) em São Luís, há necessidade urgente, além do hospital de campanha, de pôr em funcionamento leitos da Santa Casa de Misericórdia, situada no Centro da cidade, que podem servir aos pacientes infectados com o vírus.
No programa “Fala, Marcial!” da semana passada, exibido todas as quintas-feiras, a partir das 21h, nas redes sociais (Instagram e Facebook), esse tema foi debatido pelo deputado federal Eduardo Braide.
Prefeito Edivaldo prioriza cuidados com idosos em situação de vulnerabilidade
O prefeito Edivaldo Holanda Junior anunciou a abertura da primeira unidade municipal de longa permanência para o acolhimento de idosos em São Luís. O espaço vai garantir que idosos em situação de vulnerabilidade tenham a assistência necessária, recebendo cuidados de saúde, psicológicos entre outros, além de abrigo. O anúncio foi feito por meio das redes sociais na tarde desta quarta-feira (13).
“Mais que um compromisso, a abertura deste abrigo é um sonho que nos permite ampliar a atenção e o cuidado com este segmento da população, sobretudo os mais vulneráveis”, disse Edivaldo.
O abrigo vai funcionar no bairro Olho d’Água, mas por causa da pandemia, o local só vai começar a receber os primeiros idosos daqui cerca de dois meses. O local conta com assistentes sociais, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, técnicos de enfermagem; cuidadores sociais entre outros.
A Assistência Social tem sido uma das prioridades da gestão Edivaldo à frente da Prefeitura de São Luís, que já realizou concurso público para reforçar o quadro de servidores da área, além executar a reforma dos diversos equipamentos sociais administrados pelo Município.
A unidade será gerenciada por meio de parceria com o Instituto Pobres Servos da Divina Providência. A implantação do abrigo teve apoio da Fundação Vale por meio do Conselho Municipal de Direitos do Idoso da Rede de Atenção à Pessoa Idosa.
Prefeito Fábio Gentil mantém o controle das ações de enfrentamento ao novo coronavírus em Caxias
A Prefeitura de Caxias, por meio do Decreto nº 153, de 12 de maio de 2020, resolveu prorrogar até 25 de maio as medidas destinadas à prevenção do contágio e ao combate à propagação da transmissão da covid-19, infecção humana causada pelo coronavírus, já especificadas nos Decretos Municipais nº 93, de 20 de março de 2020; 94, de 22 de março de 2020; 126, de 06 de abril de 2020; 132, de 12 de abril de 2020, 143, de 21 de abril de 2020 e 152, de 30 de abril de 2020; altera o artigo 7º do Decreto nº 152 de 30 de abril de 2020; altera o artigo 6º do Decreto nº 93 de 20 de março de 2020.
Fica determinado o fechamento de todas as atividades comerciais e de prestação de serviços privados não essenciais.
BANCOS E SERVIÇOS FINANCEIROS
Os bancos e demais prestadores de serviços financeiros, inclusive lotéricas, além das medidas constantes em decretos anteriores, ficam obrigados ao cumprimento das seguintes medidas:
I – Adotar sinalização horizontal com faixas no solo a fim de garantir o espaçamento mínimo de 2 (dois) metros entre elas em todos os locais de atendimento presencial à população, dentro e fora do estabelecimento;
II – Manter servidores em número suficiente organizando as filas, com fins de garantir o distanciamento entre as pessoas, mesmo que seja necessária e contratação emergencial de novos colaboradores;
III – Só permitir a permanência em fila, a entrada no estabelecimento e o atendimento de pessoas usando máscaras;
IV – Recusar o atendimento de pessoas que não queiram cumprir as medidas de proteção e comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes;
V – Higienizar, constantemente, o espaço interno das agências bancárias, inclusive caixas eletrônicos;
VI – Definir e informar para o município de Caxias, no prazo de 2 (dois) dias a partir da publicação desse decreto, a média da capacidade máxima de atendimento diário de clientes por agência ou estabelecimento e providenciar para que o número de atendimentos diários não ultrapasse esse valor;
VII –Manter todos os terminais de autoatendimento em pleno funcionamento.
