Para 2020

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Finalmente completei 60 anos e conquistei alguns privilégios muito bem-vindos, alguns indesejados e outros até rejeitados.

Ter preferência de acesso e de estacionamento é maravilhoso, ocorre que a quantidade de pessoas na mesma condição, deixa essa vantagem quase sendo uma desvantagem!… Não mais poder sentar nas poltronas que ficam junto às portas de emergência dos aviões, é algo que vou odiar! Ser tido como pessoa idosa e sentir nas juntas o peso do tempo, mesmo tendo diminuído o peso do corpo, é algo doloroso, que não é compensado nem com o fato de agora em diante pagar meia entrada…

O ano de 2020 será o primeiro que viverei com o privilégio etário de poder ser rabugento, de reclamar de tudo e de todos, mesmo que não seja muito do meu feitio reclamar, assim, pura e simplesmente. Meu hábito de reclamar vem de longe, mas sempre envolto no que chamo de “observações e análises”, já que a palavra crítica ganhou um significado pejorativo, quase nunca sendo usada ou entendida como simplesmente a capacidade ou a habilidade de julgar, de estabelecer um juízo avaliativo, ou por extensão, a atividade de examinar e discorrer, minuciosamente, sobre o objeto enfocado, seja uma produção artística ou científica, bem como costumes e comportamentos, além de cenários e ações políticas.

Ao me tornar um sexagenário, passei a ter o privilégio do tempo, da experiência adquirida pela antiguidade, isso quando o sujeito não a tiver conquistado pela dedicação, estudo e mérito, o que espero seja o meu caso.

Em 2020, espero não reclamar tanto dos governantes, nos três níveis do Poder Executivo, nos três níveis do Legislativo e em todos os quatro ou cinco, ou seja lá quantos forem os níveis que tenha o nosso Judiciário.

Uma coisa que eu gostaria muito que acontecesse em 2020, era que Chico, Gil e Caetano, produzissem músicas que nós, pessoas de bom gosto, pudéssemos apreciar e nos deliciar. Elas podem ser músicas engajadas, politizadas, mas precisam ser de boa qualidade, como as que eles produziam quando no Brasil havia um regime de exceção, uma tal dita dura!… Quero poder analisar essa seca pela qual passam tão grandes vultos de nossa música.

Logo no comecinho do ano vou tentar analisar a mais rasa, vérmina, ignóbil e torpe manifestação da cultura cinematográfica humorística nacional. A engembrada e mal enjorcada produção levada a cabo, sem nenhuma tenência, pelos talentosos, mas não inocentes membros do Porta dos Fundos, sobre a vida de Jesus. Uns espertalhões bobões que se travestem de corretos para encherem os bolsos de grana.

Certamente analisarei os fatos que vão culminar com as eleições municipais de outubro, que se não forem definitivas, serão certamente indicativas do resultado das eleições estaduais de 2022, com fortes reflexos também na eleição de presidente.

No ano que vem vou ter que decidir definitivamente se continuo levando adiante a bandeira da preservação de nossa memória através de suportes audiovisuais, trabalho hercúleo que insisto em desenvolver mesmo só contando com o apoio de voluntários que se dispõem em emprestar seu tempo no afã de ver um filme de 50 anos, ou uma fotografia de 100, restaurada, digitalizada, publicada e disponibilizada, para que todos possam conhecer a nossa história, como aconteceu no belo filme de Arturo Saboia, sobre a Associação Comercial do Maranhão.

2020 será um ano de grandes realização para nós da Guarnicê Produções, do Polo de Cinema do Maranhão e do MAVAM.

Lançaremos três séries para TV: “A Pedra e a Palavra”, sobre a vida e a obra do padre Antonio Vieira; “Manufatura Fashion”, sobre moda alternativa; “Raja na Rota das Emoções”, uma aventura da Banda de Reggae, Raja, entre Santo Amaro e Jericoacoara.

Teremos também os esperados lançamentos de quatro coproduções de longas-metragens: “O pai da Rita”, “As Órbitas da Água”, “Currupira, o demônio da floresta” e “Chorando se Foi”. Além das produções da série “As Mina Pira”, que será roteirizado e dirigido por Mavi Simão, e a coprodução internacional do longa metragem “Trópico”, dirigido por Giada Colagrande, estrelado por Willem Dafoe e grande elenco.

O ano de 2020 promete. Esperemos que ele se cumpra.

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Fátima e Quíron

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Há dois anos tive a ideia de escrever aquele que seria meu primeiro e único romance, uma vez que não pretendia me embrenhar definitivamente nesta seara, pois tenho consciência que sou eminentemente um contista que escreve crônicas com alguns toques de poesia. Romance é coisa pra gente GRANDE!

