Transição de governança na SEDEL

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O governador eleito Flávio Dino indicou na semana passada o nome do futuro secretário de Esporte e Lazer. Trata-se do professor e militante político, membro destacado do partido dos trabalhadores, Márcio Jardim.

Logo que foi feito o anúncio eu me manifestei favoravelmente, não apenas por ser amigo de Márcio, mas por saber de sua imensa disponibilidade e afeição aos grandes desafios.

Algumas pessoas ligadas ao esporte apressaram-se em criticar a escolha, alegando que o futuro secretário não seria oriundo do setor esportivo, que não tem vivência na lide esportiva, que teria dificuldade em transitar na área. Discordo totalmente de quem acha isso. Eu mesmo, quatro anos atrás, não era oriundo da lide diretamente esportiva, e antes de mim, Roberto Costa, Weverton Rocha, Mauro Bezerra, nenhum desses vieram do setor eminentemente esportivo. Colocar-se um professor de educação física no cargo de secretário de Esporte não garante à pasta o sucesso necessário!

Eu imaginei que Flávio Dino fosse indicar Sergio Frota para a Sedel, pela importância do Sampaio no atual contexto esportivo de nosso Estado, e pela possibilidade de trazer para a Assembleia seu aliado de Timon, Rafael Leitoa. FD resolveu esse problema de outra forma e a solução encontrada não poderia ter sido melhor.

Em minha opinião, a escolha de Márcio é importante, inclusive pelo fato dele ter excelentes contatos no governo federal, o que garante que poderá alavancar importantes projetos para o fortalecimento do setor esportivo de nosso Estado.

Tenho me manifestado a respeito das indicações dos nomes que Flávio Dino tem escolhido para compor o seu governo e no caso da secretaria que ocupo não poderia ser diferente. Alguns aliados do futuro governador apressaram-se em me criticar por ter discordado do fato dele não ter retornado a pasta extraordinária da Juventude ao seu berço inicial, o esporte.

Gostaria de justificar minha posição. Uma secretaria extraordinária não possui peso, influência, capacidade e principalmente orçamento para realizar nenhum trabalho, nenhuma ação capaz de se notabilizar importante. Logo, o setor da juventude, acoplado a uma secretaria ágil, capaz de gerar ações diretas no setor como a Sedel, poderia ser bem melhor para a juventude do que permanecer no Gabinete Civil como mais uma pasta extraordinária, gerida pela imensa e lenta máquina daquele setor.

Mas voltando ao eixo de nosso assunto de hoje, a transição de governança na pasta que coordenamos nos últimos quatro anos, gostaria de dizer a você que me lê agora algumas das coisas que disse e mostrei ao Márcio Jardim e à equipe que o acompanhou na visita à Sedel, na última terça-feira, 25.

Apresentei ao Márcio a lista de ações que a Sedel vem realizando nestes anos, apresentei-lhe o orçamento da secretaria, entreguei-lhe uma lista dos itens em nosso almoxarifado, mostrei-lhe como funciona a Lei de Incentivo ao Esporte, dei-lhe ciência das obras que estão sendo executadas pela Sinfra dentro do Complexo Esportivo do Outeiro da Cruz e outras que estão sendo realizadas pela própria Sedel, algumas delas que deverão ser continuadas em sua gestão. Quanto a esse assunto, mostrei a ele e à equipe que o acompanhou que deixaremos garantidos, em caixa, mais de R$ 9 milhões para a realização desses projetos, além de mais de R$ 1,5 milhão na conta do Fundo Estadual de Esporte, recurso que poderá ser utilizado por ele na implementação de ações esportivas e de lazer, de acordo com as diretrizes do Conselho Estadual de Esporte.

Tanto Márcio quanto a equipe que o acompanhou na visita à Sedel indagaram de mim e de minha equipe sobre o funcionamento da secretaria, de como se dá a relação com as diversas federações esportivas, como funcionam as gestões dos diversos aparelhos esportivos sob nossa guarda, sobre os Jogos Escolares Maranhenses…

Entre os acompanhantes de Márcio estavam o professor da Universidade Federal do Maranhão, Leonardo Cordeiro, e o ex-secretário municipal de Esporte Miguel Pinheiro. Ambos bastante familiarizados com o setor e tenho certeza darão uma grande contribuição na futura equipe gestora da Sedel.

