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Tenho um bom amigo que me manda pelo menos 50 mensagens eletrônicas por dia, então resolvi compartilhar com vocês, sempre que for possível, algumas delas (apenas algumas…rsrsrsrs). Espero que apreciem.

Coisas que se ATRAEM
(Inúmeras Verdades!!)


a..Mãos e seios.

b..Olhos e bunda.

c..Nariz e dedo.

d..Pobre e funk.

e..Mulher e vitrines.

f..Homem e cerveja.

g..Queijo e goiabada.

h..Chifre e dupla sertaneja.

i..Carro de bêbado e poste.

j..Tampa de caneta e orelha.

k..Moeda e carteira de pobre.

l..Tornozelo e pedal de bicicleta.

m..Jato de mijo e a tampa do vaso.

n..Leite fervendo e fogão limpinho.

o..Político e dinheiro público

p..Dedinho do pé e ponta de móveis.

q..Camisa branca e molho de tomate.

r..Tampa de creme dental e ralo de pia.

s..Café preto e a toalha branca da mesa.

t..Dezembro na Globo e Roberto Carlos.

u..Chave trancando a porta e telefone tocando.

v..Show do KLB e controle remoto (Para mudar de canal).

w..Chuva e carro trancado com a chave dentro.

x..Dor de barriga e falta de papel higiênico.

y..Bebedeira e mulher feia.

E por último:

z..Mau humor e segunda-feira!!!

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Querida Adriana Marão,

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segue abaixo um poema para que você coloque extraordinariamente nesse domingo em nosso blog. Não tive a menor condição de acabar de escrever a crônica que deveria mandar pra você e para o Ademir Santos editar na pagina de opinião do Jornal O Estado do Maranhão.
Espero que os nossos leitores apreciem.
O que seria desse portal se não fosse você!
Abraço,
JH

Tatuagem

* , ; . : … ! ? § & @ 1 # > = $ % + × ≠ ± ∞

Chame atenção.
Faça uma pequena pausa. A entonação demonstra sua intenção, seu pensamento.
Depois, uma pausa maior, que puxe uma outra idéia ou relacione duas.
Agora uma pausa ainda maior. Uma parada.
Cite, exemplifique:
Faça suspense, insinue
Surpreenda;
Pergunte.
Depois, mude de assunto – isso sempre funciona.
Valorize os coadjuvantes, eles são mais importantes & necessários do que parecem.
Comunique-se.
Não se esqueça dos números, eles são indispensáveis.
Nem das equações. Nada funciona sem elas.
Maior?
É sempre igual
a valor. O contrario nem sempre é verdadeiro.
Não se esqueça. Todo inteiro é feito de partes.
Adicione!
Multiplique!
Fazer a diferença
é mais ou menos
Infinito.

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Tenho um bom amigo que me manda pelo menos 50 mensagens eletrônicas por dia, então resolvi compartilhar com vocês, sempre que for possível, algumas delas (apenas algumas…rsrsrsrs). Espero que apreciem.

30 coisas que nos fazem mais felizes

De acordo com a revista Playboy, essas são as 30 coisas que nos fazem mais felizes.

30) Argentino se dar mal
29) Namorada tarada
28) Sitcom no horário nobre (lost, 24h, …)
27) Pebolim/totó
26) Tv por asssinaura
25) Resorts
24) Pôster da playboy
23) X-tudo
22) Angeline Jolie
21) Compra on-line
20) Loja de conveniência
19) Massagem tailandesa
18) Cirurgia de miopia
17) Playstation 2
16) Pôquer com os amigos
15) Cerveja com tampa de rosca
14) Celular
13) motor bi combustível
12) Churrascaria rodízio
11) Motel
10) Prozac
9) Caipirinha na praia
8) Meninas que beijam meninas
7) DVD pornô
6) Gravador de Dvd
5) I-pod
4) Copa do mundo
3) Viagra
2) Biquini de lacinho
1) Google

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Um amor maior.

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Já falei pra vocês de meu tio Samuel. Contei-lhes sua história, do tempo em que foi prisioneiro de guerra em Darchau. Ele, vez por outra, contava a mesma história duas vezes no mesmo dia, mas com essa história foi diferente, esta ele só me contou uma única vez, pouco antes de ficar doente e morrer, e pela forma como me contou, deduzi que ele nunca a havia contado pra ninguém.

