Conduzindo Miss Dayse

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Ele diz:
tou tentando escrever um poema…

Ele diz:
Há um que de curioso nela.
Sua beleza incomum,
seu sorriso hora doce, hora desconcertante
me deixa inseguro.
Há um que de curiosidade nela.
Seu charme discreto,
seu olhar hora focado, hora transverso
me segura.

Ele diz:
Sentir essa energia que vem de você e que vai de mim
foi uma das melhores coisas que já aconteceram comigo.

Ele diz:
Existem muitos e muitos e muitos tipos de amor.
Você me fez descobrir alguns deles.
O amor mudo: Aquele que não fala.
O amor quase: Que ainda não é.
O amor ausente: O que está a milhas e milhas distante…
O amor inocente: Carinho no antebraço.
O amor olhado: Que diz te amo com os olhos.
Existem muitos e muitos e muitos tipos de amor.
E “todo tipo de amor vale a pena”

Ele diz:
nao estah acabado… ainda… sao soh estudos…

Ele diz:
achou muito cafona?…hahahahahaha

Ela diz:
nossa!!! foi pra mim q vc escreveu? … vou ficar muito convencida

Ela diz:
adorei

Ele diz:
nao achou cafona? vc acha td cafona!…

Ela diz:
nao mesmo

Ele diz:
vc vai ADORAR o titulo… eh o nome de um filme…

Ela diz:
qual?

Ela diz:
encontros e desencontros?

Ele diz:
ateh parece… hahahahaha

Ela diz:
vou te contar uma coisa. Um amigo meu, me perguntou alguns dias atras, se eu estava com um amante. vc acredita? hahaha

Ele diz:
amor a flor da pele não serah com certeza…

Ele diz:
esse fdp tah te cantando…

Ele diz:
e o nome… vc imagina?

Ela diz:
q nome? do meu amigo?

Ela diz:
do poema?

Ela diz:
nao sei

Ela diz:
closer, perto demais… os dez mandamentos, gilda, as três mascaras de eva, atração fatal, match point… hahahaha

Ele diz:
imagina!!!…  nada disso… conduzindo miss dayse… hahahahahaha

Ela diz:
Aiiiiiiiii!!!! vc estragou td

Ela diz:
odeio esse meu nome…

Ele diz:
vc sabe q eu perco o amigo mas não perco a piada… se eu nao fosse assim, nao seria eu, seria vc… hahaha

Ele diz:
e afinal vc tem ou nao tem um amante?

Ela diz:
claro q nao

Ele diz:
nao!!!???

Ela diz:
mas acho q essas nossas conversas estavam me deixando diferente e ele percebeu…

Ele diz:
q coisa mais cafona… hahahahaha

Ele diz:
nao ter um amante… hahahahaha

Ele diz:
tou com fome…

Ela diz:
tbm

Ela diz:
quer almocar?

Ela diz:
hahaha

Ele diz:
onde?

Ela diz:
tanto faz…

Ela diz:
onde vc vai?

Ele diz:
com vc… em sua lmbrança… dentro de sua cabeça…

Ele diz:
Não importa onde eu vah… vc vem comigo, em meu pensamento…

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Tempos Difíceis Virão.

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No dia 5 de abril deste ano faleceu um grande amigo meu. Meu e de muita gente por esse mundo afora. Seu nome era John Charles Carter, mas por esse nome ninguém vai saber de quem se trata. Algumas pessoas poderão até saber de quem eu falo se eu disser que ele algumas vezes atendia pelos nomes de Rodrigo, Taylor, Stewart, Moises, Gordon, Ramon, Murdock ou Judah.

Não quero fazer um joguinho de enigma e de suspense com você, mas se eu disser agora quem era esse meu amigo, vou perder toda a força e todo o impacto sobre o assunto especifico que quero tratar hoje. Enquanto isso você tem até o final dessa crônica para descobrir quem é esse amigo. E olha que eu disse “quem é esse meu amigo” porque amigo não morre, amigo é para sempre, mesmo aquele com quem você jamais se relacionou mais de perto, mais pessoalmente, como é o caso.

