Senadores comentam declaração de Bolsonaro

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Os três senadores maranhenses se manifestaram nas redes sociais após declaração polêmica do presidente da Replública Jair Bolsonaro (PSL), no Palácio do Planalto.

Sem perceber que estava sendo gravado, o presidente Jair Bolsonaro afirmou; “O governador de Paraíba é pior que esse do Maranhão. Não tem que ter nada com esse cara”.

A senadora Eliziane Gama (PPS) classificou o episódio como ‘zenofobia’. “Xenofobia. Absurdo, a ainda mais vindo do presidente da República. Temos o melhor governador do Brasil”, escreveu.

“Como maranhense, como mãe nascida e criada no MA e como parlamentar eleita pelo meu Estado, não aceitarei de forma alguma que nosso Estado seja prejudicado por “estultice ideológica”. É hora de o presidente descer do palanque, parar de gerar crises em série e governar o país”, acrescentou Eliziane Gama.

O senador Weverton Rocha (PDT) também criticou a declaração de Bolsonaro e disse que o presidente deveria manter pelo menos relação institucional com os estados. “Essa atitude é um desrespeito ao povo brasileiro. Flávio Dino e João Azevedo Lins são governadores eleitos e representam seus estados. O presidente deveria manter uma relação institucional e republicana com os governadores. independente de sua ideologia. Se não o faz, erra feio”, disse.

O senador Roberto Rocha (PSDB) saiu em defesa do presidente Jair Bolsonaro e criticou o governador do Maranhão que, segundo Rocha a 6 meses agride o presidente que apenas respondeu. “Flávio Dino, tentando ocupar espaço na extrema esquerda, achando que o PT acabou, agride o presidente todo dia o dia inteiro, durante 6 meses. Claro, torce pelo quanto pior melhor. Aí Bolsonaro responde, é retaliação, é perseguição, é anti-republicano. Alguém pode explicar???”, disse Roberto Rocha.

Foto: Reprodiçào / redes sociais

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Sobre o futuro…

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Por Joaquim Haickel

Gosto de conjecturar sobre política, mesmo que isso desagrade a algumas pessoas que não concordam com minhas análises e não são capazes de entender que meus comentários são provenientes de minhas percepções sobre os cenários políticos, baseados nos sintomas advindos deste setor e nas informações recebidas de fontes confiáveis e respeitáveis.

O que tenho notado de mais importante no panorama político do Maranhão é a mudança forçada de atitude do governador Flávio Dino.

Flávio passou todo o tempo de seu primeiro mandato como se na verdade estivesse na oposição, o que lhe garantiu certa invulnerabilidade quanto às críticas e aos ataques a si e a seu governo, durante aquele primeiro tempo.

Agora, tendo começado o segundo tempo do jogo, ele parece ter sido obrigado a voltar do vestiário com outra estratégia para a etapa complementar da peleja.

Falar de Flávio Dino exige que se fale de seus adversários, mesmo que em apenas um parágrafo, só para uma breve citação. Flávio não conseguiu e jamais conseguirá destruir o homem que ele imagina que é seu adversário. José Sarney. Digo isso pelo fato de Sarney não ser realmente seu adversário. Sarney foi vencido sim, mas pelas mudanças ocorridas dentro de seu próprio grupo, não por Flávio Dino. O posto de adversário de Flávio coube à filha do ex-presidente. Ela sim, Dino realmente derrotou! Duas vezes! A primeira por omissão, através de um preposto que jamais deveria ter assumido esta incumbência, Lobão Filho, e a segunda em pessoa, coisa que eu jamais pensei que ela o fizesse, e que por ter tido essa coragem, tem o meu respeito.

O Maranhão hoje tem em Flávio Dino seu novo comandante, com direito a tudo o que o título traz em si. Continências e bajulações, além de grandes responsabilidades.

O privilégio do comando acarreta grandes encargos e por isso o Flávio Dino deste segundo tempo está envergando outra equipagem, outro figurino, algo mais leve, mais palatável…

Desde o início, Flávio montou seu grupo nos escombros dos grupos de dois ex-governadores que o antecederam, Jackson Lago e José Reinaldo Tavares. Depois, esticou mais um pouco, metaforicamente falando, os longos braços do poder e levou para si correligionários mais distantes e menos prestigiados de Roseana e Lobão. Com esse elenco montou seu time. Devo reconhecer que tem peças boas, caso de Ted Lago, Felipe Camarão, Carlos Lula, Marcellus Ribeiro entre outros.

Herdou de Jackson quase todo o PDT. De Zé Reinaldo, herdou seu sobrinho, Marcelo Tavares e seu fiel escudeiro, Carlos Brandão, a quem confiou a gerência do palácio e o segundo posto da hierarquia do grupo, respectivamente. De seu mesmo, só o amigo de longas datas, camarada comunista, responsável pelas operações políticas e comunicativas, o hoje deputado federal Marcio Jerry, filho do meu bom amigo João Francisco.

Pergunto-me como em tão pouco tempo esses camaradas chegaram onde hoje estão!?… A única resposta que encontro é que foi graças à incompetência de seus adversários!…

E ainda me perguntam o que vai acontecer!… Ora bolas, do jeito que as coisas estão o grupo de Flávio Dino vai fazer barba, cabelo, bigode… Mas não fará contorno! Deve eleger o próximo governador, que deve ser Brandão, (o PDT de Weverton vai lutar para indicar o vice, Othelino ou Edivaldo); o senador será o próprio Dino (se não for aventurar-se numa possível candidatura presidencial); e mais de dois terços das representações legislativas em âmbito estadual e federal.