Naquele dia, como faço todas as manhãs até hoje, acordei!… E como quase sempre, acordo com uma ideia na cabeça, como se durante a noite um anjo ou quem sabe um demônio, se é que eles existem, tivesse semeado na cera de meus ouvidos uma ideia para que eu desenvolvesse e acabasse por colocá-la no papel.

A ideia que me veio naquela manhã foi escrever algo no estilo de meu bom amigo Mário Prata, um texto ágil, sofisticado, cheio de referências pessoais e culturais, que falasse de pessoas, traçasse seus perfis, desenhasse seus habitats, dissecasse seus relacionamentos, tudo sempre com muito bom humor, mas também com grande elegância e precisão literária. Imaginei um conto grande, com todas as ondulações que levasse os leitores a subir e a descer as ladeiras da efervescente curiosidade e da satisfação de identificarem os detalhes que estivessem em comum com os personagens.

Achei muita responsabilidade para alguém que como eu reconhece suas limitações, qualidade da qual não abro mão e não me acho cabotino ao evocar pra mim.

A história que me veio à cabeça naquela manhã, já pronta e acabada, foi a de Fátima, uma ludovicense do Desterro que desejava ser artista e fugiu de casa para tentar o sucesso no Rio de Janeiro. Queria ser atriz ou cantora, mas acabou se tornando apenas e tão somente uma das mais belas mulatas do Sargentelli.

Os personagens saiam de minha cabeça como que por mágica. Seu marido, Lindoval, Lindo para umas e Doval para outros, ganhava a vida imitando Sidney Magal; sua irmã, Nazareth, essa sim com talento para a música, uma cantora pronta e acabada, era também uma grande cozinheira, além de Filha de Santo.

Naquela manhã, criei de estalo uma dúzia de personagens periféricos que viriam para encher de brilho aquela constelação.

O tempo se passou, as carnes amoleceram, Sargentelli morreu, e Fátima tinha que continuar a vida. Como aprendera a jogar Tarô, passou a dar consultas em seu minúsculo apartamento, em Copacabana. Era uma embusteira. O que sabia dessa arte era meramente mímica e papagaiagem.

Existem muitos outros detalhes sobre essa história! São tantas coisas, que não dá pra contar em uma crônica de fim de semana. O certo é que antes mesmo de terminar de escrever o primeiro capítulo do tal romance, ele se transformou em uma minissérie em duas temporadas de 12 episódios de 26 minutos, que versará sobre a história da mesma Fátima, cujo nome será Arcanos, pois usarei os arcanos maiores do Tarô para contar a história dos personagens que desfilarão pelo cenário.

Já fiz o argumento da série, escrevi as sinopses dos 24 episódios e registrei na Biblioteca Nacional para resguardar meus direitos de criador e autor, mas precisarei de muita pesquisa e ajuda de consultores e outros roteiristas para que possa realizar esse que tenho certeza será um belíssimo trabalho, que deverá ser realizado em parceria com uma grande produtora do sul do país.

Recentemente, quando fazia pesquisas sobre esse assunto, revisitei uma passagem que sempre me emociona, algo com o qual me identifico muito.

Como bom sagitariano, sinto uma afinidade muito grande com um ser mitológico, o centauro Quíron, a quem tenho como uma espécie de padrinho. Segundo a lenda, Quíron é filho do Titã Cronos e da Ninfa Filira, e foi mestre de vários heróis gregos, como Teseu, Hércules, Jasão, Aquiles e Enéas.

Quíron é descrito como um grande preceptor. Inteligente, sábio e culto, era um gênio das artes, da filosofia, da magia e da medicina, além de um grande guerreiro. Era civilizado, pacífico e bem humorado, o que o diferenciava dos demais centauros, tidos com beberrões e sátiros.

Em uma desavença na caverna de Folo, no monte Pélion, durante a execução do quarto dos 12 trabalhos de Hércules, este teria atingido Quíron em uma das pernas com uma flecha banhada no veneno da Hidra de Lerna. Imortal, Quíron sobreviveu, mas a ferida envenenada lhe causava dores violentas. Então, Hércules, apiedou-se dele e pediu a Zeus que trocasse a imortalidade de Quíron pela mortalidade de Prometeu, o senhor do fogo, cujo fígado era devorado por uma águia todos os dias e se regenerava todas as noites. Zeus fez o que Hércules pediu, trocou a imortalidade de Quíron pela de Prometeu, mas tomou a alma do centauro para formar, no céu, a constelação de Sagitário.

Bem, com um patrono como este, não será difícil dar vida a Fátima e sua turma!?…

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Improvável Superação

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Eu com eles

Muitos estudiosos do comportamento humano, entre antropólogos, sociólogos, filósofos e psicólogos estudam e analisam a relação entre pais e filhos há muito tempo, tendo descoberto e estabelecido padrões desses relacionamentos. Recentemente li um material muito interessante sobre isso, inclusive mostrando o exemplo icônico do gigante da indústria americana e mundial, Henry Ford, e de seus filhos e netos.