Darchau foi um dos primeiros campos de concentração implantados após a ascensão de Hitler. Localizado nos arredores de Munique, antes da guerra, em 1933, servia para “excluir” os inimigos do novo regime, comunistas e monarquistas entre eles. Quando tio Samuel chegou por lá, havia um grupo de ricos judeus bávaros que eram uma espécie de clã do campo. Permaneceu assim até a “solução final”, operação nazista para exterminar definitivamente todos os judeus da Alemanha e da Europa.

Samuca me contou que conheceu muito de perto três judeus daquele clã. Dois homens, Daniel e Willy e uma mulher, Lena. Os dois eram irmãos e ricos industriais em Munique que tiveram seus negócios destruídos pela nova realidade política do país. Lena era violoncelista da Filarmônica da capital da Baviera e filha de um conceituado casal de músicos da antiga Orquestra Kaim. Conheceram-se quando eram crianças, cresceram juntos, compartilhando os mesmos sonhos e os mesmos gostos pela arte e pela vida.

Daniel, mais sensível que Willy, combinava mais com o espírito sonhador de Lena. E como não poderia deixar de acontecer, os dois tiveram um tórrido romance na juventude, coisa que não foi adiante, por causa do “espírito indomado” dele. Segundo Samuca, Daniel era um dínamo, de uma energia invejável. Mesmo passando as privações do campo, ainda mantinha a vitalidade através do seu privilegiado intelecto. Willihellm era diferente. Mais frio e calculista, mantinha-se bem à base do bom relacionamento com o mercado negro do campo.

O romance de Daniel e Lena ia e voltava como uma valsa de Strauss, mas era intenso como a Grande Fuga de Beethoven.

Lena era um espírito livre, uma daquelas mulheres à frente de seu tempo. Queria o que queria e pronto. Ela era apaixonada por Daniel e sabedora do amor dele, que achava ser um amor temeroso, mas ela queria era um amor temerário. Ela então resolve deixá-lo e vai embora para Berlin. Anos mais tarde, ao voltar para Munique, encontra-se com Willy em uma festa. Eles dançam e bebem, bebem e dançam. Cedem aos impulsos mais primordiais e vão passar a noite juntos, em uma cabana de caça da família dele, num lugar próximo onde mais tarde eles ficariam presos. Darchau. Ao chegarem à cabana, notaram que alguém havia estado ali, havia vestígios de fogo, utensílios de caça recentemente usados. Não se preocuparam. Passaram uma noite maravilhosa de amor, só interrompida pela chegada, já de manhãzinha, de três caçadores, entre eles Daniel. Ao ver os dois juntos, o irmão mais velho, ficou com o coração partido, mas não acusou o golpe. Fez como se nada tivesse acontecido e nunca tocou no assunto com nenhum dos seus dois maiores amores. Seu irmão Willy e Lena, a mulher a quem amava.

Semanas depois, Willy cansará de Lena, ela não era mesmo o seu tipo, e começou a ignorá-la. Foi aí que ela entendeu tudo. “Pode-se fugir de um amor, mas não se pode forçar alguém a nos amar. Por isso dever-se-ia valorizar o que se tem, mais do que aquilo que simplesmente queremos ter”.

Em Darchau aconteceram coisas terríveis. Talvez não tão terríveis quanto em Auschwitz, mas, em compensação, em Darchau aconteceu uma coisa maravilhosa também.

Numa manhã de outono os guardas separavam pessoas para mandar para campos de extermínio e entraram no alojamento onde estavam Daniel, Willy e Lena. Um soldado escolhia quem ficava e quem embarcaria no trem. Passou por um grupo e escolheu os mais fracos e ao aproximar-se dos três, separou Lena. Foi quando Daniel segurou no braço do soldado, olhou nos seus olhos e como se o hipnotizasse, deu um passo à frente e foi no lugar dela. Ao ver aquilo Willy se desesperou. Desde que se entendia por gente vivera ao lado do irmão, ele era tudo que lhe restava. Então, correu até o sargento com quem negociava no mercado negro tentando comprar a vida do irmão e como não conseguirá, trocou a sua própria pela de outra pessoa. Um jovem e raquítico grego chamado Samuel que passava nessa hora na fila, à sua frente.

