Sobre o 41º Guarnicê

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Deixei passar algum tempo e baixar a poeira para poder me manifestar sobre o Festival Guarnicê deste ano, o de número 41…

O Departamento de Assuntos Culturais da Universidade Federal do Maranhão promove, desde 1977, o terceiro mais antigo festival de cinema do Brasil, e no início fez isso graças ao trabalho de visionários como Mário Cella, que contava com a colaboração de dedicados jovens cineastas como Euclides Moreira e Murilo Santos, e agora conta com a total devoção de Fernanda Pinheiro e seus colegas do DAC.

O festival passou por altos e baixos, como passa todo evento promovido sem o devido aporte financeiro. É bem verdade que no começo era muito pior, pois não havia quase nenhum recurso para realiza-lo, mesmo que ele tivesse um cunho apenas local, mas o evento foi crescendo e chamando a atenção de todo Brasil.

O fato de o festival acontecer exatamente no sexto mês, época das festas juninas, atraiu para si o interesse de participantes de outros estados que aproveitavam a oportunidade para visitar nossa sempre hospitaleira São Luís.

O certo é que o tempo foi passando, o festival cresceu e de certa forma se “profissionalizou” no sentido de que ele é realizado com bastante “pontualidade”.

Participo do Guarnicê faz 34 anos, desde 1984, tempo em que ainda se chamava Jornada Maranhense de Cinema e Vídeo. O nome Guarnicê passou a ser utilizado, acredito que por ideia de Euclides Moreira Neto, apenas depois que a revista de mesmo nome, editada por mim, Celso Borges, Roberto Kenard, Paulinho Coelho e Érico Junqueira Ayres fechou as portas.

De lá para cá o festival só cresceu, mas devo reconhecer que o evento do ano passado, de comemoração dos 40 anos, foi muito melhor que o deste ano, até porque os apoios estruturais e financeiros do ano passado foram muito maiores. Em 2018 os recursos foram minguados e quase insignificantes, além de terem chegado na última hora.

As pessoas que realizam esse evento são funcionários da UFMA, que tem que cumprir normas da instituição. Este não é um festival promovido por um produtor de eventos independente, que tem a possibilidade de vender o festival como bem entender e não precisa cumprir normas específicas.

Ouvi várias críticas e reclamações sobre o festival e acredito que todas devem ser levadas em consideração, mesmo quando ela venha de um realizador que acredita que a sua obra merecia ter ganhado todos os prêmios colocados em disputa, mesmo quando a crítica tenha sido exposta de forma mal educada e espetaculosa, com a clara intenção mais de chocar, do que de analisar as deficiências do evento. Nestes dois casos me pareceu claramente que as pessoas estavam olhando unicamente para seus umbigos. Um que viu seu filme que nem deveria ter sido selecionado, ganhar um prêmio que ele mesmo considerou menor e eu achei de bom tamanho e o outro que participou pela décima vez do festival e só naquela edição ganhou um prêmio que também considerava menor. Ah! Comprem um bode!…

Ouvi outras críticas, algumas delas podem parecer resultado dealguma mágoa ou ressentimento com o festival e sua organização, mas que mesmo assim devem ser l evadas em consideração.

O certo é que o festival precisa afinar suas regras e parar demisturar gêneros e tipos de filmes. Curta é curta, longa é longa! Ficção e documentário são coisas diferentes! Os responsáveis pelos filmes são seus produtores! Só são seus diretores quando estes acumulam essas funções! As sessões de exibição devem ser impecáveis! Um filme não pode ter sua exibição prejudicada por problemas técnicos do festival! O cinema e os filmes podem ter os posicionamentos ideológicos e políticos que seus realizadores desejarem que tenham, mas o evento não pode! A formação de público deve ser meta prioritária do festival…

O certo é que há o que fazer para melhorar o festival, mas ele não é tão ruim quanto pintam alguns “insatisfeitos”.

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Kiu!… Ave Thaynara OG, os que vão sorrir te saúdam!…

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Este é um tipo de momento muito especial em minha vida, pois desenvolvi uma espécie de dispositivo de catarse ou de redenção para me livrar de alguns erros ou de alguma culpa, oriunda da minha intrínseca criação judaico-cristã, sem ter que passar por processos mais complicados de absorvimento e de absolvição. Consiste no simples reconhecimento pessoal e ou público de algum erro, equívoco ou coisa que o valha, desde que feito de forma verdadeira, espontânea e honesta. Penso que algumas pessoas poderiam muito bem tentar fazer isso, suas vidas poderiam ficar um pouco melhores.

Por favor, não pensem que eu vá aqui falar de política… Não! Vou comentar com vocês sobre uma coisa mais, digamos, pueril, algo mais fútil, mesmo que nada tenha de fútil, uma vez que residia exatamente em achar de meramente fútil uma coisa que pode ser e é muito importante nos dias de hoje, mesmo que tanto eu como ainda muitos iguais a mim não deem o devido valor e a merecida atenção.