Os estabelecimentos comerciais, os bancos e demais prestadores de serviços financeiros, inclusive lotéricas, onde haja prestação de serviços devem disponibilizar ao público álcool em gel em concentração mínima de 70% ou água e sabão e exigir o devido processo de higienização das pessoas antes de adentrarem ao estabelecimento.
PENALIDADES
O Decreto nº 153 acresce informações no artigo 7º do Decreto nº 152, de 30 de abril de 2020, e estabelece que caso haja descumprimento das medidas adotadas, bem como das demais medidas correlatas constantes de outros decretos, fica estipulada pena de multa de R$ 500,00 (quinhentos reais) para os estabelecimentos comerciais e de R$ 2.000,00 (dois mil reais) para os bancos e demais prestadores de serviços financeiros, inclusive lotéricas, e cassação do alvará de funcionamento, além da responsabilização cível e penal. Em caso de reincidência, os valores das multas pelo descumprimento das medidas adotadas serão aplicados em dobro.
A fiscalização quanto ao cumprimento das medidas determinadas neste decreto, bem como a aplicação de sanções de multa e cassação de alvará de funcionamento, ficará a cargo dos órgãos de segurança pública, da Vigilância Sanitária, da Secretaria de Fazenda do município, da Secretaria de Saúde do município, de acordo com suas atribuições, com apoio dos órgãos de poder de polícia do município, caso necessário.
USO OBRIGATÓRIO DE MÁSCARAS
Continua obrigatório o uso de máscara de proteção facial, descartáveis, caseiras, confeccionadas segundo orientações do Ministério da Saúde ou reutilizáveis, como medida não farmacológica destinada a contribuir para a contenção e prevenção da covid-19.
Será obrigatório o uso de máscara de proteção facial sempre que houver necessidade de sair de casa, deslocar-se por via pública ou permanecer em espaços por onde circulem pessoas. A máscara de proteção facial é de uso individual e não deve ser compartilhada entre familiares, amigos e outros.
Recomenda-se à população em geral que as máscaras artesanais devem ser produzidas segundo orientações constantes da nota informativa nº 3/2020-CGGAP/DESF/SAPS/MS, disponível na página virtual do Ministério da Saúde: www.saude.gov.br.
SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS
O Decreto n° 153 também traz uma nova redação ao artigo 6° do Decreto nº 93, de 20 de março de 2020, estabelecendo que ficarão afastados de suas atividades os servidores públicos municipais seguintes situações:
Pelo período de 07 (sete) dias, contados da data do reingresso, o servidor que tenha regressado do exterior, advindo de área não endêmica, ainda que sem sintomas compatíveis com quadro de infecção pelo COVID – 19;
Pelo prazo de 14 (quatorze) dias, o servidor que tenha regressado do exterior, advindo de regiões consideradas, segundo as autoridades de saúde e sanitárias, como endêmicas pela infecção do COVID – 19, a contar da data de seu reingresso a território nacional;
Acometido de sintomas compatíveis com o quadro de infecção pelo COVID – 19, mediante parecer técnico emitido pela auditoria médica do Município, a qual, concluirá pela necessidade de afastamento ou não do servidor;
As servidoras gestantes e lactantes, os servidores maiores de 60 (sessenta) anos, acometidos por doença crônica, ou condição de risco ao desenvolvimento de sintomas mais graves decorrentes da infecção pela COVID – 19, os quais, estejam pela natureza de sua atividade, em contato com pacientes suspeitos ou confirmados de contaminação pelo COVID – 19, ou mesmo, síndrome gripal comum, deverão ser remanejados, provisoriamente, para setores, nos quais exerçam atividade de gestão, suporte ou assistências nas áreas onde não são atendidos pacientes com as características acima mencionadas, ou até mesmo afastados, enquanto durar a emergência, mediante parecer técnico emitido pela junta médica do município.
