Sem memória não há sucesso

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Gostaria de saber como vai a sua memória!? É!… Isso mesmo!… A sua memória, como ela vai!?… Pergunto-lhe isso porque a memória é responsável por grande parte do sucesso ou do insucesso que conseguimos em nossas vidas.

Precisamos da memória quando, ainda muito jovens, começamos a aprender as primeiras lições, começamos a nos alfabetizar, a ler e a escrever. Mais tarde outras lições serão armazenadas em nossa memória, o que nos dará o lastro que precisaremos para conquistar aprovação em cursos e galgar sucesso profissional e social.

Sem memória somos aleijados. Os elefantes tem uma memória prodigiosa, assim como outros animais desprovidos de intelecto, mas que possuem instintos poderosos, baseados totalmente nas suas memórias, acumuladas com as observações e as repetições dos ensinamentos de seus pais, e a memória genética, como a das pequeninas tartarugas, que tendo acabado de eclodir de seus ovos, fazem uma corrida decisiva rumo ao mar, pois aquele é o seu habitat, lá elas sabem que poderão sobreviver.

Estou falando de memória com você, aqui hoje, pois o que está acontecendo em São Luís é a tentativa canalha de tentar apagar de sua memória o festival de baixarias promovido pelo consórcio de candidatos do governador Flávio Dino no primeiro turno da eleição municipal.

Rememorando: Para que seu grupo não perdesse, logo no primeiro turno, a eleição para Eduardo Braide, o candidato preferido da população de São Luís, segundo as pesquisas, o governador Flávio Dino idealizou e perpetrou um esquema de lançar 7 candidatos a prefeito, na tentativa de diluir os votos e precipitar um segundo turno. Sua estratégia teve sucesso, mas mesmo assim o primeiro colocado do consórcio teve pouco mais da metade dos votos, do mais votado no pleito.

No desenrolar da campanha, os consorciados se desentenderam, como era de se esperar, e começaram a se insultar e trocar acusações mútuas, pois todos queriam ser o segundo colocado. As acusações e os insultos foram graves. Envolveram agressões morais, insulto a familiares, mentiras torpes e verdades mal colocadas.

Ocorre que agora, os mentores do famigerado consórcio querem que você, cidadão de São Luís, esqueça aquelas agressões, os insultos e as acusações. Que vocês façam de conta que nada daquele espetáculo de baixo nível que fomos obrigados a assistir no primeiro turno aconteceu, ou que seja esquecido, assim num passe de mágica.

Na verdade, o que esse grupo quer é enganar vocês. Eu digo vocês e não me incluo, porque a mim eles não enganam! A mim e a pelo menos 38% dos eleitores de São Luís, que no primeiro turno já disseram a esse consórcio um retumbante não, não votando naquela plêiade de candidatos que só tinham uma intenção, brincar daquele joguinho antigo, onde os praticantes fazem “tudo que seu mestre mandar”.

Como é que uma pessoa, em sã consciência pode aceitar votar num candidato que dias antes, disse que seu pai era bandido!? Como é que outra pessoa pode votar num candidato, que dias antes afirmou que essa pessoa representava tudo o que de pior havia na política brasileira? Como é que uma terceira pessoa pode votar num candidato que ela, acabara de afirmar e provar que ele era mentiroso? E o que é pior, todos estes acusaram tal candidato de crime contra a população a quem deseja representar, por expô-la ao risco do contágio de uma doença avassaladora como a Covid-19.

Fico imaginando se a memória de você que me lê agora está apurada e se você consegue entender o que está acontecendo.

No primeiro turno uma gangue se juntou para massacrar um candidato, cada um por si, atacando-o e batendo nele como pudessem, usando as armas mais baixas e torpes, como a mentira e a calúnia. Agora, no segundo turno, quase todos resolveram se juntar para tentar massacrar esse candidato, todos querendo enganar o povo de São Luís e com medo de perder as benesses do poder.

Perdoe-os, mas não esqueça, pois se você se esquecer, eles vão lhe enganar e acabarão por ganhar, e uma coisa pior do que eles ganharem, é o povo de São Luís perder.