Na quarta-feira, 26, fizemos visitas a varias praças esportivas do CEOC. Visitamos o Castelão em seus diversos setores. Vimos como funcionam as catracas e o vídeo monitoramento. Visitamos o setor das cadeiras, os camarotes, as cabines da imprensa, as áreas administrativas, os vestiários, o gramado, os alojamentos que estão abrigando a Força Nacional e por fim, visitamos algumas áreas onde deverão ser instaladas com o recurso que já está assegurado no orçamento, salas para associações e federações esportivas, área que poderá ser usada para outros fins, inclusive educativo.

Visitamos o Castelinho, as piscinas, os estacionamentos, vimos o ginásio e as quadras que foram entregues à comunidade do entorno e depois fomos visitar o Ginásio da Barrigudeira, construído com recursos da Lei de Incentivo ao Esporte, beneficiando a Escola Barbosa de Godois, uma das maiores campeãs esportivas de nosso Estado, graças ao trabalho do professor Eduardo Teles.

Nos próximos dias ainda faremos outras reuniões no sentido de esclarecer qualquer dúvida que por acaso tenha o futuro secretário ou seu staff, garantindo que em nossa pasta a transição transcorra na mais perfeita ordem, propiciando uma continuidade mínima nas ações, sem turbulências ou atropelos, garantindo que a nova equipe gestora da Sedel comece seus trabalhos em perfeita ordem e harmonia.

Quatro anos atrás, quando resolvi aceitar o cargo de secretário de Esporte, sabia que ele era temporário. Agora ao transmiti-lo ao meu sucessor, sinto que cumpri minha missão, que fiz o melhor ao meu alcance, que eu e a equipe, que comigo trabalhou durante todo esse tempo, podemos dizer orgulhosos: Vencemos!

Desejo ao futuro secretário e à sua equipe todo o sucesso, e que, satisfeito e orgulhoso, daqui a quatro anos possam dizer a mesma coisa ao passar o cargo a quem lhe suceder.

 

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Descabeçados

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Muitos assuntos pipocam em minha mente insone. Nem posso dizer que tenho insônia, pois se me encostar eu durmo. Como minha ansiedade não me deixa encostar, não durmo e fico pensando nas coisas que gostaria de conversar e com quais pessoas cada um desses assuntos deveriam ser tratados.

Resolvo então que devo falar com você que me lê agora. Que devo comentar sobre tudo o que couber nessas mil palavras que delimitam meu espaço aqui.
Os assuntos seguem pipocando em minha mente. Tentam se impor sobre minha vontade. Desfilam como passistas de escola de samba em evolução frente aos jurados, sacodem ombros e ancas como as voluptuosas modelos em uma passarela, se insinuam timidamente como faziam em tempos idos as sedutoras e casadoiras mocinhas do interior para os caixeiros viajantes…

Comentar sobre política com correligionários e adversários… Ah! De novo não! Estou cansado desse assunto… Falar sobre a Sedel, sobre nossa performance nos Jogos Escolares da Juventude, onde nos saímos muito bem e no qual conquistamos a honra de termos a melhor atleta da competição… Poderia parecer auto promoção. Falar para possíveis patrocinadores sobre o trabalho que o Mavam, Museu da Memória Audiovisual do Maranhão, ligado à Fundação Nagib Haickel vem fazendo em prol da preservação de acervos cinematográficos e fotográficos e na produção de conteúdos sobre pessoas e fatos relevantes de nossa historia passada e presente… Esse assunto é importante mas pode esperar!

No entanto há um assunto do qual não consigo fugir. Rodo, rodo, rodo e volto para ele. É um assunto que gostaria de tratar com toda e qualquer pessoa que tenha capacidade de influir de algum modo para sua solução, o que parece restringir meus interlocutores, mas não, de uma forma ou de outra todos podem influir, pois o assunto interessa a todos. Trata-se da Terceira Guerra mundial.

O papa do fim do mundo, Francisco, disse outro dia outro dia que estamos enfrentando a Terceira Guerra Mundial. Antes dele alguns analistas já haviam sugerido tal tese, mas só quando uma figura como esse fantástico e simples homem, que nada tem do estereótipo de argentino, arrogante e prepotente, fala é que eu caio em mim.

