Série Estado Quebrado – Caema

1comentário

Por Adriano Sarney

Aos domingos publicarei uma série de artigos intitulados “Estado Quebrado.” Cada texto tratará de um segmento da administração estadual, como previdência, orçamento, saúde, educação, segurança, etc. Com números oficiais, confirmarei o que já venho alertando há muito tempo: o atual governo do Maranhão quebrou o estado e utiliza-se de propaganda milionária para dizer o contrário. Meu intuito é alertar a população, as autoridades e o governo. Contudo, não ficarei apenas nos fatos, darei sugestões para sairmos do buraco em que nos colocaram. Hoje relato a situação da estatal de água Caema.

Depois de uma provocação da oposição na Assembleia Legislativa, o presidente da Caema, Sr. Carlos Rogério, foi convocado para prestar informações sobre a falta de água que, mais uma vez, assombrou São Luis. Perguntamos de forma bem objetiva se o problema seria resolvido definitivamente. A resposta deles foi um sonoro não. A Caema não tem dinheiro suficiente para terminar a substituição dos tubos antigos por novos no Italuís. O único trecho que permanecerá com tubos novos é o construído pelo governo Roseana no Campo de Perizes. O rompimento da última semana se deu nas proximidades da Eletronorte, onde os tubos têm décadas de existência.

Já que o problema da Caema é a falta de recurso, procuramos nos aprofundar nos números da empresa. O deputado Cesar Pires (PV), munido de informações do diário oficial e balancetes da empresa, apresentou a triste realidade: a Caema teve um prejuízo acumulado superior a R$ 1 bilhão em 2018 e a receita operacional líquida caiu de R$ 514 milhões em 2017 para R$ 417 milhões em 2018, apesar de ter tido um aumento substancial na tarifa cobrada aos consumidores.

Para piorar o problema, fomos informados que o prejuízo mensal da Caema é de R$ 20 milhões, pois fatura R$ 30 milhões e tem despesas de R$ 50 milhões. Dessas despesas, R$ 10 milhões são para pagar folha dos funcionários. O número de comissionados também é alto, subiu de 30 para 110 cargos de indicação. A realidade é que, assim como o governo do estado, a Caema está quebrada.

As obras do PAC Saneamento (recurso federal) que foram iniciadas em governos passados estão andando a passos curtos. E todo aquele marketing político que víamos no início do primeiro governo comunista de que o saneamento passaria de 4% das casas para 70% delas, foi por água abaixo. Também se evaporou a falácia das praias despoluídas. Sem falar, é claro, das frases de efeito do governador em que sacramentava “vinte anos sem falta de água na ilha” ou “andar com a lata na cabeça é coisa do passado no Maranhão.” Se hoje a propaganda comunista parece mais uma fake news, antigamente era conhecida simplesmente como enganação.

Mas o que podemos fazer para reverter essa situação? Temos duas saídas: fazer uma gestão séria e profissional ou privatizá-la. Eu prefiro a primeira opção no momento. Contudo, temos que entender que a missão não vai ser fácil e precisaremos de ajuda especializada. Primeiro passo é contratar consultorias de peso para readequar todos os processos administrativos, operacionais e financeiros da empresa, organizar e estruturar as dívidas, informatizar, etc.

Depois, a gestão teria que colocar em prática o plano de reestruturação aliado a um governo com vontade de fazer as mudanças necessárias. Devemos nos espelhar na gestão e modelo da paulista Sabesp, a maior empresa do seu setor no Brasil, suas ações são negociadas nas bolsas de valores de São Paulo e de Nova York. Sonho em ver a Caema grande, atuando também em outros estados do país, com ações na bolsa de valores, gerando empregos, receitas e orgulho para os maranhenses.

1 comentário »

César Pires não acredita em melhorias na Caema

0comentário

O abastecimento d’água em São Luís foi o tema central da reunião realizada pelas comissões de Saúde, Assuntos Municipais e Obras Públicas na Assembleia Legislativa, para que o presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), Carlos Rogério Araújo, prestasse esclarecimentos aos deputados estaduais. Ao final do encontro, o deputado César Pires (PV) afirmou que a companhia não fará, a curto prazo, os investimentos necessários para atender às demandas da população.