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Honra e Nobreza

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Como sempre, acordei cedo e vim para meu escritório, ler e escrever. Passei uma vista no Facebook e no Twitter, uma vez que não sou muito gabaritado no Instagram. Constatei que o mote do momento do grupo palaciano é pressionar aqueles que não desejam apoiar o representante remanescente do consórcio dinista na disputa pela prefeitura de São Luís.

Li postagens de grandes amigos meus, como os secretários Carlos Lula e Felipe Camarão nesse sentido.

Respeito Lula e Felipe. Tenho por eles verdadeira amizade e grande admiração por serem boas pessoas, e essa é uma constatação que muito me agrada, pois ao contrário dos maniqueístas e sectários do grupo atualmente alojado no Palácio dos Leões, eu sei que boas pessoas existem em todo lugar, até mesmo entre gente que não aceita ou respeita a opinião dos outros, onde a chefia, o comando, só aceita de seus comandados a formal continência e a automática obediência, seguida de irrestrita subserviência, perfil aos quais pessoas como Lula, Felipe, Marcellus, Ted, Anderson, entre outros poucos, não se enquadram.

Cresci no meio da política. Aprendi muito nos 32 anos nos quais ocupei cargos no legislativo e no executivo. Sempre mantive minha coerência. Cultivei uma relação fraterna com aqueles que em meu grupo político tinham posto de comando, mas sempre de forma socrática, ponderando criticamente sobre os caminhos, o meu e o do meu grupo. Mantive uma relação sempre respeitosa com todos, mas me choquei de frente com atitudes e ações com as quais discordava, por acharem que fossem erradas ou descabidas.

Para quem não se lembra fui contra mudar o nome de secretaria para gerência, fui contra a extinção do SIOGE e o sucateamento do nosso setor agropecuário.

Sempre agi de forma crítica, fiz isso, até mesmo no relacionamento com meu pai, a quem devo tudo que sou ou tenho.

Compreendo perfeitamente que pessoas como Lula e Felipe, que são amigos fiéis do governador, o acompanhem automaticamente, até porque o caminho escolhido por Flávio Dino, é o mesmo caminho deles, além de ser aceito por eles de bom grado. O que acho que eles não podem fazer é recriminar quem tenha escolha diferente que as suas, pois ninguém pode pedir o sacrifício pessoal de outra pessoa.

Lembro que uma vez recebi uma ligação da então governadora Roseana Sarney, onde ela dizia que gostaria que todos os deputados que se afinavam com o seu governo se filiassem no PFL, que quem fizesse isso teria mais apoio do governo em seus pleitos, e que ela queria que eu fizesse o mesmo. Eu a fiz ver que se fizesse o que ela me pedia, eu não me reelegeria, pois o PFL tinha um grupo de deputados com muito mais votos e recursos que eu, que um político pode fazer quase tudo, mas duas coisas são terminantemente proibidas, cometer suicídio moral e eleitoral. Roseana ficou chateada comigo, mas eu me reelegi e pude contar essa e outras histórias.

Flávio Dino obrigar Rubens Junior, que teve seu pai insultado, a apoiar seu caluniador é a suprema humilhação.

É ridículo quererem que o senador Weverton Rocha apoie um candidato a prefeito que se eleito for, vai dificultar a sua jornada rumo ao governo do Estado em 2022. Isso é algo ultrajante e se alguém se submente a tamanha humilhação e subserviência, é sinal de que essa pessoa não pode ser confiável.

Respeito todo aquele que tem posição clara, que está do lado de seus companheiros de luta, como é o caso de meus queridos amigos Carlos Lula e Felipe Camarão, mas não tenho em alta conta quem se submete a vontade do chefe com sacrifício próprio.

Na Bíblia há um caso simbólico, que para os crentes é a maior demonstração de fé, respeito e obediência. É Abraão ter aceitado por ordem de Deus sacrificar seu próprio filho. Mesmo tendo sido por ordem de Deus, Abraão, como homem e homem de caráter deveria ter questionado a Deus: “Senhor se é verdade que me amas, porque pedes o sacrifício do meu amado filho!?”

