Hospital da Mulher é modelo em neurocirurgia

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Habilitação foi publicada, no último dia 15 de abril, pelo governo federal no Diário Oficial da União

Unidade de saúde da Prefeitura de São Luís, o Hospital da Mulher, no Anjo da Guarda, foi confirmado pelo Ministério da Saúde como referência de assistência em alta complexidade na especialidade médica de neurocirurgia. A habilitação foi publicada, no último dia 15 de abril, pelo governo federal no Diário Oficial da União (Portaria nº. 376).

A fim de avançar na oferta de serviços de qualidade à população, o prefeito Edivaldo tem feito, desde o início de sua gestão, um planejamento com ações estruturantes da rede de saúde municipal.

“Ao habilitar o Hospital da Mulher para alta complexidade em neurocirurgia, o Ministério da Saúde confirma que estamos proporcionando aos maranhenses uma rede de saúde com qualidade e reconhece a importância dos investimentos que a nossa gestão tem realizado. A saúde tem recebido uma atenção especial por parte nossa gestão, por ser um setor muito importante para os ludovicenses”, afirmou o prefeito Edivaldo.

A titular da Semus, Helena Duailibe, destacou que a unidade de saúde do Anjo da Guarda tem papel fundamental na rede de atendimento tanto da capital maranhense quanto de municípios do interior do estado. O hospital realiza procedimentos cirúrgicos em aneurismas, tumores e traumas raquimedulares, entre outros serviços na área de neurologia.

“Antes não havia um serviço de referência na rede pública municipal para onde esses pacientes pudessem ser encaminhados. Hoje, as lesões de aneurisma, os tumores cerebrais e coluna podem ser operados no Hospital da Mulher. A Prefeitura, portanto, criou condições favoráveis para que fossemos reconhecidos pelo Ministério da Saúde e, principalmente, por quem necessita dos serviços oferecidos por esta unidade”, destacou a secretária Helena Duailibe.

Foto: Maurício Alexandre

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Muro desaba e mata estudante no MA

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Raíssa que estava encostada no muro dentro da escola acabou sendo atingida e morreu na hora

Uma estudante identificada como Raíssa de Sousa Silva, de apenas 10 anos, morreu no fim da tarde desta sexta-feira (22), no município de São João dos Patos, a 540 km de São Luís, após parte do muro da Unidade Integrada 31 de Março ter desabado.

Segundo informações do delegado plantonista da 12ª Delegacia Regional de São João dos Patos, José Jailson da Silva, o acidente fatal aconteceu após o motorista reconhecido como Genival Carvalho de Sá, 39, ter realizado uma manobra no carro de som no qual ele conduzia. O veículo estava dando suporte aos alunos durante a realização de uma gincana escolar. O delegado acrescenta que após a traseira do veículo ter colidido com parte do muro da escola a estrutura caiu e atingiu a menina.

“Estava acontecendo uma gincana nesta unidade escolar e o motorista estava se preparando para dirigir para os alunos. No momento em que ele realizava uma manobra a traseira do carro bateu no muro e a Raíssa que estava encostada no muro dentro da escola acabou sendo atingida e morreu na hora”, relatou o delegado.

Ainda segundo o delegado, além de Raíssa foi atingida também pelo o muro da escola a adolescente Brenda Gomes da Silva, 14, e Miriane Gonçalves do Rosário, 16, que atualmente está grávida. Ambas estudam na Unidade Integrada 31 de Março e não sofrem risco de morte, de acordo com o delegado.

O corpo de Raíssa de Sousa Silva foi sepultado no fim da manhã deste sábado (23) no Cemitério São Sebastião, em São João dos Patos.

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Vergonha durante votação do impeachment

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Joaquim Haickel é ex-deputado estadual

Por Joaquim Haickel

Não me lembro de alguma ocasião em que eu tenha sentido mais vergonha do que no último domingo, 17 de abril de 2016, quando no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, os representantes do povo brasileiro votaram o parecer aprovado na comissão especial destinada a apreciar a autorização para que se instaurasse no Senado, processo de perda de mandato da presidente Dilma.