“Os dados orçamentários e financeiros oficiais e os esclarecimentos prestados pelo presidente da Caema mostram que a empresa não tem capacidade gerencial e financeira para superar problemas como a interrupção no abastecimento d’água que penaliza a população de São Luís e grande parte dos moradores do interior do Maranhão”, afirmou César Pires, referindo-se a dados oficiais do Orçamento do Estado.

O deputado citou, por exemplo, que a Caema tem um gasto mensal com pessoal superior a R$ 10 milhões, e reduziu em cerca de 22,5% os investimentos previstos para 2019, com relação ao ano passado, quando previu investir R$ 1 milhão e 485 mil. Além disso, a receita operacional líquida da companhia caiu de R$ 514 milhões, em 2017, para R$ 417 milhões em 2018, conforme publicado no Diário Oficial do Estado em abril deste ano.

César Pires também citou o balanço patrimonial da Caema que mostra um prejuízo acumulado superior a R$ 1 bilhão, em 2018. “Se a empresa acumula prejuízo mensal de R$ 20 milhões, entre receita e despesa, e está reduzindo sua capacidade de investimentos, não há como prever que a curto prazo resolverá os problemas de abastecimento d’água, coleta e tratamento de esgoto em todo o Maranhão”, ressaltou.

Ao lado dos deputados de oposição Wellington do Curso e Adriano Sarney, César Pires concluiu que, sem desmerecer a capacidade técnica do presidente Carlos Rogério, a Caema não conseguirá melhorar a qualidade dos serviços prestados aos maranhenses. “É preciso que o governo estadual garanta os recursos necessários para sanear a companhia e possibilitar os investimentos na ampliação e modernização dos sistemas de água e esgoto”, finalizou.

Foto: Agência Assembleia

sem comentário »

Disputa e atraso

0comentário

Desde o fim do ano passado, após ser reeleito governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) vem tentando montar um quebra-cabeça para contemplar na estrutura do Governo os partidos que deram sustentação política à sua campanha eleitoral.

No dia 1º de janeiro, ele admitiu a necessidade de uma reforma administrativa no primeiro escalão do Executivo, justamente para abrir espaços às legendas. Mas, não tem sido fácil.

Uma intensa disputa entre partidos por algumas das principais pastas de Governo e a falta de consenso têm atrasado a reforma.

Um exemplo disso diz respeito à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedes), que até o ano passado era conduzida pelo deputado estadual Neto Evangelista. A pasta é alvo do PP e do PR, este último comandado pelo deputado federal Josimar de Maranhãozinho, o mais votado da bancada maranhense para a Câmara Federal em 2018.

Dino teme desagradar Maranhãozinho e “capitães” de outros partidos aliados, e assistir ao desembarque destes na oposição.

Nos bastidores, ele mantém conversa com os partidos e deve usar a sua bancada na Assembleia Legislativa, e até na Câmara, para abrir espaços a suplentes de legendas ainda não contempladas. É uma estratégia já denida.

Além disso, deve fazer pelo menos sete mudanças no Executivo. Na Caema – onde o cotado é Diego Galdino -, atual secretário de Cultura; na Sedes – onde a disputa está acirrada -; na Secap; na Segov e na Segep, entre outras.

Tudo isso para agradar aqueles que bancaram no campo político a sua eleição.

Estado Maior

sem comentário »

O novo desafio de Diego Galdino na Caema

0comentário

O secretário de Cultura e Turismo, Diego Galdino deve assumir nos próximos dias uma nova função dentro do governo Flávio Dino.

Muito bem avaliado por conta do trabalho desenvolvido na Sectur, Diego Galdino deve assumir a presidência da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema).

O anúncio será feito dentro da reforma administrativa que o governador Flávio Dino (PCdoB) deverá anunciar nos próximos dias.

Sem qualquer alarde, o jovem secretário deixa o Turismo com melhores números e a Cultura em alta para assumir um desafio maior. A sua promoção é uma demonstração de total confiança do governador Flávio Dino e reflete a aprovação no trabalho desenvolvido na Sectur.

A Caema é uma das empresas no Maranhão que é alvo de muita reclamações de consumidores por conta dos serviços prestados e mudar essa imagem será o principal desafio de Galdino.

Muitas dessas reclamações são oriundas de serviços nas ruas que deixam a desejar e tudo isso Galdino terá que corrigir, bem como resolver o problema da falta d’água pelo Maranhão.

