O secretário da SMTT, Maurício Itapary, e dirigentes do Shopping da Ilha avaliam anteprojeto de construção de área de embarque e desembarque em frente ao empreendimento comercial
Representantes da direção do Shopping da Ilha estiveram na Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) para mais uma reunião de alinhamento com o secretário Maurício Itapary e equipe, a fim de organizar o fluxo de veículos nas áreas de embarque e desembarque de passageiros do empreendimento comercial, situado na Avenida Daniel de La Touche.
Um anteprojeto de construção para a área foi apresentado e, após avaliação técnica do material, a SMTT solicitou alguns ajustes necessários para a apresentação do projeto executivo.
A previsão é que as obras sejam iniciadas no segundo semestre deste ano, garantindo maior fluidez e segurança no trânsito da região.
Unidades federativas não se manifestaram sobre normas para prestação de contas
Ministro do STF Flávio Dino tomou a decisão depois os oito estados não enviaram ao à Suprema Corte manifestação sobre a sua determinação
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou nesta terça-feira (1°) a imediata suspensão de emendas parlamentares para universidades estaduais e suas respectivas fundações de apoio em oito estados.
A liminar do ministro vale para instituições do Acre, Alagoas, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rondônia e Sergipe.
A decisão foi tomada após os estados não enviarem ao Supremo manifestação sobre a determinação de Dino para que sejam criadas normas e orientações sobre a aplicação e prestação de contas referentes às emendas que são destinadas às instituições. A exigência consta em uma decisão assinada no dia 12 de janeiro deste ano.
Na mesma decisão, Flávio Dino também determinou que estados e municípios têm 90 dias para prestarem contas sobre 6.247 planos de trabalho não cadastrados que envolvem as chamadas “Emendas Pix”.
Entenda
O impasse sobre a liberação das emendas começou em dezembro de 2022, quando o STF entendeu que as emendas chamadas de RP8 e RP9 eram inconstitucionais. Após a decisão, o Congresso Nacional aprovou uma resolução que mudou as regras de distribuição de recursos por emendas de relator para cumprir a determinação da Corte.
No entanto, o PSOL, partido que entrou com a ação contra as emendas, apontou que a decisão continuava em descumprimento.
Após a aposentadoria da ministra Rosa Weber, relatora original da ação, Flávio Dino assumiu a condução do caso.
Em agosto do ano passado, Dino determinou a suspensão das emendas e decidiu que os repasses devem seguir critérios de rastreabilidade. O ministro também determinou que a Controladoria-Geral da União (CGU) auditasse os repasses dos parlamentares por meio das emendas do orçamento secreto.
Em fevereiro deste ano, o ministro homologou o plano de trabalho no qual o Congresso se comprometeu a identificar os deputados e senadores responsáveis pelas emendas ao Orçamento e os beneficiários dos repasses.
A decisão do ministro também liberou o pagamento das emendas deste ano e dos anos anteriores que estavam suspensas por decisões da Corte.
O vereador Marlon Botão lamentou a lerda de mais uma vida por causa da falta de infraestrutura e de sinalização na principal avenida do Maracanã
O vereador Marlon Botão (PSB) fez uma dura cobrança à gestão do prefeito Eduardo Braide (PSD) nesta segunda-feira (31), após mais um acidente com morte ser registrado na Avenida Evandro Bessa, a principal avenida do Maracanã, na Zona Rural de São Luís.
“Hoje mais uma pessoa perdeu a vida na nossa Zona Rural por causa da falta de infraestrutura e sinalização da principal avenida do Maracanã, que é a avenida Evandro Bessa. Ao tentar atravessar a via, um homem foi atropelado e morreu na hora. É o terceiro acidente com morte nos últimos anos e eu me pergunto: quantas vidas mais terão que ser perdidas para o prefeito lembrar que a Zona Rural existe? Que o Maracanã existe?”, disse.