Ele só corre um sério risco de derrota em todo esse cenário: a prefeitura de São Luís! Esta parece estar destinada a ser comandada por Eduardo Braide, o que de todo não é ruim para o grupo do governador, pois a possibilidade de sucesso de um administrador da capital maranhense é mínima.

O que vai acontecer na política do Maranhão!? Não precisa ser mágico para saber! Basta olhar!…

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Senado: Weverton, 35%; Eliziane, 34%

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Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (4) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o Senado no Maranhão:

Weverton Rocha (PDT): 35%
Eliziane Gama (PPS): 34%
Sarney Filho (PV): 25%
Edison Lobão (MDB): 23%
Zé Reinaldo (PSDB): 10%
Alexandre Almeida (PSDB): 5%
Saulo Pinto (PSOL): 4%
Samuel de Itapecuru (PSL): 3%
Preta Lú (PSTU): 2%
Saulo Arcangeli (PSTU): 2%
Iêgo Bruno (PCB): 1%
Branco/Nulo – Vaga 1: 12%
Branco/Nulo – Vaga 2: 20%
Não sabem: 24%

Sobre a pesquisa

Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
Quem foi ouvido: 1.008 eleitores
Quando a pesquisa foi feita: 2 a 4 de outubro
Registro no TRE: MA-07570/2018
Registro no TSE: BR-03151/2018
Contratante da pesquisa: TV Mirante
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro
0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

Leia no G1

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Senado: Lobão 25%; Sarney Filho 23%; Eliziane 23%

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Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (19) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o Senado no Maranhão:

Edison Lobão (MDB): 25%
Sarney Filho (PV): 23%
Eliziane Gama (PPS): 23%
Weverton Rocha (PDT): 20%
Zé Reinaldo (PSDB): 12%
Alexandre Almeida (PSDB): 4%
Preta Lú (PSTU): 2%
Saulo Pinto (PSOL): 2%
Samuel de Itapecuru (PSL): 2%
Saulo Arcangeli (PSTU): 1%
Iêgo Bruno (PCB): 0%
Branco/Nulo – Vaga 1: 17%
Branco/Nulo – Vaga 2: 30%
Não sabem: 38%

A pesquisa foi encomendada pela TV Mirante. É o segundo levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

No levantamento anterior, feito de 20 a 22 de agosto, os percentuais de intenção de votos eram os seguintes: Edison Lobão (MDB): 27%; Sarney Filho (PV): 26%; Eliziane Gama (PPS): 17%; Zé Reinaldo (PSDB): 13%; Weverton Rocha (PDT): 11%; Alexandre Almeida (PSDB): 6%; Preta Lú (PSTU): 3%; Saulo Pinto (PSOL): 3%; Samuel Campelo (PSL): 2%; Saulo Arcangeli (PSTU): 2%; Iêgo Brunno (PCB): 1%; Brancos/nulos – vaga 1: 20%; Brancos/nulos – vaga 2: 31%; Não sabem: 37%.

Sobre a pesquisa

Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Quem foi ouvido: 1008 eleitores.
Quando a pesquisa foi feita: Entre 16 e 19 de setembro.
Registro no TRE: MA-06667/2018.
Registro no TSE: BR‐07474/2018.
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.
0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado.

Leia no G1

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Veja ranking dos melhores e os piores deputados

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Levantamento exclusivo realizado pela ONG Ranking dos Políticos, que atua na fiscalização da gestão dos parlamentares brasileiros, aponta que os deputados federais e senadores do Maranhão faltaram 777 vezes nas sessões do Congresso entre 2015 e 2018. Do total de faltas, 204 delas não foram justificadas até o momento. O mais ausente foi o deputado federal Junior Marreca (Patriotas), que faltou 94 vezes das 395 sessões realizadas. Por outro lado, o deputado Cleber Verde (PRB) esteve ausente apenas em três sessões, sendo uma delas justificada.

O Ranking dos Políticos também mostra que os congressistas maranhenses gastaram R$ 29.601.805,28 entre cotas e verbas indenizatórias até o presente momento do mandato. Somente com combustível e lubrificantes, os deputados e senadores do estado gastaram R$ 1.618.614,13. Ao todo, os parlamentares brasileiros nas duas casas gastaram cerca de R$ 60 milhões com esse tipo de despesa no período.

Já no âmbito geral – de acordo com as avaliações do Ranking dos Políticos – o Maranhão conta com os deputados Pedro Fernandes (PTB), Hildo Rocha (MDB) e Cleber Verde (PRB) entre os 100 melhores do País. Já os deputados Weverton Rocha (PDT), Rubens Pereira Júnior (PCdoB), Zé Carlos (PT) e Junior Marreca (Patriotas) figuram nas piores colocações do ranking estadual e, consequentemente, nacional.

Sobre o Ranking dos Políticos

Ranking dos Políticos atua na classificação e compliance do setor público por meio de ferramentas tecnológicas compiladas pelo Portal da Transparência e informações públicas de parlamentares brasileiros. Os critérios utilizados pelo Ranking são absolutamente técnicos, levando em conta fatores como assiduidade, gastos da cota parlamentar, processos judiciais e atuação legislativa. Todas as informações publicadas no Ranking são públicas, disponíveis nos sites oficiais do Senado e da Câmara dos Deputados e dos Tribunais de Justiça.

Fotos: Agência Câmara

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