Cordino e Treze ficam no empate

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Cordino e Treze empataram por 1 a 1, no Frei Epifânio D’Abadia, em Imperatriz, na primeira partida pela pré-Copa do Nordeste. O Treze abriu o placar com Tininho, mas o Cordino empatou no segundo tempo com Fábio Lima.

O jogo teve que ser realizado em Imperatriz porque o estádio Leandrão, em Barra do Corda não tem condições de receber jogos de futebol devido à queda do muro.

As duas equipes voltam a se enfrentar na próxima quinta-feira (11), em Campina Grande, às 20h (horário local). O cordino terá que vencer a partida de volta ou repetir o resultado para deciddir a vaga nos pênaltis.

O outro representante maranhense na Copa do Nordeste, o Sampaio estreia na competição, contra o CSA, em Maceió, no dia 18 de janeiro.

Copinha

Pela Copinha, o Pinheiro foi goleado pela Ferroviária-SP, em Araraquara por 6 a 1. O time maranhense levou os 6 gols em apenas 32 minutos de jogo.

Foto: Antonio Pinheiro Filho

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Iphan e Prefeitura avançam na Deodoro

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A Prefeitura de São Luís iniciou, nesta quinta-feira (4), as obras de adequação do espaço contíguo ao Liceu Maranhense, para onde serão remanejados, provisoriamente, os vendedores ambulantes das praças Deodoro e Pantheon e avenidas Silva Maia e Gomes de Castro. A ação visa desocupar toda área do Complexo Deodoro, que está passando por obras de requalificação urbanística, executadas pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em parceria com a Prefeitura de São Luís, por meio do programa federal PAC Cidades Históricas.

Segundo o secretário municipal de Urbanismo e Habitação (Semurh), Mádison Leonardo Andrade, o espaço para receber temporariamente os comerciantes foi escolhido em comum acordo com os vendedores ambulantes cadastrados na área. “O prefeito Edivaldo determinou que a remoção fosse feita de forma que comprometesse o mínimo possível o trabalho dos ambulantes e que eles tivessem um espaço adequado para realizar seu trabalho. E esse espaço foi considerado o melhor local, porque fica próximo ao setor onde estavam e também com movimentação de pessoas”, observou o secretário destacando que a obra de requalificação do Complexo Deodoro é necessária e importante para a cidade.

Para definir o espaço em comum acordo com os ambulantes, foram realizadas diversas reuniões e rodas de conversas com representantes da categoria. As conversações foram coordenadas pela Blitz Urbana, órgão ligado à Semurh . “Foi tudo democraticamente planejado e acordado com os profissionais envolvidos no processo de remoção para a área”, frisou o diretor geral da Blitz Urbana, Joaquim Azambuja.

As obras do projeto de adequação do espaço – localizado na lateral do Liceu Maranhense, onde funcionavam antigas paradas de ônibus – estão sendo executadas pela Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp). Os serviços no local contemplam a demolição total do piso atual para a colocação de novo revestimento e o nivelamento da área para uniformização do piso. Serão colocados, ainda, nova iluminação e banheiros químicos.

Conforme o projeto de adequação, o espaço comporta 357 barracas pequenas e duas grandes. Estão cadastrados para o remanejamento cerca de 300 vendedores ambulantes instalados em áreas do Complexo Deodoro, inclusive os que ocupam as alamedas Gomes de Castro e Silva Maia. Após o remanejamento, serão intensificadas as obras nas áreas desocupadas.

Foto: Maurício Alexandre

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Felipe Alves dá ‘balão’ no Sampaio

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Mais um jogador dado como certo no Sampaio para esta temporada está fora do clube. Pela terceira vez, o Sampaio leva um “balão” de jogador.

Depois de anunciar no ano passado Diego Silva que foi para o Atlético-GO e Felipe Marques que preferiu ir para o Remo, agora foi a vez de Felipe Alves, anunciado como a principal contratação do Sampaio para a temporada.

O atacante que estava no Paraná Clube adiou a sua apresentação por três vezes até que desistiu de vestir a camisa Tricolor.

O jogador preferiu ir para o futebol japonês.

Ao Sampaio cabe cobrar os seus direitos. Se existe um contrato assinado e uma multa estabelecida que Felipe Alves pague o clube.

A prática de “balão” tem sido comum nas equipes maranhenses. O Moto também já levou três nesta temporada, o principal deles foi o do zagueiro Paulo Sérgio que foi anunciado pelo clube, mas não apareceu.