Esse meu amigo morreu aos 85 anos de idade e é sobre isso que eu quero falar. Na verdade alertar. Sobre a idade das pessoas que nos cercam. Sobre o tempo e sobre a responsabilidade e a função que as pessoas da minha faixa etária têm neste momento de nossas vidas, das vidas de nossos pais, de parentes e amigos mais velhos.

Tenho notado que de algum tempo para cá, os nossos pais, orientadores e amigos estão se indo com mais freqüência que dantes. È o tempo.

Não é natural que o pai sobreviva ao filho, o natural é que os filhos vejam os pais desvanecerem e é isso que infelizmente está acontecendo nesse momento em nossas vidas.

De um tempo pra cá tenho freqüentado muitos velórios, tem morrido muita gente em volta de nós. São pessoas acima dos 70 anos, muitos na faixa dos 80. São nossos pais, nossos parentes ou pais de nossos amigos. Pessoas com as quais convivemos desde que nascemos. Figuras emblemáticas, exemplos vivos para nossas vidas, parâmetros para nossas ações.

É por isso que comecei esta crônica falando desse que foi um dos maiores parâmetros que eu tive em minha vida. Não por ele, mas pelas vidas que ele encarnou, pelos exemplos que representou.

Esse amigo de quem falo, estrelou provavelmente alguns dos mais importantes filmes da historia do cinema e com certeza alguns dos mais importantes da historia da minha vida: O Maior Espetáculo da Terra, Os Dez Mandamentos, 55 Dias em Pequim, El Cid, Agonia e Êxtase, Ben-Hur, A Marca da Maldade, O Planeta dos Macacos, Terremoto, Da Terra Nascem os Homens, A Maior História de Todos os Tempos, O Senhor da Guerra, Khartoum, A Última Esperança da Terra, Aeroporto 75, A Batalha de Midway, e até Tiros em Columbine…

Trata-se de Charlton Heston, ou melhor, trata-se do meu amigo Ben-Hur, de meu herói El Cid, de meu ídolo Michelangelo, de meu camarada Brad Braden.

 Trata-se de um homem que vestiu mil mascaras e ajudou com elas a formar minha cultura e a lapidar o meu caráter. Fez o mesmo que Emanuel Aroso, Samuel Gobel, Mendes Frota, Maria Castelo, Lister Caldas, Mauro Bezerra, Alberto Abdalla, Irtes Cavanhaque, Raimundo Vieira da Silva, Oliveira Ramos, Cid Carvalho, Lopes Bogéa, Alderico Silva, Cecílio Sá, dona Kyola, dona Filuca, Leôncio Rodrigues, Denizard Almeida, Conceição Aboud, Josué Montello, Luís Noronha, Ieda Cutrim Batista, Manoel Caetano Bandeira de Mello, Luis Carlos Bello Parga, Biné Duailibe e tantos outros. Todos esses amigos bem mais próximos, que também já se foram, mas que antes, fizeram de uma forma ou de outra, parte do filme real de minha vida.

É meu amigo, esses são tempos realmente muito difíceis e para alguns de nós, inclusive eu, ainda vai piorar um pouco mais. Vamos perder algumas das pessoas que mais amamos, mas pelo menos ficará a certeza de que essas pessoas foram decisivas em nossas vidas. Atores e atrizes principais de nossos filmes.

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Sorte Chinesa

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Em minha permanente busca, estive no último domingo num templo budista e lá além da oferenda do incenso e do pedido que se deve fazer ao Buda, passeei pelos jardins, coisa que não combina muito comigo.

Mas aconteceu uma coisa muito interessante. Havia dois jarros de porcelana com papelzinhos dentro em frente a um altar. Num jarro mensagens em português e no outro em mandarim. Peguei um papelzinho em português e ele me falou profundamente sobre meu eu, sobre o que eu estava precisando ouvir. Então voltei e peguei outro papelzinho desta vez em mandarim e pedi a um voluntário do templo que o lesse para mim e ele disse que não poderia traduzir, que aquilo era uma coisa pra se entender através o sentimento, não da compreensão.

