Zé Inácio prega união dos deputados da Baixada

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O deputado estadual Zé Inácio (PT) foi o entrevistado desta quarta-feira (21), no Ponto Final, por Roberto Fernandes, na Rádio Mirante AM. Reeleito com 31.603 votos, o deputado disse acreditar que a Baixada poderá ter mais força com a eleição de três deputados da região.

“Eu acho que os deputados que foram eleitos na região na Baixada, alguns com origem na região da Baixada e outros com atuação na Baixada é importante ter essa sintonia e articulação para defender as pautas em defesa da Baixada. Eu acredito que a boa relação entre os deputados que foram eleitos poderá contribuir muito para que tenhamos uma atuação em conjunto na defesa da Baixada”, destacou lembrando que foram eleitos pela Baixada ainda os deputados Leonardo Sá (PRTB) e Thaiza (PP).

Zé Inácio disse que neste segundo mandato continuará defendendo temas importantes que foram destaques nos primeiros 4 anos. “Nós temos uma expectativa de continuar e ampliar as pautas que defendemos no primeiro mandato, dentre elas a questão racial, educação, saúde, agricultura familiar, defesa das comunidades quilombolas, mobilidade urbana, segurança pública, enfim são temas que defendemos e vamos continuar trabalhando na Assembleia”.

O deputado falou sobre a obra da ponte Bequimão-Central e disse que continuará lutando para a conclusão da obra.

“A ponte Bequimão-Central que é um sonho da população dos municípios dessa região e 10 municípios serão beneficiados. Continua a cobrança muito grande para que a obra venha a ser concluída. Nós não temos dúvida de que ela será concluída. A única questão é que ela está se dando de forma muito lenta por conta de diversos fatores, mas essa é uma outra pauta que nós estaremos numa posição muito firme de cobrar o governo do Estado que tem uma posição firme de fazer essa obra. Na verdade a obra nunca parou, os serviços é que estão sendo executados de forma muito lenta. Eu acredito que a partir do ano que vem, a obra ganhará um ritmo mais acelerado e esse é o nosso papel como deputado cobrar a conclusão da obra que é importante para o crescimento econômico da região”.

Zé Inácio avaliou como positiva a participação do PT nas eleições, mesmo com a derrota na eleição presidencial.

“Primeiramente é importante destacar que nesses últimos dois três anos, o PT sofreu um desgaste muito grande. O partido foi criminalizado. Várias lideranças nossas foram perseguidas sobre o ponto de vista político e ainda assim com esse desgaste, a minha opinião é de que o PT saiu um partido fortalecido nos municípios, com os movimentos sindicais. Nós fizemos a maior bancada na Câmara dos Deputados. Nós elegemos 4 governadores. Somos o segundo partido que mais elegeu deputados estaduais a nível nacional e na eleição presidencial com a retirada da candidatura do Lula, nós tivemos que colocar o Fernando Hadad e mesmo com a derrota nas urnas o partido saiu fortalecido. O partido agora tem que se organizar para disputar a eleição de 2020 e depois pensar em 2022. Com o massacre midiático que o PT sofreu isso fez com que o partido tivesse uma rejeição muito grande, mas nós conseguimos confrontar dois projetos políticos bem distintos e nós temos que respeitar o projeto vencedor que foi o de Jair Bolsonaro que foi eleito para fazer o que ele tem dito. Ele já disse que vai acabar com o Mais Médicos e retirar os médicos cubanos. Esse é um exemplo típico dos debates que nós teremos entre o projeto que foi apresentado pelo PT e o programa da ulta-direita respaldada no neo-liberalismo. O PT agora tem que se comportar como Oposição, mas fazendo uma Oposição responsável para que não possa aprofundar a crise política que tomou conta do país nos últimos anos”, explicou.

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Mais Médicos…Vamos conversar?

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Por Gatão Vieira

Sinto-me derrotado

Ministro do governo Dilma, participei de algumas reuniões onde o programa “Mais Médicos” era formulado, tomava corpo. Nunca perdi a oportunidade de falar como era difícil fazer política pública, principalmente saúde e educação, num estado ainda dominado pela pobreza extrema… Onde tudo exige um volume muito grande de recursos e dedicação total dos seus agentes.

Lembrava, aos outros ministros, minha própria experiência como político nos municípios mais pobres do Maranhão. Na total precariedade da oferta de uma saúde mínima, onde o hospital municipal tivesse, pelo menos, um aparelho de raios-X, uma incubadora, uma mesa de parto…

O médico, sempre apressado, com muitos plantões, atendia como podia, com o tempo que dispunha… O paciente ficava em segundo plano. Eu defendia o projeto, lutava pela sua viabilização porque sabia o quanto é importante o paciente conhecer o médico, ser por ele examinado, considerado.