Que coisa!!!!

Foto: Geraldo Bubniak/AGB

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Júnior Marreca é condenado por improbidade

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O ex-prefeito de Itapecuru Mirim, Antonio da Cruz Filgueira Junior, o “Junior Marreca” (PEN/Patriotas), atualmente deputado federal, foi condenado em duas ações civis públicas por atos de improbidade administrativa, às penas de suspensão dos direitos políticos pelo período mínimo de cinco anos; pagamento de duas multas civis no valor de R$ 144,5 mil e de R$ 149,5 mil; proibição de contratar com o Poder Público, direta ou indiretamente, pelo período de cinco anos; e ressarcimento integral dos danos discutidos nas duas ações, parte que já foi cumprida pelo ex-prefeito. A condenação é da juíza Laysa Martins Mendes, titular da 1ª Vara de Itapecuru-Mirim.

As ações civis públicas foram ajuizadas pelo Ministério Público Estadual (MPMA), afirmando que, no exercício financeiro de 2012, o município de Itapecuru-Mirim firmou convênios com o Estado do Maranhão, através da Secretaria de Esportes e Lazer, para construção de duas quadras poliesportivas no município, com a efetivação de repasses de R$ 145 mil e R$ 150 mil para as referidas obras.

Segundo o MPMA, tanto o município quanto a empresa contratada deixaram de executar a obra, tendo sido realizado apenas 4% em serviços preliminares, equivalente ao valor de R$ 5,8 mil. Por meio de extratos bancários, o MP apurou o desvio dos recursos, sem que a obra tenha sido executada, configurando ato de improbidade administrativa com prejuízo ao erário municipal.

Em sua defesa, o ex-prefeito afirmou que ordenou a suspensão da obra para evitar dano ao erário, em razão da constatação de sobrepreço; que houve movimentação financeira do convênio, em decorrência de fatos imprevisíveis que prejudicaram as finanças municipais, com vistas ao cumprimento de suas obrigações, em especial, o salário dos servidores, pelo que procedeu à transferência momentânea dos recursos do convênio para a conta única do Município, mas que depois houve a devolução dos recursos para a conta específica do convênio.

(mais…)

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Othelino garante gestão harmoniosa

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Ao ser oficializado presidente da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (4), o deputado Othelino Neto (PCdoB) afirmou que vai conduzir a o cargo de forma harmoniosa, como vinha fazendo antes da morte do presidente Humberto Coutinho (PDT).

Após a formalização, que foi na sala da Presidência, Othelino disse que o ato foi discreto por conta da morte de Humberto e do próprio pai do novo presidente, Othelino Filho, há menos de um mês.

“Estamos ainda num momento de tristeza e muito pesar, com o falecimento do presidente Humberto, mas esse rito formal tinha que ser feito, mas como ele era sempre preocupado que a Assembleia continuasse seu ritmo e sua rotina, agora vamos dar prosseguimento ao belo trabalho que foi feito por ele. Não só internamente, mantendo a harmonia entre os deputados de diferentes correntes, que são marcas características de um Parlamento, mas trabalhando principalmente para ajudar a melhorar a vida dos maranhenses, porque é à população que devemos a maior satisfação”, garantiu.

Outras efetivações

O ato marcou também a efetivação de Fábio Macedo no cargo de 1º vice-presidente; Josimar de Maranhãozinho (PP) na 2ª vice e Adriano Sarney (PV) na 3ª vice, por ordem de sucessão natural, deixando em aberta a 4ª vice-presidência. Os três fizeram também referência à memória de Humberto Coutinho e desejaram sucesso ao novo presidente, no ato que marcou a posse de todos, com a presença de deputados, familiares e amigos.

A solenidade marcou também a efetivação de Rafael Leitoa (PDT) como deputado estadual, já que ele era o primeiro suplente da coligação que elegeu Humberto Coutinho, e da posse do primeiro suplente Fernando Furtado (PCdoB), porque o titular Neto Evangelista continua como secretário estadual.

Do mesmo ato que marcou o procedimento administrativo para oficializar a condução do presidente Othelino Neto, participaram o governador em exercício, Carlos Bandão, os deputados federais Zé Reinaldo e André Dantas, o secretário de Saúde do Estado, Carlos Lula, e vários deputados da Casa, além de outras autoridades.

Presenças do governador em exercício

Othelino Neto agradeceu a presença das autoridades e fez deferência ao governador em exercício.  Carlos Brandão desejou “sucesso ao amigo e parceiro, que vamos continuar andando de mãos dadas”, como foi na gestão do Humberto.