Por deliberação do titular do órgão da Administração Pública, ou autarquia, enquanto durar a emergência, poderá ser instituído o regime teletrabalho aos servidores mencionados neste artigo, desde que, compatível com a natureza da atividade exercida pelos mesmos, conferindo-lhes o suporte necessário para tanto.
As medidas previstas neste Decreto poderão ser reavaliadas a qualquer momento, acrescendo-se outras, a depender da evolução dos casos de contaminação pelo Coronavírus (SARS-COV-2) no Município de Caxias.
Ministério da Saúde distribuiu 169.092 kits de testagem de pacientes com suspeita de infecção pelo novo coronavírus ao estado, mas, até segunda-feira (11), pouco mais de 17 mil haviam sido utilizados
Kits de testes para Covid-19 são suficientes para atender a demanda do Maranhão
O Ministério da Saúde já enviou ao Maranhão um total de 169.092 testes para Covid-19 desde o início da pandemia de novo coronavírus. O repasse representa o constante esforço para ampliar a testagem da doença na rede pública de saúde por meio da disponibilização de novos testes, seja por compra direta ou por meio de doações. Até essa terça-feira (12), 6,9 milhões de testes já foram distribuídos aos estados, sendo 2,1 milhões de RT-PCR (biologia molecular) e 4,7 milhões de testes rápidos (sorologia).
Para a rede de saúde maranhense, o Ministéri da Saúde enviou 117.440 testes rápidos (sorologia) e 51.652 testes RT-PCR (biologia molecular). De acordo com o boletim epideomógico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), o Maranhão contabiliza, até o momento, 17.035 testes realizados, ou seja, pouco mais de 10% capacidade de testagem que lhe foi entregue.
Cenário atualizado
O último boletim da SES com atualização do cenário local da Covid-19 informa que até a presente data o Maranhão tem 9.112 casos confirmados da doença causada pelo novo coronavírus.
Há, ainda, 4.680 casos suspeitos em investigação. O número de casos descartados chegou a 8.956 na mais recente parcial. Um total de 444 infectados foram a óbito e 1.877 estão recuperados.
Em meio à situação alarmante gerada pela Covid-19 no estado, que levou o governo a decretar medidas extremas para aumentar o isolamento social e reduzir o contágio, a exemplo do lockdown e do rodízio de placas de veículos, uma pergunta é inevitável: qual o critério para utilização dos mais de 152 mil testes ainda disponíveis na rede pública de saúde maranhense?
Em tempo: em laboratórios privados, um teste para Covid-19, tanto o de biologia molecular, quanto o de sorologia (rápido), custa entre R$ 340,00 e R$ 550,00.
Vereadores participaram de mais uma sessão remota, marcada novamente por alta produtividade
Em sessão extraordinária remota realizada na manhã desta terça-feira (12), a Câmara Municipal de São Luís, sob a presidência do vereador Osmar Filho (PDT), aprovou um conjunto de requerimentos elaborados pelos vereadores com o objetivo de ampliar a prevenção e a proteção da população da capital maranhense, contra a pandemia do novo coronavírus.
Dentre as matérias aprovadas, consta requerimento de autoria do vereador Dr. Gutemberg (PSC), que solicita ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior reajuste salarial aos servidores da saúde municipal, nos mesmos moldes do Projeto de Lei nº 027/2020, que atualmente tramita na Casa, estabelecendo o reajuste para servidores do Magistério municipal.
No mesmo sentido, foi aprovado requerimento de autoria do vereador Genival Alves (PRTB), que pede ao prefeito Edivaldo a concessão de abono especial aos profissionais da saúde e demais servidores que atuam nas atividades de apoio contra a Covid-19.
O vereador Chico Carvalho (PSL) defendeu e obteve aprovação de requerimento de sua autoria solicitando ao prefeito Edivaldo e ao secretário municipal de Saúde, Lula Fylho, que estejam disponíveis nas unidades de saúde do Município os medicamentos hidroxocloroquina, cloroquina e azitromicina, para que os médicos que queiram prescrevê-las já forneçam aos pacientes.