O mais incrível é que tanto o texto em português quanto o em mandarim eram bastante parecidos, mas só soube disso ontem quando o segundo foi traduzido.

A reprodução dele você pode ver abaixo, juntamente com a tradução para o inglês feita por uma amiga de uma amiga e depois para o português feita por mim mesmo.

Espero que esse oráculo fale ao seu coração e à sua mente assim como falou para mim. 

MANDARIM

sorte_chinesa3.jpg

INGLÊS

The moon doesn’t have to be in perfect round shape;
Defection is also a kind of beauty;
Life doesn’t mean that you have to possess a lot;
Being respected is also a happiness. 

PORTUGUÊS

A lua não tem que estar em perfeita forma redonda;
A diferença também é uma espécie de beleza;
Viver bem não é possuir muitas coisas;
Ser respeitado também é uma forma de ser feliz.

PS: Se alguém souber uma tradução ou interpretação melhor que essa, por favor, mande pra mim por meio de comentário. Ficarei bastante agradecido.

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Política e religião: Tolerância.

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Há algumas coisas que um político não deveria dizer ou fazer jamais. “Isso pega muito mal pra você”, me disse um publicitário amigo meu falando sobre a minha imagem. Segundo ele, tenho uma imagem muito boa em uma determinada faixa da sociedade, mas em outras ou sou um mero desconhecido ou, pelo fato de me ligarem ao grupo político ao qual pertenço, tenho uma imagem automaticamente associada à deles.

Apesar dessa advertência, há algumas coisas em que não vou mudar. Quem quiser, vai ter que gostar de mim assim como eu sou. Posso até tentar mudar em uma ou em outra coisa que não seja estrutural em mim ou em meu caráter, mas jamais tentaria mudar algo que pra mim é de decisiva e fundamental importância, como por exemplo, minha forma de me relacionar com meu Deus ou como me comportar moral e eticamente.

Imaginem se um marqueteiro chegasse pra mim e dissesse assim: “Para sua imagem ficar melhor você, que é bastante calvo, vai precisar a partir de agora usar uma peruca”. Se dependesse disso para minha imagem melhorar, pra eu ganhar votos e me eleger, estaria frito, pois isso eu jamais faria.

Se o mesmo marqueteiro dissesse que eu teria uma grande possibilidade de angariar mais eleitores se eu entrasse para uma igreja, qualquer que fosse ela, seria impossível para eu seguir esse conselho. Já se ele dissesse que eu devesse defender os interesses de um time de futebol, isso eu faria sem maiores problemas, desde que fosse a agremiação de minha predileção. Eu sou vascaíno e jamais vestiria a camisa do Flamengo na intenção de ficar bem na foto ou no voto.

Digo tudo isso porque hoje quero reafirmar aqui o que nunca escondi de ninguém: Eu não sou muito chegado à religião. A nenhuma delas, mas acredito firmemente em Deus. Em sua onipotência, onipresença e onisciência. Creio que Jesus, o homem, filho de Maria e enteado de José, tão filho de Deus quanto eu ou você, é o nosso maior e o melhor exemplo e que devemos fazer de tudo para tentar seguir seus passos. Tento firmemente ser cristão, o que para mim é seguir os ensinamentos e o exemplo do Cristo Jesus.   

Minha mãe que é uma mulher de extrema fé, uma católica fervorosa, tem suprido em parte essa minha carência dogmática a qual não faço muita questão de sanear.

Quero que Deus me permita amá-lo, respeitá-lo e honrá-lo longe da hipocrisia e da manipulação religiosa. É que eu já sou obrigado a conviver em um meio bem parecido com o da religião, a política, onde muitas vezes se você não seguir os dogmas, não rezar como querem os teólogos, gurus ou lideres, você é proscrito e excomungado.

Meu Deus não precisa de dogmas. Para mim o seu dogma é o natural, o amor, a paz, a compreensão, a generosidade, a bondade ou pelo menos a busca de todas essas coisas.

