Campeonato Maranhense

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O Moto é o novo líder do Campeonato Maranhense. O time rubro-negro precisava vencer o invicto São José para seguir no G4 e na briga pelo título do Estadual. E numa partida, onde demonstrou eficiência, principalmente no primeiro tempo, fez 2 a 0, no Castelão e chegou a 11 pontos.

Mesmo com elenco limitado, o Moto demonstrou muita tranquilidade até abrir o placar num chutaço de fora da área do meia Vanderlei.

No fim do primeiro tempo, Henrique foi lançado e sofreu pênalti. O atacante Vavá Metralha chamou a responsabilidade para si e fez 2 a 0 para o Papão.

O Moto lidera com 11 pontos, um ponto a mais que o Sampaio, mas tem dois jogos na frente. O São José com 10 pontos é o terceiro e o Santa Quitéria é o quarto, com os mesmos 10 pontos, perdendo no número de vitórias

Outros resultados

Nos outros dois jogos de hoje, o Araioses venceu o Cordino por 2 a 0 e deixou a zona de rebaixamento.

Quem entrou na deloga foi o Balsas que foi derrotado em casa por 2 a 0, pelo Santa Quitéria e caiu para a penúltima colocação.

A rodada teve início no meio de semana com a vitória do Imperatriz por 3 a 1, contra o Expressinho, no Castelão.

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Sem medo da inquisição

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AndreaMurad1Por Andrea Murad

Na última semana, quem tem acompanhado as discussões no legislativo constatou a intensidade dos  debates entre os parlamentares. Não posso negar que o governo e seus deputados até tentam responder às questões que por mim vem sendo postas, mas, de forma geral, as respostas sobre os descasos neste início de administração ficam restritas a notas oficiais mal elaboradas e sem conteúdo, ou seja, além de nada esclarecerem, não demonstram ações concretas por parte do governo. Digo isto claramente a partir das denúncias que temos feito ao logo das semanas em apenas uma das áreas: a saúde pública. E digo isto, porque de forma muito superficial e desalinhada, a liderança do governo na Assembleia Legislativa apenas busca culpar a gestão passada para justificar o injustificável da gestão atual.

Atraso no pagamento dos funcionários terceirizados, calote nos prestadores e fornecedores da rede de hospitais e Upas estaduais, fim do ambulatório oncológico do Turú, prejudicando milhares de pacientes que eram atendidos com todo o conforto; falta de medicamentos para pacientes com câncer, superlotação nas UPAS, com pacientes em macas nos corredores como nos socorrões; falta de leite especial para criança, fim das consultas nos centros especializados e falta de materiais hospitalares, são os casos que destacamos, fora as dezenas de reclamações e denúncias que chegam à imprensa e ao parlamento devido ao abandono dos serviços que vinham sendo oferecidos à população nos últimos anos. Flávio Dino está conseguindo desmanchar todo um trabalho de cinco anos na saúde pública do Maranhão por uma vingança política sem sentido algum, pois não prejudica seus opositores e sim milhões de maranhenses que nunca tinham experimentado um serviço público com tanta qualidade. Ele e Márcio Jerry, seu braço direito, que às vezes demonstra ter até mais poderes que o próprio governador, implantaram um verdadeiro estado de exceção no Maranhão, onde a oposição é tratada como na época da inquisição e os aliados privilegiados de maneira vergonhosa, como no caso de Caxias com a transferência de R$ 9 milhões de reais em detrimento dos pequenos municípios que vinham recebendo R$ 100 mil reais para manter seus hospitais.

A saúde pública não pode ser utilizada para projetos eleitoreiros do PCdoB, os hospitais não podem ser dirigidos por lideranças políticas sem nenhuma qualificação, mas sim por médicos e administradores capacitados para tais cargos. Em vez de uma gestão profissionalizada, vemos uma gestão política e, repito, comprometendo toda uma estrutura de qualidade e com pessoal qualificado que recebeu na saúde pública do Maranhão.
Confesso que não imaginava que o governador pudesse ser tão ruim em tão pouco tempo. Assisti de perto e sei a complexidade de administrar um sistema estadual de saúde, área que demanda pulso firme e exige controle macro para que seja garantido o seu pleno funcionamento. Infelizmente, Flávio Dino desconhece a estrutura, não sabe o que foi feito e o que está funcionando. A sua equipe e mesmo os deputados desconhecem a rede estadual de saúde, área que necessita de firmeza e não de intervenções políticas tornando a Secretaria de Estado de Saúde um órgão sem resolutividade.