Quando tomou a decisão de implantar o programa Mais Médicos, Dilma enfrentou a resistência barulhenta, inútil e agressiva de entidades sindicais do setor. As reclamações foram muitas, entre elas a de que os cubanos estariam tirando o lugar dos médicos brasileiros, os mesmo médicos que nunca haviam demonstrado interesse de trabalhar nos lugares ocupados pelos estrangeiros.

Você quer ir? Não! Agora, um estrangeiro ir no meu ligar é uma sacanagem! Aqui no Maranhão, onde a presença de médicos generalistas, de família, para morar nos povoados, seria um ganho, a Secretaria de Saúde, e o Conselho Regional de Medicina também torceram o nariz.

Diante das hostilidades, a presidente Dilma pediu a mim que, como maranhense, recebesse os médicos, os acompanhassem na sua ida para os municípios onde iriam trabalhar. Agora, o governo de Cuba cancela a participação de seus médicos no programa. Retaliou antes de ser retaliado, se precipitou.

O Maranhão pode agora perder mais de 450 médicos. Mas e agora? Como ficam os pacientes que eram atendidos pelos cubanos? Quem vai substituí-los?

Formar um médico no Brasil é um alto investimento, um enorme sacrifício para as famílias, que não concordam com a ida dos seus, para lugares distantes, sem possibilidade de uma visibilidade maior, de uma residência médica mais adequada, de um salário melhor.

Vai começar o maior papo furado, de Revalida diplomas, do reconhecimento do diploma de quem estuda no exterior… Um caminho burocrático longo e caro. Como resolver? Do jeito que for possível! ideias não faltam…

Pelo que aprendi ao longo da vida, no Brasil pobre nunca foi prioridade, infelizmente. Aqui, os bons médicos que moram nos municípios, vão continuar se elegendo prefeitos, com o reconhecimento da população e tudo vai continuar como era. Se tivesse na Câmara ia dar a maior canseira no Bolsonaro por conta deste assunto…

*Gastão Vieira é ex-ministro de Turismo do governo Dilma Rousseff e ex-deputado-federal

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Mais de 400 médicos cubanos devem deixar o MA

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De acordo com dados do Ministério da Saúde, 457 médicos cubanos atuam no Maranhão pelo programa “Mais Médicos” e eles devem deixar seus postos de trabalho nos próximos dias. O governo de Cuba anunciou a saída do programa social citando as declarações feitas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) em relação à presença dos profissionais no Brasil.

No Maranhão, segundo o Ministério da Saúde, os 457 médicos cubanos atuam na saúde básica em 167 municípios. O Maranhão é sexto estado do país com maior número de médicos pelo programa.

Antes de começarem a trabalhar nas comunidades, os médicos fizeram provas para validação do diploma pelo ministério da saúde e um treinamento sobre o funcionamento do sistema único de saúde (SUS). Eles chegaram ao Maranhão em 2013 e assumiram postos nas unidades saúde básica, principalmente, na zona rural das cidades e em aldeias indígenas.

A Organização Pan-Americana da Saúde e o Ministério da Saúde deverão fazer um relatório de impacto no Brasil sobre a saída dos médicos cubanos do programa mais médicos. Na manhã desta sexta-feira (16), o Ministério da Saúde divulgou que a seleção de médicos brasileiros para ocuparem as vagas abertas deve ser realizada ainda este mês.

Leia no G1

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Gastos com médicos dobrarão, diz Tema

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O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), prefeito Cleomar Tema, mostrou-se preocupado com as últimas notícias sobre a saída dos médicos cubanos do programa Mais Médicos, após divergência do governo de Cuba com as novas diretrizes adotadas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro.

Para Tema, a substituição dos médicos cubanos não será uma tarefa das mais fáceis para o Governo Federal, visto que o Maranhão possui uma grande carência desses profissionais, além do que poucos querem se submeter a morar nos povoados das pequenas cidades para cumprir carga horária de 40h e ganhar R$ 10 mil de salário.

“Caso o MS não encontre uma estratégia imediata para suprir essa carência deixada com a iminente saída dos cubanos, os municípios maranhenses vão enfrentar sérios problemas, dentre os quais: a elevação significativa dos custos de contratação de novos médicos e a custos mais altos em função da baixa oferta desses profissionais; dificuldade de cumprimento da carga horária exigida pelo MS expondo os gestores as auditorias do DENASUS e as consequências decorrentes destas, dentre outros já de amplo conhecimento dos gestores maranhenses”, enfatizou o presidente.

