Sabotagem da inteligência

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Dois meses depois do circo armado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) para tirar o foco da incompetência do governo no caso do rompimento de uma peça da nova adutora do Italuís – a tal conexão em “Y” –, o assunto foi encerrado sem muito alarde pelos comunistas.

Em entrevista à Rádio Timbira, veículo oficial do Palácio dos Leões, o atual presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), Carlos Rogério, garantiu que o novo sistema será religado no início de março.

E revelou mais: o rompimento da peça não foi obra de qualquer sabotagem – como alguns membros do Executivo chegaram a sustentar -, mas de erro em sua confecção mesmo.

Segundo Rogério, isso já está comprovado. O que joga por terra a tese que o próprio Flávio Dino reforçou, ao envolver até a Polícia Civil na “investigação” do caso.

Como já se sabia, o comunista tentou, mais uma vez, apenas sabotar a inteligência dos maranhenses.

Estado Maior

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Mea culpa da Caema

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A decisão da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), de dar descontos para alguns consumidores de água ligados do Sistema Italuís, é uma decisão louvável. Mas encerra em si um mea culpa da empresa, protagonista de uma das maiores lambanças institucionais, no sábado, 9, ao deixar quase 160 bairros da capital maranhense sem água por seis dias.

Ao tentar ligar o novo projeto Italuís – desenvolvido no governo Roseana Sarney (PMDB) e entregue praticamente pronto para o governo Flávio Dino (PCdoB) apenas fazer a conexão dos canos -, a Caema acabou por gerar um caos ao consumidor de água. Uma mudança no projeto, determinada no governo comunista, alterou as plantas das adutoras, com novos conectores, que acabaram não funcionando.

A decisão da Caema reconhece que a empresa errou, mas não encerra o assunto. O governador Flávio Dino chegou a denunciar suposto boicote à operação, o que soou ridículo aos olhos de toda a sociedade.

E já há, inclusive, denúncia formal, do deputado Hildo Rocha (PMDB), acusando o próprio Flávio Dino pela lambança de sábado, já que partiu dele a decisão de mudar o projeto, provocando um aditivo de R$ 31 milhões na obra, que acabou sendo descartada, pelo menos a médio prazo.

Não há prazo para nova tentativa de religação do sistema; e o antigo, construído no governo João Castelo, está funcionando com retenção de vazão, para evitar novos rompimentos. Nada mais justo que a Caema indenizar a população prejudicada.

Estado Maior

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A prepotência comunista

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O caso da adutora do Sistema Italuis, que rompeu logo após ser inaugurada pelo governo estadual, no final de semana, mostra exatamente a característica principal da administração do governador Flávio Dino: a prepotência.

Mesmo dando continuidade a uma obra da gestão anterior, o comunista prefere não fazer qualquer referência nesse sentido. Pelo contrário, se apodera do trabalho de outro gestor afirmando para toda a população que é obra de seu governo. Além disso, faz uma divulgação sempre com a intenção de reduzir ao nada as gestões que lhe antecederam. E esse tipo de discurso é o comum para Flávio Dino.

No entanto, quando algo de errado acontece, o governador comunista mostra outra característica sua que é a humildade para admitir erros. Pelo que disseram os governistas, a inauguração da nova adutora foi uma determinação do governador Flávio Dino, segundo afirmou nota da Caema. Entretanto, quando houve o rompimento, a nota oficial da gestão muda o rumo da história.

Na nota, o governo coloca a culpa totalmente do vazamento nas empresas privadas contratadas. A obra inaugurada pelos comunistas era obra e graça de Flávio Dino não das empresas contratadas. O erro, não. Esse não.

Mas para uma gestão que nunca se desculpou pelo assassinato de um trabalhador em Vitória do Mearim, considerando-o como bandido pelo governo em nota oficial, imagina deixar a população de São Luís sem abastecimento de água.

 O Estado

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Covardia e despreparo de Flávio Dino

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Por Andrea Murad

Amadorismo e incompetência, além de covarde, a explicação de Flávio Dino para o desastre acontecido na ativação da nova adutora da Caema, projetada e construída na gestão do ex-deputado Ricardo Murad, no governo de Roseana.