Vamos logo ao assunto: em que pese conhecer Thaynara OG de muito tempo, afinal minha filha é amiga de sua irmã, a cintilante Lud Luz Própria, eu sempre fiquei de pé atrás com essa nova função de influenciador digital. Achava uma coisa incrível como as pessoas se deixavam influenciar por um gritinho e como isso se transformou em uma febre. Pior, uma febre acusa uma infecção, só que esse tipo específico de infecção se torna incontrolável e generalizada.

O fenômeno Thaynara OG só crescia e eu, em que pese conhecer seus pais, seus tios, saber de sua boa formação e admirar a moça, achava que ela poderia fazer com aquele poder que tinha, coisas muito maiores. Poderia se aprofundar, poderia se tornar realmente uma influenciadora de mudanças. Como fui tolo e arrogante. Como fui burro, coisa que abomino. Burrice é coisa da qual tenho grande alergia e confesso que também tenho meus graus de contaminação dessa peste humana.

Fui burro, isso pra dizer o mínimo, no que diz respeito à minha análise sobre Thaynara OG, e isso ficou latente em mim. De certa forma sentia um inconfessável orgulho de ver uma moça bonita e inteligente de minha terra, se sobressaindo no panorama midiático nacional e até internacional, mas não dava o braço a torcer.

Certo dia me peguei imaginando que esses influenciadores digitais, com os poderes que têm sobre as pessoas, se quisessem poderiam influir sobre elas a ponto de quem sabe substituírem ou controlarem o Poder Legislativo, por exemplo! Fiquei preocupadíssimo, mas logo me acalmei, pois eles querem algo muito maior e mais importante que mero poder político, coisa mais arcaica e sem graça.

Moral da história, o tempo passou e recentemente, o destino cruzou meu caminho com o de Thaynara OG de forma mais efetiva, digamos, mais profissional, em um evento que ela já realiza faz algum tempo e eu pude ver de perto, que como Caetano disse certa vez … “Ninguém é normal!…”.

Às vezes nós cobramos das pessoas, atitudes e ações que para elas têm conteúdo e forma diferente do que tem para nós e nem por isso estão erradas… Apenas a forma de fazerem é diferente…

Ainda acredito que o digital influencer pode ter uma visão, em alguns casos, mais focadas para algumas transformações importantes da sociedade e das pessoas, mas isso não significa que porque eu não consigo entender correta e abrangentemente, os caminhos dessas novas formas de relacionamento, elas não aconteçam e não causem essas transformações… Meu medo continua sendo causar transformações para o lado negativo também, o que tenho certeza, não é o caso de Thaynara OG.

Quero aqui dizer publicamente e reconhecer perante todos que essa jovem e bela mulher, que traz em si algumas das características mais arraigadas de nossa gente, como simplicidade e hospitalidade, pessoa de boa formação e do bem que faz um grande trabalho de difusão das coisas do Maranhão e de nossa cultura.

 

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Uns não querem e outros não sabem!…

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A recente crise interna do grupo Sarney no que diz respeito às candidaturas ao Senado, mais que expor os problemas internos deste lado da política maranhense, expõe profundamente a falta de capacidade e de visão política de Flávio Dino, já que não se pode falar em um grupo dele, uma vez que tal agremiação é uma mera junção de interesses em torno do poder que emana do Palácio dos Leões. Prova disso é a lista de seus apoiadores, quase todos oriundos de outros grupos e apenas momentaneamente alojados sob a bandeira comunista.

Pensando bem as fraturas expostas dos lados do conflito político maranhense precisam ser radiografadas! Vou tentar!

Do lado dinista fica clara a incapacidade de executar operações simples, como soma e multiplicação. Equações para eles são coisas impensáveis!

Se quisesse realmente destruir o grupo Sarney, neste momento, Flávio Dino precisaria apenas apoiar um dos dois candidatos a senador daquele grupo, mas ele não tem nem capacidade de ter esse raciocínio, nem grandeza estratégica para tanto, até porque sua arrogância e sua prepotência não permitem!

Se Dino declarasse apoio a Lobão, como sendo o segundo senador para o voto de seus correligionários, poderia soterrar a candidatura de Sarney Filho, última esperança de recuperação pessoal de poder do grupo Sarney! Por outro lado, se ele resolvesse que para quebrar o grupo adversário, deveria apoiar Sarney Filho como o segundo voto de seu time para o Senado, isto geraria um caos tão grande no grupo antagonista, que certamente culminaria com a decisão, logo no primeiro turno, da eleição do governo, a seu favor.

Digo isso sem nenhum medo de que ele possa vir a executar uma dessas estratégias, pois como já disse, ele apesar de tentar imitar Zé Sarney em quase tudo, não consegue se igualar nem ao dedo mindinho do pé do ex-presidente da República.