O déficit de médicos relatado pelo por Cleomar Tema é confirmado pela pesquisa “Demografia Médica 2018”, do Conselho Federal de Medicina-CFM.

A mesma informa que para o atendimento de uma população de 7 milhões de habitantes, o Maranhão tem apenas 6.096 médicos, o que dá uma proporção de 0,87 profissionais por mil habitantes, sendo esta a menor proporção do país entre os estados.

A média recomendada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) é de um médico para cada 1.000 habitantes.

Tema finalizou dizendo que pedirá a inclusão do assunto na pauta municipalista que será debatida na capital federal no dia 19/11, durante evento organizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

O encontro contará com a presença do presidente Michel Temer; membros da equipe de transição de Jair Bolsonaro; além da presença de milhares de prefeitos de todo o Brasil.

Criado em 2013, o programa Mais Médicos ampliou a assistência médica nos municípios, reforçando o atendimento regular nas Unidades Básicas de Saúde e na composição das equipes da Saúde da Família.

No Maranhão, 2,4 milhões de pessoas são beneficiadas com o trabalho dos 710 profissionais do programa, onde mais de 450 são cubanos.

Foto: Divulgação

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Rubens Jr. diz que início de Bolsonaro é ‘vacilante’

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O deputado federal Rubens Júnior (PCdoB) foi o entrevistado desta sexta-feira (16), no Ponto Final, por Roberto Fernandes, na Rádio Mirante AM.

Reeleito para mais um mandato na Câmara dos Deputados com 111.584 votos, Rubens Júnior defendeu que a nova bancada maranhense continue a luta junto ao governo Federal para a conclusão da duplicação da BR-135.

“Eu fico muito feliz em falar da BR-135 até porque eu tive um papel muito importante nessa obra. Essa é uma obra que vinha prometida há muito  tempo e a bancada maranhense na Câmara dos Deputadas colocou a emenda impositiva e com a luta dela nós conseguimos garantir o recurso e o trecho 1 foi concluído. Além disso, a bancada maranhense já garantiu os recursos para os trechos 2 e três. A bancada maranhense tem que exigir agora a conclusão desses dois trechos. O trecho hoje entre Entrocamento e Caxuxa está intransitável e nosso papel é cobrar. Por isso já encaminhei documento ao Dnit e acredito que toda a bancada maranhense vai lutar pela conclusão da obra”, disse.

Rubens Júnior falou sobre os primeiros movimentos do presidente eleito Jair Bolsonaro e considerou “vacilante” o início do novo governo e criticou o anúncio de extinção do Ministério do Trabalho.

“O temor que existe é que nós não sabemos quem será o Bolsonaro presidente. Existe uma diferença entre o Bolsonaro deputado e o Bolsonaro presidente. Nas redes sociais, o Bolsonaro é imprevisível. Ele, como presidente até aqui é vacilante. Bolsonaro anunciou a extinção do Ministério do Trabalho e uma semana depois ele recuou no que fez certo e eu como faço Oposição com responsabilidade não apoio a política do quanto melhor, pior.

Rubens Júnior disse que é à favor do “revalida” para os cubanos que participam do Mais Médicos e fez um apelo ao presidente Jair Bolsonaro que rejeva o seu posicionamento em relação à retirada dos cubanos do programa.

“São mais de 8 mil médicos, a sua maioria atuando na atenção básica no Brasil e que são muito importantes na saúde pública no país. Se confirmado o fim da participação de Cuba no programa Mais Médicos será ruim para comunidades mais carentes. Faltarão profissionais dispostos a trabalhar 40horas/semanais no Programa Saude da Família, por isso faço um apelo ao presidente eleito que reveja o seu posicionamento”.

Perguntado por um ouvinte, o deputado Rubens Júnior explicou a ausência do governador Flávio Dino (PCdoB) no encontro com o presidente Jair Bolsonaro.

“Em primeiro lugar não foi uma decisão do governador. Há uma ação de todos os governadores do Nordeste em bloco. Quem convocou a reunião foi o governador João Dória e nós entendemos que este não tem a legitimidade para convocar um encontro para discutir a região. E nós já pedimos uma reunião do o presidente para tratar exclusivamente do Região Nordeste, sem qualquer intermediário. Não foi uma atitude unilateral, não foi por questões partidárias. Eu concordo que o governador Flávio Dino deva se movimentar em comum acordo com os governadores do Nordeste”.