O Plenário aprovou requerimento de autoria da vereadora Fátima Araújo (PCdoB), solicitando ao prefeito Edivaldo e à Secretaria Municipal de Saúde (Semus), a disponibilização de testes de testes rápidos da Covid-19 em todos os postos de saúde, Unidades Mistas e pronto-socorros.
Em sessão online, o Plenário aprovou requerimento de autoria do vereador Pavão Filho (PDT), que pede ao prefeito Edivaldo providências no sentido de determinar a realização de vacinação contra H1N1 nos profissionais que estão trabalhando em atividades essenciais nas ruas de São Luís, durante o estado de calamidade pública, conforme o Decreto Municipal nº 54.936, de 23 de março de 2020, tendo em vista a pandemia do coronavírus, visando atender aos agentes de trânsito, Guarda Municipal, agentes de limpeza, trabalhadores de obras públicas e profissionais do transporte coletivo.
Foi aprovado requerimento de autoria do vereador Ricardo Diniz (DEM), solicitando ao prefeito Edivaldo a isenção da cobrança do pagamento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), para os motoristas e cobradores de transportes públicos urbanos, do município de São Luis, em caráter emergencial, enquanto durar a pandemia da Covid-19.
Por fim, o Plenário aprovou requerimento de autoria da vereadora Concita Pinto (PCdoB), solicitando ao prefeito Edivaldo e ao secretário da Semus que seja implantado um painel informativo, visível e acessível, com a atualização clínica diária da situação dos pacientes internados nas unidades administradas pelo Município de São Luís, entre elas o Hospital da Mulher.
As proposições da próxima sessão – disponíveis no www.camara.slz.br/ordemdodia – também estão relacionadas as ações direcionadas ao combate à proliferação do novo coronavírus e outros assuntos referentes ao setor da saúde.
O sistema de deliberação remota por videoconferência foi instituído por Osmar Filho no mês passado como forma de dar seguimento aos processos legislativos e, desta forma, preservar a saúde dos parlamentares, servidores e do próprio cidadão.
Com exaustiva discussão das matérias colocadas em apreciação na Ordem do Dia, o presidente da Câmara, Osmar Filho, determinou durante a sessão remota o encaminhamento às comissões técnicas da Casa – sobretudo à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) – dos projetos que ainda dependem de parecer técnico para que o Plenário possa fazer a votação.
Projetos encaminhados para apreciação das comissões técnicas da Câmara
1 – Projeto 067/20, de autoria do vereador Ricardo Diniz (DEM), que dispõe sobre a criação, em caráter de emergência, de abono salarial aos profissionais de limpeza urbana, em razão do estado de calamidade decretado no Município de São Luís.
2 – Projeto 071/20, de autoria do vereador Cézar Bombeiro (Podemos), que dispõe sobre a suspensão do pagamento de obrigações por parte de feirantes, proprietários de quiosques, trailers, bancas de jornais e revistas e comerciantes ambulantes em geral, que façam uso da área pública do Município de São Luís, para o exercício de atividade econômica não essencial, enquanto persistirem as circunstâncias de calamidade pública instalada pela Covid-19 no âmbito do Município de São Luís.
3 – Projeto 072/20, de autoria do vereador Cézar Bombeiro (Podemos), sobe a suspensão do prazo de validade dos créditos eletrônicos, bem como sobre o auxílio transporte em pecúnia, pagos aos servidores públicos municipais de São Luís, enquanto persistirem as circunstâncias de crise sanitária instalada pela Covid-19.
4 – Projeto 073/20, de autoria da vereadora Fátima Araújo (PCdoB), que dispõe sobre a oferta de acompanhamento psicológico à população durante e após a pandemia da Covid-19.