Essa é uma guerra sem frentes de combates definidas. Nela não teremos batalhas como as de Stalingrado ou do Bulge. Não veremos desembarque como o da Normandia ou retiradas como a de Dunquerque. Nós estamos em guerra em fronts mais próximos de nossas casas, onde não existem franco-atiradores alemães nem russos, onde os heróis não são paraquedistas poloneses, onde o grande comandante não se igualará em bravura a Paton, mas precisa se igualar a ele em coragem, pois terá que enfrentar inimigos piores.

A guerra da qual Francisco fala é a guerra do destino da humanidade, uma guerra social, onde a degeneração da sociedade é o inimigo. Uma guerra onde o tráfico de droga, a corrupção, a intolerância social e religiosa são armas e bombas piores que as V1 e V2 que destruíram boa parte de Londres, e quem sabe se igualem em destruição àquelas detonadas sobre Hiroshima e Nagasaki.

A guerra que enfrentamos é muito pior, pois o inimigo muitas vezes está bem perto de nós e nem sabemos. Eles não usam uniformes, não carregam bandeiras, sua hierarquia é corrompida… É a guerra do fim dos tempos… Ou talvez seja a guerra que nos levará a um novo tempo!?

Há no entanto uma guerra real, com soldados, metralhadoras, mortos e feridos. Uma ação covarde onde não se respeita as regras estabelecidas para que as guerras pudessem existir com um mínimo de dignidade. Uma guerra que me faz lembrar do velho livro de Nostradamus que meu tio Sténio me deu quando eu tinha apenas 13 anos de idade, onde está escrito que haverá um anticristo que varrerá o mundo com sua espada flamejante.

Esse Estado Islâmico com seus atos de terror e crueldade inconcebível faz com que eu, que busco ser tolerante, queira destruí-los usando a mesma forma cruel como a que eles usam.

Caio em mim por alguns instantes e vejo que se pensar assim, se sentir isso, se agir como eles vou estar dando a eles sua tão acalentada vitória.

Tive acesso a imagens horrendas de decapitações e fuzilamentos praticados por terroristas do Estado Islâmico na Síria e no Iraque e senti ódio do ser humano, capaz de não respeitar a dignidade de seu oponente. Mesmo na abominável guerra o sentido de honra e respeito deve se impor.

Por um instante lembro de meu amigo, médico e humanista, Luis Alfredo que foi assassinado dentro de sua casa, ao tentar defender seu filho, por marginais em busca de dinheiro para bancar seus vícios, motivos aparentemente menos nobres que o daqueles porcos que se escondem atrás de um profeta honrado e de um Deus misericordioso para cometer crimes horrendos.

A diferença entre o assassino de Luis Alfredo e o decapitador de Peter Kssig, voluntário pacifista americano na Síria, é que um está mais perto de nós que o outro, mas a guerra, mesmo que não pareça, é a mesma. Infelizmente.

Infelizmente somos todos descabeçados.

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Assassinado um homem bom…

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Ao saber do assassinato do Dr. Luis Alfredo Guterres, senti um misto revolta e fúria. Naquele momento, se tivesse acesso aos assassinos me igualaria a eles de forma horrenda e trágica.

Agora, já mais calmo, espero que as autoridades policiais capturem esses bandidos que tiraram a vida desse cidadão que se dedicava a salvar vidas, que atendia a todos com simpatia e presteza.

Essa revolta não é só minha. Todas as pessoas com quem falei sobre esse caso se encontram consternados e revoltados.

Não apenas o governo, mas a sociedade de modo geral deve ser levantar contra a onda de insegurança que tomou conta de nossa cidade, de nosso estado e de nosso país.

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Sobre Esporte (e Cultura).  

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Nos últimos quatro anos, por estar exercendo a função de secretário de estado de Esporte e Lazer, comentei pouco sobre assuntos relacionados a esse setor em meus textos dominicais. Neles preferi tratar sobre o dia a dia, artes, ou política.