Rubens Júnior também entrou na polêmica sobre a retirada de recursos do FEPA pelo governo Dino e disse que não houve saque, mas sim remanejamento do orçamento.

“Hoje, 100% dos recursos do FEPA é utilizado para pagamento dos aposentados. Há um desvirtuamento (uma fake news) que o dinheiro dos aposentados venha sendo utilidado para o Mais Asfalto isso é impossível. Não houve saque do FEPa. O que existe é um remanejamento do orçamento do que havia sido planejado para o FEPA. Nunca houve um centavo de remanejamento de recursos do FEPA que não seja para pagamento do salário dos aposentados e o governador Flávio Dino já disse que não há nenhum risco de suspensão ou atraso no pagamento de aposentados”, finalizou.

Foto: Zeca Soares

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Cursos de Medicina

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MedicinaA expansão da formação médica no país recebe novo impulso este ano. O Governo Federal selecionou mais 22 municípios para a criação de cursos de Medicina em instituições particulares.

Essas cidades estão em oito estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, regiões com menor proporção de vagas de graduação e médicos por habitantes.

No Maranhão, estão na lista Codó, Santa Inês e Chapadinha. A medida faz parte da estratégia do Programa Mais Médicos para ampliar a oferta deste curso superior nas regiões que mais precisam.

O edital foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (2). As prefeituras interessadas deverão confirmar participação entre os dias 13 e 24 de abril, por meio da página do Ministério da Educação.

Esta é a segunda seleção de municípios para abertura de cursos de Medicina desde o lançamento do Mais Médicos. Na primeira, realizada em 2014, 39 cidades de 11 estados tiveram cursos autorizados, com previsão de 2,4 mil novas vagas.

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Médicos com Dilma

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Quando o programa Mais Médicos foi lançado pelo Governo Federal, as opiniões da classe médica brasileira se dividiram. Houve quem pensasse que os profissionais vindos de outros países iriam tomar os espaços já ocupados pelos profissionais do país. Hoje, um ano mais tarde, a realidade mostrou que não foi isso que aconteceu.

Sempre priorizando o profissional brasileiro na seleção para as vagas disponíveis em áreas carentes de profissionais do país, o Mais Médicos foi responsável por levar saúde a 50 milhões de brasileiros que até então não eram assistidos pelo nosso sistema de saúde. Recentemente, todo o esforço feito pelo Governo Dilma Rousseff por meio de políticas públicas federais e da dedicação de todos os médicos envolvidos na causa, o programa foi aprovado por 95% dos usuários.

Agora, para mostrar que não só pacientes, mas também os profissionais envolvidos no programa o apoiam, um grupo de médicos lançou um manifesto online(link is external) em aprovação às ações capitaneadas pela presidenta do Brasil. Mais de 380 profissionais já assinaram a carta intitulada de “Médicos com Dilma, por Mais Futuro”, onde atestam os avanços alcançados na área da saúde, e afirmam que assim como nunca deixaram de se posicionar em defesa dos interesses nacionais anteriormente, o fazem novamente agora.

Entre os pontos da carta, os profissionais destacaram o impacto visível “das políticas públicas nas condições de vida do povo brasileiro nos últimos anos” e afirmam que acompanharam “com empatia e senso de responsabilidade as dores e a vida sofrida do povo”. Os médicos alegam ainda que na saúde, o saldo é positivo e lembram que temos o maior sistema de saúde público universal do mundo.

“Dilma efetivou como nunca a formação de profissionais de saúde enquanto responsabilidade do Estado Brasileiro, como previsto em nossa Constituição. Estamos diante da mais importante ação de ampliação de acesso à saúde desde a criação do SUS”, diz outro trecho da carta.

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Cubanos chegam para o Mais Médicos no MA

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) iniciou, nesta segunda-feira (14), no Hotel Veleiros, em São Luís, o 4º ciclo do Programa Mais Médicos no Maranhão. Ao todo, 22 médicos cubanos estão participando da semana de acolhimento, recebendo informações sobre a realidade dos municípios em que vão trabalhar. “É necessário realizar esse acolhimento, além de mostrar nossa realidade na área da atenção básica”, declarou a coordenadora do Mais Médicos, no Maranhão, Isabel Macedo.

Ela explicou que outros 38 médicos cubanos chegarão a São Luís dia 16 de abril, totalizando 561 profissionais ligados ao programa que irão prestar serviços em municípios do Maranhão. “O 5º ciclo é o último garantindo o preenchimento de todas as vagas que foram disponibilizadas para o estado, beneficiando 185 municípios maranhenses que aderiram ao programa”, revelou.

