Felipe cobra explicações sobre desativação de UTI

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O deputado estadual Felipe dos Pneus (PRTB) esteve na tribuna da Assembleia Legislativa, na última segunda-feira (24), para cobrar explicações da possível desativação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e da implantação de um novo modelo de gestão, no Hospital Macrorregional Tomás Martins, em Santa Inês.

“Cobrei da Secretaria de Saúde explicações sobre o possível fechamento da UTI no Tomás Martins. Fui procurado por várias pessoas nos últimos dias e muito questionado em Santa Inês sobre os comentários de um novo modelo de gestão dos Macrorregionais. Como representante daquela região, eu jamais irei aceitar que tire a UTI do Macrorregional de Santa Inês, porque sabemos o quanto ela é importante para aquela nossa região e quanto precisamos”, disparou.

O parlamentar lamentou o descaso com a saúde na cidade, relatando a situação ocorrida no último fim de semana, em que mais uma criança precisou de UTI e, como não há naquela unidade hospitalar, ela teve de ser transferida para São Luís. “Uma criança precisou de uma UTI no Macrorregional e, infelizmente, não iniciaram as obras da UTI pediátrica, mas estou aqui para poder cobrar e fiscalizar, e quero resultados”.

Em fevereiro, Felipe dos Pneus já havia feito pedido de ambulância com UTI para Santa Inês. “Aí constatamos outro grave problema: a inexistência de ambulância adequada. A criança teve que ser levada às pressas do Hospital Macrorregional, que se encontrava na UTI isolada, para o Materno Infantil, aqui em São Luís, isso com a ajuda que pedi a amigos em Bacabal e que me conseguiram uma ambulância”, relatou ele, enumerando todos os requerimentos e indicações feitas à Secretaria de Estado da Saúde (SES) para Santa Inês.

Entre elas, estão a construção da UTI Pediátrica no Macrorregional e as informações do fechamento da UTI. “E, segundo a Indicação nº 199/2019, de minha autoria, pedindo o início dessas obras da UTI pediátrica, cuja ordem de serviço foi assinada pelo governador Flávio Dino no dia dois de março de 2018, diante de gestores e da população da região”.

UTI Pediátrica

Em fevereiro, o deputado Felipe dos Pneus esteve reunido com o secretário de Saúde, Carlos Lula, e tratou da construção da UTI Pediátrica no Macrorregional. “Essa UTI Pediátrica atenderá a mais de dez cidades do Vale do Pindaré”.

Na ocasião, o titular da SES garantiu que as obras iniciariam logo após o carnaval. Em documento-resposta, a SES informou que estava realizando estudos de sondagem de terreno e que, após a conclusão do projeto estrutural, dará início à construção do prédio, com dez leitos de UTI e mais dois de isolamento, repouso médico, salas administrativas e de apoio.

Foto: Agência Assembleia

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Maranhão na UTI

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Coluna do Adriano

Poucos anos atrás a saúde de nosso estado era um exemplo para todo o Brasil. Na época, pela primeira vez na história do Maranhão e do Brasil, a sociedade preferia o atendimento público ao serviço privado. O povo preferia as UPAS em detrimento dos hospitais particulares. Entretanto, estes foram tempos que ficaram para trás. Hoje, a realidade é muito diferente.

Na semana passada, o fechamento repentino de um hospital em Matões do Norte escancarou não apenas a desordem na saúde pública, mas também o completo despreparo das autoridades. O Governo do Estado fechou a unidade de saúde e demitiu os profissionais sem nenhum tipo de aviso prévio. A população também não foi informada. Alguns dias depois foi anunciada uma “reforma” emergencial que mais parece desculpa.

Recentemente, um caso chamou a atenção da imprensa e revelou a dimensão da crise na Saúde: No dia 22 de janeiro, o senhor João Espíndola faleceu em São Luís. A imagem da filha dele, desesperada, empurrando a maca hospitalar pelas ruas do centro de São Luís, tomou as redes sociais maranhenses em um turbilhão de tristeza e revolta.