Poucas semanas depois Darchau foi libertada e tanto Samuel Gobel quanto Lena Bercovitch, foram salvos pelos aliados.

Daniel e Willihellm foram levados para a Tchecoslováquia e nunca mais se soube deles.

Naquele dia fiquei sabendo que achar Daniel e Willihellm Lowestein, foi um dos motivos que levou tio Samuel a trabalhar para Simon Wiesenthal no tráfico de pessoas, da Cortina de Ferro para o Ocidente.

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Ultra-sonografia

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O feto é fato.
Fito
a foto
do fruto.
Angústia do pronto.

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Quem é esse Manuel!?

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?

Não era ainda 21 horas de sábado, dia 6, e eu já havia recebido varias ligações de pessoas querendo comentar minha crônica dominical. Ela suscitou muita curiosidade. Foi assim a semana inteira.

Em todas as conversas que tive sobre esse assunto, a pergunta mais freqüente era “quem é esse Manuel?”. Todos querendo saber quem era a pessoa pela qual minha mãe intercedia no post script.

É que na minha casa nós não temos bem empregados. Quem trabalha conosco rapidamente se transforma em pessoa da família, se agrega a nós de tal forma, que todos, nós e eles, perdemos a noção de patrão e empregado, fica apenas o sentimento de interdependência de ambas as partes, comum entre familiares.

Há casos como o de Celso Henrique, cuja mãe Anita, Banto de origem, era lavadeira de minha avó e morreu de parto. Então meu pai e minha mãe o levaram para criar. Ele foi criado junto conosco, tendo as mesmas roupas, os mesmos brinquedos, às mesmas oportunidades, só não gostava muito era de estudar. Mesmo assim Celso não teve a mesma sorte. Em que pese ser uma marra de preto, quase zero de gordura corporal, ele sofre de uma doença coronariana grave, coisa que temos tentado remediar de todas as formas.

Meses antes de morrer, meu pai passou mal e na UTI do hospital me chamou e disse: “Não tenho mais nada para lhe ensinar. Você já aprendeu quase tudo, já sabe muito mais que eu, o resto é a vida que vai lhe ensinar. Mas tenho um pedido pra lhe fazer. Não brigue jamais com seu irmão, sejam unidos, oriente ele, proteja ele como você sempre fez”. Seus olhos encheram de lagrimas e os meus também. Eu já ia saindo e ele me chamou de volta e disse, “cuide das velhas, tua mãe, Teté, Loló. E não te esquece de Celso, de Jorge, de Lulu, de Lídia, dos filhos de Zé do Vale…” e começou a chorar.

Há outro tipo de agregado lá em casa, e o melhor exemplo é José Moraes Neto que já trabalha comigo desde 1982. Ele entrou como motorista e hoje é quem resolve todos os problemas mecânicos, elétricos, hidráulicos e veiculares de toda família, além de supervisionar a manutenção de todos os nossos equipamentos. Mas nem sempre foi assim. Logo a primeira viagem que fizemos, eu, meu pai e ele, foi um desastre. Como iríamos para um povoado de difícil acesso, num caminhão, deixamos Neto uma cidade próxima com a recomendação de que ele ficasse lá nos aguardando, tomando conta do carro e não colocasse uma gota de álcool na boca. Na volta quem disse que se achava o carro e o motorista!? Haviam sumido. Depois de muito procurar encontramos o carro num cabaré e Neto estarrado em uma rede, completamente bêbado. Meu pai quase enlouqueceu. Pensei que fosse demiti-lo e iria, só não o fez porque ao chegar em casa, minha mãe intercedeu por ele. “Dá uma chance para o menino”.