“A imprudência do motorista, claro, foi uma das causas do acidente. Mas a omissão da Prefeitura de São Luís, que tem ignorado os problemas da população da Zona Rural, é a principal responsável pelos acidentes. A avenida Evandro Bessa até recebeu recapeamento asfáltico, uma cobrança antiga do nosso mandato, mas foi uma obra entregue pela metade, inacabada, porque a avenida foi entregue sem qualquer sinalização, sem redutores de velocidade, o que ameaça a vida de todas as pessoas que moram no entorno ou que precisam passar por ali diariamente.”
Marlon Botão lembrou que desde 2023 cobra a prefeitura a respeito da falta de sinalização da avenida.
“Há mais de dois anos eu venho cobrando a prefeitura sobre esse problema Em 2023, consegui aprovar um requerimento na Câmara Municipal que pedia a instalação de redutores de velocidade na avenida Evandro Bessa, como quebra-molas ou até mesmo pardais, para garantir mais segurança para as famílias, mais fluidez ao trânsito, porque o fluxo de carros e pedestres ali sempre foi intenso e já nessa época havia grande incidência de acidentes”, afirmou.
Populares ficaram assustados com o trágico acidente e reforçaram apelo por segurança no trânsito
“Infelizmente, a prefeitura ignorou todos os nossos requerimentos nesse sentido, apesar de ter os recursos e os equipamentos técnicos para garantir a segurança da avenida. O resultado é que, nos últimos anos, já tivemos ao menos três acidentes com morte. E mesmo assim a prefeitura não dá o menor sinal de que pretende fazer alguma coisa. Então, eu repito a pergunta: quantas vidas mais terão que ser perdidas para a prefeitura cumprir o seu dever e concluir a obra da avenida Evandro Bessa, garantindo a sinalização horizontal e vertical, a instalação de redutores de velocidade?”
Revoltados com o acidente, os moradores do Maracanã bloquearam a avenida Evandro Bessa e um trecho da BR-135 em protesto contra a falta de segurança do trânsito da Zona Rural.
O vereador Marlon Botão, que é morador da Zona Rural, destacou que o acidente poderia ter sido ainda mais grave.
“Como morador da Zona Rural, como vereador da Zona Rural, me dói muito ver a imagem desse grave acidente. Me dói saber que é um acidente que poderia ser evitado se a prefeitura tivesse instalado os redutores de velocidade que pedimos. E me dói imaginar que a tragédia poderia ser ainda maior”, disse.
“O acidente aconteceu num trecho particularmente movimentado da avenida, perto de muitas casas, que têm muitas crianças e idosos, quase em frente à Praça da Família, que foi a praça que nós conseguimos entregar com muito trabalho e amor à Zona Rural, com a fundamental ajuda do governador Carlos Brandão. O acidente aconteceu no lugar em que realizamos o Parque do Botão, ação social que reúne milhares de pessoas, centenas e centenas de crianças que circulam por aquele trecho. A verdade é que a tragédia poderia ser ainda maior.”
Manifestação popular contra acidentes de trânsito, que representam grave perigo na Zona Rural de São Luís
O parlamentar disse, ainda, que cobrará ação emergencial da prefeitura para garantir a segurança da via.
“O prefeito Eduardo Braide, que foi reeleito com mais de 70% dos votos, precisa entender de uma vez por todas que a Zona Rural também faz parte de São Luís, que o Maracanã também faz parte de São Luís e está sob sua responsabilidade”, disse.
“É muito fácil colocar a culpa na imprudência dos motoristas. Braide, que foi muito bem votado na Zona Rural, tem que assumir a sua responsabilidade e honrar o seu dever com a população do Maracanã, garantindo a segurança da avenida. Do contrário, mais vidas podem ser perdidas. E isso nós não vamos admitir. Já encaminhei requerimento na Câmara pedindo uma intervenção emergencial da prefeitura na avenida. E seguirei cobrando até que a obra seja entregue. A população da Zona Rural, que confiou um segundo mandato ao prefeito, não pode continuar sendo ignorada pelo poder púbico”.