Espindola, infelizmente, representa a volta de uma das chagas de nosso estado que estava banida fazia anos: as procissões de ambulâncias do interior trazendo pessoas para a capital. Não para serem tratadas, mas para morrerem nas filas de hospitais superlotados que não possuem a capacidade de atender a todos os pacientes do estado.

Se em um passado recente os municípios do interior conviviam com inaugurações de hospitais, contratações de médicos e enfermeiros, verbas o suficiente para cuidar dos seus pacientes em suas cidades, hoje o que se constata são grandes e pomposas solenidades, divulgadas maciçamente pela mídia governista, para entrega de ambulâncias, ou seja, muita propaganda e poucas ações de uma política de saúde séria e eficiente.

Outro fato agravante da crise na Saúde: No dia 5 de fevereiro as maternidades da capital entraram em colapso. Dias após sofrer com o fechamento do hospital de Matões, o povo maranhense sentiu o descaso em relação às maternidades. Esse dia será lembrado na saúde como o dia em que maternidades RECUSARAM o atendimento a mães, crianças nascidas e ainda por nascer.

Tudo isto está acontecendo por causa da inoperância do governo, que permitiu o fechamento da maternidade Maria do Amparo. O mesmo governo que abandonou o Materno Infantil e o deixou impossibilitado de prestar atendimentos naquele dia. Caso semelhante ao da Maternidade Benedito Leite, que havia passado por uma greve de profissionais de limpeza e estava de portas fechadas.

O dia 5 de fevereiro foi de caos na maternidade Marly Sarney. Congestionada e com pessoas sendo atendidas em macas nos corredores, pessoas expostas e desamparadas sendo atendidas em cadeiras de plástico!

Enquanto idosos agonizam dentro de ambulâncias, bebezinhos se amontoam nos corredores das maternidades e o povo sofre decepcionado com a queda de atendimento nas UPAS, o governador tem como principal ocupação as provocações ao presidente Jair Bolsonaro em suas redes sociais.

Também é lamentável a situação de nossos médicos e profissionais da saúde. Que agora convivem com o medo de perda do diploma. Porque nós bem sabemos que quando acontecer uma tragédia, e se persistir o descaso ela irá, o governo irá culpar os profissionais da saúde em vez de reconhecer sua falha como gestor da Saúde, deixando um legado de hospitais regionais fechados, maternidades agonizando e UPAs sem medicamentos, enfim, a saúde do Maranhão está na UTI.

Adriano Sarney
Deputado Estadual, Economista com pós-graduação pela Université Paris (Sorbone, França) e em Gestão pela Universidade Harvard.

Foto: Reprodução

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Edivaldo implanta melhorias no Socorrão II

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Desde a primeira quinzena deste mês, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal Dr. Clementino Moura, o Socorrão II, conta com novas vagas implantadas pela gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior como parte das ações de reestruturação do sistema de saúde de São Luís. A nova ala na UTI dinamiza o atendimento hospitalar de urgência e emergência voltado à população ludovicense e maranhense, já que o pronto-socorro recebe pessoas de todo o Estado.

“A gestão do prefeito Edivaldo tem empreendido grande esforço para atender às demandas da população e ofertar a cada dia mais serviços e com mais qualidade. Apesar de todas as dificuldades e crise na saúde pública em escala nacional, São Luís tem avançado e essa nova ala, com oito leitos disponíveis, com toda certeza agilizará o atendimento de urgências e emergências. É um avanço na medida em que, em outros municípios e unidades da Federação, o que se observa são unidades fechando as portas, causando grandes transtornos para pacientes e familiares”, destaca o secretário municipal de Saúde, Lula Fylho, durante visita esta semana às novas instalações do Socorrão II.