Mas ultimamente tenho freqüentado uma célula de uma igreja chamada Maranata, não por eu freqüentar essa igreja, mas sim por ser organizada por meu amigo Rafael Blume. Vou a sua casa ou às casas das pessoas que fazem parte dessa célula porque fui convidado, gostei e principalmente porque acho importante participar de grupos assim.

Nesse convívio, que tem sido bastante proveitoso, tenho visto que algumas pessoas realmente precisam de uma religião, de uma igreja de uma congregação para que seja possível efetivar sua fé e possibilitar seu engrandecimento enquanto ser humano. Mas tenho visto também e tenho comprovado nas leituras que fazemos lá, que um único sentimento, uma única ação resolveria quase todos os problemas e dificuldades do nosso dia a dia, do dia a dia de qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo: Tolerância.

Para onde quer que me vire, constato que com um pouquinho mais de tolerância por parte de todos, tudo ficaria bem mais fácil.

Amem!

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Notícia

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Tenho um bom amigo que me manda pelo menos 50 mensagens eletrônicas por dia, então resolvi compartilhar com vocês, sempre que for possível, algumas delas (apenas algumas…rsrsrsrs). Espero que apreciem.

Confundido com doleiro, dentista relata excessos de agentes em outra operação da PF 

LAURA CAPRIGLIONE
DA REPORTAGEM LOCAL

O policial vestido de preto gritava repetidamente “Você é o Marco Matalon. Fala, do-lei-ro Marco Matalon, fala”. Gritava e apontava a metralhadora para o homem franzino que tinha sido encostado à força contra a parede. Descalço, de pijama, o homem respondia: “Sou o Fabio Bibancos. Sou dentista. Não sou Marco Matalon.” Não adiantava.

Durou das 6h às 12h de anteontem a ação da Polícia Federal na rua Maurício Francisco Klabin, 401, na Vila Mariana. No local, os agentes acreditavam que funcionasse o escritório de Marco Ernst Matalon, que figura na investigação da PF como “um dos maiores doleiros do país” e está foragido.

Quando, às 6h, os agentes bateram à porta do imóvel, procurando por Matalon, foram atendidos, via interfone, pela caseira June Bernachi, 65. Ela lhes disse que não conhecia ninguém com tal nome e que não podia abrir a porta. Os “visitantes” insistiam e ela negava. Dez minutos depois, com um estrondo, a porta de vidro da frente foi destruída pelos homens. Que entraram.

A caseira, desesperada, telefonou para Bibancos, que mora em um edifício defronte ao local. Pedia socorro, achando que estivesse diante de assalto cometido por ladrões comuns. Bibancos correu para a clínica, convencido disso. “A gente vê o tempo todo nos telejornais ladrões fazendo-se passar por agentes da PF”, diz ele.

“Pára de chorar, bichinha”, gritou-lhe um agente, quando o dentista, de 45 anos, apavorado, tentava explicar-lhe entre lágrimas que não era Matalon (a quem conhecidos descrevem como homem corpulento, de mais de 70 anos), e que ali funciona o Instituto Bibancos de Odontologia, anexo ao qual estão instaladas a ONG Turma do Bem e a Escola do Pensamento em Saúde, projetos que ele anima.

Foi um mandado de busca e apreensão assinado pelo juiz federal Fausto Martin de Sanctis que autorizou a ação da PF no consultório de Bibancos. Segundo a Polícia Federal informou à Justiça, “teriam sido realizadas diversas vigilâncias” no local, que levaram aos seguintes apontamentos: “[tem] diversas características relacionadas à segurança (altos muros, guarita com segurança, câmeras de vigilância, interfone para identificação) que, em tese, seriam incompatíveis com as atividades desenvolvidas por ONG, havendo, assim, suspeitas de que poderia ser utilizado como “fachada” para atividades ilegais de câmbio ou até mesmo de lavagem de ativos.”

“Eu não teria muros altos ou câmeras de vigilância se vivêssemos em um país seguro”, defende-se Bibancos, uma estrela da odontologia paulista, que cuida, por exemplo, dos sorrisos dos atores Ana Paula Arósio, Marcelo Anthony, Marco Ricca e Fabio Assunção.

