Feirinha une economia criativa e Carnaval

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Tendo como um de seus objetivos ser mais um canal de escoamento da produção agrícola local, a Feirinha São Luís agrega ainda outros atrativos como gastronomia e artesanato, além da programação cultural que em 2018 chegou em ritmo de Carnaval.

Na edição deste domingo (7), a programação cultural foi recheada de atrações carnavalescas como Bicho Terra, Gabriel Melônio, bloco Fuzileiros da Fuzarca e a Escola de Samba Marambaia. Uma realização da Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa), a iniciativa ocorre sempre aos domingos, de 7h às 15h, na Praça Benedito Leite.

“Daremos continuidade em 2018 a este que é um programa exitoso da nossa gestão e que se consolidou por ser uma ação importante de reocupação do centro, de fortalecimento da agricultura familiar e de incentivo à economia criativa e valorização das manifestações culturais. Hoje á Feirinhaé um espaço de comercialização de produtos agrícolas e de lazer para famílias ludovicenses e para turistas”, disse o prefeito Edivaldo.

A presença dos grupos culturais é mais um atrativo para quem visita a Feirinha. Até o Carnaval os domingos na Feirinha serão no ritmo momesco. “Vamos manter a ideia de edições temáticas ao longo desse novo ano, trazendo sempre inovação para chamar o público, como nas edições anteriores. Durante esse período de folia, as atrações carnavalescas maranhenses que são fortes e diversas serão evidenciadas na Feirinha“, disse o secretário Ivaldo Rodrigues.

A turismóloga Raphaela Dias é frequentadora assídua da Feirinha São Luís. “Movimenta o turismo na cidade, pois apresenta em um só espaço artesanato, gastronomia e cultura. E durante o período carnavalesco, podemos mostrar toda diversidade cultural única do Maranhão”, destacou ela.

Feirinha São Luís iniciou em junho de 2017 e conquistou o público ao longo de 30 edições. Apenas no primeiro ano, movimentou, em média, 15 toneladas de produtos e subprodutos da agricultura local.

Foto: Renato Carvalho

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Clubes realizam amistosos no fim de semana

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Os principais times maranhenses se movimentaram neste fim de semana na pré-temporada antes da bola rolar de verdade.

O Sampaio venceu o Ríver, por 1 a 0, em amistoso realizado no Estádio Albertão, em Teresina. O gol Tricolor foi marcado por Erick, aos 40 minutos do segundo tempo.

O Sampaio iniciou o jogo com Andrey; Junio Rocha, Maracás, Fredson e James; César Sampaio, Yuri, Fernando Sobral e Marlon; Uillian e Wellington Rato.

As duas equipes voltam a se enfrentar na próxima quinta-feira (10), às 20h15, no Estádio Castelão.

O Moto realizou um amistoso em seu CT no Paranã e venceu o Santa Quitéria por 3 a 0. Os gols fo time rubro-begro foram marcados por Lucas Bacelar, Andre Mensalão e Robinho.

O Moto entrou em campo com Rodrigo Ramos; Diego Renan, Betão, Wanderson e Guilherme; Rafael Santos, Bruno Menezes, André Mensalão e Jailson; Ricardo Maranhão e Lucas Bacelar.

No próximo sábado (13), o Moto enfrenta o Maranhão, às 15h30, no Estádio Nhozinho Santos.

No interior do Pará, em Paragominas, o Imperatriz enfrentou o Paragominas em amistoso e foi derrotado por 1 a0.

O Maranhão fez um jogo treino contra um time amador e venceu por 4 a 0, com gols de Marciano (2), Andrezinho e Edcarlos.

Foto: Arthur Ribeiro/GloboEsporte.com

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Ricardo diz que Dino aumentou pobreza

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O pré-candidato ao governo do Maranhão, Ricardo Murad (PRP) destacou nas redes sociais que o Maranhão precisa dar um basta na politicagem para que, de fato, cresça em todos os níveis.

Segundo Ricardo, o comunismo de Flávio Dino só empobreceu o estado se utilizando das mesmas práticas.

“O Maranhão precisa por um fim na politicagem, que tem mantido o estado atrasado e sem futuro. O governo comunista de Flávio Dino aumentou a pobreza e perseverou nesse modelo, que faz tudo para cooptar políticos – vide Josimar do Maranhãozinho – antes odiado, hoje ídolo do comunismo. Vou acabar com isso para fazer gestão no governo e dar resultados. Podem acreditar”, escreveu.

A última pesquisa que avaliou a renda dos brasileiros realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou o empobrecimento da população no Maranhão. Segundo a pesquisa, 396 mil maranhenses vivem em situação de miséria em todo o estado.

Em 2014, 51,7% das famílias sobreviviam com até meio salário mínimo em todo o estado. Em 2016, esse número subiu para 56,7%. Ainda de acordo com a pesquisa, 312 mil maranhenses voltaram à condição de pobreza.

Tudo isso na gestão do governador Flávio Dino.

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