Nunca usei do cargo para me autopromover, quando muito usava minha presença para prestigiar a realização de algum evento, mas quase sempre pedia que um ou outro colaborador representasse a secretaria. Agora, já quase no final de meu tempo como gestor da Sedel gostaria de tratar de alguns assuntos concernentes a essa pasta.

Todos sabem que a área esportiva (bem como a cultural), em qualquer governo é sempre colocada em um plano secundário. Até entendo o porquê dessa atitude. Eles sabem da extrema importância que tem saúde, educação e segurança na vida da população. Enquanto eleitores, os cidadãos cobram de seus governantes, ações eficientes, eficazes e efetivas nesses setores.

Acontece que esporte e lazer (cultura e entretenimento) são componentes indissociáveis tanto da educação, quanto da saúde como da segurança. Enquanto não encararmos esse fato como realidade, enquanto não pararmos de dizer isso apenas nos discursos e não incorporarmos essa verdade ao dia a dia das ações de governo, e aqui falo de qualquer governo, nos três níveis da governança, não atingiremos um grau de maturidade política e administrativa condizente a um país justo, progressista e democrático.

Enquanto não houver em cada escola uma quadra polivalente e professores capacitados para dar aulas, não apenas de educação física, mas também de modalidades esportivas (enquanto em cada uma delas não tiver práticas artísticas efetivas, como canto, teatro, artes plásticas, com educadores capacitados), nossas crianças vão continuar saindo das escolas como cidadãos menores.

Não será uma crônica dominical de um secretário de Esporte que está deixando a pasta que vai resolver essa situação. Apenas a conscientização de todos, não apenas de prefeitos, governadores e presidente da República, poderá fazer o esporte (e a cultura) deixar de ser assunto de peso inferior a outros.

Mais que mero financiador de esporte (e de cultura), o governo tem que ser o defensor de ações que garantam que as práticas esportivas (e culturais) deixem de ser a primeira baixa nas crises orçamentárias, pois quando um governo tem que fazer cortes em seu orçamento, o primeiro a ser cortado é do esporte (e da cultura). Isso é um absurdo!

Com um orçamento anual em torno de R$ 8 milhões, algo na casa dos R$ 650 mil ao mês, a Sedel pagou todas as suas contas e realizou tudo o que foi possível ser realizado. Vendo de um ponto de vista mais crítico, não realizou tudo que poderia ter sido realizado.

Por um instante lembrei que há quatro anos eu resisti muito em aceitar ser secretário de Esporte. Achava que era um presente de grego, que era uma forma de não darem a mim o valor que eu acreditava ter. Eu, escritor, cineasta, membro das Academias Imperatrizense e Maranhense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, deputado desde 1982, ser indicado para a Sedel e não para a Seduc, SECMA ou SECTEC! Para mim isso era um ultraje. Hoje, quatro anos depois, vejo que seria difícil fazer mais e melhor naquelas pastas do que acredito ter feito na que me foi confiada.

Sobre a governadora Roseana Sarney devo dizer que ela prontamente ajudou sempre que foi procurada. Sou muito grato a ela principalmente por ter sido a governante que instalou aquela que em minha opinião é a mais importante lei ligada à área esportiva (e cultural) de nosso Estado. Falo da Lei de Incentivo ao Esporte (e à cultura), que eu tive a honra de apresentar e aprovar na Assembleia Legislativa, como último ato de minha vida parlamentar, em 2010.

Espero que no futuro governo, e nos que virão depois dele, não apenas essas leis sejam mantidas e preservadas, mas quem sabe, ampliadas e melhoradas.

Outras coisas sobre a pasta que ainda dirijo, poderiam ser ditas aqui. Poderia falar da importância da reforma do Castelão para o soerguimento do futebol maranhense, da reconstrução do Costa Rodrigues, do fato de que a cada ano, nos últimos quatro, os JEM’s cresceram em número de municípios, escolas e atletas participantes, que a nossa representação na versão nacional dos jogos se ampliou em quantidade e qualidade, que foram inúmeras as participações de nossos representantes em competições nacionais e internacionais, sempre fazendo boas performances e trazendo medalhas e troféus…

Não vou dizer que tudo foi um mar de rosas, porque não foi. Tivemos problemas, mas graças a Deus resolvemos quase todos, com exceção de uns poucos, sendo o mais grave o caso das piscinas do CEOC – Complexo Esportivo do Outeiro da Cruz.