Sobre essa tentativa de superar os feitos de seus pais, posso dizer que superei meu pai em mais um item da vida. Vivi o suficiente para completar 60 anos, coisa que ele não conseguiu, pois morreu três meses antes de alcançar tal façanha.

Eu já o havia superado algumas vezes antes, quando me formei advogado, quando ingressei na Academia Maranhense de Letras e no Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, coisas que só o fiz por ele ter me dado as ideais condições para fazê-lo.

Do mesmo modo, graças a ele, fiquei a seu nível, no que diz respeito a termos sido deputado estadual e federal, mas jamais o superei naquilo que era o mais importante, quanto ao amor, ao carinho, ao respeito e a devoção que seus eleitores tinham para com ele. Quanto a isso fico conformado e orgulhoso, pois sei que ele tinha qualidades que nem eu, nem nenhum político, de seu tempo ou de hoje em dia, tinha ou têm.

É que ele compreendia verdadeiramente o seu povo, ele era realmente um deles, estava perfeitamente afinado e alinhado com seus anseios, pensamentos e necessidades. Eu não! Eu era apenas o representante daquelas pessoas, alguém que procurava realmente entendê-las para bem representá-las.

Meu pai não tinha propriamente o que se poderia chamar de ideologia. Não uma estabelecida por um filósofo ou uma corrente de pensamento alicerçada na teoria de algum deles. Ele tinha uma ideologia própria, desenvolvida, criada e estabelecida por ele mesmo, e nisso eu jamais o superarei. Ele dizia que não importava quem estivesse no governo, ele estaria atrelado sempre a ele, pois só assim poderia levar a seus amigos e eleitores os benefícios que apenas os governos podem, como acesso à educação, saúde, segurança, infraestrutura…

Como eu, um filhote dos anos 60, criado em uma sociedade manipulada pela mídia, com as mais avançadas técnicas de patrulhamento ideológico gramscista, iria transpor tais barreiras!? Impossível!…

Posso ter superado meu pai por ter tido um melhor resultado econômico e financeiro que ele, graças ao alicerce que ele mesmo deu a mim e a meu irmão, seu verdadeiro herdeiro no que diz respeito ao empreendimento braçal do comércio, mas jamais o superarei no que diz respeito à realização de um trabalho corajoso, inovador, inventivo, revolucionário e único, pois meu pai era um trabalhador incansável, um gigante da atividade comercial maranhense de seu tempo, que aprendeu com os melhores dessa atividade, gigantes como Wadi e Eduardo Aboud.

Na política, ele foi um autodidata que graças a sua incrível inteligência soube observar e juntar-se a gente como Clodomir Millet e Nunes Freire, para deles apreender suas maiores qualidades: correção, dedicação e lealdade.

Se superei meu pai em tempo de vida, acredito que jamais superarei minha mãe neste quesito. Ela já passou dos 90 anos, marca que não tenho a pretensão de igualar, pois imagino que não estarei nas mesmas boas condições físicas e espirituais que ela, quando eu começar a me aproximar dos 25.000 dias de uso desta carcaça aqui.

A respeito de minhas superações em relação a minha mãe, elas são prosaicas, todas meramente circunstanciais, resultado de coisas que eu realizei e que a ela não foi permitido ou possível. Se fosse, não a superaria.

Mas há um item no qual ela é realmente insuperável: Fé. Talvez seja por causa da fé que ela tenha na existência de um Deus que eu ainda insista em ser apenas agnóstico e não ateu. É pela inabalável certeza dela que permaneço com a minha sagrada dúvida.

Há, no entanto, itens comuns nas vidas de meu pai e de minha mãe que jamais superarei. Jamais conseguirei ter a sua extrema disponibilidade para com as pessoas, mesmo que me esforce muito, como o faço. Jamais conseguirei me doar, nem ser tão generoso como eles o foram e o são.

Completar 60 anos é um marco em minha vida. Se por um lado saio das filas das pessoas comuns, por outro vejo que as novas filas para as quais eu entro estão cheias de gente, e que eu preciso me adaptar.

Olho para trás e vejo um caminho mais longo que aquele que tenho pela frente, mas não acho isso ruim. Só espero que minha memória permaneça intacta para que jamais esqueça, enquanto vivo for, das coisas boas que vivi, dos bons lugares onde estive, das boas pessoas que conheci e das boas emoções que senti.

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A quem pertence o Futuro?

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Faz uns três meses, fiz um desses estudos de perfis, tão comuns hoje em dia, e o “diagnóstico” foi no sentido de que tenho uma grande possibilidade de desenvolver bons relacionamentos com as pessoas através da minha habilidade de comunicação e diplomacia, mesmo que muitas vezes eu seja franco demais, causando certo constrangimento nas pessoas.