A omissão do governo para tais problemas está presente também no parlamento. Enquanto a oposição chega com fatos concretos e cobrando soluções, a base do governo – sem saber o que responder – se limita a criticar ex-gestores como Ricardo Murad que tenho certeza estar à disposição da casa legislativa para participar de qualquer reunião de esclarecimentos proposta pelos deputados. Como sempre digo, Ricardo Murad, o idealizador do maior programa de saúde do Brasil – o Saúde é Vida – não precisa da minha defesa. O povo sim, precisa da minha voz para denunciar os descasos do atual governo e este, no mínimo, deveria dar satisfações consistentes aos problemas manifestados nas últimas semanas.

Inconsistentes também são as respostas do líder do governo, Rogério Cafeteira. Mal orientado pelos atuais gestores da saúde, que desconhecem a estrutura da secretaria e levam o deputado ao ridículo de prestar informações desencontradas com notas oficiais emitidas pelo próprio governo e cheias de erros graves. Um verdadeiro discurso desajustado que se limita em atacar o incontestável avanço na saúde do estado.

Pior ainda, são as tentativas de outros governistas, como fez um deputado – que se enrola todo, sem conhecimento daquilo que diz, na ânsia de mostrar serviço, – ao reconhecer o problema e dizer que nós, oposição, temos que parar de criticar e apontar as soluções ao governo. É de causar espanto, inclusive aos políticos veteranos, ouvir declarações como esta demonstrando claramente a administração desnorteada e o desalinho de sua base no parlamento. A obrigação de dar as soluções aos problemas levantados por nós é do governador, que assim como sua equipe tem demonstrado despreparo para conduzir o Estado.

Aos que falam que é muito cedo para avaliar a gestão de Flávio Dino, discordo. É cedo cobrar promessas de campanha e o farei no momento certo, porém não é cedo cobrar o pagamento dos trabalhadores que precisam sustentar suas famílias, não é cedo cobrar medicamentos que estão faltando, nunca é cedo para cobrar o fornecimento gratuito do leite especial às crianças, cuja lata custa R$ 200, e jamais será cedo para cobrar a reativação dos serviços suspensos pelo atual governo. Infelizmente o que dá para perceber é que o caos não demora a chegar.

* Andrea Murad é deputada estadual

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Dia de manifestações

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joaquim-haickelPor Joaquim Haickel

Neste dia em que manifestações contrárias ao governo estão marcadas para acontecer em todo o país gostaria de lembrar um texto publicado por mim aqui neste mesmo espaço em 5 de outubro de 2014, onde comentava que uma coisa seria indispensável depois daquele evento.

Disse e quem quer que ganhasse aquela eleição teria que trabalhar com dedicação e afinco por uma reforma política e eleitoral que possibilite uma evolução democrática e justa de nossa forma de convivência em sociedade, da escolha de nossos representantes, de como as pessoas devem votar em defesa de suas ideias e de seus posicionamentos sociais, ideológicos e políticos.

Além disso, disse que uma reforma tributária e fiscal seria indispensável para que o país, o governo à frente dele, possa ser mais justo para com aqueles que em primeira e última análise o sustentam e o subvencionam.

Tanto as manifestações favoráveis ao governo acontecidas na última sexta-feira 13, bem como as que as manifestações contrárias a ele que acontecerão neste domingo 15, são ações políticas menores perto das reformas citadas acima. Com a realização dessas reformas haverá uma imediata diminuição das pressões econômicas e políticas.

Mas voltemos a falar daquilo que é o mais importante agora, a reforma política. Ela deve começar pela escolha de um novo modelo eleitoral, onde a representatividade do voto possa ser mais efetiva e respeitada. As primeiras coisas a serem resolvidas são a obrigatoriedade do voto e o financiamento público de campanha. Sou a favor dos dois.

Ninguém deve ser obrigado a votar. Todos nós devemos sim é comparecer à votação, da mesma forma que o cidadão é obrigado a se apresentar para o serviço militar. Comparecendo à votação e manifestando seu desejo de não votar, o eleitor pode votar em branco ou nulo. Essa é uma manifestação de vontade, que nesse caso pode ser interpretada como desacordo ou insatisfação com as propostas apresentadas pelos candidatos.

O financiamento público pretende coibir o comprometimento dos candidatos, futuros mandatários com os seus financiadores. Em todas as democracias do mundo existe isso. E existe mais! O lobby é prática regular e regulamentada nos Estados Unidos, por exemplo, mas devo reconhecer que a nossa cultura política não está preparada para tantos avanços de uma só vez. Por isso, acredito que devamos recorrer a uma solução híbrida, onde para cada centavo destinado por um doador – pessoa jurídica-, outro real deverá ser destinado por ele para ser rateado entre os demais partidos ou candidatos. Tal medida, de cara, em tese, reduziria pela metade o financiamento privado de campanha e possibilitaria o acesso ao financiamento de candidatos e partidos que jamais teriam acesso a ele.