5 – Projeto 074/20, de autoria do vereador Chico Carvalho (PSL), que dispõe sobre a autorização de realização domiciliar de testes laboratoriais gratuitos nas pessoas idosas e com dificuldades de locomoção, com sintomas de Covid-19 no âmbito do Município de São Luís, enquanto permanecer o estado de calamidade pública decretado pelo Governo.
6 – Projeto 075/20, de autoria do vereador Chico Carvalho (PSL), que dispõe sobre o pagamento de adicional de insalubridade aos auxiliares (motoristas, serviços gerais, maqueiros), técnicos de enfermagem, enfermeiros e técnicos superiores de saúde no âmbito do sistema de saúde do Município de São Luís.
7 – Projeto 076/20, de autoria da vereadora Fátima Araújo (PCdoB), que dispõe sobre a oferta de acompanhamento psicológico para os profissionais de saúde durante a pandemia da Covid-19.
8 – Projeto 077/20, de autoria da vereadora Concita Pinto (PCdoB), que dispõe sobre as penalidades a serem aplicadas a laboratórios de análise clínicos fornecedores de serviços que, em decorrência de situações de pandemia, emergência ou de calamidade pública, incorram no descumprimento do previsto no Inciso X, do Artigo 39 da Lei Federal 8.078, de 11 de setembro de 1990 (Código de Defesa do Consumidor), no âmbito do Município de São Luís.
Desembargador Raimundo Barros destacou colaboração da Comissão que preside, em operação conjunta com Polícia Civil do Maranhão e apoio da polícia paranaense
Homem que ameaçou juiz Douglas Martins é colocado em viatura por policiais do Paraná
A Polícia Civil do Maranhão, com o apoio operacional do Centro de Operações Policiais Especiais (COPE), da Polícia Civil do Paraná, prendeu, nesta terça-feira (12), em Curitiba, Edson Douglas Oliveira de Freitas, suspeito de ameaçar de morte o juiz Douglas Martins, titular da Vara de Interesses Difusos e Coletivos da Comarca da Ilha de São Luís. O próprio juiz Douglas Martins anunciou o nome do suspeito, assim que lhe foi informado.
A intensificação das ameaças foi feita por meio de uma rede social, depois que o juiz Douglas Martins decretou o lockdown (bloqueio dos serviços não essenciais) em São Luís e mais três municípios da Região Metropolitana da capital. Uma das mensagens dizia que o juiz iria morrer, caso não voltasse atrás na decisão. Imediatamente, o magistrado pediu investigação à Polícia Civil do Maranhão.
A operação conjunta tem inquérito presidido pelo delegado Odilardo Muniz, chefe do Departamento de Combate a Crimes Tecnológicos (DCCT), órgão da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), e contou com o apoio da Comissão de Segurança Institucional do Tribunal de Justiça do Maranhão, presidida pelo desembargador Raimundo Barros.
O desembargador elogiou a atuação dos policiais dos dois estados envolvidos na operação. A participação da Segurança Institucional do TJMA se deu no contexto da garantia da proteção e segurança do magistrado e acompanhamento dos trabalhos da Polícia Civil, auxiliando em todas as fases da investigação.
O coronel Alexandre Magno, diretor de Segurança Institucional do TJMA, informou que o pedido de prisão foi decretado pela juíza da Central de Inquéritos e Custódia de São Luís, Janaina Araujo de Carvalho.
PÚBLICAS – O juiz Douglas Martins disse que, inicialmente, o suspeito lhe enviou mensagens privadas. O magistrado revelou que, depois, tomou conhecimento, por intermédio de jornalistas – que “printaram” as mensagens e lhe enviaram – de que algumas delas foram tornadas públicas, inclusive a que dizia que o juiz iria morrer.
Douglas Martins destacou que “vivemos momentos de muita intolerância em nosso país. As pessoas já não se contentam em divergir e debater ideias diferentes. A diferença de pensamento é natural e necessária”.