Veja! Essas possibilidades não foram inventadas por mim, elas existem livremente nos possíveis e até nos impossíveis cenários da nossa política.

Ter grandeza para pensar como agir na política é apenas uma etapa. Ter grandeza para executar esses pensamentos é outra.

Se de um lado, aqueles que se encontram com o poder da máquina estatal na mão, a incompetência é clara, do outro lado, onde se encontram aqueles que tiveram durante muito tempo o poder em suas mãos, fica patente que não sabem jogar sem ele.

A visível falta de comando e a inexistência de um diálogo franco, aberto e direto entre as quatro ou cinco forças de oposição do estado, demonstram que o seu jogo é quase de amador, mesmo os jogadores sendo profissionais tarimbados.

Fico de longe observando e vendo os erros se amontoarem de um lado e de outro, e acredito cá comigo, que o desempate desse jogo mal jogado e feio vai acabar sendo feito pela força bruta, onde o poder do estado, da mesma forma que em vezes anteriores, será decisivo no resultado.

Como a esperança é a última que morre, rezo para que dos males aconteça o menor, em beneficio de nosso Estado e de nossa gente, que não aguenta mais os hipócritas, arrogantes e prepotentes de um lado e os soberbos, autossuficientes e inapetentes do outro.

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Dizem que eu não gosto deles!…

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Soube que o governador Flávio Dino teria dito em uma roda de conversa que não sabe o motivo de eu não gostar dele! Engraçado!… Essa foi a mesma frase que eu soube que Roseana Sarney disse a meu respeito, frase que se assemelha a uma que o jornalista Robert Lobato disse em uma postagem de seu blog sobre o fato de eu achar que o senador Roberto Rocha deveria abrir mão de sua candidatura em favor da criação de um grupo que pudesse realmente tentar mudar o rumo da história do nosso estado.

O motivo dessas pessoas, importantes na política do Maranhão, acharem que eu não gosto delas, se deve simplesmente ao fato de eu falar o que penso, e não aquilo que é agradável aos seus ouvidos!…

Quando alguém mente a respeito de uma pessoa, dizendo algo que a desagrada, como uma ofensa, um insulto, uma calúnia, uma injúria ou uma difamação, essa pessoa tem todo direito de achar que o autor dessas maledicências não gosta dela! Mas quando alguém relata fatos que comprovem que as coisas que fala, são verdadeiras!… Quem não gosta de si mesmo é quem as pratica!…

Quando eu digo que Flávio Dino é hipócrita, arrogante, prepotente, sectário, maniqueísta, perseguidor, messiânico, que até hoje não desceu do palanque eleitoral e que faz política universitária, digo apenas aquilo que todos estão vendo, que é seu modus operandi, coisas que ele faz e incita seu grupo a fazer, diariamente. Coisas facilmente comprováveis!

Quando eu digo que Roseana Sarney, cometeu um gravíssimo erro em não se candidatar ao Senado em 2014, se desincompatibilizando e possibilitando Luís Fernando eleger-se governador de forma indireta pela ALM, fato que foi responsável pela quase aniquilação de seu grupo político, por dar ouvidos a maus conselhos, por fazer o que não deveria ter sido feito, por relegar o contato com os políticos a um plano inferior, quase inexistente, digo apenas os fatos!

Quando eu digo que o senador Roberto Rocha pode vir a perder uma oportunidade única na vida pública, que é a de tentar criar um grupo político forte, demonstrando sacrifício de um projeto pessoal, abrindo mão de um sonho, que todos sabem ser muito difícil de ser realizado neste momento, em nome da possível construção de uma estrutura suprapartidária que possa desbancar não apenas o atual governo, mas outros grupos políticos que almejem o Palácio dos Leões, digo apenas o óbvio!

Quando alguém diz aquilo que verdadeiramente acredita, aquilo que dentro de sua visão, dentro de sua linha de observação e de raciocínio é o real e verdadeiro, mesmo que isso desagrade outras pessoas, a primeira reação destas é achar que o “boquirroto” não gosta delas.

Isso é um direito destas pessoas, mas ter esse direito não significa que elas estejam certas em suas ações. Eu nada tenho de pessoal contra nenhuma delas! Apenas exerço o meu direito constitucional de opinião e manifestação, e faço isso de uma forma que considero correta e respeitosa.

Em relação a Flávio Dino e seu governo, dei-lhes um ano de prazo, tempo em que fiquei sem tecer nenhum comentário sobre eles, esperando que dissessem a que vieram. Passado esse tempo comentei o que vi, e o que vi foi que só mudaram os nomes das pessoas, as práticas políticas continuaram as mesmas. Indiquei que em alguns casos aconteceram avanços e melhorias, mas que no geral, principalmente na ação política, houve um retrocesso aos tempos do vitorinismo, fato que qualquer pessoa pode comprovar!