Depois disso é imperativo que se resolva duas questões delicadas e graves. O instituto da reeleição para os mandatos no Executivo – prefeitos, governadores e presidente -, tem demonstrado trazer consigo vícios que comprometem um segundo tempo de governança. Na prática, o que se vê é que o primeiro ano do primeiro mandato é dedicado à arrumação da casa e das dívidas de campanha; O último ano do primeiro mandato é dedicado à reeleição; o primeiro ano do segundo mandato é parecido com o do mandato anterior e o último é dedicado à eleição do sucessor. Se formos fazer as contas descobriremos que efetivamente restarão quatro, no máximo cinco anos de oito de efetiva administração. Nós estamos nos enganando com esse negócio de reeleição! Sou favorável a mandatos de cinco ou seis anos sem reeleição para cargos executivos.

Outro ponto que deve ser corrigido é a não coincidência dos mandatos. Um país como o Brasil não pode ter eleições de dois em dois anos. Nossa economia não aguenta, nem no tocante à diminuição de seu funcionamento, nem no tocante à oscilação de valorização de ativos, sejam de ações ou imobiliários, seja na movimentação gigantesca de nossa máquina de administração eleitoral, seja na intensa movimentação política que ocorre na vida de nossas cidades, estados e do país.

Deveríamos estabelecer eleições gerais, onde em dois dias de votação, de cinco em cinco ou de seis em seis anos se vote num sábado para vereadores, prefeitos, deputados estaduais e governadores e no dia seguinte, no domingo, se vote em deputados federais, senadores e presidente da República. Nesse caso os senadores continuariam a ser representantes dos estados, mas passariam a ter também mandatos de 5 ou 6 anos, acabando com eleições intercaladas de 1/3 e 2/3 de seus membros.

Em seguida deveremos nos debruçar na escolha do tipo de votação. O voto proporcional não expressa, com legitimidade, a vontade do cidadão. Mas se formos analisar a vontade do cidadão, veremos que o voto em lista também não atenderá a esse anseio. Restará a nós, mais uma vez, o uso de uma forma híbrida de aferição eleitoral. O voto distrital misto, onde metade das vagas disponíveis seriam disputadas pelo voto majoritário, onde os mais votados se elegeriam, e a outra metade resolvida em disputas distritais, onde cada unidade federativa seria dividida em distritos e os partidos apresentariam um candidato para representá-lo em cada um deles.

A reforma eleitoral deve vir respaldada numa maior desregulamentação da eleição. Hoje o TSE e seus tribunais correlatos nos estados dizem até o tamanho do cartaz que o candidato pode usar.

A lei eleitoral é absurda, em alguns aspectos, como por exemplo, quando permite o pagamento financeiro de pessoas para participar de bandeiraços e proíbe a distribuição de brindes como camisetas, bonés, canetas, coisas que são produtos midiáticos.

O tema é vasto e não caberia em uma crônica de jornal, por mais extensa que ela fosse, mas o importante é que esse debate não pare até que uma boa reforma política e eleitoral tenha sido realizada em nosso país, dando mais confiabilidade e respeitabilidade à escolha de nossos representantes e mecanismos que garantam o efetivo, eficiente e eficaz funcionamento das instituições da república.

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Crítica de Marta

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Marta

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Protesto em São Luís

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Cerca de 3 mil pessoas participaram em São Luís da manifestação neste domingo (15) contra o governo Dilma Rousseff e a corrupção no país.

A manifestação que começou na Avenida Litorânea percorreu 6 Km até a praia da Ponta D’Areia. Muita gente acompanhou o percurso de carro, bicicleta e motocicleta.

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Fotos: Lucas Vieira

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Iniciativa louvável

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FlavioDino

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Jogo decidivo

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Captura de Tela 2015-03-14 às 18.31.00Três jogos serão disputados neste domingo (15) pelo Campeonato Maranhense. O principal confronto será entre Moto e São José que vale a liderança da competição.

A partida será disputada num horário nada interessante para o torcedor às 18h45, para atender a um pedido da televisão e para piorar ainda será transmitido ao vivo para São Luís.

Com 8 pontos, o Moto precisa vencer para ultrapassar o São José e Sampaio que tem 1o pontos. É um confronto direto para o Moto que tem a obrigação de vencer.

A novidade no time rubro-negro será o atacante Henrique que retorna ao time titular no ataque ao lado de Vavá. O meia Kléo que sofreu uma pancada no treinamento de ontem é dúvida. O Moto deverá jogar com Raniere, Édson Pacujá, Luís fernando, Rodolfo e Rodrigo Fernandes. Favid, Felipe Dias, Wanderlei e Kléo (Ideílson). Henrique e Vavá.

Os outros dois jogos serão disputados no interior. Na luta contra o rebaixamento, o Santa Quitéria recebe o Cordino, às 14h45, no Cardosão. Em Balsas, o Balsas enfrenta o Santa Quitéria, às 16h, no Cazuza Ribeiro. as duas equipes brigam por vaga no G4.

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