Outro que desejou sucesso ao novo presidente foi o deputado federal Zé Reinaldo. “Vim prestigiar a posse do amigo Othelino, mesmo nesse momento triste, mas a vida tem que continuar, e desejar sucesso muito grande e contribuir para o sucesso de sua gestão”, garantiu. O deputado André Fufuca fez votos na mesma linha e assegurou que Othelino tem condições de fazer um trabalho à altura do executado por Humberto Coutinho.

Foto: Agência Assembleia

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Sobre a não nomeação de Pedro Fernandes

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Por Joaquim Haickel

Pedro Fernandes se elegeu vereador de São Luís em 1992, vaga que antes era ocupada por seu irmão, Manoel Ribeiro, que foi inclusive presidente da Câmara Municipal da capital, e naquele momento era deputado estadual, e iniciava ali sua brilhante trajetória política.

Mas essa história remonta mesmo os idos do ano de 1993! Tudo começou quando impuseram aos deputados e à Assembleia Legislativa do Maranhão, durante 10 anos, o nome de Manoel Ribeiro como presidente do legislativo estadual. Uma hora os nossos erros voltam para nos assombrar!

Em 1998, depois de duas eleições consecutivas de Manoel como presidente da ALM, Pedro disputa e ganha um mandato de deputado federal, cargo que ocupará por cinco mandatos sucessivos, até que, sabiamente, passará o bastão para seu filho, Pedro Lucas, em 2019.

Até aí tudo está certo, translúcido e completamente bem explicado e entendido.

Os Ribeiros sempre foram aliados do grupo liderado por José Sarney, mesmo que o mando deste grupo tenha sido exercido por sua filha Roseana nos 14 anos em que ela foi governadora do Maranhão.

Para Roseana era muito cômodo que Manoel Ribeiro controlasse a Assembleia Legislativa e os deputados, para isso deu a ele todo o poder necessário para tanto.

Pedro Fernandes sempre foi reconhecidamente um político mais bem preparado que seu irmão mais velho e logo impôs um estilo próprio. Engenheiro, bem versado e mais culto que o irmão, era tecnicamente mais capaz de assumir tarefas burocráticas. Já Manoel, passado na casca do alho, sempre foi um político mais arguto, mais afeito ao jogo dos bastidores da política. Era indiscutivelmente aquilo que se chama de uma raposa felpuda da política maranhense de seu tempo.

Quatro momentos da trajetória de Pedro Fernandes foram os pontos altos de sua vida pública. Quando se elegeu vereador, foi um excelente vereador. Quando se elegeu Deputado e novamente teve boa atuação. Quando foi indicado secretário de Educação por Roseana Sarney e agora quando teve seu nome indicado para ser ministro do trabalho.

A política é um sacerdócio. Uma ocupação parecida com a dos homens que dedicam sua vida a Deus. Os médicos de antigamente tinham essa mesma característica. Dedicavam-se à sua função de corpo e alma. Na política deve ser assim. Se você não se dedicar integralmente a ela, ela lhe falta. Se bem que para ter sucesso em qualquer setor essa máxima se aplica.

Quando a direção nacional do PTB indicou o nome de Pedro Fernandes para ministro do trabalho, o fez por ver nele um quadro capaz de desenvolver o trabalho de sustentação que o partido precisava para suas políticas. Ocorre que Pedro deveria primeiro fazer o dever de casa e ele não fez!

Aprende-se cedo na política que atitudes falam mais alto que o som de nossa voz. Sabendo da amizade de Zé Sarney com o Presidente Temer, Fernandes tinha obrigação de saber que o presidente da República pelo menos consultaria o ex-presidente, líder inconteste do estado do futuro ministro, sobre o fato de indicar um político de seu estado, sabidamente seu amigo, para um cargo tão importante, ainda mais pelo fato desse amigo estar vinculado a um adversário não só do ex-presidente, mas a alguém que recorrentemente chama Temer de golpista e ilegítimo!

Ora bolas, é ter muito pouca capacidade de entendimento do cenário político! Como é possível querermos que as coisas venham a acontecer como se deseja, trabalhando no sentido contrário!?

Já que Fernandes está agora alinhado a um governador, adversário do homem que vai nomeá-lo, o certo a fazer neste caso, deveria ser, de comum acordo com o governador, estabelecer que o mais importante neste momento seria garantir sua nomeação, coisa que seria bom para todo mundo. Todo mundo mesmo! Não dá para apagar incêndio com gasolina. Numa situação dessas o velho Manoel se sairia muitíssimo bem, já Pedro não é tão bom nisso.