Culpar as empresas privadas, que ganharam a licitação e construíram a obra com o acompanhamento da equipe técnica da Caema, apenas para se justificar perante a opinião pública, demonstra a falta de caráter e espírito de liderança do governador. Fosse o ex-deputado Ricardo Murad e o engenheiro João Moreira Lima, ex-presidente da Caema, a conduta seria outra. Uma tristeza para o Maranhão ter de aguentar tanta incompetência e cinismo.

Alteraram o projeto, fizeram aditivo de 25%, mudaram o local e a forma de conexão da nova adutora, e deu no que deu. Deveriam ter deixado a mesma equipe técnica, mas a vaidade de Flávio Dino não deixou. Isso é decorrência da gestão criminosa de Davi Teles. Pra este sim deveria chamar a polícia. Mas pra resolver a lambança que provocou, Flávio Dino deveria chamar quem entende, ou seja, a diretoria anterior, a equipe técnica e competente que concebeu o projeto desde o início dessa grande obra que hoje se transformou num verdadeiro pesadelo para milhares de moradores que estão há dias sem água.

A nova adutora, construída para melhorar o abastecimento de água de São Luís, que sofre há anos com a falta de água, agora não tem nem prazo para acontecer. Vamos continuar com a velha adutora. Tristeza.

*Andrea Murad é deputada estadual

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Últimas vistorias

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CostaRodrigues

A governadora Roseana Sarney (PMDB) cumpriu intensa agenda vistoria a obras que estão sendo executadas pelo Governo do Maranhão em São Luís.

Uma das obras vistoriadas foi o ginásio Costa Rodrigues cuja obra de reconstrução avançou bastante nos últimos dias. A entrega do novo ginásio aos desportistas será no dia 30 de dezembro, conforme adiantou o secretário de Desporto e Lazer (Sedel), Joaquim Haickel.

“É uma sensação maravilhosa, extraordinária. É um prazer poder entregar aos meus colegas Desportistas a praça que mais representa o esporte do Maranhão. Fico emocionado porque são quatro anos de luta, de trabalho. A Sinfra promete entregar a obra no dia 30 para a Sedel e repassaremos, imediatamente, para a administração das federações de basquete e de vôlei, que deverão realizar aqui os treinamentos destas modalidades”, destacou.

Acompanhada de Joaquim Haickel, a governadora Roseana visitou as instalações e aproveitou para cumprimentar diversos ex-atletas que marcaram presença e que fizeram história no esporte maranhense no ginásio Costa Rodrigues, dentre eles Silvana Teixeira, Telma Coelho e muitos outros.

“Acho que os meninos, os jovens vão ser muito bem assistidos aqui. Tenho certeza de que todo mundo vai gostar demais, principalmente quem vier aqui disputar uma partida”, comentou a governadora.

O novo Costa Rodrigues teve a quadra ampliada para que pudesse receber todas as modalidades e a capacidade de público será de 1.800 pessoas.

Roseana

Outras visitas

A governadora Roseana Sarney intensificou agenda de trabalho com inaugurações e vistorias a obras importantes, que deixará como legado da sua administração. Nesta terça-feira (9) ela iniciou a programação visitando a Adutora do Sistema Italuís, investimento de quase R$ 107 milhões que deve ser concluída em noventa dias e vai estabilizar o abastecimento de água em São Luís. “Vamos deixar essa adutora praticamente concluída. Esse problema de São Luís padecer de falta de água com essa adutora vai acabar”, disse Roseana.

Seguindo sua agenda de visita, a governadora  também vistoriou a obra de construção da Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) do Vinhais, a maior de São Luís, que soma-se a do Anil, que está em construção, e as do São Francisco e Bacanga, já em operação. Até fevereiro, a estação deverá entrar em operação. “Essa é outra obra que está praticamente concluída e que vai tratar de cerca de 50% do esgoto de São Luís. São investimentos de mais de R$ 600 milhões de reais que vão garantir o tratamento de quase 100% do esgoto da capital”, afirmou.

Fotos: Zeca Soares e Handson Chagas

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Ritmo acelerado

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italuis

As obras de substituição dos 19 km da adutora do Sistema Produtor Italuís, localizada no Campo de Perizes, se encontram em ritmo bastante acelerado e estão com 50% dos serviços concluídos. Foi o que afirmou o presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), engenheiro João Reis Moreira Lima.

