Edivaldo entre os 20 melhores do Brasil

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edivaldo

O prefeito Edivaldo está entre os 20 melhores gestores municipais do Brasil no que tange à adoção de práticas inovadoras e que estimulem o empreendedorismo e o desenvolvimento econômico.

O reconhecimento foi divulgado na 9ª edição do prêmio Prefeito Empreendedor, realizado pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

A edição nacional da premiação foi realizada esta semana em Brasília e contou com a partipação de cerca de 1.800 prefeitos de todas as regiões brasileiras.

O prefeito Edivaldo participou da premiação na categoria “Pequenos Negócios no Campo”. O projeto “Fomento aos negócios do Campo”, desenvolvido pela Prefeitura de São Luís, está inserido no contexto do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), de iniciativa do governo federal e executado em parceria com estados e municípios.

Coordenado pela Secretaria Municipal de Segurança Alimentar (Semsa), o projeto conta com articulações também junto às secretarias de Criança e Assistência Social (Semcas) e Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa), Planejamento e Desenvolvimento (Seplan), além da Defesa Civil, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFMA) no abate do plantel de frango; e do Programa “Mesa Brasil” do Sesc. Em março deste ano, o projeto foi o vencedor da etapa estadual da premiação.

EdivaldoecamilaDesde a sua implantação, há cerca de nove meses, a iniciativa da Prefeitura de São Luís contabiliza cerca de 300 agricultores cadastrados e mais de 30 mil pessoas beneficiadas. A partir da compra da produção de agricultores locais, o projeto beneficia pessoas em situação de insegurança alimentar com a entrega de cestas de alimentos. Assim, a Prefeitura proporciona tanto o acesso à alimentação saudável e concede dignidade e qualidade de vida para quem mais precisa; quanto aumenta a renda dos produtores do campo, estimulando o pequeno empreendedorismo e, por consequência, a geração de novos postos de trabalho no campo.

São Luís é a única capital brasileira com reconhecimento do Sebrae na área dos negócios no campo. Para o prefeito Edivaldo, esse é um fator que reforça o caráter pioneiro e ousado do projeto.

“Trata-se de um projeto ousado. Em tempos marcados pela industrialização, buscamos no pequeno produtor rural uma caminho de desenvolvimento da nossa cidade. Por meio deste programa, trabalhamos para levar alimento à mesa de quem mais precisa, promovendo dignidade e melhorando a vida das pessoas, tanto na zona urbana quanto no meio rural. Para nós, é motivo de grande alegria o reconhecimento do Sebrae, que nos colocou entre os vinte primeiros num universo de quase dois mil gestores municipais. É um sinal do sucesso desta iniciativa que foi implantada pela nossa gestão”, dsse o prefeito Edivaldo.

Fotos: A. Baeta

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É preciso muita tranquilidade e frieza

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SampaioeVasco

A derrota por goleada por 4 a 0 para o Vasco na estreia do Sampaio, no Campeonato Brasileiro Série B não estava nos planos de nenhum torcedor, mas não vejo razão para tanta preocupação.

Na verdade, o Sampaio é um time em formação, pois a diretoria alega que não teve condições financeiras para manter a boa base da equipe que tinha no ano passado e teve que remontar a equipe.

Trouxe inicialmente o técnico Marcelo Chamusca que não deu certo. Teve que mudar de treinador e apostou de novo em Petkovic.

Além disso, com o time com uma campanha apenas regular no Campeonato Maranhense, o Sampaio teve que contratar vários jogadores que sequer jogaram.

É claro que foi apenas a primeira rodada, mas vale o alerta desde agora. O Sampaio tem problemas em todos os setores da equipe e precisa mais do que nunca de muito trabalho para que o time possa entrar em ritmo.

Conheço bem poucos dos jogadores que chegaram, mas prefiro aguardar que joguem primeiro para analisar melhor, mas acredito que será necessário qualificar o time um pouquinho mais.

As duas próximas rodadas, contra o Avaí fora e o Paraná no Castelão serão determinantes. A partir daí, a diretoria terá uma noção real do que pode acontecer.

A hora é de tranquilidade e frieza, pois a competição ainda está começando e acredito realmente que o Sampaio vai se recuperar e repetir as duas boas campanhas que fez até aqui na Série B.

É isso que todos nós esperamos.