Medida integra o conjunto de atividades para garantir a proteção e integridade do território
Cerca instalada na Terra Indígena Araribóia, no município de Arame, no interior do Maranhão
A Operação de Desintrusão da Terra Indígena Araribóia (OD-TIARA), localizada no Maranhão, segue em execução com ações voltadas à retirada de estruturas não autorizadas e ao fortalecimento da proteção territorial. Na sétima semana de atuação, que se encerrou em 29 de março, uma das frentes de trabalho envolveu o desfazimento de cercamentos em áreas utilizadas para criação de gado de modo ilegal.
As equipes interinstitucionais realizaram ações em diferentes etnorregiões da Terra Araribóia, com destaque para os trabalhos conduzidos nas localidades de Angico Torto e Abraão, no município de Arame. Em uma das atividades, foi executada a remoção de uma cerca com aproximadamente 2,5 km de extensão, que delimitava uma área de pastagem. A ação foi conduzida de forma pacífica, com orientação prévia às pessoas envolvidas sobre o caráter irregular da estrutura.
Foram identificadas áreas com presença de piquetes, pastagens e cercamentos internos, em alguns casos com sinalização indicativa dos limites territoriais. As equipes técnicas constataram a existência de rebanhos bovinos em várias localidades, com variações no quantitativo de animais e na dimensão das áreas cercadas.
Além das ações de campo, também está em curso o trabalho de conferência dos limites da Terra Indígena Araribóia, conduzido por equipes técnicas do Censipam e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), com uso de tecnologias de georreferenciamento e reconhecimento aéreo. Esse trabalho é essencial para validar os marcos territoriais e orientar as ações operacionais de forma precisa e eficaz.
As ações de desfazimento seguem critérios técnicos e jurídicos definidos no Plano Operacional Integrado da OD-TIARA, em consonância com decisões judiciais e diretrizes estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O objetivo principal é assegurar o cumprimento da legislação vigente, preservar a integridade da Terra Indígena Araribóia e garantir as condições necessárias à proteção dos povos indígenas que habitam o território.
As atividades são coordenadas pela Casa Civil da Presidência da República e pelo Ministério dos Povos Indígenas, com a participação de mais de vinte órgãos federais. As medidas seguem sendo realizadas com planejamento, respeito aos protocolos institucionais e foco na segurança dos envolvidos.
A Universidade Ceuma, por meio do curso de Educação Física, promoverá, no dia 3 de abril, o evento de lançamento do SLZ Fitness, um marco na programação comemorativa pelos 20 anos do curso, que será celebrado em 2025. A solenidade acontecerá na sala CIX, a partir das 19h, e contará com a presença de alunos, professores, profissionais da área e convidados especiais.
Para dar início às atividades do SLZ Fitness, a abertura do evento será marcada pela palestra do renomado Professor Thiago Leite, que abordará o tema “O Empreendedorismo no Ramo Fitness”. Com vasta experiência no setor, Leite trará insights sobre oportunidades, desafios e inovações no mercado fitness, um dos que mais crescem no Brasil.
O SLZ Fitness será uma plataforma de integração entre estudantes, profissionais e empresas do setor, promovendo debates, capacitações e networking ao longo do ano. A iniciativa reforça o compromisso da Universidade Ceuma com a formação acadêmica e profissional de excelência, impulsionando a empregabilidade e o protagonismo dos futuros educadores físicos no mercado.
Para mais informações, entrevistas e credenciamento, entre em contato com a assessoria de comunicação da Universidade Ceuma.
Serviço
📅 Data: 03 de abril de 2025 🕖 Horário: 19h 📍 Local: Sala CIX – Universidade Ceuma 🎤 Palestrante: Prof. Thiago Leite 🎯 Tema: “O Empreendedorismo no Ramo Fitness”
A investigação revelou um esquema liderado por um empregado dos Correios, que, valendo-se da facilidade que sua função lhe proporcionava, atuava diretamente no desvio de aparelhos celulares
São Luís/MA – A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (1/4), em São Luís/MA, a OPERAÇÃO FLUXO POSTAL II, com o objetivo de desarticular esquema de desvio de aparelhos celulares do fluxo postal dos Correios.