Ocorre que aquela vergonha nada tinha de minha. Ela não era resultante de ato praticado por mim. Ela era consequência do pavoroso espetáculo que foi assistir quase a totalidade dos parlamentares que lá estavam exercendo seu direito e sua obrigação ao voto, proveniente do mandato outorgado pelo povo brasileiro, justificarem seus posicionamentos das maneiras mais esdrúxulas e bizarras que qualquer ser humano com um mínimo de bom senso poderia imaginar.

Não quero julgar aqui o mérito do voto de cada um dos deputados. Se eles votaram sim ou votaram não, é uma mera questão de posicionamento de cada um, do ponto de vista jurídico-político, sobre a admissibilidade da abertura do processo. Gostaria de analisar nesse caso, não o principal, mas o acessório que acabou por desqualificar o principal de maneira tão contundente, que os comentários sobre os efeitos da votação foram quase que totalmente encobertos pela forma tresloucada como os votos foram declarados.

Foram poucos… Foram pouquíssimos os deputados que se restringiram a dizer simplesmente que votavam assim ou assado! Tanto os que se manifestavam favoráveis a que o Senado instaurasse o processo que poderia culminar com a perda de mandato da presidente, quanto os que rejeitavam essa ideia, portaram-se de maneira abjeta, asquerosa, imbecil, inaceitável para pessoas que representam todo o povo de uma nação!

Os absurdos não foram privilégio de quem se opunha à permanência de Dilma. Seus defensores foram tão ridículos em sua defesa quanto aqueles que a atacavam.

Nem vou aqui comentar os insultos que alguns parlamentares proferiram contra o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, acusado de inúmeras irregularidades e de crimes graves, até porque sou dos que acredita que ele já deveria ter sido afastado do cargo… Mas no meio daquilo tudo ali, lembrei-me do dia 5 de outubro de 1988, quando eu e meus colegas constituintes, comandados por Ulisses Guimarães, naquele mesmo templo sagrado da liberdade e dos direitos e garantias do povo brasileiro, cantamos o hino nacional… E aqueles sujeitos ali, maculando de forma absurda a confiança que a eles havia sido confiada pelo povo brasileiro.

Havia certo temor de um possível “efeito manada” quanto àquela votação. O tal efeito manada aconteceu, não no que dissesse respeito ao conteúdo do voto, mas quanto ao seu invólucro, as justificativas que cada parlamentar tinha o direito de fazer quando fosse proferir o seu posicionamento. Alguém começou a falar bobagem e os seguintes o acompanharam tal qual gado rumo ao abate.

Naquela votação foram vistas coisas inacreditáveis. Além do ridículo de citações a familiares, a profissões, a motivos que nada tinham com aquele ato, usou-se muitas vezes o nome de Deus de maneira completamente inapropriada.

Foi um espetáculo digno de um circo de horrores!

Por falar em circo, há um parlamentar que tem como profissão a atividade circense. Um homem de conhecimento formal limitado, de poucas luzes e quase nenhuma letra. Mas esse palhaço por profissão portou-se mais corretamente do que políticos experientes e tarimbados. Em horas como essa, apenas uma fala simples e bem colocada pode ganhar a cena. Era só dizer “voto sim” ou dizer “voto não”!

Aconteceu ainda um caso realmente lastimável. O deputado Jair Bolsonaro, não satisfeito por ser simplesmente um político de extrema direita, resolveu se perpetuar como um burro radical de extrema direita ao elogiar em sua declaração de voto um torturador do tempo do regime militar.

Se aquilo foi marketing, surtiu efeito! Mas o efeito contrário foi infinitamente maior, devastador, comprometendo inclusive, em parte, o resultado da votação.

Apenas para que não passe em branco: a cusparada que o deputado Jean Willys deu em Bolsonaro é outra coisa completamente injustificável, a menos que eles estivessem em um bordel disputando um acompanhante, e ainda assim, acredito que as pessoas que frequentam um bordel teriam melhores modos!…

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Sampaio quer fazer história no basquete

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Foram disponibilizados ao torcedor maranhense cinco mil ingressos que já estão esgotados

É grande a expectativa para a terceira partida do playoff da Liga de Basquete Feminino (LBF) entre Sampaio e Corinthians, neste domingo (24), às 14h30, no ginásio Castelinho.

A vantagem do time maranhense é grande. Nos dois primeiros jogos disputados em Americana, o Sampaio dominou o Corinthians e venceu com certa facilidade, primeiro por 81 a 58 e depois por 83 a 66, com show de Iziane que marcou 32 pontos.