Foto: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

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Obra dará mobilidade na região do Turu

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PaiInacio

As obras na ponte Pai Inácio – que interliga a rua General Artur Carvalho, localizada no Turu, à travessa Nossa Senhora da Vitória, no Parque Vitória – já estão fazendo com que os moradores daquela região comecem a perceber a transformação social e econômica que ocorrerão com a melhoria da mobilidade urbana.

Com a conclusão prevista para o fim deste mês, a obra integra o Programa Interbairros – um conjunto de 14 intervenções urbanísticas na capital realizadas por meio de parceria entre a Prefeitura de São Luís e o governo do Estado.

O prefeito Edivaldo destacou que a proposta do Programa Interbairros visa não só amenizar congestionamentos nas grandes avenidas, mas também assegurar à cidade um plano de desenvolvimento urbano com reflexos positivos do ponto de vista socioeconômico.

“O processo de urbanização reflete as condições de desenvolvimento da cidade. Nesse sentido, estamos trabalhando para que São Luís seja uma capital na qual as pessoas se sintam bem, tenham qualidade e possam, inclusive, ter rendimentos próprios que possibilitem que elas usufruam de uma vida digna”, disse o prefeito Edivaldo.

A ação municipal na ponte Pai Inácio avança em ritmo acelerado. Na última semana, foi iniciado o serviço de asfaltamento da ponte, coordenado pela Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) e pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra). A ponte é apenas uma parte da interligação que está sendo construída entre a Estrada da Maioba e a Avenida dos Holandeses.

A via alternativa de tráfego assim criada vai ajudar a desafogar o tránsito em várias grandes avenidas e diminuir distâncias entre bairros de São Luís. Com 8.565 metros de extensão, a Interbairros Maioba/Holandeses é considerada a intervenção mais expressiva do programa. A via parte da Estrada da Maioba, passando pela Avenida 2, no Itapiracó, cruzando a Ponte Pai Inácio, no Turu, e pela Alameda Jaú, na Divineia.

A obra vai favorecer moradores de bairros como Divineia, Vila Luizão, Santa Rosa, Parque Vitória, Sol e Mar, Cohab e Cohatrac. Ao longo da ponte do Pai Inácio já foi instalada iluminação pública pela Prefeitura de São Luís.

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A liberdade que cada torcedor tem…

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TorcidaVasco

Uma discussão tola toma conta das mídias toda vez que o grande clube nacional vem ao Maranhão para uma partida de futebol.

Foi assim, ontem, mais uma vez quando da realização da partida entre Sampaio e Vasco pelo Campeonato Brasileiro Série B.

“Torcedores do Sampaio”chegaram a usar uma faixa onde apontava para a torcida do Vasco com a frase: “Vergonha do Nordeste”. Não pode um maranhense torcer por um outro time, senão o Sampaio?

Acho essa discussão boba demais. Já disse aqui que ninguém é obrigado a torcer por um time do Maranhão somente porque mora aqui. Onde está escrito isso?

O torcedor na minha opinião é livre. Ele pode torcer para Sampaio, Vasco, Moto, Flamengo ou para o clube que quiser. Deve ir ao estádio, torcer pelo seu clube e respeitar o direito dos outros torcedores.

Ontem, o torcedor do Sampaio reclamava da quantidade de “maranhenses”ou não, mas todos brasileiros que torciam pelo Vasco, mas assistia a tudo passivamente. Ora, reclamem, mas incentivem o Sampaio também e procurem abafar a torcida adversária.

Os “torcedores vascaínos” gritavam e incentivavam o time Carioca. Mas vamos começar por aqui. Esses mesmo que reclamavam porque estavam sentados tranquilos e não gritavam o nome do Sampaio?

A lição que tiro de ontem é outra. Como é que uns 10 mil Vascaínos conseguiram abafar o grito de quase 30 mil torcedores do Sampaio? Isto sim é que precisa ser analisado. Não pode o torcedor do Sampaio em grande maioria do estádio não incentivar o seu próprio time.

Além disso, o mesmo torcedor que reclama a “invasão de torcedores do Vasco” é o mesmo que só vai ao estádio nos grandes jogos e mesmo assim se comportam como se estivessem em um teatro.

Por exemplo, não vi esse torcedor do Sampaio que tanto reclama encher o Castelão na Copa do Brasil contra Inter de Lajes e Figueirense. Pelo contrário, o público foi decepcionante.

Esse mesmo torcedor do Sampaio que reclama é o mesmo que não apoia o time nesta temporada. Mesmo no Campeonato Maranhense perde para o Moto em média de público nos estádios.