Os agentes da PF chegaram ao endereço da clínica de Bibancos rastreando a empresa Iaia Garcia Holding Ltda., em que Muriel Matalon, atriz e filha de Marco Ernest Matalon, consta como sócia. Muriel, que se encontra em viagem no exterior, é amiga de Bibancos e ex-voluntária da Turma do Bem, da qual se desligou oficialmente em 2006.

Desde então, a ONG, que dá atendimento odontológico gratuito a 6.000 crianças carentes de todo o país, recebeu o reconhecimento da Ashoka, uma organização mundial sem fins lucrativos que apóia empreendedores sociais destacados. O próprio Bibancos foi eleito Empreendedor Social 2006 em premiação promovida pela Folha em parceria com a Fundação Schwab. Há uma semana, o dentista estava em Nova York. Foi convidado pela equipe de programa de governo do candidato Barack Obama à Casa Branca a apresentar seu projeto.

A PF recolheu do consultório de Bibancos e da ONG sete hard disks, dois laptops e agendas. “Senti-me como em um Estado totalitário. O que eu vivi foi uma violência inaceitável contra os direitos de todos os cidadãos”, diz Bibancos, chorando.

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Eleições Municipais.

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Há muito tempo venho querendo escrever sobre as eleições do próximo mês de outubro, que definirão o preenchimento das câmaras e das prefeituras municipais para o quadriênio 2009/2012, onde mais de 5000 municípios elegerão novos mandatários.

Todos os olhares estarão voltados principalmente para São Paulo, maior cidade da América Latina, onde o atual prefeito Gilberto Kassab, tentará manter-se no cargo concorrendo, com dois ex-governadores do estado, dois ex-prefeitos e uma ex-ministra, tendo sido todos os seus três principais concorrentes, deputados federais. Paulo Maluf, Geraldo Alkimim e Marta Suplicy. Isso é o que se pode chamar de briga de cachorros grandes.

Mas os interesses nas eleições serão proporcionais aos tamanhos e as importâncias políticas de cada municipalidade. Não se pode comparar, por exemplo, a importância e o interesse de todos nós maranhenses dispensaremos às eleições de São Luis e às de Aldeias Altas.

Nem sei como está o quadro político em Aldeias Altas, mas em São Luis 11 candidatos disputam o Palácio Daniel de La Touche. São eles o ex-governador João Castelo (PSDB), cinco deputados federais, Gastão Vieira (PMDB), Pedro Fernandes (PTB), Flavio Dino (PC do B), Kleber Verde (PR) e Valdir Maranhão (PP). Temos ainda o deputado estadual Raimundo Cutrim (DEM) e o ex-deputado Clodomir Paz (PDT). Há ainda os candidatos Paulo Rios (PSOL), Welbson Madeira (PSTU) e Ribamar Pedrosa (PCO).

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Há uma coisa que se deve ressaltar e até mesmo elogiar. A qualidade dos candidatos. De modo geral todos os candidatos têm uma ótima formação e são detentores de uma grande e comprovada representatividade.

Até agora eu não disse nenhuma novidade e me parece que essa eleição terá essa característica, a facilidade de entendimento dos cenários políticos e a simplicidade das situações estratégicas que cada grupo político poderá e deverá lançar mão.

Há, no entanto, uma observação que devo fazer. No caso de São Luis, entendo que o governo jogou muito mal. Melhor para o sistema democrático, pois poderemos conhecer as diversas propostas políticas e seus protagonistas que a partir de agora, além de se candidatarem a prefeito de nossa capital, passarão a ser os eventuais candidatos a sucessores das nossas atuais maiores lideranças de um lado e de outro.

Para que o Governo vencesse com facilidade as próximas eleições em São Luis, no primeiro turno, sem muito estresse nem grandes gastos de qualquer natureza, bastaria ter feito corretamente seu dever de casa, costurado melhor e lançado uma chapa única, chapa, XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Seria simples, era só dar o Porto para o Palácio. 