Em relação a Roseana, se ela tivesse interesse de pelo menos ouvir as opiniões de algumas pessoas sensatas como seu próprio pai, o Maranhão não estaria mergulhado nesta era de perseguições, uma das mazelas pelas quais seus adversários não podem acusá-la. Ela é a maior culpada por existir um tirano no governo do Maranhão!

No caso de Roberto Rocha, pelo menos ainda há tempo para ele fazer uma profunda análise e reconhecer que com altruísmo e coragem ele pode pelo menos tentar mudar o panorama político do Maranhão, coisa que nossos últimos governantes já provaram que não foram capazes de fazer.

Nada tenho de pessoal contra nenhuma das pessoas citadas neste texto, apenas tenho opinião formada sobre suas atitudes e ações políticas. É uma pena que elas não são capazes de entender isso.

 

PS: São por essas e por outras que Zé Sarney é e continuará sendo, por muitos e muitos anos, o maior político que o Maranhão já teve! Ele tem defeitos!?… Claro que tem!… Mas os defeitos dele seriam qualidades em outras pessoas…

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Uma rápida análise

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Colocando o assunto eleitoral em dia, vamos passar em revista os fatos mais recentes dessa conjuntura.

Pesquisas publicadas recentemente demonstram claramente as tendências dos acontecimentos que se avizinham. No cenário nacional as coisas estão bem claras com a pré-disposição dos eleitores buscarem vias extremas para a solução do problema de governabilidade de nosso país.

Candidatos não faltam! Alguns até parecem bem intencionados, como o Amoedo, que tem um discurso de cidadania aflorado e o Meireles, que tem simpatia de parte do empresariado, mas nenhum consegue superar a casa do terceiro numeral na melhor previsão que se possa fazer.

Olhar para Marina enjoa o estômago de algumas pessoas, mesmo ela tendo um desempenho razoável nas pesquisas. Sem Lula o PT não tem a menor chance, até porque ele não consegue transferir seus votos para ninguém. O apoio que ele tem, é dele e é intransferível, fato que demonstra alguma maturidade por parte do eleitor.

Ainda é cedo para, afirmar sem sombra de dúvida, mas pelo que tudo indica, a eleição para presidente da República será polarizada entre candidatos de esquerda e direita, com os de centro querendo arrancar pedaços de um e de outro no decorrer do período.

A previsão é que Ciro Gomes, pela esquerda, e Jair Bolsonaro, pela direita, polarizem a eleição, e que Geraldo Alckmin tente, ora por um lado, ora pelo outro, se viabilizar. Eu particularmente prefiro o candidato do PSDB aos demais…

Imagino que o eleitor brasileiro não terá à sua disposição uma boa lista de opções e acabará tendo que escolher entre um candidato ruim e um pior. Não vejo, no cenário político brasileiro, nenhum candidato que possa nos liderar no sentido de tirar-nos deste caos que o PT nos colocou!…

Quanto ao Maranhão, como não poderia ser diferente, a vantagem segue sendo do ocupante do Palácio dos Leões, mesmo ele demonstrando ser uma grande decepção, uma vez que prometeu mudanças nas práticas políticas de nosso Estado e só conseguiu fazer pior que seus antecessores.

Caso Roseana seja realmente candidata, teremos segundo turno, que será mais garantido, se Eduardo Braide também concorrer e se Maura Jorge e Roberto Rocha absorverem votos de seus candidatos a presidente, Jair Bolsonaro e Geraldo Alckmin, respectivamente. Será também bastante oportuna a candidatura de Ricardo Murad e dos demais partidos de extrema esquerda.

Mesmo com a vantagem do grupo da situação, caso a eleição estadual vá para o segundo turno e sendo ela polarizada pelo reflexo da eleição presidencial, será difícil dizer quem vencerá a disputa pelo governo do Maranhão, principalmente pela enxurrada de perseguidos que aguardam uma oportunidade para uma desforra com Flávio Dino, que é a versão comunista e atualizada do velho coronel, do tempo do “Eu posso, eu faço eu mando”.

No Maranhão, assim como nos demais estados, e também no âmbito federal, comprova-se uma tendência que vinha se consubstanciando nos últimos tempos, que é a de inexistir quadros políticos capazes, sem sombra de dúvida, de empolgar a população e o eleitor a confiar a eles seus destinos. Carecemos de políticos respeitáveis e confiáveis, pessoas nas quais possamos realmente acreditar que farão o melhor a seu alcance para lutar por dias melhores para todos, nos levando para um tempo mais justo e próspero.

Não sou um pessimista, sou um realista, e é por isso que afirmo ao final dessas minhas palavras, que haveremos de conseguir nosso intento.