Que essa discussão tola não vá adiante e que os torcedores do Sampaio comecem a se preocupar em ajudar o seu próprio time lotando o Castelão sem se preocupar com quem vai torcer para os outras.

Que o torcedor do Sampaio faça a sua parte, pois o time está precisando e muito. Que continue lotando o estádio como fez ontem e que jogue com o time porque ontem não jogou.

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Mais do mesmo

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joaquimhaickelPor Joaquim Haickel

O processo de impeachment é de natureza eminentemente política, tendo, no entanto, obrigatoriamente, que se basear em lastro jurídico.

Por causa da natureza ambígua de seu objeto fático, algo proveniente de mera manifestação da vontade política, com pressuposto regramento legal, fica complicado definirmos o que configura, sem que sobreviva a menor dúvida, um crime de responsabilidade, capaz de levar um presidente da Republica a perder o mandato que lhe foi outorgado pelo povo, nas urnas.

Que fique bem claro que uma coisa é a eleição que coloca o governante no poder, outra coisa é a destituição deste governante por cometimento de irregularidade suficiente para tanto. As duas coisas podem coexistir e coexistem em nossa Constituição, sem que nenhuma supere a outra em legalidade.

Se no Direito Penal a dúvida deve ser contabilizada em favor do réu, no caso do processo de impedimento de um agente público, essa lógica deve ser invertida, pois desses agentes esperamos a mais completa correção e a indispensável lisura no trato da coisa pública. Logo, a instauração de um processo dessa natureza deve ser acatada, a menos que não haja o menor indício para tanto.

O que parece cristalino para mim é turvo e opaco para outras pessoas. Observados através de filtros ideológicos, políticos e partidários, coisas que para uns são tão nitidamente aceitáveis do ponto de vista jurídico e legal, para outros são absurdos que subvertem o estado de direito, abalam os alicerces da República e comprometem a democracia.

Quem está certo!? A resposta a essa pergunta resultará consequentemente na constatação do erro de alguém!?

Em meio a tudo isso, sentimentos abomináveis afloram. Intolerância, sectarismo, maniqueísmo, preconceitos de diversos matizes, autoritarismo, cinismo, hipocrisia…

Aprendi muito cedo que se deve sempre conversar, dialogar, debater, discutir… Todas essas gradações crescentes da função parlamentar que tanto prezo. Vejam que não usei os verbos insultar, cuspir, agredir ou brigar!

Digo isso para comentar a horrível sessão do plenário da Câmara dos Deputados que aprovou a continuidade do processo de impeachment e seu envio ao Senado Federal. Foi uma das cenas mais constrangedoras que eu já presenciei e confesso que ela quase faz perder o brilho de ver a lei sendo cumprida.

Quanto ao processo político em si, acredito que tenha ficado claro para muita gente, da mesma forma que ficou para mim, o fato de os apoiadores da presidente Dilma Rousseff terem construído em “benefício” dela, uma defesa utópica, baseada por um lado, na vitimização do réu, e por outro, na utilização midiática dessa bandeira, o tal do “golpe”! Bandeira essa que foi desfraldada inicialmente na intenção de garantir o apoio da militância em torno de uma causa praticamente indefensável.

A alegação de que a imprensa mobilizou-se, orquestradamente, de comum acordo com a oposição, era apenas mais um capítulo da novela cujo enredo apresentava a tese recorrente de golpe geral, onde todos que se posicionavam contra os interesses do governo, eram e são golpistas, fascistas, e estavam lutando para reverter as conquistas sociais que os governos do PT implementaram em nosso país. Com isso usavam o medo como arma de convencimento, como já haviam feito antes, na época da eleição.

Dilma e seus correligionários usaram dois tipos de argumentos em sua defesa: A negação da existência de crime de responsabilidade e a alegação de que outros agentes públicos cometeram as mesmas irregularidades elencadas na ação pelos denunciantes.

Foram de certa forma, infantis. Era como se dissessem algo do tipo: “Papai, faz um tempo, peguei um dinheiro em sua carteira, mas ontem recoloquei no lugar!”, e “Mamãe, eu bati no meu coleguinha hoje, mas fulano também bateu!”.

Isso tudo, pouco importa agora. O que realmente importa é que o novo governo possa agir no sentido de recuperar a economia de nosso país, possa trabalhar para gerar empregos e fazer retornar a credibilidade do Brasil a patamares aceitáveis no contexto das nações.

*Joaquim Haickel é advogado e ex-deputado federal e estadual

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