E olha que Flavio Dino nem é Deus!… Mas acho que ele ainda não sabe disso.

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Balanço da eleição em São Luís

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Depois de passado o primeiro turno das eleições, depois de ter acontecido tudo muito parecido com aquilo que eu previ, inclusive a ordem de colocação dos candidatos mais votados, com percentuais bem próximos do que projetei, algumas questões devem estar fervilhando nas cabeças dos candidatos que sobreviveram para o segundo turno, nas dos que ficaram no meio do caminho, nas cabeças dos líderes políticos que os apoiaram, e dos eleitores de modo geral, daqueles mais conscientes e até mesmo daqueles que são meras massas de manobra, que oscilam ao sabor da inércia ou do estímulo mais subalterno que existe nesses casos.

Os eleitores manipuláveis devem apenas estar esperando as instruções para se mobilizarem. Os conscientes devem estar se perguntando com que cara vão se apresentar agora, os candidatos derrotados do consórcio Dino, que atacaram, acusaram e insultaram o remanescente sobrevivente de tal agremiação, no caso Duarte Junior, para apoiá-lo no segundo turno. Como o Yglésio, o Jeisael, o Bira, o Rubens Junior e o Neto Evangelista, depois de terem dito que Duarte era tudo que de pior existia na política de São Luís, agora vão aparecer pedindo votos para ele!?…

Vou dizer o que vai acontecer! Alguns vão contrair Covid e não vão poder fazer campanha, vão estar tão mal que nem poderão gravar um vídeo declarando apoio. Outros vão apoiar de maneira envergonhada, meio sem jeito, e outros vão apoiar com a cara mais lavada do mundo, pelo fato de na verdade apenas estarem praticando aquele joguinho onde as crianças fazem apenas o que seu mestre mandar.

O que veremos nesse segundo turno de São Luís é uma tentativa de massacre do grupo palaciano contra Eduardo Braide, mas isso não irá acontecer.

Os líderes da candidatura de Neto Evangelista, os maiores responsáveis pelos 16% dos votos dados ao candidato do DEM estão pensando seriamente no que significa apoiarem Duarte neste segundo turno.

Uma eventual vitória de Duarte, significará deixá-los mais distante do sonho de elegerem o futuro governador do Maranhão em 2022. Pelo menos é assim que quem tem discernimento claro do que é a política deveria pensar.

Se Weverton Rocha apoiar Duarte ele vai estar se colocando mais distante de seu objetivo que é ser governador do estado. O mesmo serve para seus apoiadores, Juscelino Filho, André Fufuquinha, Pedro Lucas, entre outros. O próprio Neto, se apoiar Duarte, perderá o respeito que obteve dos mais de 80 mil eleitores que votaram nele no primeiro turno. Até mesmo políticos importantes como o presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto, que pode vir a ser candidato a senador em 2022, se fragilizará caso se submeta à vontade do Palácio dos Leões.

Hoje eu vejo que estava realmente certo quando disse que a melhor coisa que poderia acontecer para o grupo comandado com mão de ferro pelo governador Flávio Dino, seria Braide vencer no primeiro turno, pois seu grupo correria o risco de se esfacelar, numa guerra no segundo turno.

Acredito que Braide vai ganhar a eleição, mas sei que não será uma vitória fácil, pois ele vai enfrentar a fúria de um governo e de um governador que precisa vencer para não se desmoralizar ainda mais.

O grande eleitor deste segundo turno é o senador Weverton Rocha, que precisa decidir se vai ser manipulado pelo poder dos Leões ou se vai fazer sua declaração de independência, como segundo maior político maranhense da atualidade, atrás apenas do governador Flávio Dino, se vai querer ficar na sombra do Jatobá Rei dançando aos acordes do ronronar dos escudados gatinhos de ferro fundido da Praça Pedro II.