Esse caso deixa-me extremamente chateado, pois foi impossível resolvê-lo. Tive que escolher entre realizar o que era premente e possível e o que demandaria muito recurso financeiro e traria pouco retorno esportivo.

Espero que o próximo gestor da Sedel consiga resolver esse problema, avisando que deixo aprovado um projeto através da Lei de Incentivo ao Esporte para este fim, mas que até a presente data o proponente ainda não conseguiu uma empresa que o desejasse patrocinar.

Deixo ao meu sucessor mais de R$ 1,5 milhão na conta do Fundo Estadual de Esporte, além de material e equipamentos para tocar a Sedel nos primeiros meses. Entrego também a sede da secretaria reformada e equipada com móveis e utensílios novos, além de entregar reformados os Ginásios Georgiana Pflueger, Guioberto Alves e Rubem Goulart.

Deixo também recursos na Caixa Econômica, oriundo de emendas parlamentares, destinados à reforma da pista de atletismo, à construção de um stand de tiro esportivo e à finalização de quatro praças da juventude, e outro conseguido no Ministério dos Esportes, graças ao deputado Francisco Escórcio, para melhorias no Estádio Castelão e no CEOC, inclusive a construção de uma estrutura onde poderão ser instaladas todas as federações esportivas ou até mesmo uma escola com 10 salas de aula para atender os jovens do entorno do complexo esportivo, tudo isso com respectivos projetos prontos.

Para finalizar, devo dizer que muito me honrou trabalhar com as pessoas que tanto me ajudaram na tarefa que nos foi confiada e que acredito levamos a cabo satisfatoriamente.

Foram quatro anos de muito trabalho e de grandes desafios, e mesmo que não tenhamos vencido todas as partidas, fica a certeza de que, como deve ser sempre no esporte e na vida, fizemos o melhor e lutamos o bom combate.

Dedico esse texto à memória do professor Emílio Feitosa Mariz, um dos maiores incentivadores dos esportes estudantis do Maranhão.

E-mail: [email protected]

https://www.blogsoestado.com/joaquimhaickel/

 

 

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Morre o professor Emílio Feitosa Mariz

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Tive alguns privilégios em minha vida. Um deles foi ter estudado no Colégio Batista e ter feito parte do rebanho de Emílio Feitosa Mariz!

Quando éramos criança tínhamos medo dele! Quando nos tornamos adolescentes nós o atormentávamos com nossas indisciplinas! Ficamos adultos e quando por ventura o encontrávamos, agradecíamos a ele por sua dedicação e seu selo para conosco!

Todos nós que fomos alunos do Colégio Batista e convivemos com o professor Emílio, sabemos de sua importância na formação de nosso caráter.

Hoje, gostaria de voltar no tempo para ouvi-lo novamente fazer “Pssiitt!” para depois de sua reprimenda característica, dizer a ele “muito obrigado” por ter tomado tão bem conta de todos nós, pois tenho certeza que até aqueles dentre nós que eram os mais difíceis, os mais danados, são gratos ao professor Emílio.

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Domingo, 26 de outubro de 2014: JH no Twitter

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1 – Bom dia! (06h15min)

2 – O Brasil depois de hoje http://tinyurl.com/kgoerto 

3 – O clima de disputa eleitoral e as pesquisas dizem claramente que alguma coisa bastante importante e significativa tem que ser feita por quem vencer!

4 – Se é verdade que Flávio Dino só hoje declarou apoio a Dilma Rousseff, ele terá cometido um erro imenso, para quem quer representar mudanças.

5 – Pelo visto Flávio não conseguiu suportar a pressão e no dia da eleição resolveu dizer que apoiava Dilma. Vai parecer oportunismo!

6 – Melhor teria sido permanecer na posição que se encontrava, numa neutralidade estratégica, até porque apoiou Aécio no 1° turno!

7 – Se não fez, meno male… Espero que ele não tenha feito isso mesmo… Se fez terá se equivocado enormemente, coisa que ainda não havia feito…

8 – Coerência é a coisa mais difícil de um politico conseguir. Quando parece que a conseguiu, fraqueja. Não é o primeiro e não será o último!