Durante a visita, Lula Fylho conversou com a equipe de médicos e enfermeiros na nova ala e ressaltou que o hospital, que já disponibilizava 19 leitos, agora, com os oito recentemente colocados em atividade, terá 27 leitos de UTI funcionando plenamente. “Seguindo orientação do prefeito Edivaldo estamos trabalhando em todas as frentes, temos agora mais esses leitos da Unidade de Terapia Intensiva e vamos ampliar também os leitos clínicos, da estabilização e da ala vermelha. Atualmente no hospital temos obras executadas exclusivamente pela Prefeitura e outras em parceria com o Governo do Estado”, garantiu o secretário.

A diretora geral do hospital, Dorinei Câmara, relata que as novas vagas já ajudaram a melhorar a rotina na unidade. “Os pacientes que hoje ocupam os novos leitos, estavam na Ala Vermelha do Socorrão II. Quando foram remanejados, folgou a área e outros doentes puderam ocupar os leitos vazios, desafogando outras áreas do hospital. Acreditamos que a tendência, com o avançar das reformas, é que todo o atendimento seja aliviado”, explica a gestora.

Antes da nova ala, o hospital mantinha em funcionamento duas outras, ‘A’ e ‘B’. Coordenadora da UTI do Socorrão II, Sarah de Serra, revela que a Unidade de Terapia Intensiva do hospital recebe pacientes graves de vários municípios e o fato de ganhar mais vagas, fará toda a diferença no tratamento dos doentes. “Essa ampliação vai refletir positivamente na saúde de todos os pacientes”, esclarece a servidora.

Projeto Lean nas emergências

Todas as reformas na unidade de saúde fazem parte de amplo projeto de modificação de fluxos e serviços de urgência no Hospital Municipal Dr. Clementino Moura. Para a execução dessa iniciativa, a Prefeitura de São Luís conta com a consultoria de uma equipe do Hospital Sírio Libanês, por meio do projeto Lean nas Emergências que faz parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (PROADI-SUS) para o triênio de 2018 a 2020. A iniciativa visa promover melhorias no atendimento hospitalar de urgências e emergências da população brasileira que utiliza o sistema público de saúde.

Foto: A. Baeta

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Faltam leitos em UTI na rede pública no MA

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A Defensoria Pública Estadual do Maranhão (DPE/MA) recebe por dia, uma média de cinco pedidos judiciais que determinam a internação de pacientes em leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em hospitais da rede pública municipal e estadual.

De acordo com o defensor público Cosmo Sobral, a morosidade do governo em cumprir determinadas ações é frequente e atrasa o andamento das solicitações. “o que temos vislumbrado na prática é o aumento crescente por leitos de média e alta complexidade. E geralmente os leitos de UTI são os mais demandados aqui nos períodos de plantão tanto durante o dia quanto especialmente durante a noite”, conta.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) afirma que na central de regulação de saúde do estado não há um número oficial da lista de pacientes que esperam por uma vaga de UTI. Segundo o coordenador da central, o atendimento depende do quadro do paciente e da sua especificidade.

“Em algumas situações, nós temos casos de pacientes que precisam de uma determinada especialidade que naquele momento às vezes não tem a vaga. E para isso a gente trabalha, nós temos uma central integrada de leitos que estão em parceria com hospitais estaduais e municipais”, diz Egídio de Carvalho, coordenador da central de regulação.

Espera por uma vaga

Nessa quarta-feira (25), uma senhora de 68 anos diagnosticada com um tumor na cabeça, foi transferida da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no bairro Vinhais em São Luís para a UTI de um hospital na capital. A transferência só ocorreu 48 horas após a determinação da Justiça que havia dado ao estado um prazo de 12 horas.

Segundo o filho da paciente esta é a segunda vez somente este ano, que a aposentada precisou de um leito na UTI e a família foi obrigada a recorrer na justiça para conseguir uma vaga. “É muito angustiante e desgastante”, diz Carlos Sérgio.