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O fator Zé Reinaldo

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Uma postagem que fiz no Twitter, na semana passada, causou grande repercussão nos meios políticos e jornalísticos do Maranhão. Disse eu: “A discórdia interna do PSDB só favorece Flávio Dino!… Tem gente que quanto mais o tempo passa, mais inexperiente fica. Zé Reinaldo parece ter um comportamento errado e errático, mas só parece, pois ele entende mais de política que todos os demais membros do PSDB juntos!…”

Postei em seguida um outro comentário, complementar ao que transcrevi acima, no qual comprovava minha afirmação, ao conclamar quem se interessasse em observar que os políticos, os jornalistas e os comentaristas assalariados pela máquina governamental de propaganda, depois de instalada a discórdia no ninho tucano, pelo fato de Zé Reinaldo insistir na candidatura de Eduardo Braide, passaram sistematicamente a bater no ex-governador, tomando posição favorável ao ex-deputado e ex-prefeito Sebastião Madeira, que o criticara por ter defendido a candidatura de Braide ao governo.

Esse sintoma por si só comprova que a razão está com Zé Reinaldo, pois o lado “prejudicado” por sua atitude, o de Flávio Dino, deu sinal claro de desconforto com um possível fortalecimento da candidatura de Braide, tanto que a atacou sem dó nem piedade.

Quem não tem a devida vivência no meio político não consegue perceber essas nuances, só identificáveis por quem tem anos de prática.

Não sou próximo a Zé Reinaldo, nunca fui. Durante algum tempo fiz oposição a ele, mas sempre soube de sua capacidade de articulação, até porque seu professor foi o melhor!

Zé Reinaldo consegue ver mais longe que todos os membros do PSDB juntos, isso é fato incontestável! Ele antevê que a candidatura de Roberto Rocha poderá não deslanchar, o que vai acabar facilitando a vida de Flávio Dino, adversário a ser derrotado por todos que queiram um Maranhão livre de perseguições políticas e pessoais.

Zé Reinaldo também sabe que o candidato do PSDB à presidência da República, Geraldo Alckmin, deverá pedir às sucursais de seu partido que façam alianças que possam fortalecer sua candidatura para conseguir passar para um eventual segundo turno. (Quando eu falo de aliança elimino qualquer possibilidade de alusão a uma antiga marca de cerveja preta!…).

Somando as parcelas dessa adição elementar, fica fácil entender o motivo de Zé Reinaldo incentivar a candidatura de Eduardo Braide, o único candidato que pode ser visto como realmente novo neste cenário, o único que pode realmente desequilibrar a balança contra o favorito deste pleito.

Não estou aqui aprofundando juízo de valor sobre os candidatos, seja ele o do PSDB, o do PMN ou de qualquer outro partido! Analiso o cenário. Quem tem algum conhecimento sobre política, sabe que fatos novos costumam mudar o rumo das coisas, e é disso que precisamos agora.

O que imagina Zé Reinado pode até não acontecer, mas isso não significa que ele esteja errado em sua estratégia, com a qual eu concordo integralmente, e que se for inteligente, Geraldo Alckmin também concordará e orientará o PSDB do Maranhão a agir neste sentido, e por sua vez, o PSDB local só terá a ganhar com isso, pois passará a ter em torno de si um grupo forte, sólido e coeso para assim se impor daqui por diante como real alternativa de poder no Maranhão.

Só precisamos esperar para ver o que vai acontecer.

 

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Marujos!

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Quando Flávio Dino emergiu da preamar política do Maranhão, sabendo que se tratava de um jovem magistrado, alguém intelectual e culturalmente bem preparado, imaginei que ele poderia ser o personagem que faria a grande mudança política de que nosso estado tanto necessitava. Alguém que pudesse fazer a correção de rumo que a vida reserva de tempos em tempos a homens predestinados a manobrar o leme da embarcação da história, fazendo com que ela algumas vezes até aderne, mas que jamais venha a zozobrar e possa assim rumar na direção de praias, portos e dias melhores. Ledo engano!

Todos que acreditaram nele, mesmo que em gradações diferentes, se decepcionaram. São raras as pessoas que tenham depositado em Flávio Dino um grama de esperança ou um vintém de confiança que não tenham se decepcionado com ele. Ouso dizer que nem mesmo seus prepostos e nem ele mesmo, está satisfeito consigo, pois quase quatro anos depois de assumir o governo do Maranhão, o balanço e a contabilidade de suas ações não permitem que se possa dizer que as coisas saíram como alguém poderia imaginar.

A história nos ensina que em intervalos temporais as coisas tendem a passar por mudanças, como ocorre com as ondas do mar. As águas se movimentam e neste afã abrem-se vagas e vagalhões, e eles, para o bem ou para mal, acabam causando mudanças. Essa é a lei natural do mar e das coisas.

Flávio Dino, que tinha tudo para se transformar na bujarrona, vela maior de nossa embarcação política, passará para história apenas como mais um nó na escada de corda que dá acesso ao mastro principal.