Mas essa é outra historia. A história de Manuel é a seguinte: Luis, que já trabalha conosco há uns quinze anos, o trouxe certa vez para ajudá-lo no trabalho do jardim e ele foi ficando. Meu irmão precisava de alguém para de vez em quando ficar na obra de sua casa no Araçagy e o mandou para lá. Tudo muito bem. Manuel era muito esforçado e trabalhador até que um dia recebeu-se uma ligação dizendo que ele havia se envolvido em uma confusão e tinha sido esfaqueado na Divinéia. Mandamos Neto ir até lá, levá-lo ao medico, ver o que houve, advertir quem pudesse ter feito qualquer mal para Manuel, dizer que ele trabalhava pra nós, que não era bandido. Algumas pessoas sugeriram que Nagib o demitisse, mas minha mãe ponderou: “Dá uma chance para o menino”.

Depois de dois anos trabalhando conosco, Manuel que era tratado como se fosse da família, pisou na bola de maneira imperdoável. Chamou dois amigos e os mandou na construção da casa de meu irmão para que eles tirassem umas madeiras do telhado para fazer um barraco pra ele em uma invasão. Santa burrice e maldita imaturidade. Se ele tivesse pedido pra mim ou pra mamãe, teríamos dado. Mas mandar roubar! Este é o Manuel e este é o caso pelo qual mamãe intercedeu.

Bem, o desfecho da historia é o seguinte. Meu irmão não deixou de demitir Manuel, até porque não poderia mais confiar nele, mas em compensação não deixou que o prendessem. Minha mãe até hoje lamenta o fato de Manuel ter sido tão tolo e não ter percebido que se ele tivesse falado com ela, o teria ajudado.

Sabem qual foi a última de minha mãe!? Pediu-me para arranjar um trabalho para Manuel num posto de gasolina.

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4 listas engraçadas

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Tenho um bom amigo que me manda pelo menos 50 mensagens eletrônicas por dia, então resolvi compartilhar com vocês, sempre que for possível, algumas delas (apenas algumas…rsrsrsrs). Espero que apreciem.