Há mais uma pergunta que me sinto obrigado a fazer! O que fará o MDB neste segundo turno? O que deve fazer a ex-governadora Roseana Sarney e seus liderados neste segundo tempo do jogo eleitoral na capital do Maranhão? Se passar de malas e bagagem para o lado de Flávio Dino, ou aquilo que deveria ter feito desde o primeiro turno!?

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Porque Eduardo Braide

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Faz alguns dias, ao entrar em um supermercado, fui abordado por uma senhora que me pediu que lhe explicasse porque apoio Eduardo Braide para prefeito de São Luís, e o mais curioso ainda em seu pedido, é que ela gostaria que eu também explicasse, o que a fazia simpatizar tanto com esse jovem político, a ponto de querer vê-lo dirigindo o destino de sua cidade e de certa forma, as vidas das pessoas que nela habitam.

Ajudei a senhora e seu marido a colocarem as compras em seu carro e conversei com eles.

O marido mostrou ser mais direto e enfático sobre sua escolha: “Ele é visivelmente diferente dos outros candidatos. Não vive fazendo propaganda de si mesmo, dizendo que fez isso, fez aquilo, que defendeu o consumidor… E também não tem por trás de si grandes grupos políticos como o do governador ou o da ex-governadora”.

Já a esposa, desconfiada até de seus próprios motivos para simpatizar com seu candidato, questionava e argumentava: “Todo político, durante a campanha eleitoral, parece um anjinho, mas durante o mandato, mostra que no lugar das asas de querubim, possui asas de morcego, como as do satanás!” E continuava: “Eu olho e ouço esse Braide e ele me parece realmente bem diferente dos outros, mas já me enganei tantas vezes que estou descrente. Será que eu vou me enganar de novo!?” Ao que o marido retrucou: “Eu não vou me arrepender de votar nele. Confio nele. Eu conheço gente!”

Tentei explicar ao simpático casal que o voto é sempre dado motivado por alguma emoção. Que eles precisavam saber qual a emoção que os motiva a votar em Braide.

A senhora respondeu na bucha: “Ele me passa confiança”. O marido dela completou: “Ele fala de forma simples, passa credibilidade…” No que sua esposa interrompeu, desconfiada: “Mas não é isso que os políticos fazem! Falam manso, abraçam e beijam criancinhas, aparentam uma coisa e são outra!?”

Tentei explicar pra ela que é assim que ocorre com todos, na vida. Que o eleitor precisa conhecer seu candidato para se enganar o menos possível com ele.

Dei-lhe o exemplo de meu pai. Ele fazia questão de se mostrar como realmente era. Simples, quase simplório, um igual entre os iguais do povo. Ele não queria que o vissem como ele não era e mesmo assim as classes mais “altas” não o aceitavam e até o repudiavam.

A senhora foi logo me cortando… “Mas o seu pai era político de um outro tipo e de um outro tempo. Sou de Viana e seu pai era amigo de Belarmino Gomes e Doca Bezerra, passava na minha rua jogando bombons pra crianças e naquela época eu achava aquilo ridículo!… Mais tarde eu fui entender que aquela era a forma apenas dele chamar atenção. A política dele era feita com os empregos que ele dava para as pessoas, as melhorias que ele trazia para os municípios. Já você era diferente dele, era mais de fazer discursos bonitos, defender ideias… Eu sei das coisas! Não sou tonta, como certas pessoas pensam!…” E fez um gesto com a boca apontando para o marido, que apenas sorriu levemente.

Tentei mostrar para aquela senhora que o que ela sentia em relação a Eduardo Braide era um misto de insegurança e esperança. Sentimentos de alguém que precisa acreditar que existe uma pessoa que pode bem dirigir nossa cidade e que este alguém é aquela pessoa, no caso Braide. Ele é a segurança e a esperança.

Perguntei-lhes novamente quais os sentimentos que os motivavam a votar em Eduardo Braide para prefeito de São Luís e a resposta foi, “simpatia, confiança, esperança e fé”.