A primeira fase da investigação revelou um esquema liderado por um empregado público dos Correios, o qual, valendo-se da facilidade que sua função lhe proporcionava, atuava diretamente no desvio de aparelhos celulares dos Correios, repassando-os a receptadores, os quais, por sua vez, ficavam encarregados de receber e vender os referidos objetos postais a terceiros de boa-fé, gerando vantagem financeira indevida para todos os atores do esquema.
Na ocasião, foram cumpridos mandados de busca e apreensão contra os suspeitos, além do cumprimento de medida cautelar de afastamento de função pública contra o referido empregado público.
Com o desenrolar das investigações, identificou-se a participação direta de mais um empregado público dos Correios no esquema criminoso, contra o qual foram cumpridas, na ação de hoje, medidas cautelares de afastamento de função pública e busca e apreensão.
O investigado poderá responder pelos crimes de Peculato e Associação Criminosa.
Notificações vêm aumentando de maneira progressiva; só no ano passado foram 2.953 ocorrências
Médica verifica radiografia de pulmão de um dos seus pacientes
Por dois anos, P.O., 47 anos, tentou ignorar os sintomas da tuberculose. Fumante há décadas, ele acreditava que a tosse persistente era apenas um reflexo do hábito. “Sentia cansaço extremo, suava muito à noite e comecei a perder peso, mas nunca me senti à vontade para procurar ajuda. O medo do julgamento e da reação das pessoas me fez adiar a decisão de ir ao médico. Minha esposa insistia, preocupada, mas eu sempre dava uma desculpa”, relembra.
Com o tempo, sua condição piorou e até mesmo trabalhar se tornou um desafio. “Chegou um momento em que eu simplesmente não conseguia mais ignorar a situação. Minha saúde estava muito debilitada. Quando recebi o diagnóstico, já esperava, mas ainda assim foi um choque. O tratamento foi difícil, mas segui tudo à risca. Hoje, percebo o quanto foi perigoso adiar a busca por ajuda e quero alertar outras pessoas: quanto antes se inicia o tratamento, maiores são as chances de recuperação”, alerta.
A médica infectologista da Hapvida, Mônica Gama, alerta que o aumento dos casos de tuberculose no Maranhão reflete não apenas a alta carga da doença no Brasil, mas também a vulnerabilidade social da população. “A tuberculose está diretamente ligada às condições socioeconômicas, como moradia precária, desnutrição e trabalho inadequado”, explica. Além disso, fatores biológicos, como a redução da resposta imunológica em crianças pequenas e em pessoas com comorbidades, como HIV e diabetes, também aumentam o risco de contrair a infecção.
Outro fator que contribuiu para a identificação de novos casos foi a pandemia de COVID-19. “Muitas pessoas procuraram atendimento achando que tinham gripe ou COVID-19 e, com isso, conseguimos diagnosticar a tuberculose mais cedo”, destaca a especialista.
A principal medida de prevenção é a vacinação de todas as crianças com a BCG ao nascer. “Nenhuma criança deveria sair da maternidade sem ser vacinada”, alerta Mônica. Além disso, hábitos como cobrir a boca e o nariz ao tossir, manter os ambientes bem ventilados e evitar aglomerações ajudam a reduzir a transmissão da doença. Vale ressaltar a importância de procurar assistência médica ao sinal de tosses persistentes, para favorecer o diagnóstico precoce e evitar o agravamento da doença e a contaminação de outras pessoas.
Cenário
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES) e o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), o Maranhão registrou 12.955 casos de tuberculose entre 2020 e 2024. O número de notificações aumentou progressivamente ao longo dos anos: em 2020, foram registrados 2.110 casos. Em 2021, 2.397. As estatísticas continuaram a crescer em 2022 (2.687 casos), 2023 (2.808 casos) e 2024 (2.955 casos).