9 – O boato da morte do doleiro é um absurdo, parecido com o bandido que envolveu Flávio Dino em assalto a carro forte… Igualzinho…

10 – Antes de sabermos o resultado desta campanha tensa, fica a sensação de que a democracia sobreviveu!

11 – O Brasil virou um grande município!

12 – O poder torna os fracos em rudes…

13 – A busca pelo poder torna os fracos em rudes e os rudes são tolos…

14 – “Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás!”

15 – É muito bom conversar coisa séria com gente boa!

16 – Atenção pessoal! Todos calmos! Desejo a vocês um bom Brasil novo, com quem quer que ganhe e conosco que vamos continuar por aqui!

17 – Eu disse ontem: o resultado do 2° turno da eleição para presidente será 52 x 48… Agora não me perguntem pra quem, tá difícil de saber…

18 – Mas isso também não era nenhuma grande vantagem!!!!…

19 – Os discursos do vencedor e do perdedor são igualmente importantes, tendo o vencedor a responsabilidade da construção das pontes para o futuro!

20 – Ao perdedor cabe aceitar o resultado das urnas com elegância e honra!

21 – O resultado dessa eleição lembra-me muito de Claudio Coutinho! Campeão Moral!

22 – Ao final deste tenso pleito eleitoral fica uma certeza, Dilma precisará ter muito tato e sabedoria para pilotar essa nau quase desgovernada.

23 – O bom trabalho do Congresso Nacional na próxima legislatura será de suma importância para o sucesso das ações que precisam ser feitas.

24 – O Congresso sofrerá com a falta de nomes importantes numa hora que tanto precisaríamos deles!

25 – Tenho um único pedido a fazer para a presidenta reeleita… Por favor presidenta, deixe-nos chama-la de “A Presidente da Republica”!

26 – As outras coisas que eu gostaria que a senhora fizesse, é sua obrigação fazê-las… Boa sorte e conte comigo para fazer a minha parte!

27 – Em cenários como o que vivemos hoje duas coisas podem acontecer: Um caos incontrolável ou a redenção pela sabedoria e a humildade. Tenho fé!

28 – A diferença entre os que acham que sua vida melhorou e os que acham que ela piorou é muito pequena! Precisa que se tenha tato!

29 – O Brasil tá em uma situação delicada, somos hoje um país aparentemente dividido! PT x PSDB, Norte x Sul, ricos x pobres… Meu consolo: ainda poderia ser pior!

30 – Caso fique pior, seremos obrigados a fazer o que deve ser feito. Tenho fé em que depois do resultado dessa eleição o PT acorde!

31 – Uma eleição ganha com menos quatro milhões de votos a mais significa que a vantagem é de apenas uns dois milhões de votos. Margem incomoda!

32 – Vejo fotos de pessoas chorando pela derrota de seu candidato. Não chorem! Quem deveria estar chorando é a Dilma, que está com um pepino e o Mantega na mão!

33 – Governar é muito mais difícil que as pessoas pensam. Governar corretamente é impossível e quem governa normalmente não sabe disso!

34 – Dilma: Mais que nunca é hora de acreditarmos no Brasil, reforçar nossa fé nessa nação incrível. Eu: Senhora Presidente, faça-nos acreditar no Brasil!

35 – Ser oposição de fora é fácil. Quero ver fazer criticas pelo lado de dentro!

36 – A vantagem de votos que Dilma teve sobre Aécio no Maranhão (1.800.000) é a quantidade de votos que Aécio precisaria para ganhar de Dilma no Brasil!

37 – Pela primeira vez, desde 1991, portanto há 23 anos, tive vontade de voltar a ser membro do Congresso Nacional! Lá acontecerá o Brasil!

38 – Para o bem de seu governo e de todo o Brasil, tomara que o tom conciliador do discurso da vitória de Dilma se estenda a todo seu segundo mandato.

39 – Uma vitória apertada como essa serve para fazer o vencedor querer ser melhor e para o perdedor saber que deve continuar lutando. (22h15min)

40 – Isso foi apenas mais uma eleição minha gente! Daqui a quatro anos teremos outra! (Agora)

 

PS: As abreviações comuns no twitter foram aqui modificadas.

 

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