Zé Sarney foi, num determinado momento, um desses operadores de mudanças. Mesmo que ainda muito jovem, ele colocado na condição de capitão, no tombadilho da nau maranhense, foi capaz de operar importantes transformações no panorama geral de nosso Estado. Desconhecer isto é não levar em consideração a verdade, um dos graves defeitos de quem deseja fazer mudança baseado unicamente no discurso ideológico e midiático.

Mas vejamos objetivamente por que Flávio Dino é uma grande decepção! Alguém que se leve em tão alta conta não deveria imaginar que quando confrontado com seus discursos de campanha venha a ser desdito por si mesmo, por suas próprias palavras e ações!? Isso para mim é a pior das tragédias que pode acontecer a um homem ou a um político! A peste conhecida como incoerência que se apresenta de forma indissociável com outra praga conhecida como hipocrisia.

Imagine alguém que criticava os abusos cometidos por administrações anteriores e que no exercício do poder faz as mesmas coisas!

Imagine alguém que em campanha fazia com que todos acreditassem que quando ele chegasse ao poder, entidades ligadas às mulheres, deficientes, associações de classes, teriam participações asseguradas em conselhos reguladores de atividades ligadas à cultura, ao esporte ou mesmo à polícia! Imaginem que no poder esse governante eliminou a participação dessas pessoas naqueles conselhos!

Imagine alguém que se comprometeu em fazerum governo de todos e que o máximo que consegue fazer é um governo para todos os que o rodeiam ou lhe tecem loas.

O capitão Flávio Dino não foi capaz de entender que a mudança que o Maranhão e os maranhenses precisavam não era a mera extinção de um grupo de marujos, mas sim a criação de um grupo melhor que aquele que havia antes. Trocar seis por meia dúzia nunca, em tempo algum, em nenhum lugar, foi uma mudança importante ou digna de quem deseja entrar para a história. Esse tipo de ação é o pior dos engodos, e acarreta graves problemas como enfraquecimento precoce e derrota iminente.

Ao se dedicar à destruição da esquadra de Sarney, o capitão Flávio Dino só conseguiu adiar o fim de tal grupo, obrigando-o a recuar, manobrar e às vezes fundear, aguardando os inevitáveis desacertos e equívocos cometidos por quem tem piratas de toda espécie e procedência em seu convés.

Como os piratas que singravam os mares do novo mundo ficaram na história, o reinado deste marujo está fadado a ser contado, muito em breve, como mais uma lenda dos sete mares ou das reentrâncias maranhenses.

 

 

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Apenas um sonho!…

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Acordei sobressaltado com o sonho que tive! Sonhei que eu havia ganhado o Prêmio Nobel da Paz! Só que esse fato foi apenas um pequeno detalhe de meu sonho cinematográfico, digno de um roteiro baseado em um livro de Dan Brown, com direção de Christofer Nolan!

Querem que eu lhes conte, rapidamente o meu sonho!? Como não vou ter mesmo o seu feedback, vou acreditar que tenha dito que sim.

Eu era um voluntário em uma missão humanitária, numa dessas guerras absurdas e insanas com motivação de ódio religioso e racial. Funcionava como uma espécie de diplomata entre o grupo Médicos Sem Fronteiras e os dois lados do conflito, ocasião em que pude conhecer e conviver com algumas das lideranças dos grupos envolvidos naquela loucura.

Numa determinada ocasião estava em visita a um acampamento de um líder de uma das facções, uma daquelas mais radicais e irracionais, quando aconteceu um bombardeio que vitimou muitas pessoas, inclusive um dos filhos do tal líder, que foi atingido por estilhaços e se encontrava em estado gravíssimo. Ao ver o desespero do pai, procurei ajudar e me dispus a ir até o acampamento de seus adversários, onde se encontrava um médico especialista no tipo de atendimento que o rapaz precisava. Foi o que fiz. Ao voltar fiquei conversando com o pai do paciente, que naquele momento não era mais o comandante de guerreiros radicais e sanguinários, era simplesmente o pai de mais uma das vítimas da guerra.

Procurei confortá-lo e distraí-lo e como sempre gostei de falar sobre religião, comentei que nada daquilo estaria acontecendo se ficasse provado que Deus não existia, que ele é apenas uma mera ilusão da mente humana, criada para responder as diversas perguntas para as quais não se tem respostas. Falei isso com um enorme temor com a forma com que aquele homem, que para mim era completamente irracional, poderia reagir.

Ele olhou para mim, com um ar sério, os músculos de sua face flexionados, demonstrando que seus olhos faziam foco em mim. e disse: “Essa seria uma solução fácil demais meu amigo, Deus trilha por caminhos mais complexos.”

Para quem pensou que seria decapitado por blasfemar contra o motivo de sua fé, ter sido chamado de amigo já era muita coisa.

O sonho se interrompe naquele momento e reapareço em um imenso auditório, acompanhado de alguns cientistas e filósofos. Naquele lugar, na presença de milhares de pessoas eu defendia a tese de que Deus não existe e que se pudéssemos, através das mais mirabolantes equações, provar essa teoria, acabaríamos com o motivo da maioria dos conflitos que afligem a humanidade.