PS: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

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Duelo

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Ele disse… 

Minha alma que estava de férias,

ao encontrar tuas safiras,

teus oceanos, azuis, profundos e iluminados

voltou rapidamentepara dentro de mim.

Minha consciência inconscientemente disse a mim mesmo: “Isso não é para te, meu amigo”.

Meu coração disparou. Em vão, tentou comandar o sangue em minhas pernas e me levar pra longe.

“Olá, como vai você, meu nome é…” Nem ouvi, estava hipnotizado.

“É um prazer encontrá-lo…” Havia uma voz angelical que falava e uma demoníaca que fazia a tradução simultânea, ao meu ouvido.

Surdo, balançava a cabeça, mais para ver se nela havia um cérebro ou se ele havia saído pra passear acompanhado de teu sorriso…

Ela respondeu… 

Seu abraço tem a habilidade de fazer uma mulher se sentir protegida;

Seu beijo derrete uma mulher;

Seu sexo conduz uma mulher ao êxtase.

Se eu tivesse que escolher, se fosse forçada a isso, escolheria seu beijo.

Mas, somente se eu pudesse tê-lo para sempre. Seu beijo… Eu poderia ser sustentada somente por seu beijo. Eu não precisaria de ar, de água. Nem de chocolate…

Eu esqueço os nomes dos outros homens antes mesmo deles irem embora. Eu esqueço as caras deles muito facilmente. Eu esqueço tudo sobre eles. As lembranças deles ficam borradas em minha memória que não as imprime.

Já você é como a tinta de uma tatuagem impressa e fixada em meu corpo.

Entra em mim e fica e assim eu te quero permanentemente. 

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Uma Triste Constatação.

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Não quero parecer saudosista. Quero é afirmar peremptoriamente que o sou e reafirmar que continuarei sendo. Não um daqueles saudosistas que só sabem reclamar da artrite e da vista cansada. De que não pode mais bater uma pelada na praia aos domingos, nem identificar se a pessoa de cabelos longos do outro lado do balcão é uma mulher ou o baterista da banda que toca no bar.

Jamais serei um desses saudosistas que é incapaz de se lembrar o quanto já foi bom de bola e o quanto lhe rendeu seu velho charme, ali encostado em seu Puma GTB, no estacionamento da boate do Jaguarema. Isso não!

Gosto de lembrar com alegria e com carinho das coisas que vivi, de eternizar na minha memória sentimentos, pessoas, lugares, visões, melodias, gostos e aromas que fizeram com que eu me tornasse quem eu sou hoje.

Vocês ai, os que são da minha faixa etária, conseguem se lembrar do cheiro do rinoceronte Cacareco, aquele brinquedinho que todos nós tivemos um. Eu lembro. Era feito de um látex bastante resistente, porem macio. Outro dia passou por mim uma moça linda e elegante e eu identifiquei nela o mesmo aroma que emanava daquele brinquedo. Chamei a moça de lado, expliquei-lhe que aquilo não era uma cantada e perguntei-lhe que perfume ela estava usando – “Jean Paul Gautier”, respondeu-me risonha. Não é que um perfumista que trabalha para o Gautier descobriu um poderoso feromônio da alegria infantil e aprisionou em um frasco, tal qual um gênio.

Mas meu atual saudosismo foi disparado por dois fatos que me causaram bastante tristeza. O primeiro é o fechamento da Varanda ou como queiram alguns, da Maria Castelo.

Depois da morte de dona Maria, sua filha Sonia, vinha tocando aquele que era o primeiro lugar que eu costumava levar meus amigos que vinham de fora, para degustar um fenomenal casquinho de caranguejo ou uma deliciosa patinha do tal crustáceo.

O cerramento das portas de um restaurante como aquele, mais que o simples encerramento de um CNPJ, é a constatação que a cidade que nós tanto amamos, o lugar que nos viu nascer, que nos ajudou a crescer, que nos acalentou nas madrugadas úmidas dos anos 80, esta cidade está morrendo. Morrendo uma morte muda, calada e nós, mesmo os que prestam atenção nisso, apenas observamos impotentes a marcha dos acontecimentos.