A responsabilidade de Eduardo Braide para comigo é imensa. Não apenas para comigo, mas para com aquele casal e com todas as pessoas que vão votar nele, tendo esses mesmos sentimentos, e até mesmo para com aqueles eleitores e cidadãos que não sufragarem o seu nome no dia da eleição. Ele não poderá decepcioná-los, sob pena de se tornar igual aos outros políticos.

Acredito que nem eu nem ninguém irá se decepcionar com Braide.

PS: Nos últimos dias os demais candidatos e seus apoiadores resolveram baixar absurdamente o nível da campanha eleitoral, criando factóides e mentiras na tentativa de superarem um ao outro, o que demonstra estarem mais preocupados com a eleição de que com o respeito que precisam ter para com a população.

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Sean

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A última semana foi muito corrida, e acabei deixando apenas para hoje um assunto que me é muito caro. O falecimento de um dos poucos ídolos que cultivei no cinema: Sean Connery.

Seu pai o chamava pelo primeiro nome, Thomas, já sua mãe só o chamava assim quando era para brigar com ele. Para ela, ele era quase sempre Sean.

Nasceu em Edimburgo, onde aos 13 anos, para ganhar uns trocados foi ser leiteiro, depois serviu na Marinha naval inglesa, foi motorista de caminhão, modelo vivo para pintores e até chegou a ser terceiro colocado no concurso de mister universo.

Um amigo conseguiu-lhe um teste para ator da BBC e ele nunca mais parou.

Em 1962, com 32 anos, ele fez um pequeno papel no épico de guerra “O mais longo dos dias” e logo a seguir, teve sua grande chance. Foi o primeiro ator a encarnar o célebre personagem de Ian Fleming, James Bond, para o qual serviu de modelo, régua e compasso, não apenas para o personagem em si, mas para todos os protagonistas da franquia que viriam depois dele. É importante que se diga que nenhum de seus sucessores conseguiu igualar o desempenho de Connery como Bond, tanto que o James Bond de hoje, por mais que a tecnologia contemporânea possa ajudar no desenvolvimento das intrincadas histórias, e o ator seja bom, como foi o caso de Pierce Brosnan e é o caso de Daniel Craig, não tem o mesmo charme que tinha nos anos 60.

Naqueles maravilhosos anos, o agente secreto, que tinha permissão para matar a serviço de sua majestade, a rainha da Inglaterra, agia de maneira que se o fizesse hoje, seria crucificado em praça pública. Ele fumava, bebia, usava as mulheres como objetos de poder e de sexo, não se preocupava com o que as pessoas pensavam ou sentiam… Como diziam por aí, hoje em dia esse menino não se criava!… E se assim o fosse teríamos perdido algumas das melhores cenas de nossa juventude.

Connery deixou Bond para trás em 1971, em “Os Diamantes são para sempre”, mas voltaria excepcionalmente a ser o personagem em 1983 em “Nunca diga nunca outra vez”, porém, nestes 12 anos de afastamento de seu alter ego, Sean nos presenteou com verdadeiras pérolas da cinematografia mundial.

“Assassinato no Orient Express”, quando mostrou ao mundo que estava à altura de gente como Albert Finney, Ingrid Bergman, Anthony Perkins e Sir John Gielgud. “O vento e o leão”, onde foi dirigido pelo grande John Millus e contracenou com a lenda viva John Huston e com a maravilhosa Candice Bergen. “O homem que queria ser rei”, um dos filmes que fez com que eu, aos 16 anos, decidisse que o cinema era o meio pelo qual eu desejava me conectar com o mundo. “Robin e Marian”, onde vemos um Robin Hood envelhecido, o que nos deu perspectiva de como é realmente a vida. “Uma ponte longe demais”, onde novamente ao lado de um elenco fenomenal, prova e comprova que estava à altura dos maiores atores do mundo.

Mas é em 1986, aos 56 anos de idade, com “O nome da rosa” e ‘Os intocáveis” que Sean tem a consagração definitiva de seu trabalho.

Ele fez ainda muitos e bons filmes como “Highlander, “Caçada ao Outubro Vermelho”, “A casa da Rússia”, “Robin Hood, príncipe dos ladrões”, “Sol nascente”, “Lancelot, o primeiro cavaleiro”, “A rocha”, “A armadilha” e “Encontrando Forrester”, onde ele encarna um personagem que se parece muito com a ideia que sempre fiz dele, um professor inteligente e sensível, mas forte.