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Cândido Mendes recebe nova ambulância

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Cândido Mendes é contemplada com a entrega de uma ambulância através do Governo Estadual

O prefeito de Cândido Mendes, Mazinho Leite (PP) participou na segunda-feira (17), da entrega de ambulâncias feitas pelo Governo do Estado a vários municípios maranhenses, a solenidade foi realizada no Palácio dos Leões. O novo veículo entregue ao gestor municipal vai ajudar na melhoria do sistema municipal de Saúde.

O Governo do Estado investiu R$ 160 mil por cada ambulância – adquiridas por meio de emendas parlamentares e recursos do Tesouro Estadual – que são equipadas com duas macas, duas pranchas, um umidificador, cadeira de rodas, cilindro e bala de transporte para oxigênio – em caso de atendimento fora do veículo, respirador, monitor cardíaco, desfibrilador e medicamentos. Possuem ainda sistema de monitoramento contínuo, para prestar socorro a pacientes potencialmente graves ou com descompensação no sistema orgânico.

Os veículos têm capacidade para socorro no atendimento como Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e semi UTI, podendo se transformar em Unidade de Suporte Avançado (USA).

O prefeito de Cândido Mendes, Mazinho Leite, explicou que o município estava há dois anos sem ambulância, e o transporte dos pacientes era feito de modo precário. “Essa ambulância hoje ela vai dar um impacto muito grande, pois Cândido Mendes estava sem ambulância, passando momentos muito difíceis”, comemorou o gestor.

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Edivaldo amplia leitos da UTI do Socorrão I

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SocorraoUTI

Como parte da reestruturação da rede de urgência e emergência, determinada pelo prefeito Edivaldo, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus), já colocou em funcionamento a nova UTI do Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I). Desde o início da semana, a rede hospitalar da capital maranhense conta com mais 10 leitos de UTI, resultado do investimento feito pela Prefeitura de São Luís com a reforma do hospital.

“A nova estrutura do Hospital Djalma Marques passa a contar com 20 leitos de UTI. O nosso objetivo é ofertar para a população estratégias e políticas de atendimento cada vez mais eficientes”, disse o prefeito Edivaldo.

A obra ainda está em andamento, mas as instalações da Unidade de Terapia Intensiva foram concluídas, equipadas e ocupadas, resultando na duplicação da capacidade da UTI do Socorrão I.

A secretária municipal de Saúde, Helena Duailibe, destaca a importância do investimento feito para ampliar a oferta de leitos para tratamento intensivo.

“A determinação da gestão foi aumentar a capacidade de atendimento e instalar uma infraestrutura moderna que está trazendo mais qualidade, segurança e garantia de melhor assistência aos pacientes”, afirmou.

A reforma do Socorrão I vai resultar também na inauguração de um espaço com quatro leitos, para atendimento especializado de urgências buco maxilares, serviço inédito na rede pública de saúde. Além disto, está sendo feita a recuperação do telhado, centro de material, farmácia e revitalização das estruturas elétrica e hidráulica de todos os ambientes e já foi iniciada a reforma física da área vermelha.

O Hospital Municipal Djalma Marques realiza uma média de 12 mil atendimentos mensais em urgências clínicas, cirúrgicas, ortopédicas, neurológicas e neurocirúrgicas, e desde 2006 não passava por reformas físicas.

Foto: Maurício Alexandre

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Golpe na UTI

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golpehospital

Um novo tipo de golpe por telefone está sendo aplicado em São Luís. As vítimas, nesse caso, são escolhidas pelos criminosos por que já estão fragilizadas como foi o caso da representante comercial Jamile Nascimento, que está com o pai internado no hospital São Domingos.

Os golpistas ligaram para o celular da mãe da vítima na manhã desta segunda-feira (18). Do outro lado da linha, o bandido finge que é médico e pergunta sobre o estado de saúde do paciente para dar continuidade à conversa. Até chegar ao ponto de pedir dinheiro.

O criminoso segue, dizendo que para curar o “paciente” é preciso comprar um medicamento direto do laboratório por meio de um depósito em dinheiro. Jamile foi correndo até uma casa lotérica fazer a transferência de R$ 700.