Para combater a doença, a SES tem intensificado ações de capacitação para profissionais de saúde e promovido campanhas de conscientização em todos os 217 municípios do estado. Também são realizadas buscas ativas de casos no sistema prisional e em comunidades indígenas, com o objetivo de agilizar tanto o diagnóstico quanto o tratamento. “O controle da tuberculose depende do compromisso de todos, desde a vacinação até a adesão ao tratamento adequado”, conclui a infectologista Mônica Gama.
Daniel Matos
31 de março de 2025
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Empresa maranhense é exemplo de capitalismo consciente ao apoiar hospedagens de famílias e pacientes em tratamento. Neste Dia Nacional da Saúde (31.03) ação voluntária da Shipping Protection revela como empresas podem liderar a agenda ESG com impacto social
O casarão colonial da empresa de serviços marítimos Shipping Protection, no Centro Histórico de São Luís, ganhou um uso humanitário
Em um cenário ainda desafiador para a consolidação de práticas ESG no Brasil e no mundo, uma empresa maranhense de médio porte tem se destacado por sua atuação ética, voluntária e profundamente humana.
Com sede em São Luís e presença operacional em diversos estados e países, a Shipping Protection, agência especializada em serviços para empresas de navegação, tem dado passos firmes em direção a um modelo virtuoso de capitalismo consciente, no qual o lucro não se sobrepõe ao propósito.
A iniciativa mais recente da empresa, comandada pelo administrador de empresas e ex- agente marítimo Kledilton Cutrim Pinto – que também possui formação específica com MBA em ESG — foi firmar uma parceria com a Casa de Apoio Viver; para abrigar em imóvel da empresa, pessoas assistidas pela entidade, que há 5 anos acolhe famílias e pacientes oncológicos vindos de municípios do interior do Maranhão para tratamento na capital. Fundada por três senhoras amigas – Dijé, Lalá e Pedrolina; a instituição sem fins lucrativos atualmente é mantida pelo filho e marido de dona Pedrolina, respectivamente Clézio e Fernando Araújo; em um trabalho voluntário que envolve toda a família.
As duas suítes contam com camas de casal e beliches, e oferecem mobiliário, TV, ar-condicionado e roupa de cama aos hóspedes em tratamento de saúde
“Já recebemos pessoas de todo o Maranhão, de Goiás, do Pará e até de Brasília. Nossa sede no Filipinho só consegue abrigar até 30 pessoas e com a parceria da Shipping Protection, ampliamos esse atendimento para cerca de 10 pessoas nas duas suítes disponibilizadas. Somos muito gratos à Shipping Protection que tem acolhido muito bem as famílias que enviamos. Com essa nova parceria, passamos também a acolher pacientes não apenas oncológicos, mas com doenças neurológicas que são pacientes da Casa de Apoio Ninar” destaca o Presidente da Casa de Apoio Viver Clézio Araújo. Ele orienta que as pessoas interessadas em hospedagem devem contatar a entidade pelo seu perfil no instagram (@casadeapoioviver).
Muitas dessas pessoas apoiadas pela entidade enfrentam a dura realidade de não ter onde ficar durante semanas ou meses de sessões de quimioterapia e radioterapia, o que acaba levando parte delas a interromper o tratamento, por falta de condições financeiras básicas, como hospedagem e alimentação.
Para ajudar a mudar esse quadro, a Shipping Protection decidiu, sem nenhuma exigência legal ou contrapartida fiscal, ceder dois quartos de um prédio próprio situado à Rua de Nazaré, no Centro Histórico de São Luís, aos assistidos pela Casa de Apoio Viver. As duas suítes disponibilizadas são confortáveis, climatizadas, mobiliadas e com banheiro privativo; e representam um alento para quem enfrenta o desgaste físico e emocional do tratamento do câncer longe de casa. Além da estrutura, a empresa também fornece alimentação completa aos hóspedes durante toda a permanência.
Atualmente quem conta com esse apoio é a dona de casa Karla Carvalho Cardoso, que veio de Turiaçu (MA) e está hospedada na casa da Shipping Protection com dois filhos pequenos. O mais velho, Yussef Cardoso Rabelo, está fazendo exames e tratamento de epilepsia, na Casa de Apoio Ninar na Ponta D´Areia e vão ficar na capital maranhense por cerca de duas semanas.
