Investigação sai pela culatra

Blitz policial em usina de asfalto de Bom Lugar não identificou nenhuma irregularidade e pareceu mais um ato de perseguição de adversários políticos

Realidade de Bom Lugar está mudando para melhor na gestão da prefeita Luciene Costa, mas adversários políticos insistem em peraegui-la

Equipes da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) e da Polícia Militar, ocupando várias viaturas policiais, e da Equatorial Maranhão fizeram hoje uma abordagem, aparentemente após uma denúncia, na usina de asfalto instalada no município de Bom Lugar. Após averiguarem o funcionamento da unidade, nada de irregular foi identificado, resultando em uma operação frustrada.

A usina que foi alvo da blitz produz o asfalto que está sendo aplicado pela gestão da prefeita Luciene Costa nas ruas e avenidas de Bom Lugar, obras que estão deixando a população local extremamente satisfeita.

A administração municipal garante que a usina de asfalto, viabilizada por emendas federais e por recursos próprios da prefeitura, está toda legalizada, como atesta o contrato firmado com a empresa vencedora da licitação.

Sem qualquer indício de irregularidade, restou aos policiais e aos técnicos da empresa concessionária de energia elétrica reconhecer o correto funcionamento da unidade de fabricação de asfalto, benefício aguardado há décadas pelo povo de Bom Lugar, que hoje vê o sonho se realizar.

Perseguição

Da forma como foi realizada e pelo forte aparato policial destacado para fazer a abordagem, a impressão que ficou foi de que foi mais um ato de perseguição à atual prefeita, com a finalidade de prejudicá-la politicamente em pleno ano eleitoral.

“O que se nota é uma perseguição política dos adversários, que tiveram oportunidade de ser gestores e nada fizeram. Agora, que a gestão atual está construindo e entregando diversas obras, querem perseguir quem trabalha com eficiência e compromisso com a cidade”, analisa um observador atento da cena política de Bom Lugar e região.

“Um caso realmente de polícia ser perseguido sempre pela PM, subordinada ao Estado, e seus mandantes de colarinho branco”, complementou.

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