O magistrado entende que, quando há divergência de pensamento do cidadão em relação a um agente público, é natural que este seja criticado e que essas críticas ajudam a melhorar a atuação destes agentes. Acrescenta que, de alguma forma, a crítica severa à atuação de agentes públicos é até desejável, não importa que o agente público seja um vereador, delegado, juiz, promotor, deputado ou ministro do STF.
“De outro lado, essa divergência de pensamento não pode transbordar para ofensas morais, ameaças de morte ou agressões físicas. Esses atos de violência têm sido direcionados a profissionais da imprensa, da saúde e outros. É preciso parar”, frisou Douglas Martins.
DEZEMBRO DE 2019 – O delegado Odilardo Muniz disse que o DCCT iniciou investigações desde o mês de dezembro de 2019, para apurar crimes de ameaça praticados por meio de redes sociais contra o Juiz Douglas Martins.
O delegado explicou que as ameaças iniciadas naquele mês, por causa de uma outra decisão do juiz, intensificaram-se depois que foi decretado o lockdown pelo magistrado.
Odilardo Muniz disse que pediu a representação judicial de prisão e de busca, em dois endereços, onde ocorreram as conexões. Explicou que, nesta segunda, o COPE do Paraná cumpriu dois mandados de busca e apreensão e prisão preventiva do suspeito, que mora em Curitiba. Falou que, imediatamente, foi encaminhada uma carta precatória com o pedido de oitivas do suspeito, para que o interrogatório seja emitido para São Luís.
“Após isso, vamos concluir o inquérito e encaminhar para a Justiça, justamente pelo crime de ameaça e coação no curso do processo”, completou Odilardo Muniz.
Vivendo de publicidade fantasiosas e massacrando o povo de Codó, o prefeito Francisco Nagib perdeu completamente o controle das ações de prevenção e combate ao novo coronavírus no município.
Codó, hoje, é uma das cidades com número alarmante de casos, que aumentam diariamente, de forma assustadora. A Justiça teve que intervir na situação, obrigando o gestor, que parece não se importar com a situação de emergência em saúde pública que passa o mundo todo, a tomar medidas realmente efetivas, como a suspensão dos serviços não essenciais na cidade.
A exemplo do Natal, quando inventou uma árvore de Natal que virou motivo de gargalhadas país afora, e foi considerada pelos codoenses motivo de vergonha para a cidade, o prefeito Francisco Nagib agora repete a dose.
Em uma atitude considerada grotesca pela população, Nagib, utilizando-se da empresa da família, Industria FC, recebeu “doação“ para a prefeitura de algumas “pias” improvisadas com galões, que mais parecem ser de armazenamento de combustíveis ou produtos químicos, uma coisa totalmente mal feita e que mais uma vez envergonha a população de Codó.
Para completar, o prefeito ousou fazer comparação com as pias instaladas pelo prefeito de Caxias, Fábio Gentil, feitas dentro dos padrões de higienização, com água oriunda do encanamento, e não de barris de combustível, como em Codó.
Nas pias de Caxias, além do padrão exigido pela Vigilância Sanitária, a prefeitura plotou os equipamentos com informações e orientações acerca da higiene, bem diferente das péssimas condições das pias implantadas pelo prefeito Nagib, que chegam a dar nojo. Para constatar a má qualidade do serviço, basta observar os galões sujos, pois não tiveram nem a descendência de disponibilizar recipientes novos à população.
Revoltado, o povo de Codó cobra, agora, do prefeito Francisco Nagib, os recursos repassados pelo Governo Federal para as ações de prevenção e combate ao novo coronavírus, cuja aplicação ninguém viu na cidade, até agora.
A popularidade do prefeito de Codó vai caindo a cada ação que desmerece o cidadão codoense. Os cidadãos exigem transparência no uso dos recursos e a diminuição dos casos de Covid-19 no município.
É bom que o prefeito saia do escritório das empresas da família e caia em campo para ajudar o povo. Do contrário, sua rejeição será irreversível, se é que já não está.
Confira algumas ações do prefeito de Caixas, Fábio Gentil, no enfrentamento ao novo coronavírus:
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