Sem dúvida um grande desafio, mas pelo que já fez na Sectur não será nenhum problema para Diego Galdino.

Mas vamos aguardar o anúncio…

Foto: Divulgação

sem comentário »

Justiça condena Caema por cobrança irregular

0comentário

Uma Ação Civil Pública proposta pela Promotoria de Justiça de Bom Jardim, em abril de 2017, levou a Justiça a proibir a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) de realizar cobranças por estimativa dos clientes em Bom Jardim. A decisão é datada de 20 de março de 2018, e foi encaminhada para ciência do MPMA somente no último dia 3 de agosto.

Na Ação, o Ministério Público aponta que não havia nenhum hidrômetro instalado em Bom Jardim, impedindo a cobrança de valores compatíveis com o consumo de cada cliente. Dessa forma, a Caema utilizava como critério a área dos imóveis, o que levava a cobranças abusivas. “Isso gera taxação absurda, pois a partir de 50 metros quadrados de área a pessoa já paga acima da taxa mínima que é o consumo destinado a quem utiliza até 10 mil litros de água por mês”, explica, na ação, o promotor de justiça Fábio Santos de Oliveira.

Para o membro do Ministério Público do Maranhão, “essa taxação promove injustiças sociais tremendas, pois desestimula o consumo moderado de água e faz com que pessoas que consumam pouco paguem altas taxas por ter casas com área acima do mínimo estipulado pela Caema”.

Na sentença, o juiz Bruno Barbosa Pinheiro declarou que a cobrança por estimativa é ilegal, determinando que a Caema realize a cobrança da tarifa mínima nas residências em que não haja hidrômetros, até que estes sejam instalados. A Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão também foi condenada a devolver os valores cobrados irregularmente aos consumidores lesados, acrescidos de correção monetária e juros.

Além disso, o magistrado ratificou liminar já concedida, proibindo a Caema de realizar cobranças por estimativa, sob pena de multa diária de R$ 2 mil até o máximo de R$ 3 milhões.

sem comentário »

Justiça obriga Flávio Dino retirar logomarca de obras

6comentários

A determinação ocorreu no bojo da representação eleitoral por conduta vedada a agente público. O MDB apontou na ação, a existência de obra realizada pela Companhia de Saneamento Ambiental (Caema) em São Luís.

O partido fundamentou a peça com base na nº 9.504/97 (Lei das Eleições), que proíbe a divulgação de propaganda institucional nos três meses que antecedem o pleito. Flávio Dino é candidato a reeleição.

“A partir de uma cognição sumária pautada nas imagens contidas na inicial, observo que foram empregadas em obra pública da Caeama símbolos e imagens da atual gestão de governo do Estado do Maranhão, inobservando-se a restrição contida no art. 73, VI, b da Lei das Eleições, o que caracteriza a prática de conduta vedada a agente público”, destacou o magistrado.

O juiz Clodomir assegurou que todos os argumentos utilizados pelo MDB mostraram a prática de conduta vedada do chefe do Executivo.

“Desta forma, os argumentos expostos nos autos evidenciam a probabilidade do direito vindicado (fumus boni iuris), uma vez que foi demonstrada a prática de conduta contrária à legislação eleitoral. Além do mais, a permanência dos referidos símbolos e imagens causará um prejuízo ao representante, com forte possibilidade de desequilíbrio do pleito, o que caracteriza o perigo de dano (periculum in mora), justificando-se, por isso, a concessão da medida liminar neste momento”, acrescentou o juiz.

O magistrado Clodomir Reis determinou a retirada imediata das logomarcas das obras públicas e arbitrou multa diária para caso de descumprimento da decisão.

“Diante do exposto defiro a liminar pleiteada e determino que o representado, no prazo de 48 horas, retire das obras públicas apontadas na inicial os símbolos institucionais contendo layouts e logomarcas do atual governo estadual, bem como não as utilize novamente em bens, ou obras públicas, sob pena de multa diária de R$ 5 mil até o limite de 10 dias”, decidiu.

O Estado

6 comentários »

Primo aponta solução para falta de água em Buriticupu

0comentário

Em reunião na manhã desta sexta-feira (4), a deputada estadual, Francisca Primo (PCdoB) esteve com o presidente da Caema, Carlos Rogério Araújo e o presidente da Associação de Agricultores de Buriticupu (AGRICUPU), Messias Tavares Lessa, apresentando medidas para a solução no abastecimento de água em áreas do município.