Os matemáticos demonstraram suas equações e os filósofos deram forma à teoria que acabava por provar que Deus não existe. Mais uma vez o sonho/filme sofre um corte e eu já apareço em Oslo, recebendo o Prêmio Nobel da Paz. Em uma das primeiras filas estava aquele líder, outrora radical e sanguinário, cujo filho, nem os nossos mais dedicados esforços, conseguiu salvar. Ele estava acompanhado de outro filho seu, um mais jovem que aquele, que não precisava mais se arriscar em guerras religiosas, uma vez que o maior motivo delas não mais existia.

A solenidade foi linda! Fiz um discurso eloquente no qual reafirmei e sacramentei a não existência de Deus e a consequente eliminação das guerras religiosas, início e fim de quase todos os conflitos humanos.

Ao descer as escadarias do majestoso prédio onde aconteceu a solenidade, sorridente e realizado, olhei para o céu e disse comigo mesmo: “Graças a Deus conseguimos acabar com um dos flagelos que atormentam a humanidade!”? Neste instante, o jovem que baleou Gandhi, o atirador que calou Martin Luther King e o radical que matou Yitzhack Rabin, juntos e simultaneamente, dispararam contra mim… Foi aí que eu acordei!

 

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A Ilíada Impossível

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Quem conhece a Ilíada certamente sabe o que é honra e respeito, pois Homero nos conta que um alquebrado rei Príamo se esgueira pela noite para resgatar o corpo de seu filho Heitor das mãos de seu algoz, Aquiles, em uma das mais belas passagens da literatura universal.

Olho em volta e só vejo homens miseráveis, que pouco se assemelham a Agamenon, Menelau, Páris ou Enéas, personagens menores daquela tragédia épica, sendo que penso ser uma grande injustiça querermos comparar aqueles bravos gregos e troianos aos homens de hoje.

Trago comigo, tatuados em cada um de meus braços, dois conjuntos de ideogramas chineses. No braço esquerdo, os desenhos simbolizam “sabedoria e inteligência”, enquanto no direito estão representados “honra e lealdade”. Fiz isso para jamais esquecer meu roteiro.

Depois de revisitar a Ilíada sinto-me conformado com o pouco sucesso que obtive em minha vida, pois ele veio exatamente pela força de um pouco de sabedoria aliada a alguma inteligência e pela ação sempre baseada na lealdade e na honra. Olho em volta, e mesmo ficando preocupado, sinto-me feliz e realizado.

Me pego tentando descobrir nos dias de hoje homens e mulheres que possam possuir os nobres sentimentos e as louváveis atitudes demonstradas por personagens que se só existiram na mente de um gênio como Homero.

Amor e paixão, respeito e consideração, coragem e desprendimento, lealdade e honra, sabedoria e inteligência, paciência e resignação… Há também nos personagens dessa história, que narra a guerra de Tróia, sentimentos e ações menos citáveis como, medo e traição, arrogância e prepotência, mitomania e crendices… Estes bem mais comuns em nossos dias.

Não consigo resistir em fazer comparações. Será que estamos mais ao nível de um generoso Príamo, ou nos colocamos mais na estatura de Agamenon, um rei obstinado, não em resgatar a mulher de seu irmão, mas em tomar o estreito de Dardanelos dos troianos, sem se importar de como o fizesse.

Quem seria hoje Páris e Helena!? Em toda essa nossa “fauna” não consigo identificar dois espécimes que possam ser minimamente comparados a eles.

Quanto a Menelau, consigo identificar diversos de seu tipo. Homens menores, por culpa de sua própria pequenez.

Certamente não há por aqui quem possa encarnar Ulisses ou Aquiles, heróis na mais profunda acepção da palavra, mesmo que nesta narrativa, Ulisses demonstre mais ceder aos caprichos de Agamenon que deveria, não sendo tão grandioso como em sua Odisseia. Já Aquiles é reto e rijo como uma lança grega. Impossível de comparar-se a outrem, mesmo que carregasse consigo suas idiossincrasias, como todos nós carregamos as nossas.

Quanto a Heitor, desde a primeira vez em que tive acesso a essa história, sempre quis me espelhar nele e em suas atitudes. Sinto muito por não ter sido capaz.

Nobre, corajoso, resoluto, generoso… Homero erigiu nesse personagem todos os anseios que uma pessoa que se pretende boa, possa almejar. Seu triste destino só o engrandece ainda mais. É uma pena que os homens que vieram depois dele, inclusive os de hoje, prefiram a hipocrisia e a perfídia.

Por causa da história de Heitor não tenho medo da morte! Temo sim é ter uma vida vazia e oprimida, onde não possa ser quem eu desejo e agir como eu acredite ser melhor.

