Depois da Caema, agora é a OI que destrói asfalto novo

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Não tem jeito.

Até parece que falamos as mesmas coisas todos os dias e ninguém toma mesmo uma providência.

Se não bastasse a Caema, agora é a OI que também está quebrando o safalto que acabou de ser renovado pela Prefeitura de São Luís no jardim das Margaridas, na região do Cohatrac.

Pelo que conseguimos apurar, a OI sequer comunicou previamente a Semosp que executaria serviços no local.

Pelo visto a Caema fez escola…

A Prefeitura de São Luís não pode mais aceitar que essas empresas destruam o trabalho que ela vem fazendo nos bairros.

Não entendo como o Ministério Público, também não se sente provocado com esse exemplo de dinheiro público jogado fora.

Gostaria muito de ver a promotora Lítia Cavalcanti atuando nisso. Fica aqui a dica…

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Prefeitura faz e a Caema desfaz no Angelim

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Essa semana publiquei aqui no blog fotos de falta de planejamento e descaso da Caema com a cidade de São Luís.

As imagens mostraram que após a Prefeitura de São Luís colocar um asfalto totalmente novo, a Caema resolveu abrir buracos para reparos nos bairros do Vinhais e Cohatrac. Veja aqui.

As imagens que divulgo agora são do bairro do Angelim, onde, novamente a Caema aproveita para desfazer o trabalho que a Prefeitura de São Luís fez em poucos dias. Clique aqui e veja o vídeo.

Esse é mais um desserviço da Caema com a cidade. Até quando isso vai se repetir?

Com tenho sempre afirmado que o Ministério Público sinta-se provocado com mais esse absurdo.

Foto: Reprodução

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A Prefeitura de São Luís faz e a Caema desfaz…

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Não tem jeito….

Não é apenas a questão da Prefeitura de São Luís está alinhada com o Governo do Maranhão é falta de planejamento mesmo.

A Prefeitura de São Luís nem ainda conseguiu concluir a nova pavimentação do Cohatrac e eis que uma equipe da Caema decide iniciar uma ação em uma das vias destruíndo o que já foi feito.

Antes, a Caema já havia feito a mesma coisa na rua 73, no bairro do Vinhais.

É muita falta de planejamento. Não é à toa que o conceito da Caema junto à população é um dos piores.

A mesma ação a Caema fez na avenida dos Africanos. Logo após a colocação do novo asfalto pela Prefeitura de São Luís, a Caema executou obras e deixou o asfalto cheio de ondulações.

Até parece que é algo feito de forma proposital e contra a cidade. A Prefeitura de São Luís precisa reagir a isso e a população não pode aceitar nada disso como normal.

Até quando governador???? Chame a Caema e proíba esse tipo de desserviço com a nossa cidade.

É falta de planejamento e dinheiro público que uma empresa pública ajuda a jogar fora.

Que o Ministério Público sinta-se provocado com um absurdo desses.

A Caema encaminhou nota de esclarecimento após a publicação do Blog do Zeca Soares.

Nota da Caema

A Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) informa que foi estabelecida uma programação de manutenção em todos os bairros que receberão o asfaltamento pela Prefeitura, que está sendo fielmente cumprida. Há, porém, casos em que vazamentos acidentais ocorrem após a compactação por diversos fatores, tanto de mau uso da rede coletora de esgoto quanto por rompimento da rede de água, entre outros. Deste modo, faz necessária a manutenção para que o serviço de abastecimento não seja interrompido.

A Companhia reitera que está com equipes nas ruas, executando reparos de pavimentos que sofreram intervenções por parte da Caema.

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Carlos Rogério é exonerado da Caema

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O governador Flávio Dino (PCdoB) deve oficializar nas próximas horas a exoneração de Carlos Rogério, da presidência da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema).

O Blog do Zeca Soares apurou que Carlos Rogério já foi comunicado pelo governo sobre a sua exoneração.

O substituto é o atual diretor administrativo, André dos Santos Paula, mas ficará no cargo de forma interina até que o governador Flávio Dino defina quem será o novo presidente da Caema.

A exoneração de Carlos Rogério coincide com a grave denúncia de supersalários na Caema feita pelo deputado estadual Wellington do Curso (PSDB).

