Cidadão de São Luís

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A Câmara Municipal entrega nesta quarta-feira (16), o título de cidadão de São Luís ao médico e ex-secretário de Saúde, Vinícius Nina.

O título foi proposto pelo vereador Josué Pinheiro. A solenidade terá início ao meio-dia.

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Vão continuar calados?

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viniciusnina1

O Conselho Regional de Medicina do Maranhão (CRM-MA) e o Sindicato dos Médicos do Estado do Maranhão (sindmed-MA) divulgaram neste domingo, nota de solidariedade ao ex-secretário de Saúde, Vinícius Nina demitido na semana passada pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC).

“O mínimo que se pode esperar é um pedido formal de desculpas pelo fato ocorrido”, diz a nota.

Vamos esperar para ver se o prefeito Edivaldo Holanda Júnior vai pedir desculpas pelo constrangimento que o ex-secretário e seus auxiliares imediatos passaram ao deixar o prédio da Semus.

nota

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Carta de agradecimento

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vinicius-nina

“Aos servidores da Secretaria Municipal de São Luís,

Ao deixar o Cargo de Secretario Municipal de Saúde, venho agradecer o apoio que recebi e o trabalho desempenhado por cada servidor pela melhoria das condições de saúde da população de São Luís.

Nesse curto espaço de tempo realizamos o que foi possível dentro das condições que nos foram oferecidas. Fizemos a política da saúde pública, conseguindo parcerias importantes, inclusive no plano federal onde se delinearam  novas perspectivas, abrindo, assim o caminho para outros resultados positivos, que por certo também serão alcançados pela nova gestão da saúde.

Consciente do dever cumprido, retorno às minhas atividades profissionais como cirurgião cardiovascular, professor e pesquisador da Universidade Federal do Maranhão,  onde continuarei contribuindo, como sempre fiz,  nessas áreas.

Com um abraço fraterno, reitero meu agradecimento”.

Cordialmente,

Vinícius José da Silva Nina

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Solidariedade a Nina

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ricardo

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Versão desmentida

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O ex-secretário de Saúde, Vinícius Nina desmentiu a versão oficial divulgada pela Prefeitura de São Luís para a sua saída da Semus. Segundo a Prefeitura, a motivação teria sido de ordem pessoal, mas o ex-secretário disse em entrevista ao jornalista Roberto Fernandes, na Rádio Mirante AM que não pediu para sair.

“As dificuldades eram muitas e todos vocês são sabedores que ainda continua, mas eu não pedi para sair. Foi uma decisão da administração que entendeu que deveria ter um novo formato, um novo modelo de gestão. Ontem mesmo eu reuni com o novo gestor e o seu adjunto e passei todas as informações e me coloquei à disposição para ajudar no que for possível porque São Luís precisa avançar”, afirmou.

Constrangimento

O ex-secretário lamentou o fato de ter sido vistoriado por seguranças quando deixava a Semus.

“Esse foi um fato lamentável. Não sei porque aconteceu isto. Acho que reflete bem quem são essas pessoas que fizeram isto comigo. É um fato para ser esquecido. Não tenho nenhuma pretensão política, não sou filiado a nenhum partido e com certeza isto não partiu do gestor. Provavelmente isto possa ser coisa de pessoas dos escalões inferiores que tiveram este comportamento inadequado”, finalizou.

Dificuldade

O ex-secretário disse que recebeu a Saúde em quadro crônico e que seria impossível colocar tudo em funcionamento em apenas seis meses.

“Nós encontramos uma situação caótica. A nossa rece de saúde estava totalmente desacreditada. Os salários de funcionários, os contratos com fornecedores, tudo estava atrasado. Era impossível trazer tudo para a normalidade em apenas seis meses, pois o quadro era crônico. Agora eu desejo ao novo gestor que consiga dar continuidade às ações planejadas desde o início da gestão”, disse.

Vinícius Nina afirmou que é necessário o funcionamento urgente das Unidades Básias de Saúde para desafogar os Socorrões.

“As Unidades Básicas de Saúde precisam  funcionar muito bem para que o cidadão possa ser bem atendido no seu próprio bairro evitando a superlotação nas emergências. Se houver a atenção à Saúde Básica muitas coisas serão resolvidas nos bairros mesmo”, afirmou.

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Porque a humilhação?

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viniciusnina1

Por Marco D’Eça

Extrapola qualquer grau de truculência a humilhação que os auxiliares do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC) promoveram ontem contra o ex-secretário de Saúde, Vinícius Nina.

Além de mentir, divulgando a invenção de que partiu do próprio Nina a exoneração, Holandinha ainda o tratou como se fosse um bandido, invadindo seu gabinete, revistando salas e até carros.

Quem acompanhou a cena ficou envergonhado.

Muitos dos exonerados por Vinícius Nina fizeram questão de acompanhar a nova equipe ao gabinete, revistaram pessoas, bateram boca e geraram confusão.

Até mulheres foram revistadas.