Além disso, me foi dito que tenho boa aptidão para desenvolver análises de cenários sejam elas sociais, políticas ou culturais. Em resumo, sou capaz de entreter as pessoas em uma agradável conversa sobre literatura e cinema, ou em uma análise sobre o comportamento humano ou os fatos da política.

Recentemente, em um delicioso e aprazível jantar, pude comprovar que aquele perfil estava certo por um lado, mas por outro deixava bastante a desejar, uma vez que nem todas as pessoas estão dispostas a falar sobre assuntos tão controversos.

Nem vou comentar o que aconteceu naquela noite. Vou tratar de um outro ponto, tão controverso quanto aquele: o futuro, que alguns insistem em dizer que a Deus pertence, fato do qual discordo por dois motivos. Por achar que se Deus existe mesmo, não vai ligar muito para essas coisas, e por ser a política tão afeita a mudanças e interferências, que é melhor definida por aquela controversa “Teoria dos Jogos”, que nada mais é que uma espécie de equação matemática que estuda situações estratégicas, onde jogadores escolhem diferentes ações na tentativa de melhorar sua possibilidade de sucesso.

Não sou especialista na Teoria dos Jogos, mas há muito me dedico a analisar cenários políticos e é isso que farei aqui hoje.

Perguntaram-me quem pode vir a ser o futuro governador do Maranhão, e respondi que em minha modesta opinião só existem dois candidatos com reais chances de ocupar este posto a partir de 2023. Carlos Brandão e Weverton Rocha.

Os dois pertencem ao mesmo grupo político, o que em tese, caso haja disputa eleitoral entre eles, isso pode vir a fragmentar seu grupo, fato que seria perigoso para sua hegemonia.

É inteligente que se imagine que eles deverão chegar a um acordo, o que deverá resultar em vantagem para Brandão, que na ocasião estará ocupando o cargo de governador, em substituição a Flávio Dino. A Rocha caberá indicar o candidato a vice, que possibilitará acesso dele ao governo, quatro anos depois. Além disso, ele deverá indicar o candidato a senador, caso Flávio Dino venha realmente a ser candidato a um cargo a nível nacional, como presidente ou vice.

Nessa altura da leitura, há quem se pergunte se eu estou maluco, pois todos sabem do arrojo, da coragem e da capacidade política do jovem senador do PDT! Por quais motivos ele abriria mão de concorrer ao governo, já que ele é mais forte eleitoralmente que Brandão!? Pelo simples fato de que o vice-governador estará no exercício do governo, o que lhe dá uma capacidade política incrível, caso ele saiba, e ele sabe muito bem, manejar os instrumentos do poder no sentido de garantir sua vitória na eleição de 2022. Duvidar disso seria uma aposta muito arriscada que poderia destruir seu grupo político, e muita gente vai trabalhar para que isso não aconteça.

Restam outras perguntas. Quem Rocha indicará para vice de Brandão? Quem será o seu nome para disputar o Senado, na ausência de Dino.

Para o Senado o candidato já está escolhido, é Othelino Neto, seu mais graduado correligionário.

No caso de vice, existem algumas opções. O presidente da Famem, Erlanio Xavier, o presidente da Câmara Municipal de São Luís, Osmar Filho, e o deputado Marcio Honaiser, uma vez que nenhum dos três teria carreira para se engraçarem da cadeira de governador e cogitar não estender o tapete vermelho que levaria Rocha a ocupar a cadeira que já pertenceu a João de Barros, André Vidal de Negreiros, Fernando de Noronha, Luís Alves de Lima e Silva, Benedito Leite, José Sarney, Jackson Lago e Flávio Dino.

O observador mais arguto se perguntaria: por que Joaquim não analisa primeiro o cenário da eleição de prefeito que ocorrerá dois anos antes da eleição de governador!?

Simples! Porque no caso de São Luís, a guerra será de tal sorte feroz que poderá mudar todo o panorama, não permitindo que eu analise a eleição de governador de maneira mais descomprometida. Se bem que acho que a eleição de 2020 só reforçará a existência do cenário que prevejo para 2022: fortalecimento eleitoral do PDT de Weverton Rocha, que deverá ser derrotado por Eduardo Braide, em São Luís, e apoio de Flávio Dino para seus correligionários, tendo Brandão à frente da campanha.

E o grupo Sarney? Perguntariam! Sem forças para eleger muitos prefeitos em 2020 e ter candidato próprio em 2022, passa a ter o papel primordial de “fazer filho na mulher dos outros”, como se diz na gíria. O grupo Sarney pode estar muito enfraquecido, mas ainda pode vir a ser o fiel da balança!…

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