Ao tentar demonstrar uma lealdade subserviente ao governador, Pedro pediu para não ser nomeado Ministro. Lealdade é a maior das qualidades de um político, desde que ela não seja capachilda, desde que ela aconteça de maneira livre e independente, caso contrário é pura dependência, imposição.

Tenho certeza que Zé Sarney não foi consultado pelo PTB ou pelo presidente Temer sobre a indicação de Pedro Fernandes para o ministério. Estive com Sarney no dia da indicação e ele comentou comigo que seria uma coisa muito boa para o Maranhão ter dois ministros novamente, ainda mais sendo Pedro.

Tenho certeza que ele não pegou o telefone para vetar o nome de Fernandes. O que ocorreu é que as declarações atabalhoadas de Pedro e as repercussões delas, muitas de forma bastante maldosa, aproveitando-se da inabilidade do deputado neste caso, fizeram não só Temer, mas o próprio PTB nacional repensar a indicação. Dar um ministro para um adversário, em meio a uma batalha política como a das reformas e a condução do país em meio a toda essa crise, é uma temeridade.

Pedro deveria ter ficado calado, consolidado seu nome e esperado ser nomeado. Não precisava trair Flávio Dino, só não podia ser subserviente a ele. Este fato prejudicou inclusive o próprio governador do Maranhão, que acabou não tendo um ministro ligado a si!

Depois do caldo derramado resolveram fazer o que os políticos fazem toda vez que não têm coragem de reconhecer seus erros: “Isso é coisa do Sarney!”

Não meto a minha mão no fogo por Zé Sarney, exatamente por saber que ele é o maior e o melhor político, mesmo sem mandato eletivo, ainda em plena atividade no Brasil, mas posso garantir que a maioria das coisas que as pessoas atribuem a ele, é obra da incapacidade das próprias pessoas de fazerem o que devem ou pelo fato de terem feito o que não deveriam.

Com perdão da má comparação, acontece em relação a Sarney a mesma coisa que acontece em relação a Deus e ao Diabo. Grande parte dos milagres creditados a Deus e dos flagelos debitados ao Diabo, ocorrem por obra e graça da nossa incapacidade de fazer o que deveríamos.

PS1: Depois de reler e revisar o texto acima, cheguei a conclusão que não vai adiantar que se diga e até mesmo que se prove que Sarney não vetou o nome de Pedro Fernandes, pois muitas pessoas não vão acreditar nisso. Porém uma coisa é certa, se Pedro Fernandes tivesse agido de outra maneira, da forma politicamente correta, uma hora dessas, ele seria ministro do trabalho.

PS2: Já imaginaram se o PTB nacional, comandado por Roberto Jeferson, que detesta Flávio Dino e o PC do B, obrigasse o partido no Maranhão a não se coligar com o governador!? Pedro Fernandes estaria no mato sem cachorro, pois a uma altura dessas o grupo Sarney não o receberia de volta!

PS3: A sobrevivência política de Pedro Fernandes e a eleição de seu filho, o promissor Pedro Lucas, independe de sua vinculação com esse ou aquele grupo político, comandado por este ou aquele cacique, seja ele detentor efetivo do poder formal ou não.

PS4: Acabei de lembrar do que minha mãe me dizia, quando eu era ainda bem pequeno: “Dizes com quem andas, que te direi quem és”.

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Bandidos explodem banco em Zé Doca

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Alguns dias após o governo do Maranhão divulgar dados sobre a redução do número de assalto a bancos no estado, eis que os bandidos numa ação audaciosa levaram pânico na madrugada desta quinta-feira (4) à população de Zé Doca.

Segundo a Polícia, um grupo de aproximadamente 10 homens fortemente armados explodiu a agência do Banco do Brasil de Zé Doca por volta de 1h40 da madrugada.

Durante a ação que teria durado quase 2h, os bandidos cercaram o quartel da Polícia Militar. Houve muita troca de tiros, mas ninguém ficou ferido.

Uma outra parte dos bandidos praticava o assalto e explodia a agência bancária que ficou totalmente destruída.

Na fuga, os bandidos liberaram cinco pessoas que foram feitas reféns.

Não foi divulgada a quantia levada pelos assaltantes que teriam fugido em direção ao Pará.

Foto: Divulgação/Polícia

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