Há no entanto uma coisa que muito me liga a Sean Connery. Certa vez, fizemos uma viagem para Las Vegas. Nos hospedamos em um gigantesco e maravilhoso Hotel, o Venetian. Numa manhã, quando saíamos do quarto para fazer um passeio pela cidade, eu e meu bom amigo Alejo Olle, espanhol que teve a sorte de casar com nossa querida amiga Adriana Sarney, andando mais a frente, e nossas devotadas esposas alguns passos atrás de nós, como manda a boa tradição nipônica, passaram por nós, duas americanas de uns 30 anos. Elas pararam no meio do corredor e olhando para mim, disseram uma para outra: “Oh! Sean Connery!…”.

Eu ouvi aquilo, virei-me para trás e disse a Jacira que vinha logo atrás: “Ouviu isso?!… Você casou comigo, mas vive com um homem que sabe que só se vive duas vezes, e que os diamantes são eternos. Então aproveita!…”

Muitas outras pessoas diziam que eu lembrava Sean Connery, o que pra mim era motivo de grande honra e até de alguma vaidade. Até hoje rimos dessa história.

É claro que fiquei triste com a morte de meu ídolo, mas sei que ele viveu bastante e intensamente. No fundo é isso que importa, escrevermos da melhor maneira as nossas histórias, de modo que possamos ser lembrados pelas boas coisas que realizamos.

Jamais esqueceremos de Sean Connery. 

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Eleição para presidente dos Estados Unidos da América

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A diferença entre o Trump e Biden: Trump é um canalha hipócrita e Biden é um hipócrita canalha.

Obama era só hipócrita. George W. Bush era um idiota, canalha hipócrita. Clinton era um safado hipócrita. George Bush Pai era só canalha. Reagan era só canalha. Carter era apenas tolo. Ford era só substituto do Nixon que era um hipócrita canalha safado. Johnson era um safado canalha que substituiu o safado hipócrita do Kennedy.

Resumindo a Ópera: Presidentes dos Estados Unidos são todos ou hipócritas ou canalhas, ou as duas coisas, alguns são safados, alguns imbecis e outros só tolos. Santo não há nem jamais haverá nenhum!…

Pra chegar em uma posição como esta, o sujeito tem que ter feito coisas que ele gostaria que não constasse de sua biografia.

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HAICKEL: POETA DE IMAGENS

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Fiquei muito honrado pela publicação no Caderno Alternativo, do Jornal O Estado do Maranhão, de sábado, dia 31, do artigo abaixo, escrito pelo meu querido amigo e confrade José Neres, sobre a minha pequenina obra literária e cinematográfica.:

HAICKEL: POETA DE IMAGENS

José Neres

(Professor. Membro da AML e da Sobrames/MA)

            Há pessoas que parecem ter o poder de multiplicar o próprio tempo e de captar ideias e energias do entorno para transformá-las em trabalho, nos seus mais variados aspectos. Tais figuras geralmente são inquietas e procuram com o olhar (e demais sentidos) algo que possa ser feito para a concretização de seus sonhos e de seus projetos.

            Esse perfil pode encaixa-se perfeitamente no modo de ser de diversos homens e mulheres de ontem, hoje e sempre. E,  mesmo que traçado em rápidas pinceladas, é possível identificar essas características na figura de Joaquim Elias Nagib Pinto Haickel, ou simplesmente Joaquim Haickel, como é mais conhecido esse acadêmico, poeta, cronista, contista, cineasta, roteirista e produtor maranhense que tem se dedicado a levar arte e informação a todos os lugares por onde passa e por onde suas obras possam chegar.

            A produção artística de Joaquim Haickel é ampla e multifacetada, atingindo não apenas diversos gêneros como também variadas linguagens, com entrecruzamento intersemiótico de textos, sons e imagens. Em muitos momentos, sua obra literária e sua produção cinematográfica se mesclam, como é o caso do conto Pelo Ouvido, que foi adaptado para o cinema dando origem a um curta-metragem homônimo, possivelmente uma das melhores produções de sua autoria.