Foto: Divulgaçào

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Série Estado Quebrado – Caema

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Por Adriano Sarney

Aos domingos publicarei uma série de artigos intitulados “Estado Quebrado.” Cada texto tratará de um segmento da administração estadual, como previdência, orçamento, saúde, educação, segurança, etc. Com números oficiais, confirmarei o que já venho alertando há muito tempo: o atual governo do Maranhão quebrou o estado e utiliza-se de propaganda milionária para dizer o contrário. Meu intuito é alertar a população, as autoridades e o governo. Contudo, não ficarei apenas nos fatos, darei sugestões para sairmos do buraco em que nos colocaram. Hoje relato a situação da estatal de água Caema.

Depois de uma provocação da oposição na Assembleia Legislativa, o presidente da Caema, Sr. Carlos Rogério, foi convocado para prestar informações sobre a falta de água que, mais uma vez, assombrou São Luis. Perguntamos de forma bem objetiva se o problema seria resolvido definitivamente. A resposta deles foi um sonoro não. A Caema não tem dinheiro suficiente para terminar a substituição dos tubos antigos por novos no Italuís. O único trecho que permanecerá com tubos novos é o construído pelo governo Roseana no Campo de Perizes. O rompimento da última semana se deu nas proximidades da Eletronorte, onde os tubos têm décadas de existência.

Já que o problema da Caema é a falta de recurso, procuramos nos aprofundar nos números da empresa. O deputado Cesar Pires (PV), munido de informações do diário oficial e balancetes da empresa, apresentou a triste realidade: a Caema teve um prejuízo acumulado superior a R$ 1 bilhão em 2018 e a receita operacional líquida caiu de R$ 514 milhões em 2017 para R$ 417 milhões em 2018, apesar de ter tido um aumento substancial na tarifa cobrada aos consumidores.

Para piorar o problema, fomos informados que o prejuízo mensal da Caema é de R$ 20 milhões, pois fatura R$ 30 milhões e tem despesas de R$ 50 milhões. Dessas despesas, R$ 10 milhões são para pagar folha dos funcionários. O número de comissionados também é alto, subiu de 30 para 110 cargos de indicação. A realidade é que, assim como o governo do estado, a Caema está quebrada.

As obras do PAC Saneamento (recurso federal) que foram iniciadas em governos passados estão andando a passos curtos. E todo aquele marketing político que víamos no início do primeiro governo comunista de que o saneamento passaria de 4% das casas para 70% delas, foi por água abaixo. Também se evaporou a falácia das praias despoluídas. Sem falar, é claro, das frases de efeito do governador em que sacramentava “vinte anos sem falta de água na ilha” ou “andar com a lata na cabeça é coisa do passado no Maranhão.” Se hoje a propaganda comunista parece mais uma fake news, antigamente era conhecida simplesmente como enganação.

Mas o que podemos fazer para reverter essa situação? Temos duas saídas: fazer uma gestão séria e profissional ou privatizá-la. Eu prefiro a primeira opção no momento. Contudo, temos que entender que a missão não vai ser fácil e precisaremos de ajuda especializada. Primeiro passo é contratar consultorias de peso para readequar todos os processos administrativos, operacionais e financeiros da empresa, organizar e estruturar as dívidas, informatizar, etc.

Depois, a gestão teria que colocar em prática o plano de reestruturação aliado a um governo com vontade de fazer as mudanças necessárias. Devemos nos espelhar na gestão e modelo da paulista Sabesp, a maior empresa do seu setor no Brasil, suas ações são negociadas nas bolsas de valores de São Paulo e de Nova York. Sonho em ver a Caema grande, atuando também em outros estados do país, com ações na bolsa de valores, gerando empregos, receitas e orgulho para os maranhenses.

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César Pires não acredita em melhorias na Caema

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O abastecimento d’água em São Luís foi o tema central da reunião realizada pelas comissões de Saúde, Assuntos Municipais e Obras Públicas na Assembleia Legislativa, para que o presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), Carlos Rogério Araújo, prestasse esclarecimentos aos deputados estaduais. Ao final do encontro, o deputado César Pires (PV) afirmou que a companhia não fará, a curto prazo, os investimentos necessários para atender às demandas da população.