Os profissionais vão trabalhar nos municípios de Carolina, Chapadinha, Tufilândia, Cajapió, Centro Novo do Maranhão, Buriticupu, Governador Eugênio Barros, Maracaçumé, Guimarães, Araioses, Barra do Corda, Balsas, Itinga, Santa Inês, Davinópolis, Presidente Dutra e Timon.

O médico cubano, Carlos Alberto Curbela disse que espera realizar um bom trabalho no Brasil. “Já trabalhei em outros países como África e Venezuela e espero que a minha experiência ajude a melhorar a saúde da população brasileira, especialmente aqui no Maranhão”, ressaltou.

Para o médico Victor Manuel Velazquez Mirabal, especialista em medicina comunitária e oftalmologia, o Maranhão é um estado que impressiona pela sua extensão territorial. “Estou impressionado com o tamanho do estado e espero que minha experiência em diversas missões como no Paquistão, Venezuela e Bolívia possa ajudar. Temos grande afinidade com os brasileiros, adoramos as novelas brasileiras e é um sonho trabalhar aqui”, declarou.

Durante três dias os médicos cubanos vão receber orientações sobre a Política Nacional de Atenção Básica – Estratégia do Maranhão; Situação de Saúde no Estado – vigilância epidemiológica; vigilância ambiental; vigilância sanitária e vigilância do trabalhador; Curso Especialização/UNASUS e Telessaude Brasil Redes; e Assistência Farmacêutica.

Foto: Handson Chagas

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‘Mais’ Médicos no MA

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Na manhã deste domingo (9), 76 profissionais que participam da 3ª etapa do Programa Mais Médicos, desembarcam em São Luis. O grupo, com profissionais de várias nacionalidades, será recebido no aeroporto Marechal Cunha Machado pelo ministro do Turismo, Gastão Vieira, como parte de um esforço conjunto do Governo Federal para recepcionar os médicos nos estados.

Com a chegada desses profissionais, sobe para 518 o número de médicos ligados ao Programa Mais Médicos que atuam em 167 municípios do Maranhão. Os setenta e seis médicos, que integram esta etapa do programa do Governo Federal, serão encaminhados para 36 municípios maranhenses.

De acordo com o Ministério da Saúde, dos 2.990 profissionais, que fazem parte deste terceiro ciclo do Programa Mais Médicos, a maior parte será encaminhada para o Nordeste e Norte, totalizando 1.398 profissionais. Outros 722 vão atuar no Sudeste, 537 no Sul e 276 no Centro-oeste, além de 57 que vão para os distritos indígenas.

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Falso médico é preso

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A  Secretaria de Estado da Saúde registrou, na semana passada,  no Município de Mirinzal o óbito de uma criança causado por raiva Humana. “Ao tomarmos conhecimento do caso imediatamente instalamos uma auditoria para apurar as causas, onde constatamos que a criança não recebeu o tratamento recomendado para estes casos. Mais grave ainda: foi atendida por pessoa não habilitada”, disse o secretário Ricardo Murad.

A pessoa que atendeu a criança no Hospital de Municipal de Mirinzal não tem registro no Conselho Regional de Medicina, estando, portanto, inabilitada para o exercício da medicina, conforme atesto do presidente do CRM, Abdon Murad.

“Denunciamos o falso médico de origem nigeriana à Secretaria de Segurança, que conseguiu prendê-lo neste sábado (23) clinicando no Hospital Municipal de Bacuri. Ele responderá na justiça por seu crime”, acrescenta Murad.

O Maranhão é hoje a unidade da Federação que proporcionalmente mais investe na saúde, mas infelizmente a falta de compromisso de alguns gestores ainda levam vidas inocentes e envergonham nosso estado. A campanha de vacinação anti-rábica é obrigatória em todo o território nacional e somente a irresponsabilidade de gestores municipais vem comprometendo a sua realização.

“Estamos solicitando oficialmente ao prefeitos, secretários municipais de saúde, e ao Conselho Regional de Medicina uma varredura em todos os municípios maranhenses para checar o registro dos profissionais da saúde ou inscrição válida no programa Mais Médicos”.

Ricardo Murad finaliza afirmando que  “a saúde da população é compromisso de todos nós. Governo Estadual, governos municipais e conselhos de profissionais da área da saúde, não podem mais tolerar que  pessoas criminosas continuei levando a óbito inocentes em busca de atendimento médico”.

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