“Disseram que ele (pai) estava com hemorragia muito grave e que precisava de uma medicação com urgência. Que a gente não poderia esperar porque senão ele iria morrer. Aí fizemos  transferência no valor de R$ 700”, contou Jamile.

A conta era no nome de Erval de Oliveira Braga, que segundo o que foi informado na legação, era um dos médicos que faria a cirurgia de urgência. Mas tudo não passava de um golpe.

“Eles sabiam nosso endereço, sabiam nosso telefone, sabiam que o paciente estava na UTI, nome do médico. Sabiam vários dados do paciente. É de se desconfiar que alguém passou informação para alguém”, observou.

assessorhospital
A direção do hospital disse à família que esse golpe já aconteceu com outros pacientes e orientou aos familiares que registrassem um boletim de ocorrências na Delegacia de Defraudações para que o caso seja investigado. O hospital não descarta a participação de funcionários no golpe. A direção do hospital disse, ainda, que vai colaborar com as investigações da polícia.

“É importante que os clientes entrem em contato com o hospital antes de tomar qualquer medida para evitar esse tipo de golpe”, disse o assessor jurídico do hospital São Domingos, Marlon Martins.

A filha de uma paciente da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do mesmo hospital, que preferiu não ser identificada, conta que também recebeu uma ligação e só não foi vítima porque estava no local e se ofereceu para falar pessoalmente com o suposto médico que estava ligando.

“Ele se identificou com o nome de um dos médicos do hospital. Aí  me disse que tinham ficado os exames prontos e que ele queria conversar com a gente. Aí falei que estava no hospital e que podia conversar agora. Aí a própria enfermeira viu que a ligação nem era daqui de São Luís”, contou.

Os celulares de onde as ligações foram feitas são de Mato Grosso do Sul. Para a polícia, pode haver envolvimento de presos, como em outros golpes aplicados pelo telefone.

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Crianças são transferidas

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As últimas crianças que ainda estavam internadas no Hospital da Criança, no bairro da Alemanha, em São Luís, foram transferidas para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa na manhã desta quarta-feira (22).

Ao todo, foram nove que estavam internadas na UCI e outras seis da ala verde, onde ficam pacientes em estado grave. Para o transporte das crianças foram utilizadas duas ambulâncias equipadas com UTI.

Outras 47 crianças já haviam sido transferidas no último domingo para a Santa Casa e Hospital Benedito Leite. Na segunda-feira, três crianças também foram transportadas.

A UTI da Santa Casa começou a funcionar nesta quarta-feira. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Semus), a unidade estava inativa pela falta de profissionais para atuarem no hospital. Com o fechamento parcial do Hospital da Criança, os profissionais também foram transferidos para a Santa Casa.

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Lisboa deixa UTI

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Sarney melhora

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Logo após seu pronunciamento na cidade de Presidente Sarney, durante o Governo Itinerante, nesta quarta-feira (14), a governadora Roseana Sarney (PMDB) confirmou que o senador José Sarney já deixou a unidade semi-intensiva e está em um apartamento do Hospital Sírio Libanês,  em São Paulo.

“Antes de vir pra cá, recebi essa ligação confirmando que ele já está no apartamento, o que me deixou muito feliz. Agora todos estamos mais tranquilos”, afirmou a governadora.

José Sarney, de 83 anos, foi internado do dia 28 de julho, no hospital UDI, após se sentir mal durante o casamento de uma de suas netas. Ele chegou em São Paulo no dia 31 de julho, onde permaneceu por alguns dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do Sírio Libanês.

No último boletim médico, divulgado no dia 7 de agosto, o senador José Sarney foi diagnosticado com dengue aguda e apresentou quadro de pneumonia bacteriana. Sarney está sendo atendido pelas equipes dos Profs. Drs. David Uip, Roberto Kalil Filho e Carlos Gama, este último, integrante do Hospital UDI.

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