O CEO da Shipping Protection Kledilto Cutrim Pinto selou a parceria com o Presidente da Casa de Apoio Viver, Clézio Araújo
“Já pensou se eu tivesse que pagar diversas viagens para ficar indo e vindo de Turiaçu pra São Luís? Em cada viagem eu gasto quase quinhentos reais. Não teria como bancar isso. Seremos eternamente gratos à Casa de Apoio e à empresa que nos acolheu” disse a mãe que está hospedada na Casa da Shipping Protection.
Nesse Dia Nacional da Saúde, celebrado em 31 de março, vale destacar o exemplo humanitário da Shipping Protection que apoia a saúde de maranhenses de baixa renda; e também reforçar uma discussão crucial para o século 21: A necessidade de envolver todos os stakeholders (públicos diversos) — e não apenas os acionistas — na estratégia de ganhos nos negócios das empresas.
Essa ação está diretamente alinhada ao conceito de capitalismo de stakeholders, que entende que as empresas têm responsabilidade perante a sociedade, ao meio ambiente e à comunidade em que estão inseridas. A Shipping Protection é um exemplo claro de como negócios de qualquer porte podem adotar essa lógica e gerar impacto real e mais que isso, uma prova de que todo tipo de empresa pode fazer algo em prol da sociedade.
“Como empresa que adota a agenda ESG, entendemos que o nosso papel como empresa vai além das atividades econômicas. Ao apoiarmos essa instituição, estamos ajudando a criar um ambiente de negócios também mais humano e solidário”, destaca o Coordenador de ESG da empresa, Paulo Renato Lemos.
O Coord. de ESG Paulo Renato Lemos, o CEO Kledilton Cutrim Pinto e a Ger. Financeira da Shipping Protection Franciane Mendes, que integram o Comitê de Sustentabilidade da empresa marítima
Para o CEO da Shipping Protection, Kledilton Pinto, a motivação é clara: “Se queremos uma sociedade mais justa e empresas mais respeitadas, precisamos sair da teoria e agir. Essa ação é só o começo do que queremos fazer, mas é imensa em impacto social. Já tivemos famílias que conseguiram concluir o tratamento com dignidade porque tinham onde dormir e o que comer” , revela o empresário.
Para a Gerente Financeira da empresa, Franciane Moreno Mendes, a atuação social da empresa é motivo de orgulho e de inspiração: “A atuação da empresa em ESG revela um propósito maior e melhor de fazer negócios. Trabalhar na Shipping Protection me dá oportunidade não só de crescer como profissional, mas de ver a empresa ajudar a transformar a vida de outras pessoas. Estamos deixando um legado positivo que muito nos inspira” frisou Franciane Mendes.
Câncer e pobreza: barreiras que ainda matam
Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 704 mil novos casos de câncer devem ser diagnosticados no Brasil a cada ano até 2025. Em regiões periféricas ou mais pobres, como o interior do Maranhão, o número de pacientes que abandonam o tratamento por falta de apoio logístico é alarmante.
“Não são poucos os casos em que a pessoa descobre o câncer, consegue o encaminhamento para tratamento, mas simplesmente não tem como vir para a capital e se manter aqui. Falta hospedagem, falta comida, falta tudo. Isso mata”, afirma o coordenador e Presidente da Casa de Apoio Viver, Clézio Araújo.
Diante dessa realidade, o gesto da Shipping Protection vai muito além de uma ação de marketing ou responsabilidade social superficial. Trata-se de uma postura empresarial ancorada em valores éticos, visão de longo prazo e consciência social — princípios centrais do capitalismo consciente.
A dona de casa de Turiaçu (MA), Karla Carvalho Cardoso que está em São Luís com os dois filhos e é hóspede da Casa Shipping Protection
Com esse exemplo de prática empresarial humana e solidária, o Dia Mundial da Saúde ganha um significado a mais: O de lembrar que todas as empresas podem — e devem — ser aliadas ativas na construção de um futuro mais humano, sustentável e inclusivo, inclusive na saúde.