“Os dados orçamentários e financeiros oficiais e os esclarecimentos prestados pelo presidente da Caema mostram que a empresa não tem capacidade gerencial e financeira para superar problemas como a interrupção no abastecimento d’água que penaliza a população de São Luís e grande parte dos moradores do interior do Maranhão”, afirmou César Pires, referindo-se a dados oficiais do Orçamento do Estado.

O deputado citou, por exemplo, que a Caema tem um gasto mensal com pessoal superior a R$ 10 milhões, e reduziu em cerca de 22,5% os investimentos previstos para 2019, com relação ao ano passado, quando previu investir R$ 1 milhão e 485 mil. Além disso, a receita operacional líquida da companhia caiu de R$ 514 milhões, em 2017, para R$ 417 milhões em 2018, conforme publicado no Diário Oficial do Estado em abril deste ano.

César Pires também citou o balanço patrimonial da Caema que mostra um prejuízo acumulado superior a R$ 1 bilhão, em 2018. “Se a empresa acumula prejuízo mensal de R$ 20 milhões, entre receita e despesa, e está reduzindo sua capacidade de investimentos, não há como prever que a curto prazo resolverá os problemas de abastecimento d’água, coleta e tratamento de esgoto em todo o Maranhão”, ressaltou.

Ao lado dos deputados de oposição Wellington do Curso e Adriano Sarney, César Pires concluiu que, sem desmerecer a capacidade técnica do presidente Carlos Rogério, a Caema não conseguirá melhorar a qualidade dos serviços prestados aos maranhenses. “É preciso que o governo estadual garanta os recursos necessários para sanear a companhia e possibilitar os investimentos na ampliação e modernização dos sistemas de água e esgoto”, finalizou.

Foto: Agência Assembleia

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Disputa e atraso

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Desde o fim do ano passado, após ser reeleito governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) vem tentando montar um quebra-cabeça para contemplar na estrutura do Governo os partidos que deram sustentação política à sua campanha eleitoral.

No dia 1º de janeiro, ele admitiu a necessidade de uma reforma administrativa no primeiro escalão do Executivo, justamente para abrir espaços às legendas. Mas, não tem sido fácil.

Uma intensa disputa entre partidos por algumas das principais pastas de Governo e a falta de consenso têm atrasado a reforma.

Um exemplo disso diz respeito à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedes), que até o ano passado era conduzida pelo deputado estadual Neto Evangelista. A pasta é alvo do PP e do PR, este último comandado pelo deputado federal Josimar de Maranhãozinho, o mais votado da bancada maranhense para a Câmara Federal em 2018.

Dino teme desagradar Maranhãozinho e “capitães” de outros partidos aliados, e assistir ao desembarque destes na oposição.

Nos bastidores, ele mantém conversa com os partidos e deve usar a sua bancada na Assembleia Legislativa, e até na Câmara, para abrir espaços a suplentes de legendas ainda não contempladas. É uma estratégia já denida.

Além disso, deve fazer pelo menos sete mudanças no Executivo. Na Caema – onde o cotado é Diego Galdino -, atual secretário de Cultura; na Sedes – onde a disputa está acirrada -; na Secap; na Segov e na Segep, entre outras.

Tudo isso para agradar aqueles que bancaram no campo político a sua eleição.

Estado Maior

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O novo desafio de Diego Galdino na Caema

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O secretário de Cultura e Turismo, Diego Galdino deve assumir nos próximos dias uma nova função dentro do governo Flávio Dino.

Muito bem avaliado por conta do trabalho desenvolvido na Sectur, Diego Galdino deve assumir a presidência da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema).

O anúncio será feito dentro da reforma administrativa que o governador Flávio Dino (PCdoB) deverá anunciar nos próximos dias.

Sem qualquer alarde, o jovem secretário deixa o Turismo com melhores números e a Cultura em alta para assumir um desafio maior. A sua promoção é uma demonstração de total confiança do governador Flávio Dino e reflete a aprovação no trabalho desenvolvido na Sectur.

A Caema é uma das empresas no Maranhão que é alvo de muita reclamações de consumidores por conta dos serviços prestados e mudar essa imagem será o principal desafio de Galdino.