As médicas auxiliares de Vinícius Nina só não passaram pelo constrangimento por que seus maridos reagiram duro, quase indo às vias de fato.

O estranho é que a nova equipe chegou na SEMUS antes do Secretario anunciar a exoneração.

Um triste exemplo de um governo autoritário, perdido nos próprios conceitos e truculento até com os próprios aliados.

Um governo que, no início, já parece estar no fim…

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Questões pessoais

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edivaldoAlgo muito estranho está acontecendo no governo Edivaldo Holanda Júnior. Aos poucos, a equipe de técnicos e que teriam como missão a renovação na administração pública vai se desmanchando.

A primeira a sair foi a excelente Débora Baesi também deixou a Secretaria da Criança e Assistência Social. Miriam Aguiar não suportou a pressão e as críticas e deixou a SMTT. As duas teriam saído, também por questões pessoais.

Depois foi a vez do advogado Felipe Camarão que sequer assumiu direito a Secretaria de Urbanismo. Ninguém entendeu, na semana passada o pedido de demissão aceito pelo prefeito do diretor da Blitz Urbana, Artur Guimarães. Ele também teria saído por questões pessoais.

ninaeedivaldoOntem foi a vez de Vinícius Nina. O secretário de Saúde foi exonerado pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior. Nina nega a versão oficial de que teria deixado a Semus por questões de ordem pessoal.

Antes de deixar a Semus, Vinícius Nina teve o carro revistado por seguranças, bem como alguns funcionários que ainda aguardavam o ex-secretário no prédio. Como diriam os médicos… Foi um trauma. Mas isto ainda vai dar muito o que falar.

Em todos os casos de afastamentos de secretários na atual administração a explicação tem sido sempre a mesma. O que ninguém sabe ainda, até mesmo as pessoas mais próximas ao prefeito o que existe realmente por trás de tantas “questões pessoais”?

Vejam só a informação mais nova que conseguimos apurar. Descontente com a demissão de Vinícius Nina, o assessor especial, Ted Lago que aguarda a criação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico teria entregue o cargo ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior. Se for aceito o pedido todos nós já sabere mos o motivo: questão pessoal.

tedlago

Nos bastidores são fortes os rumores que os próximos convidados a deixar o Palácio La Ravardiere serão o secretário de governo, Rodrigo Marques e o secretário de Educação, Allan Kardec Duailibe.

Marques na opinião de muitos estaria dificultando que aliados tenham acesso ao prefeito. No caso de Allan, a fritura que teve início na disputa por cargos de direção de escolas parece não ter fim.

A assessoria do prefeito nega tudo. Como negou as possíveis saída de Miriam Aguiar e Vinícius Nina tão comentadas pela mídia.

Mas onde está o prefeito em meio a tudo isso? Será que não está na hora de Edivaldo começar a resolver essas “questões pessoais” na sua administração?

E só estamos no sexto mês…

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Números da dengue

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vinicius-ninaSão Luís chega a 20ª semana do ano (1° de janeiro a 18 de maio) com redução de 28,1% no número de casos de dengue. De acordo com boletim epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), por meio da Vigilância Epidemiológica e Sanitária, foram registrados 374 casos da doença.

No mesmo período do ano passado haviam sido notificados 520 casos e três óbitos. Neste ano, a quantidade de óbitos se manteve a mesma, com o registro de cinco casos graves, comparando com 11, registrados no mesmo período de 2012. Os bairros mais atingidos são o São Francisco, com três casos, e o Bairro de Fátima, com dois casos confirmados.

Para o secretário de Saúde, Vinícius Nina, a prevenção à dengue é ação prioritária. “A responsabilidade é nossa, mas o desafio é de todos nós. Esses números demonstram que a população vem atendendo aos nossos chamados e cuidando de suas casas e de seus quintais, protegendo suas famílias e toda a cidade. Mas é preciso redobrar o cuidado, pois tivemos, infelizmente, três casos confirmados de óbito, o que deve fazer com que a população não descanse com os cuidados”, alertou.

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Saúde em São Luís

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saudeFalta de médicos, remédios, materiais, alimentação, atendimento demorado, maus-tratos por parte de funcionários, instalações físicas inadequadas. Estas são algumas das reclamações feitas por quem depende do sistema público de saúde mantido pela Prefeitura de São Luís. No caso das unidades de urgência e emergência, há ainda a superlotação, fazendo com que os pacientes fiquem internados em macas nos corredores dos hospitais. Revoltada, a população se pergunta por que os problemas, que são antigos, ainda não foram resolvidos. Para a Secretaria Municipal de Saúde (Semus), é preciso restaurar a confiança da população no atendimento médico prestado pelo Município.

Na semana passada, O Estado percorreu as quatro unidades mistas de São Luís e apenas no Bequimão não houve reclamação de pacientes que buscaram atendimento.

Nathália Santos Ferreira levou o filho de sete meses para vacinar, na Unidade Mista do São Bernardo, mas a vacina não estava disponível na unidade de saúde. “Às vezes faltam funcionários para atender a gente e o vigilante é que fica dando alguma informação”, disse.