O primeiro serviço iniciado após a assinatura da Ordem de Serviço pela governadora Roseana Sarney, em novembro de 2012, foi o aterramento do terreno, que era alagado, entre o Km 25 e o Km 44, localizado às margens da BR-135, para a construção da estrada de serviço, já concluída, que serve para a locomoção das máquinas e da equipe de trabalho durante a execução da obra. Outra etapa já concluída foi a instalação das estacas onde são colocados os berços que servem de apoio à nova tubulação.

A nova adutora é formada por 1.500 tubos de aço patinável, cada um com 12 metros de comprimento e 1,40 metros de diâmetro, que ficarão suspensos visando facilitar a manutenção dos mesmos. Os tubos foram confeccionados em aço corten, mais resistente ao processo de corrosão, o que garante uma vida útil de pelo menos 30 anos.

De acordo com o presidente, será construída também uma ponte de treliça, sobre a qual a adutora atravessará o Estreito dos Mosquitos. “Já iniciamos também, o serviço de reforço do solo nas imediações das redes de alta tensão de energia para evitar a indução magnética no local que é bastante arenoso”, disse, destacando que a previsão é de que essas obras sejam concluídas até março de 2014.

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A obra de substituição da adutora do Italuís foi orçada em R$ 106.889.593,60, sendo R$ 96.920.077,15 recursos do Governo Federal por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e R$ 9.967.516,45, a contrapartida do Governo do Estado do Maranhão. O projeto executivo foi elaborado pela Esse Engenharia e Consultoria ltda. A empresa responsável pela execução das obras é o Consorcio EIT/Edeconsil/PB.

Com a entrada da nova adutora em funcionamento espera-se um incremento de vazão da ordem de 300 litros por segundo. “A vazão atualmente é de 1,8 metros cúbicos por segundo. Com a nova adutora em operação e ainda outras intervenções que serão realizadas, passará para 2,1 metros cúbicos de água por segundo. Com a nova tubulação iremos melhorar o abastecimento de água e também teremos maior segurança e confiabilidade na operação”, concluiu.

O Sistema Produtor Italuís é responsável pelo abastecimento de 60% dos bairros da capital maranhense e vem sofrendo nos últimos anos com os constantes rompimentos ocasionados pelo alto teor de corrosão grafítica na tubulação da adutora. A expectativa é que após a conclusão da obra terminem as interrupções no abastecimento de água em toda São Luís, fato que tem causado transtornos à população.

Além da substituição da adutora, a Companhia já iniciou o processo de instalação de 130 mil hidrômetros nos imóveis da capital, com a finalidade de reduzir os vazamentos e as perdas de água. Com a instalação dos novos medidores, os técnicos da Caema terão condições de fazer um melhor controle da distribuição de água dos sistemas e também do desperdício, melhorando a qualidade dos serviços prestados à população.

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Italuís avança

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Os primeiros tubos de aço patinável que serão utilizados nas obras de substituição dos 19 quilômetros da adutora do Sistema Produtor Italuís, no Campo de Perizes, chegaram nesta terça-feira (14), em São Luís. A tubulação foi recebida pelo presidente da Companhia de Saneamento Ambiental (Caema), João Moreira Lima, que esteve no canteiro de obras. O serviço é orçado em R$ 106.887.593,62.

Os 1.500 tubos de aço patinável, resistentes à corrosão, ficarão suspensos para facilitar os trabalhos de manutenção e evitar a criação de bolsões de ar. A nova adutora ficará instalada sobre pilotis, paralela à BR-135 e distante 40 metros das torres de alta tensão da Eletronorte, o que evita a indução magnética.

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A próxima etapa da obra corresponde a instalação de uma ponte de treliça sobre a qual a adutora atravessará o Estreito dos Mosquitos.

O Sistema Italuís é responsável pelo abastecimento de 60% dos bairros de São Luís. O remanejamento da adutora vai estabilizar o abastecimento e garantir sobra de água para utilização em outros setores da cidade. Os 19 km de tubos de ferro dúctil DN 1.200mm serão substituídos por modernos tubos de aço de 1.400mm de diâmetro (aço patinável, mais resistentes à corrosão, com espessura de chapa 12,7mm com costura helicoidal, revestida interna e externamente), garantindo 20% a mais de evasão de água.

Fotos: Nestor Bezerra e Handson Chagas

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