Meus amigos Roosevelt, Nelson, PH, Zé Valter, Cabileira, Fernando, Marcelo, Henry, Chico, Castelo, Sergio, Plantier, Danilo, Luis Carlos, Paulo… Nós teremos que eternizar em nossas memórias, eu vou ter que eternizar em minha memória, o paladar das comidas de dona Maria Ribamar. Seu excepcional vinagrete, sua farofa torradinha, o camarão grelhado que para Ivana era servido com dois ovos estrelados que mais pareciam sois, aquele macarrão com camarão que nunca sei dizer o nome, os filés, acebolado e com champignon, puxados na cebola, no alho e na pimenta do reino…

Isso não é apenas saudosismo, é uma constatação: Nossa polis, nossa cidade, assim como nós a conhecíamos, está acabando, esta morrendo. Uma parte de nós esta morrendo com ela. 

A outra notícia, que se não é tão ruim quanto esta, pois há uma incrível e inteligente solução a ser dada, é tão comprobatória de que as últimas coisas de nossa cidade, que nos liga ao nosso passado, um passado extremamente recente, estão se acabando. É o fato de que o cine Roxy esta para ser vendido pra uma loja de roupas ou de calçados, como já aconteceu com o cine Éden e o cine Passeio.

Acho que o governo federal através da Universidade, da lei Rouanet, do MinC, da Petrobras, Eletrobrás, os governos estadual e municipal, através de suas leis de incentivo a cultura e de suas secretarias responsáveis pelo setor, deveriam comprar o prédio onde funcionou o Roxy e doá-lo para o Instituto Guarnicê, ligado a UFMA para que possamos ter ali além de preservada a memória de um pedaço de nossa cidade, um centro de convergência e de convivência de estudantes, cinéfilos e cineastas maranhenses.    

Parabéns meu querido amigo Ivan, você esta corretíssimo, é preciso amar a cidade, é indispensável que se ame a nossa cidade, pois assim estaremos amando a nós mesmos e às pessoas. 

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Bom, ruim e terrível

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Tenho um bom amigo que me manda pelo menos 50 mensagens eletrônicas por dia, então resolvi compartilhar com vocês, sempre que for possível, algumas delas (apenas algumas…rsrsrsrs). Espero que apreciem.

BOM : Sua esposa está grávida.
RUIM : São trigêmeos.
TERRÍVEL : Você fez vasectomia ano passado e não contou pra ninguém.

BOM : Sua esposa não fala mais com você.
RUIM: Ela quer o divórcio.
TERRÍVEL: Ela é advogada.

BOM : Seu filho passou da puberdade.
RUIM : Ele está envolvido com a vizinha da frente.
TERRÍVEL : Você também está.

BOM: Seu marido entende de moda feminina.
RUIM : Usa a sua roupa.
TERRÍVEL : Fica melhor nele que em você.

BOM : Você decide dar aula de educação sexual para a sua filha.
RUIM: Ela te interrompe várias vezes.
TERRÍVEL : Corrigindo você.

BOM : Sua filha arranjou seu primeiro emprego.
RUIM : De prostituta.
TERRÍVEL : Seus colegas do futebol e do trabalho estão todos ficando clientes dela.
MAIS TERRÍVEL AINDA : Ela está ganhando 10 vezes mais que você e disse que vai reformar a casa e te dar um carro novo.

BOM : Você arranjou uma gata quente para bater papo via CHAT… Começou no erótico, partiu pra sacanagem e descambou para a pornografia pura.
RUIM : não agüentando de tesão você resolve se revelar. Ela responde que conhece você muito bem e que não vai dar para continuar porque você não passa de um grande canalha e, ainda por cima, vai contar para a sua mulher!
TERRÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍVEL : Era sua sogra.

MORAL DA HISTÓRIA : Ta ruim? Não reclama… Aprenda a sorrir de seus problemas e não terá razões para deixar de sorrir!

Loucura é fazermos sempre as mesmas coisas e esperarmos por resultados diferentes!

E lembre-se que um dia você já foi o espermatozóide mais esperto da turma.

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