Sobre a Shipping Protection
A empresa Shipping Protection atua no ramo de agenciamento marítimo com múltiplos serviços é uma empresa de origem maranhense, com matriz em São Luís e que opera com filiais em diversos Estados, além de outros países como Panamá e Colômbia.
Fundada em 2009 pelo maranhense Kledilton Cutrim Pinto, a empresa presta suporte a diversas empresas e organizações do setor naval, garantindo que suas operações portuárias ocorram com eficiência, segurança e conformidade regulatória.
O ideal de Proteção está presente não apenas no nome da empresa, mas também nos serviços prestados e soluções oferecidas com excelência aos clientes; e também nas ações sociais que a empresa realiza a vários anos, e que está em contante ampliação, a exemplo da nova parceria firmada com a Casa de Apoio Viver.
A empresa aposta e adota a agenda ESG, e mantém ações relevantes nas três áreas – Meio Ambiente, Social e Governança.
Daniel Matos
31 de março de 2025
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Rogério Carvalho e Rogério Froes (Biosat); Helizângela Sodré e Giselle Pereira (Center Hospitalar) com o grupo de médicos ginecologistas no segundo dia de evento na Villa do Vinho Bistrô
A empresária maranhense Giselle Pereira, da Center Hospitalar, promoveu dois eventos científicos exclusivos para médicos proctologistas e ginecologistas, no formato de aula científica, na Villa do Vinho Bistrô, em parceria com a Biosat.
O objetivo foi apresentar o primeiro fistuloscópio flexível digital do mundo; uma tecnologia inovadora no diagnóstico de imagens proctológicas ainda mais abrangentes e precisas. Outro destaque foi o laser de diodo, que está revolucionando o tratamento de patologias proctológicas e ginecológicas.
Esses equipamentos oferecem a possibilidade de procedimentos mais eficazes, sem a necessidade de internação prolongada, transformando a experiência tanto do médico quanto do paciente. E já estão à disposição dos médicos, numa exclusividade da Center Hospitalar, que representa a Biosat no Maranhão.
O primeiro evento recebeu grandes expoentes da proctologia maranhense. Já o segundo evento foi dedicado aos ginecologistas. Ambos contaram com apresentações científicas conduzidas pelo Diretor da Biosat Rogério Carvalho e pelo especialista de produtos Rogério Froes.
Daniel Matos
31 de março de 2025
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A atividade também teve como finalidade a aferição da funcionalidade da infraestrutura operacional, como os meios de comunicação, transmissão e recebimento de dados, rastreio e segurança
Lançamento de um Foguete de Treinamento Básico (FTB) (Foto: Soldados T. Serejo e João Santos/CLA)
OCentro de Lançamento de Alcântara (CLA), localizado no estado do Maranhão e subordinado ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), realizou, na última quinta (27), o lançamento de um Foguete de Treinamento Básico (FTB), no decurso da Operação Falcão I/2025. A atividade de treinamento operacional, sob a Coordenação-Geral do Diretor do Centro, Coronel Aviador Clóvis Martins de Souza, compõe o calendário de lançamento do CLA para 2025, cuja principal finalidade foi a oportunidade de desenvolver e aprimorar a experiência dos operadores da Janela Brasileira Para o Espaço.
Estiveram presentes autoridades civis e militares, como o Comandante Militar do Norte, General de Exército Ricardo Vendramin Nunes; o Comandante do Primeiro Comando Aéreo Regional, Major-Brigadeiro do Ar José Virgílio Guedes de Avellar; o Procurador Federal do Ministério Público Militar, Alexandre Reis de Carvalho; a Coordenadora da Unidade Regional da Agência Espacial Brasileira no Maranhão (URMA), Danielle Andrade; o Engenheiro Aeroespacial e Representante Técnico da Innospace do Brasil, Arthur Durigan Bahdur; entre outros convidados que prestigiaram o lançamento número 501 realizado pelo CLA desde o início de suas atividades, há 42 anos.