            Uma das facetas mais antigas de Haickel, porém também uma das menos divulgadas atualmente, é a que se refere à poesia. Trabalhando com os versos desde a segunda metade da década de 70 do século XX, o escritor teve várias experiências com a linguagem poética, participou de grupos literários, fundou e dirigiu a Revista Guarnicê e, em 1981, publicou o livro O quinto cavaleiro, além de já haver participado de várias antologias e coletâneas.

            A poesia de Joaquim Haickel quase sempre é escrita em primeira pessoa e trazem incrustadas nos versos as marcas de suas vivências. Às vezes, os versos aparecem impregnados de um tom metalinguístico, como é o caso do poema Tatuagem, que traduz poeticamente uma inscrição simbólica desenhada no corpo do poeta. Não são raras as vezes em que o eu lírico demonstra um tom de amargura e de decepção para consigo próprio e algumas pessoas e situações. Contudo, há espaço também para um erotismo entrecotado de mergulhos em uma fria realidade, conforme ocorre no poema Desenho, no qual uma relação amorosa é abruptamente interrompida pela amada, que decide seguir por outros caminhos. Aliás, essa presença/ausência da pessoa amada é uma das marcas dos versos desse poeta ludovicense.

            Na prosa de ficção, o escritor optou pelas narrativas curtas em forma de conto. É perceptível o interesse de Joaquim Haickel em burilar seus contos na busca de soluções estéticas que valorizem uma economia de palavras sem prejuízo para o enredo ou para a carga dramática que pode emanar de situações corriqueiras transformadas em pequenas obras de arte. Na concepção do autor de Garrafa de ilusões, todos os acontecimentos cotidianos podem ser vertidos em obra de ficção. Desse modo, uma mulher solitária viciada em colecionar coisas que vão de bonecas e caixas de fósforo até autógrafos de artista e latinhas de refrigerante, despede-se do mundo de modo solitário, como mostra o conto A Colecionadora. De modo análogo, com criatividade e labor com a palavra, a história de um homem que enlouquece após saber que o pai fora assassinado pode ter uma releitura em estilo realista, como ocorre em Início e fim de Mundico Amansa Burro.

            Apaixonado pela Sétima Arte, Haickel parece escrever seus contos como se estivesse desenvolvendo um roteiro para um curta-metragem. Essa característica ajuda o leitor a visualizar gestos, expressões, ambientação e até mesmo os caracteres físico das personagens, o que leva o leitor a se sentir mais próximo do texto.

            Como cronista, Joaquim Haickel prefere trabalhar as sutilezas do cotidiano, principalmente os intrincados jogos da política. Usando um estilo cotidiano, quase em tom de conversa com o leitor, ele esmiúça o momento político local, brasileiro e internacional, ora arregimentando aplausos por sua aguçada visão do ecossistema político, ora levantando polêmicas e servindo como base para questionamentos de terceiros.

            Porém, não obstante ter um percurso de décadas de dedicação à palavra escrita, atualmente o autor de A Ponte é mais lembrado por sua premiada produção cinematográfica e pelo incessante trabalho de resgate e divulgação das fontes audiovisuais no Maranhão.

            Sozinho, ou em parcerias, esse cineasta, que é visivelmente influenciado pelo que de melhor há na arte cinematográfica mundial, vem produzindo documentários que tentam trazer ao conhecimento do público em geral figuras injustamente esquecidas, como é o caso do escultor Celso Antônio e de vários escritores, entre eles os fundadores da Academia Maranhense de Letras, instituição da qual faz parte desde 2009.

            Entre seus laureados filmes, um dos principais é Pelo Ouvido, uma produção de pouco menos de 18 minutos e que vem carregada de poeticidade e de momentos dramáticos entre um casal apaixonado em uma sólida relação amorosa, mas marcada por conflitos internos. Vale a pena conferir essa obra disponível na internet.