Muitas dessas reclamações são oriundas de serviços nas ruas que deixam a desejar e tudo isso Galdino terá que corrigir, bem como resolver o problema da falta d’água pelo Maranhão.

Sem dúvida um grande desafio, mas pelo que já fez na Sectur não será nenhum problema para Diego Galdino.

Mas vamos aguardar o anúncio…

Foto: Divulgação

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Justiça condena Caema por cobrança irregular

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Uma Ação Civil Pública proposta pela Promotoria de Justiça de Bom Jardim, em abril de 2017, levou a Justiça a proibir a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) de realizar cobranças por estimativa dos clientes em Bom Jardim. A decisão é datada de 20 de março de 2018, e foi encaminhada para ciência do MPMA somente no último dia 3 de agosto.

Na Ação, o Ministério Público aponta que não havia nenhum hidrômetro instalado em Bom Jardim, impedindo a cobrança de valores compatíveis com o consumo de cada cliente. Dessa forma, a Caema utilizava como critério a área dos imóveis, o que levava a cobranças abusivas. “Isso gera taxação absurda, pois a partir de 50 metros quadrados de área a pessoa já paga acima da taxa mínima que é o consumo destinado a quem utiliza até 10 mil litros de água por mês”, explica, na ação, o promotor de justiça Fábio Santos de Oliveira.

Para o membro do Ministério Público do Maranhão, “essa taxação promove injustiças sociais tremendas, pois desestimula o consumo moderado de água e faz com que pessoas que consumam pouco paguem altas taxas por ter casas com área acima do mínimo estipulado pela Caema”.

Na sentença, o juiz Bruno Barbosa Pinheiro declarou que a cobrança por estimativa é ilegal, determinando que a Caema realize a cobrança da tarifa mínima nas residências em que não haja hidrômetros, até que estes sejam instalados. A Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão também foi condenada a devolver os valores cobrados irregularmente aos consumidores lesados, acrescidos de correção monetária e juros.

Além disso, o magistrado ratificou liminar já concedida, proibindo a Caema de realizar cobranças por estimativa, sob pena de multa diária de R$ 2 mil até o máximo de R$ 3 milhões.

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Justiça obriga Flávio Dino retirar logomarca de obras

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A determinação ocorreu no bojo da representação eleitoral por conduta vedada a agente público. O MDB apontou na ação, a existência de obra realizada pela Companhia de Saneamento Ambiental (Caema) em São Luís.

O partido fundamentou a peça com base na nº 9.504/97 (Lei das Eleições), que proíbe a divulgação de propaganda institucional nos três meses que antecedem o pleito. Flávio Dino é candidato a reeleição.

“A partir de uma cognição sumária pautada nas imagens contidas na inicial, observo que foram empregadas em obra pública da Caeama símbolos e imagens da atual gestão de governo do Estado do Maranhão, inobservando-se a restrição contida no art. 73, VI, b da Lei das Eleições, o que caracteriza a prática de conduta vedada a agente público”, destacou o magistrado.

O juiz Clodomir assegurou que todos os argumentos utilizados pelo MDB mostraram a prática de conduta vedada do chefe do Executivo.

“Desta forma, os argumentos expostos nos autos evidenciam a probabilidade do direito vindicado (fumus boni iuris), uma vez que foi demonstrada a prática de conduta contrária à legislação eleitoral. Além do mais, a permanência dos referidos símbolos e imagens causará um prejuízo ao representante, com forte possibilidade de desequilíbrio do pleito, o que caracteriza o perigo de dano (periculum in mora), justificando-se, por isso, a concessão da medida liminar neste momento”, acrescentou o juiz.

O magistrado Clodomir Reis determinou a retirada imediata das logomarcas das obras públicas e arbitrou multa diária para caso de descumprimento da decisão.

“Diante do exposto defiro a liminar pleiteada e determino que o representado, no prazo de 48 horas, retire das obras públicas apontadas na inicial os símbolos institucionais contendo layouts e logomarcas do atual governo estadual, bem como não as utilize novamente em bens, ou obras públicas, sob pena de multa diária de R$ 5 mil até o limite de 10 dias”, decidiu.

O Estado

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