Nos dias que antecederam o início dos trabalhos, uma equipe do CLA foi destacada para divulgar no centro da cidade de Alcântara, agrovilas e comunidades pesqueiras do entorno o “Aviso aos Navegantes”, uma síntese extraída dos documentos da Operação e que esclarece sobre a breve delimitação de acesso à faixa de mar demarcada como área de segurança e impacto. Foram realizados os esclarecimentos à população, com a apresentação de imagens reais de satélites que lhes garantissem a correta identificação da área, além de fotos do FTB e operadores, para que tivessem uma ideia das dimensões do engenho e dos trabalhos realizados pelo CLA.
Chegada a hora do lançamento, as empresas parceiras que atuam na área aeroespacial puderam atestar mais uma vez a eficiência e desenvolvimento do Centro. “Acompanhar esta Operação é uma oportunidade de interagir com os meios e operadores envolvidos, de fortalecer laços institucionais e, à medida que nos são apresentadas as novas tecnologias implementadas, de levar à Innospace as atualizações desses sistemas e procedimentos, atualizando nosso banco de dados para viabilizar essa difícil atividade de lançar foguetes”, enfatizou o representante da empresa sul-coreana, Arthur Bahdur.
“Esse lançamento não é apenas um sucesso técnico, é um testemunho do que podemos alcançar quando nos unimos por uma causa comum. Cada Coordenadoria deu um exemplo brilhante de dedicação, paixão e excelência. Nós não apenas lançamos um foguete ao espaço, nós lançamos sonhos, esperanças e o futuro”, completou o Analista em Ciência e Tecnologia e Coordenador de Lançamento, Engenheiro Aeroespacial Jerônimo Donizeti Mendes, que integra o efetivo do CLA.
Militares envolvidos na operação de lançamento nas instalações do CLA (Foto: Soldados T. Serejo e João Santos/CLA
Lançamos como treinamos!
Com um tempo decorrido entre o lançamento e a finalização do rastreio de aproximadamente três minutos, o FTB garantiu o sucesso da Operação Falcão I após ascender sobre a Baía de São Marcos, a partir do solo alcantarense.
“A Operação Falcão I visa adestrar todos os nossos meios operacionais para os lançamentos de foguetes de maior porte, pois lançamos um Foguete de Treinamento Básico (FTB), que chega à altura ou apogeu de 30 km e impacta no mar em 12 Km de distância, dentro de uma área já controlada e calculada para a queda em segurança; dessa forma conseguimos adestrar todos os meios operacionais visando às operações futuras”, concluiu o Diretor do CLA.
Em sintonia: AEB, CLA e Rádio Universidade da UFMA
Nesta edição, a Operação Falcão contou, ainda, com a cobertura jornalística da Universidade FM, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Os universitários, em uma iniciativa da Agência Espacial Brasileira (AEB), realizaram um trabalho de divulgação das atividades do CLA, alcançando cerca de 33 municípios, inclusive Alcântara, e possuindo uma expressiva audiência durante suas programações.
Para a Coordenadora da UFMA, Danielle Andrade, a cobertura realizada pela Universidade FM foi de grande importância, tanto para a AEB, quanto para o CLA, dada à relevância regional que a rádio possui com sua programação.
“A Universidade FM tem contribuído para que as populações de Alcântara e entorno conheçam o trabalho do CLA, bem como os benefícios gerados pelo Centro para a sociedade. Isso permite mitigar a desinformação e promover mais entendimento sobre a atividade espacial na Região, incentivando estudantes, pesquisadores e entusiastas na área da ciência e tecnologia aeroespacial”, destacou.
Sobre a AEB
A Agência Espacial Brasileira (AEB), órgão central do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (SINDAE), é uma autarquia pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), responsável por formular, coordenar e executar a Política Espacial Brasileira.
Desde a sua criação, em 10 de fevereiro de 1994, a Agência trabalha para viabilizar os esforços do Estado Brasileiro na promoção do bem-estar da sociedade, por meio do emprego soberano do setor espacial.
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