Na Unidade Mista do Coroadinho, a reclamação de Maria de Jesus Azevedo Santos era de que não havia o material necessário para que seu sobrinho, Adelino Rodrigues Penha, fosse medicado. Ele fez uma cirurgia de úlcera recentemente e, como estava com dores intensas, foi até a unidade em busca de atendimento, mas voltou para casa com o mesmo problema. “Não tem agulhas para aplicarem o medicamento receitado. Mandaram a gente comprar em uma farmácia, mas não tem nenhuma perto do hospital”, afirmou.

Quem também não conseguiu ser medicada foi a aposentada Domingas Moura Plácido. Com a garganta inflamada há pelo menos três dias, ela disse que alguns serviços que eram disponibilizados na unidade foram desativados. “Antes, aqui se faziam alguns exames, como ultrassom, mas agora a gente precisa ir a outro hospital ou tentar marcar no Cemarc [Central de Marcação de Consultas e Exames]”, comentou.

Sem médico – Na Unidade Mista do Itaqui-Bacanga, Darlene Santos Pereira, que está no quinto mês de gravidez, informou que está fazendo o pré-natal por meio da unidade da Plan, na Vila Embratel, uma organização não-governamental (ONG), pois não há obstetras na unidade mista.

Na quarta-feira, dia 22, Lúcia Lopes levou os dois filhos para consulta com pediatra. O atendimento médico, segundo ela, foi bom, mas ela terá de comprar os remédios, que não estão disponíveis na farmácia da unidade mista. “Já faz mais de um ano que não tem remédio na farmácia de lá. A gente sempre compra, até os mais básicos”, reclamou a dona de casa, que mora na Vila Embratel.

A direção das unidades mistas do Coroadinho e do Itaqui-Bacanga tentaram justificar os problemas relatados pelos pacientes. A direção administrativa do Coroadinho disse que as dificuldades apresentadas no atendimento ao público são pontuais e que os problemas herdados das gestões anteriores estão sendo resolvidos. No Itaqui-Bacanga, a direção informou que a falta de medicamentos é um problema de toda a rede municipal de saúde e não apenas daquela unidade hospitalar.

Credibilidade – Segundo o secretário Municipal de Saúde, Vinícius Nina, a população de São Luís perdeu a credibilidade no atendimento básico prestado pela Prefeitura de São Luís por causa da ineficiência do serviço oferecido, o que vem acontecendo há alguns anos. “O recomendado é que o morador procure a unidade de saúde de seu bairro e, se não tiver, a mais próxima do local onde mora. É na unidade mista ou no posto de saúde que é prestado o atendimento clínico”, comentou.

Vinícius Nina frisou que apenas casos graves como acidentes e traumas devem ser levados para o Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I), no Centro; Socorrão II e Hospital Municipal Odorico Amaral de Matos (Hospital da Criança), localizado na Alemanha. No entanto, as três unidades de saúde que são referência na rede municipal para atendimento de urgência e emergência também são alvo de reclamações. No caso do Socorrão II, o principal problema relatado pela população é a superlotação.

Vinícius Nina afirmou que todas as deficiências da saúde básica estão sendo mapeadas e que serão melhoradas com a adesão do Município ao Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB), do Ministério da Saúde. “Com esse programa reestruturaremos prédios, qualificaremos profissionais e garantiremos que não faltem insumos nas unidades de saúde de São Luís, melhorando a qualidade do atendimento prestado à população”, afirmou.

Leia mais em O Estado

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Saúde da Família

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4844Palestras_EducativasA Secretaria de Saúde (Semus) de São Luís anunciou a ampliação das equipes do Programa Saúde da Família (PSF). Atualmente, 104 equipes atuam no atendimento diário nas Unidades Básicas e Postos de Saúde da capital com o objetivo de fortalecer a Atenção Básica à Saúde no município.

O aumento das equipes elevou nesse mês a cobertura do atendimento para 35% da população, alcançando a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde (MS). No início dessa semana, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior e o secretário de Saúde, Vinicius Nina, estabeleceram o prazo de 18 meses para que o Programa alcance 50% da população, o que representará a integração de mais 43 equipes.

Em janeiro, assim que a nova gestão assumiu a pasta, a cobertura do Saúde da Família era de 27% e contava com apenas 80 equipes, sendo que 25 delas estavam sem médicos em seus quadros. Além disso, profissionais demonstravam insatisfação devido ao atraso dos pagamentos, e existia risco do PSF, em São Luís, ser descredenciado pelo Ministério da Saúde.

Para o secretário Vinicius Nina, o papel do Saúde da Família é de grande importância para que se possa otimizar o fluxo necessário no atendimento. “Hoje, no modelo assistencial que é utilizado predomina o atendimento ao paciente em hospitais de grande porte e, em inúmeras vezes, são problemas que podem e devem ser resolvidos pelo médico de família. Esse profissional, assim como toda a equipe do PSF tem um melhor conhecimento da realidade desses pacientes”, destacou.

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