Na ocasião, o presidente da AGRICUPU colocou à disposição um terreno para apreciação e votação de área para construção de um poço artesiano para atender os bairros da Caeminha e Açude em parceria com a deputada estadual, Francisca Primo (PCdoB) e a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão.

Focada na busca de soluções para regularização no abastecimento de água, a parlamentar se mostrou satisfeita com a solução apresentada durante a reunião.

“ É preciso um conjunto de ideias e também parcerias com as autoridades competentes e moradores do município para solucionarmos os problemas no abastecimento de água. Espero que com essa iniciativa da disposição do terreno, consigamos atender os bairros pautados nessa reunião. Agradeço ao presidente da Associação dos Agricultores, Messias Lessa e também aos associados que fizeram Ata de Assembleia Geral Extraordinária da Associação dos Agricultores. ” ressaltou a deputada.

Buriticupu tem água

Segundo o presidente da Caema, Carlos Rogério o município tem água produzida e seguramente serão solucionadas as solicitações apresentadas com a construção do poço artesiano que será de extrema importância no terreno colocado à disposição pela Associação dos Agricultores, pois devido a erosão foi perdido um poço na localidade apresentada, devido a erosão.

A solução apresentada foi bem recebida pelo presidente da Caema “Aceitamos com entusiasmo a iniciativa da deputada. Temos uma Ata de Assembleia Geral Extraordinária da Associação dos Agricultores. E vamos avaliar para que possamos construir esse poço e realizar um trabalho de inteligência na rede de distribuição para que possamos colocar água para a cidade de Buriticupu” afirmou o presidente.

Foto: Divulgação

sem comentário »

Deputada pede solução para falta de água em Buriticupu

0comentário

Os moradores do Habitacional Eco Buriticupu estão atravessando grandes problemas relacionados à falta de água. Na última terça-feira (20), a BR-222 em trecho próximo a Buriticupu, ficou interditada por mais de seis horas, os moradores do conjunto Minha Casa, Minha Vida, estão há mais de oito meses sem água. Ao tomar conhecimento da situação, a deputada estadual, Francisca Primo (PCdoB) se manifestou em tribuna na sessão desta quarta-feira (21).

“Amanhã é 22 de março, Dia Mundial da Água e é sobre esse recurso natural tão precioso que venho falar, pois os moradores do Eco Buriticupu enfrentam problemas no abastecimento de água , em razão do prefeito do município ter aceitado receber o habitacional da construtora Jeová Barbosa e da Caixa Econômica Federal com o abastecimento de água comprometido, uma vez que a Caema emitiu uma nota esclarecendo que não aceitou receber a obra pois o poço já apresentava problemas. Já tem dois anos da entrega e o problema não foi resolvido, entendo que se o prefeito recebeu a obra com esse problema é porque se comprometeu a solucioná – lo. Sabemos que ir para a rua não é a melhor solução, mas quando o povo chega a esse extremo é porque já se esgotaram todas as negociações, entre os órgãos competentes. Lembrando que uma carrada de água em Buriticupu é de 80 a 100 cem reais e a população não tem condições de comprar”  enfatizou a deputada.

A parlamentar, em reunião com o governador, Flávio Dino apresentou a situação do Eco Buriticupu e também de outros bairros do município que apresentam problemas no abastecimento de água, na ocasião, o governador determinou ao presidente da Caema, Carlos Rogério e ao diretor da Caema de Imperatriz, Rafael Heringer que fizessem um estudo para solucionar o problema.

Ainda em discurso a deputada, solicitou a Caema que seja encaminhada uma nota para a Assembleia Legislativa e para os moradores de Buriticupu apresentando as medidas que estão sendo tomadas para resolver de uma vez por todas a problemática no abastecimento de água dos bairros, Terra Bela, Açude e Caeminha, localizados em Buriticupu.

Foto: Agência Assembleia

sem comentário »

Rompimento no Italuís deixa bairros sem água

1comentário

Um novo rompimento na adutora do Sistema Italuís deixa 154 bairros de São Luís sem água nas próximas 24 horas.

O rompimento foi registrado por volta do meio-dia, desta segunda-feira (12), no Km 38 da BR-135, no Campo de Periz.

Em nota, A Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) informou que já adotou providências para que o problema seja resolvido em até 24 horas.