Tróia foi destruída, mas os gregos também não venceram aquela guerra. O que ficou daquilo tudo foram apenas as lições deixadas por Homero através de personagens de 3.000 anos de idade, com ações e sentimentos tão atuais quanto o sinal digital que propicia você estar lendo agora este meu texto em um de seus dispositivos eletrônicos.

PS: Neste Dia das Mães, meu presente para minha mãe, é ser o mais honrado e leal, sábio e inteligente, simples e generoso que eu puder, para que ela sinta orgulho do trabalho que ela realizou ao esculpir neste mármore, uma figura do bem.

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Lei Estadual de Incentivo à Cultura é para todos

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Uso o mesmo título dado pelo secretário de cultura e turismo do estado, senhor Diego Galdino, para decupar pra você o texto que ele fez em resposta ao artigo que eu publiquei sobre a temerária gestão e arbitrária utilização que esse governo faz da Lei de incentivo à cultura do estado do Maranhão.

Numa tentativa de cobrir o sol com uma peneira e pra ganhar toques de teclado capaz de completar o tamanho necessário para configurar um texto de jornal, ele qualifica a lei, como se isso fosse coisa necessária:  “Instituída por meio da Lei 9.437, de 15 de agosto de 2011, a Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão é um instrumento de fomento… / … a partir do faturamento da empresa patrocinadora”.

A seguir ele agrega mais miolo de pote na conversa, dando continuidade à qualificação da lei: “Desde a sua regulamentação, anualmente, 0,4% do ICMS arrecadado pelo Governo do Maranhão… / … que deveria beneficiar a todos e servia como instrumento de privilégios para alguns”.

Depois disso ele gasta um parágrafo simplesmente para comprovar uma de suas arbitrariedades, que reproduzo aqui, na íntegra: “Em dois anos, por exemplo, um ex-político, utilizando nome de proponentes diferentes, foi beneficiado com um montante de R$ 5 milhões para a realização de projetos culturais. A partir dessa constatação, tomamos medidas que garantissem que a Lei Estadual de Incentivo à Cultura estivesse ao alcance, realmente, de todos“…

Veja bem! O próprio secretário reconhece que VENDO QUE A LEI ERA UTILIZADA POR PESSOAS QUE, NÃO ERAM DE SEU INTERESSE QUE A USSASSEM, TOMA PROVIDÊNCIAS PARA QUE TAIS PESSOAS NÃO MAIS POSSAM TER ACESSO A LEI que foi feita exclusivamente para abrigar propostas oriundas da sociedade, dos produtores culturais, das pessoas que fazem a cultura do Maranhão, e não do governo do Estado.

Em seu texto, o secretario de cultura continua tentando arrumar desculpas para a má gestão que sua pasta oferece na administração da referida lei, entre outras coisas.

Há, no entanto, uma coisa que ele fez que merece louvor! Eu disse certa feita e repito mantendo minha coerência, que o que é bom deve ser aplaudido, mas o que é ruim deve ser criticado, até para que o ruim seja remediado e possa passar a ser bom. Houve aumento de 0,1% na alíquota referente à lei, saindo de 0,4% para 0,5%, como era originalmente no projeto apresentado por mim e aprovado por unanimidade pela Assembleia Legislativa do Maranhão. Louvo isso!

Para finalizar, o secretário na tentativa de enganar o leitor, enumera alguns projetos realizados graças à citada lei, mas nenhum deles é um daqueles apresentados por seus proponentes LARANJAS, para suportar as iniciativas que o governo do estado tem obrigação de sustentar com seu próprio orçamento. Eventos e ações estas do calendário governamental como Carnaval, São João e Réveillon, que o governo usa para subvencionar apaniguados como a deputada comunista Leci Brandão.

Em nenhum momento o secretário explicou o porquê da desvirtuação da representatividade da CAPCI através da portaria 303 de 2015 que substitui os representantes da sociedade civil, transformando a referida comissão numa confraria da SECTUR.

Em nenhum momento explica o motivo de estabelecer ações através de postagens no site da SECTUR, sem que essas postagens tenham algum valor legal.

Em nenhum momento explica porque a CAPCI se recusa a autorizar a abertura de contas para que os projetos possam ser realizados.

Não explica porque a CAPCI não assina os convênios com os proponentes e também o motivo pelo qual a SECTUR não dá o devido encaminhamento dos processos de fruição, direcionando para SEFAZ a documentação devida para isso.

Em suma, a tentativa do secretário Diego Galdino de responder os pontos aventados por mim, causou profunda decepção no meio cultural maranhense, que, se não se manifesta em protesto contra os desmandos da SECTUR, é porque tem receio de retaliações por parte desse governo que todos sabem ser extremamente perseguidor.

O que esperar!?… Como não são capazes de ouvir críticas, o que virá de lá são mais desculpas esfarrapadas e acusações contra quem ouse se levantar contra seus desmandos e arbitrariedades.

 

 

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