48 perguntas que não calam

1. Por que laranja chama laranja e limão não chama verde?
2. Por que lojas abertas 24 horas possuem fechadura?
3. Por que quem trabalha no mar se chama marujo? Então quem trabalha no ar deveria ser araújo?
4. Por que ‘separado’ se escreve tudo junto e ‘tudo junto’ se escreve separado?
5. Por que os kamikazes usavam capacete?
6. Por que se deve usar agulha esterilizada para injeção letal em um condenado a morte?
7. Como que os cegos sabem quando terminaram de se limpar quando estão no banheiro?
8. Para que serve o bolso em um pijama?
9. Por que os aviões não são fabricados com o mesmo material usado nas suas caixas pretas?
10. Adão tinha umbigo?
11. Por que o Pato Donald depois do banho sai com uma toalha em volta da cintura, se ele não usa short no desenho?
12. Se o super-homem é tão inteligente, por que usa a cueca por fora da calça?
13. O Pluto e o Pateta são cachorros, certo? Por que o Pateta fala e o Pluto não?
14. Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam dormindo?
15. Por que os Flintstones comemoravam o Natal se eles viviam numa época antes de Cristo?
16. Por que os filmes de batalhas espaciais tem explosões tão barulhentas se o som não se propaga no vácuo?
17. Por que aquele filme c/ Kevin Costner se chama ‘Dança com Lobos’ se só aparece um único lobo durante toda estória?
18. Se o vinho é líquido, como pode ser seco?
19. Como se escreve zero em algarismos romanos?
20. Por que as pessoas apertam o controle remoto com mais força, quando a pilha está fraca?
21. O instituto que emite os certificados de qualidade ISO 9000 tem qualidade certificada por quem?
22. Quando inventaram o relógio, como sabiam que horas eram para poder acertá-lo?
23. Por que quando você pára no sinal vermelho, tem sempre alguém no carro do lado com o dedo no nariz?
24. Se depois do banho estamos limpos porque lavamos a toalha?
25. Como foi que a placa ‘É Proibido Pisar Na Grama’ foi colocada?
26. SE OS HOMENS SÃO TODOS IGUAIS, POR QUE AS MULHERES ESCOLHEM TANTO?!?
27. Por que a série se chamava ‘Missão Impossível’ se eles sempre conseguiam realizar as missões?
28. Por que o Coiote continua comprando produtos da marca ACME, se eles dão tantos problemas?
29. Quando o Super-homem se troca na cabine telefônica, onde ele deixa as roupas?
30. Como é que o Tarzan conseguia estar sempre barbeado?
31. Se a Mônica é do mesmo tamanho do Cebolinha e do Cascão, por que eles a chamam de baixinha?
32. Por que deram ao filme o nome de ‘O Massacre da Serra Elétrica’ se a serra em questão não tem fio, é uma moto-serra?
33. Por que no filme ‘O Planeta dos Macacos’ o astronauta não desconfia em que planeta está, se todos os macacos falam inglês?
34. Por que os pilotos de avião passam por tantos treinamentos, se nos filmes, quando o piloto e o co-piloto têm algum problema e não podem conduzi-lo, qualquer pessoa que nunca entrou numa cabine consegue fazer a aeronave pousar, apenas seguindo as instruções da torre de comando?Por que, numa festa ou num bar, as mulheres nunca vão ao banheiro sozinhas?
35. Como os homens conseguem guardar tantos detalhes sobre milhares de jogos de futebol?
36. Por que os homens conseguem se lembrar do dia e da hora exata em que vai se realizar afinal do campeonato de futebol, mas se esquecem do aniversário de casamento?
37. Se existem tantas piadas preconceituosas sobre loiras burras, por que tantas mulheres continuam pintando o cabelo dessa cor?
38. Por que as mulheres se esforçam tanto para que os maridos mudem seus hábitos e depois de alguns anos reclamam que eles não são mais aqueles com quem elas se casaram?
39. Se o casamento é bom, por que precisa ter testemunhas?
40. Como é que a gente sabe que a carne de chester é de chester se ninguém nunca viu um chester?
41. Se cárcere e prisão são sinônimos, por que carcereiro e prisioneiro não são?
42. Por que a palavra ‘grande’ é menor que a palavra ‘pequeno’?
43. Por que a gente lê da esquerda pra direita, mas vira as páginas da direita pra esquerda?
44. Se eu quiser que a minha senha de acesso à internet seja ‘**********’, como eu faço para que ela não apareça na tela e todo mundo descubra?
45. Por que debaixo das poltronas dos aviões existem coletes salva-vidas, mas não há pára-quedas?
46. Se o lápis número 2 é o mais vendido, por que ele ainda é o número 2?
47. Por que os bancos cobram taxa sobre os cheques sem fundo que eu emito, se eles sabem que eu não tenho fundos para pagar?
48. Por que, quando alguém nos pede que ajudemos a procurar algum objeto perdido, temos a mania de perguntar: ‘Onde foi que você perdeu?’

24 frases mais ditas antes da morte

1. ‘Atira se for homem!’
2. ‘Atravessa correndo que dá.’
3. ‘Ah, não se preocupe, o que não mata, engorda’
4. ‘Fica tranqüilo que este alicate é isolado’
5. ‘Sabe qual a chance de isso acontecer? Uma em um milhão’
6. ‘Adoro essas ruas, pois são super tranqüilas’
7. ‘Tem certeza que não tem perigo?’
8. ‘Pode pular sossegado. Eu mesmo dobrei o seu pára-quedas’
9. ‘Aqui é o PT-965 decolando em seu primeiro vôo solo’
10. ‘Confie em mim’
11. ‘Aqui é o piloto. Vamos passar por uma ligeira turbulência’
12. ‘Capacete? Imagine! Ta calor’
13. ‘Eu sempre mudei a temperatura do chuveiro com ele ligado. Não ia ser hoje que alguma coisa iria acontecer’
14. ‘Deixa comigo’
15. ‘Desce desse ônibus e me encara de frente, sua bicha!’
16. ‘Você é grande, mas não é dois!’
17. ‘Kung-Fu nada. Eu vou acabar com você’
18. ‘Vamos lá que não tem erro’
19. ‘Seja o que Deus quiser’
20. ‘Pode mexer. É Pitbull, mas é mansinho’
21. ‘JERONIMOOOOOOOOOOOOOOOO…’
22. ‘Pode cortar… tenho certeza que é o fio azul!’
23. ‘Pra que serve esse botão?’
24. Não ta carregada!’