Veja a lista dos bairros atingidos:

Zona 1

Centro; São Pantaleão; Madre Deus; Goiabal; Codozinho; Vila Bessa; Belira; Lira; Parte da Areinha; Macaúba; Apicum; Camboa; Vila Bangu; Diamante; Vila Passos; Coréia de Baixo; Coréia de Cima; Sítio do Meio; Alto da Boa Vista; Retiro Natal; Liberdade; Tomé de Sousa; Fé em Deus; Floresta; Retiro Natal e Monte Castelo.

Zona 2

Apeadouro; Irmãos Coragem; Bairro de Fátima; Bom Milagre; Parque Amazonas; Alemanha; Caratatiua; Vila Ivar Saldanha; Alto da Vitória; João Paulo; Jordoa; Vila Palmeira; Barreto; Túnel do Sacavém; Santa Cruz; Vera Cruz; Cutrim; Radional; Coroado; Parque Pindorama; Parque do Nobres; Redenção; Barés; Filipinho; Sítio Leal; Sacavém; Coheb do Sacavém; Santo Antônio; Vila Conceição; Bom Jesus; Vila dos Frades; Parque Timbira; Alto do Parque Timbira; Primavera; Sítio do Pica Pau Amarelo; Coroadinho.

Zona 4

São Cristóvão; Tirirical; Solar das Mangueiras; Parque Universitário; João de Deus; Sítio Pirapora; Vila Itamar; Parque Jaguarema; Parque Sielândia; Residencial Canaã; Alameda dos Sonhos; Vila Lobão; Parque Roseana Sarney; Santo Antônio; São Bernardo; Vila Brasil; Cohapan; Jardim São Cristóvão; Residencial João Alberto; Parque Sabiá.

Zona 5

Alto do Calhau; Calhau; Cohafuma; Conjunto Basa; Ilhinha, Jaracaty; Jardim São Francisco; Loteamento Boa Vista; Loteamento Jaracaty; La ravardiere; Ponta D’Areia; Ponta do Farol; Residencial Novo Tempo; Recanto dos Nobres; Renascença I e II; Residencial Ana Jansen; São Marcos; São Francisco; Vila Conceição I e II; Av. Litorânea; Angelim Velho; Bequimão; Cohajoly; Cohama; Condomínio Villagio Esperança; Conjunto Angelim; Residencial Marfim; Conjunto Boa Morada; Conjunto Vinhais; Eco Villagio; Maranhão Novo; Parte do Primavera; Turu; Planalto Cohaserma; Planalto Vinhais I e II; Recanto Vinhais; Residencial Jaqueira; Residencial Vinhais II e III; Rio Anil; Vila Fialho; Villagio do Angelim; Vivendas da Cohama; Vinhais Velho; Olho D’água, Parte do Habitacional Turu.

Zona 6

Jambeiro; Porto da Vovó; Sá Viana Novo; Sá Viana Velho; UFMA; Vila Bacanga; Vila Dom Luís; Vila Isabel; Vila Cerâmica; Vila Primavera; Vila Embratel; Vila Nova; Bonfim; Vila Verde; Fumacê; Anjo da Guarda; São Raimundo; Alto da Vitória; Gancharia; Vila São Luís; Vila Ariri; Vila Mauro Fecury I e II; Conjunto Taguatur.

Foto: Adria Rodrigues/ TV Mirante

1 comentário »

Sabotagem da inteligência

0comentário

Dois meses depois do circo armado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) para tirar o foco da incompetência do governo no caso do rompimento de uma peça da nova adutora do Italuís – a tal conexão em “Y” –, o assunto foi encerrado sem muito alarde pelos comunistas.

Em entrevista à Rádio Timbira, veículo oficial do Palácio dos Leões, o atual presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), Carlos Rogério, garantiu que o novo sistema será religado no início de março.

E revelou mais: o rompimento da peça não foi obra de qualquer sabotagem – como alguns membros do Executivo chegaram a sustentar -, mas de erro em sua confecção mesmo.

Segundo Rogério, isso já está comprovado. O que joga por terra a tese que o próprio Flávio Dino reforçou, ao envolver até a Polícia Civil na “investigação” do caso.

Como já se sabia, o comunista tentou, mais uma vez, apenas sabotar a inteligência dos maranhenses.

Estado Maior

sem comentário »