Neste dois jogos, o Sampaio foi um time forte na defesa e preciso nos arremessos, principalmente de três pontos, além disso conseguiu anular o jogo do Corinthians com a pivô Damires.

Se repetir o que fez nos dois primeiros confronto não tenho a menor dúvida que o Sampaio vencerá mais uma vez e escreverá o nome de um time do Maranhão na história do Basquete feminino do Brasil.

Para o jogão deste domingo, o Sampaio terá o reforço da sua imensa torcida que vai lotar o Castelinho. Todos os 5 mil ingressos para a decisão já estão esgotados.

Foto: Paulo de Tarso Jr.

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Socorrão II é referência em emergência

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Hospital Socorrão II é classificado como unidade de referência pelo Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde habilitou o Hospital de Urgência e Emergência Dr. Clementino Moura, o Socorrão II (Cidade Operária), unidade de saúde da Prefeitura de São Luís, como referência em emergência, no Maranhão, para assistência de alta complexidade em traumatologia e ortopedia. A portaria foi publicada no dia 15 de abril pelo governo federal no Diário Oficial da União.

Mensalmente, a equipe médica do hospital atende na emergência ortopédica mais de 600 pacientes, provenientes tanto da capital quanto de municípios do interior do estado. Em média, são realizadas cerca de 300 cirurgias ortopédicas por mês.

Com o parecer positivo da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, a Prefeitura de São Luís se qualifica para a inclusão, no orçamento do Ministério da Saúde, da realização de serviços complexos de traumato-ortopedia que antes eram realizados com recursos próprios pelo hospital Socorrão II.

A qualificação positiva do hospital Socorrão II é fruto do planejamento determinado pelo prefeito Edivaldo. “Ao tornar o Socorrão II referência em alta complexidade de traumatologia e ortopedia no Maranhão, o Ministério da Saúde reconhece o trabalho que temos feito desde que começamos a promover ações na rede de saúde, nos hospitais de urgência e emergência. Com a habilitação, vamos aplicar o recurso do governo federal para oferecer um atendimento ainda melhor à população nessa área”, afirmou o prefeito Edivaldo.

“Os pacientes da saúde pública de São Luís, tanto da Grande Ilha quanto de outros municípios que recorrem ao Socorrão II, já usufruíam de uma assistência de alta complexidade. Agora, estando habilitado, o hospital de emergência continuará fornecendo o mesmo serviço de qualidade e, com os recursos que virão, intensificaremos serviços e daremos mais qualidade”, explicou a secretária municipal de saúde, Helena Duailibe.

Foto: Maurício Alexandre

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Quadro anos após a morte de Décio Sá

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DecioSaUm dos casos de assassinato a jornalistas de maior repercussão no Maranhão completa neste sábado (23) quatro anos.

O jornalista da editoria de Política do jornal ‘O Estado do Maranhão’, Aldenísio Décio Leite de Sá, o ‘Décio Sá’, de 42 anos, foi alvejado com seis tiros de pistola .40 – de uso das Forças Armadas – na noite do dia 23 de abril de 2012, em um bar na avenida Litorânea, orla da capital maranhense.

Uma missa realizada neste sábado no Santuário Nossa Senhora da Conceição, do bairro do Monte Castelo em São Luís (MA), marca o quarto aniversário de morte de Décio Sá.

O assassinato foi motivado por denúncias de casos de agiotagem no Maranhão, feitas pelo jornalista em seu blog, um dos mais acessados do Estado.

As investigações apontaram que os envolvidos no assassinato faziam parte de uma quadrilha de agiotas, que emprestava dinheiro para financiar campanhas de candidatos a prefeito que pagavam a dívida com dinheiro público quando venciam as eleições.

A morte do jornalista levou às investigações da Polícia Civil do Maranhão e da Polícia Federal, que encontraram ligação de pelo menos 41 prefeituras maranhenses, no período de 2009 a 2012, com cerca de R$ 100 milhões de recursos estaduais e federais desviados.

O G1, com informações reunidas pelas assessorias de comunicação e jurídica da Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão (CGJ-MA), Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) e Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Sejap), mostra a situação de cada um dos envolvidos na morte do jornalista Décio Sá.

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