12 tipos de mulher-fruta

1. Mulher Melancia: redonda, pesada, cheia de caroços e tem a casca grossa
2. Mulher Banana: é pesada e dá indigestão se for comida antes de dormir
3. Mulher Abacaxi: gostosa, porém a preparação requer muita paciência.
4. Mulher Morango: é bonita, vistosa, mas estraga com facilidade.
5. Mulher Limão: com pinga é uma delicia, mas depois dá uma ressaca…
6. Mulher Acerola: é pequena, azeda e boa para curar resfriado.
7. Mulher Jaca: ninguém consegue comer todo dia.
8. Mulher Coco: tem a cabeça dura e cheia d’água.
9. Mulher Framboesa: só dá no estrangeiro.
10. Mulher Laranja Lima: só dá de vez em quando e não tem gosto de nada.
11. Mulher Kiwi: é estranha, mas é gostosa.
12. Mulher cana-de-açúcar: é bem docinha, mas depois de chupada só sobra o bagaço.

6 indícios de se você está ficando gay

1. Ter um gato: só um homossexual consumado teria um gato. Um gato é a versão boiola do cachorro. Lava-se com a própria língua, come peixe e nunca se embriaga. Ou seja, um homem que mora sozinho com um gato vive uma profunda relação gay. Veja bem: a gente chama um cachorro com toda dignidade masculina: ‘ô bosta de cachorro, venha cá’, ‘deita, caralho!’. Já um gato: Tsi, tsi, tsi’, ‘vem cá gatinho peludinho’… Bichona!!!
2. Pedir café descafeinado, café com leite desnatado, ou, cúmulo, Coca light, a não ser que você seja Diabético. Se não for… é Viadinho! Café tem que ser forte e amargo, coisa de macho! Você só pode colocar conhaque ou uísque, o resto é coisa de mulherzinha.
3. Saber o nome de mais de quatro tortas ou bolos. Onde já se viu um cabra macho entrar num bar e dizer: ‘Desculpe, você poderia me dar um pedaço de bolo de ameixa e um brownie’, vá se foder seu putinho! Com mais de 20 times na primeira divisão, cada um com pelo menos 25 jogadores, e você ainda reserva espaço na memória para se lembrar de nome de torta?
4. Dirigir com as duas mãos é viadagem. Se os caubóis conseguem enlaçar os touros com uma só mão, por que um homem precisaria de duas mãos para segurar o volante? As duas mãos no volante apenas em dois momentos: para ultrapassar ou buzinar para a madame do carro da frente. No resto do tempo a mão direita tem que ficar livre para poder sintonizar a emissora de rádio, falar ao telefone, fumar, segurar um sanduíche ou uma lata de cerveja, e principalmente ficar passando a mão na coxa da namorada. Dirigir com as duas mãos no formato do relógio às 10:10, você é um Boiolinha.
5. Repara demais no modo de vestir de uma mulher e pode se lembrar qual a cor do seu vestido? Biiiiiiiiiiichaaaaaaaa!!!!!!!! Homem de verdade só se lembra da qualidade dos airbags e do pára-choques da menina.
6. Aquele que recebe e reenvia e-mails sobre amizade, amor, ternura e outras balelas que ainda por cima vêm ilustradas com fotos de crianças, flores, anjinhos, natureza e bichinhos, e para piorar ainda ameaçam que se não repassar, algo de terrível lhe vai acontecer.

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Feliz e realizado.

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Antes mesmo de colocar a primeira letra neste texto já imaginava as reações de pelo menos meia dúzia de meus leitores mais assíduos: Eliane, Nelson e Edinho vão achar que tanto o tema quanto a forma são pessoais demais, enquanto Dona Rosa, Dr. Arimatéia e Flavia vão apreciar tanto o conteúdo quanto a abordagem. Pelo menos é assim que eu imagino, mas como eu não escrevo nem pra agradar, nem pra desagradar ninguém, faço de conta que este primeiro parágrafo é apenas um traveling em um set vazio seguido de um fade out. Cena inspirada no melhor F. Truffaut.

Depois, com um Fade in, apareço eu brigando com esse maldito teclado. Coisa que pouco lembraria S. Kubrick, mas lincaria automaticamente a W. Allen.

Primeiramente quero dizer que não me lembro de ter me sentido tão feliz antes. Feliz não é bem a palavra, acho que a palavra certa é realizado. Farei em dezembro quatro dúzias de anos de existência, já devo ter passado da metade da minha vida e constato que ela me tem sido muito melhor do que pior. Não que na minha vida não haja problemas, chateações e contratempos. Minha vida é bem parecida com a da maioria das pessoas, mas em alguns aspectos ela se torna completamente diferente, mesmo em relação às pessoas mais próximas de mim, como meu irmão.

A realização da qual me refiro, é a possibilidade de poder fazer o que gosto e ainda por cima gostar do que faço. Outras coisas como, por exemplo, não ser bonito como o G. Clooney, ou rico como B. Gates, isso eu supero fácil. Menos fácil é superar outras coisas, como burrice, intolerância e hipocrisia, tanto da parte dos outros quanto da minha.

Estou me sentindo feliz e realizado, porque apesar das dificuldades normais da vida, graças ao misericordioso Deus, que não pertence a essa ou àquela religião, tenho conseguido ver as coisas que planejei acontecerem mais ou menos como o que foi roteirizado.

É bem verdade que numa super produção como é a vida, acontecem alguns contratempos. Perdemos alguns atores importantes no meio do caminho, onde sempre há pedras. Tivemos que fazer adaptações em nosso roteiro, mas como no picadeiro da vida o espetáculo realmente não pode parar, vamos rodando nosso filme, e o resultado disso tem sido muito bom.

Vocês devem ter notado que estou usando desde o inicio termos cinematográficos. Isso é porque o cinema é parte dessa felicidade e dessa realização. O cinema foi o caminho, a forma que eu achei para ser louco, ou melhor, para continuar louco e não enlouquecer jamais. O trabalho que temos feito no cinema, o filme que acabamos de fazer aqui e o que estamos em fase de pré-produção em São Paulo, são responsáveis por boa parte dessa felicidade.

Há também a materialização de um sonho antigo. A Fundação Nagib Haickel, que implantará alguns projetos importantes para nossa terra como, por exemplo, o Museu da Memória Audiovisual, a TV guarnicê, canal 15 de São Luis e a Fabrica de Arte e Cultura do Engenho Central em Pindaré. Em outra oportunidade comentarei cada um destes projetos.

Mas deixem-me entrar no verdadeiro assunto de hoje. Minha mãe, Dona Clarice, completou mais uma primavera no ultimo dia dois, e pude comprovar uma coisa que já havia percebido antes e que agora ficou bastante clara pra mim. Em que pese ter 78 anos, ela tem a cada dia, ficado mais jovem.

Lembro de quando nós éramos crianças, nossa mãe já era antiga. Em nossa adolescência, ela ficou idosa. Depois, já adultos, ela ficou bem velhinha. Mas agora vejo como o tempo e quem sabe o vento a tenha feito rejuvenescer, em alguns casos até surpreendentemente.

Ela passou a ser mais ativa, participar muito mais, não só de sua própria vida, mas intensificou sua participação na vida de todos nós da família, dos amigos e de desconhecidos também, através do incansável trabalho de ajuda aos mais necessitados. Mas não creio que apenas isso a fez rejuvenescer. Devo reconhecer que boa parte da sensação que tenho do rejuvenescimento de minha mãe se deve ao fato de estarmos mais perto dela, mais acessíveis a ela, mais ao seu lado, e isso, devo reconhecer, tem nos feito muito mais felizes e realizados.

PS: Dias antes do aniversario de minha mãe, fui pergunta-lhe o que ela gostaria de ganhar de presente e ela me disse uma coisa muito pessoal, que gostaria de compartilhar com vocês: “Jotinha, eu tenho tudo, não preciso de nada. A única coisa que eu quero é que vocês, meus filhos, meus netos, minha família, meus amigos, todo mundo, tenham saúde, paz e sejam felizes. Esse presente eu já pedi e peço todo dia. Ah, sim! Tem um presente que eu quero… Pede pra teu irmão não deixar demitirem nem prenderem Manoel”.

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X

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uma mulher à antiga
a um tacho de mandioca ralada.
Exponha essa mistura
a vinte minutos de uma fina chuva
e você terá a genuína
farinha/ a/nágua.

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