            Há muitas outras facetas de Joaquim Haickel que poderiam ser destacadas, inclusive suas atuações políticas que até hoje são relembradas e destacadas até mesmo por seus antigos adversários. De modo geral, seja legislando, produzindo ou escrevendo, Haickel pode sempre ser visto como um artista do verbo e da imagem.

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Um pouco de sonho em meio a acachapante realidade

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Sir Arthur Conan Doyle, colocou na boca de seu mais célebre personagem, Sherlock Holmes, algumas das frases mais memoráveis da literatura, sendo estas verdadeiras pérolas da semântica pragmática dedutiva, uma vez que Holmes é um magnífico investigador, do tempo em que a maior arma desse tipo de profissional era seu cérebro, sempre no controle e no comando de seus seis ou sete sentidos.

“Uma vez que tenhamos eliminado aquilo que é completamente impossível, o que restar depois disso, não importa o quanto seja improvável e absurdo, deverá ser a verdade”. Esta frase sempre me impressionou, por sua clareza e simplicidade e por demonstrar a extrema necessidade da minuciosa e detalhada observação dos fatos e dos cenários, em qualquer aspecto ou âmbito da vida, não apenas num caso de investigação criminal.

Frases como “Todos os problemas se tornam infantis depois de explicados” chegam a ser desconcertantes por sua obviedade. Essa frase por exemplo é uma releitura do evento conhecido como ovo de Colombo, onde o grande navegador genovês foi desafiado a colocar um ovo em pé, perfeitamente equilibrado, sem oscilar, e ele o fez, quebrando levemente a pontinha do ovo, no seu lado mais abaulado.

Frases como “os pequenos detalhes são sempre os mais importantes” e “você vê, mas não enxerga”, chegaram até mim muito antes de eu ter assistido às dezenas de filmes de SH, o mestre das deduções. É que meu pai, que não era um homem de grandes estudos, costumava repetir frases como “de grão em grão, a galinha enche o papo ”ou “de grão em grão se chega ao milhão”; “quem vê e não é capaz de entender, não consegue aprender” ou “quem não sabe é como quem não vê”.

Hoje consigo entender o motivo de meu velho e sábio pai, que morreu de insuficiência cardíaca antes de completar 60 anos, dizer com orgulho que ele não havia estudado, mas que era formado pela universidade da vida.

Nessa perspectiva, Nagib Haickel, guardadas as devidas proporções e em CNTP, se é que posso alegar tal coisa, acaba sendo igual ou mesmo maior que o grande escritor escocês, pai de Holmes e Watson.

Pensando bem, Doyle nem seria ele mesmo um grande detetive! A propósito disso, há algum tempo pensei em escrever um roteiro de um filme em estilo fantástico, onde se reuniam alguns dos maiores escritores de histórias policiais, na tentativa de desvendar uma intrincada trama dos assassinatos de seus personagens que seriam eliminados sistematicamente por inimigos que não eram os seus antagonistas convencionais. Tanto que os próprios antagonistas estariam empenhados em impedir tais assassinatos, uma vez que eles acontecendo, os próprios antagonistas, também iriam desaparecer automaticamente!

Juntei Doyle, Christie, Chandler, Flaming, Simeon, e até meu amigo Pratinha numa força tarefa que tentaria impedir a eliminação de seus alter egos, Holmes, Poirot, Marple, Marlowe, Bond, Maigret e Fioravanti. É claro que no final eles iriam impedir que os satânicos Stan Lee, Jack Kirby, Jerry Siegel e Joe Shuster, eliminassem a concorrência das franquias de super heróis da Marvel e da DC Comics.

Vejam bem! Comecei falando de Doyle e Sherlock, passei pela lembrança de meu pai, juntei um sonho de ser famoso em Hollywood, escrevendo, dirigindo e produzindo um mega sucesso do cinema, para acabar aqui, numa manhã qualquer, escrevendo meu texto para mais um fim de semana em minha coluna de jornal e blog.

Me realizo pessoalmente com tudo isso, e como sublimador inveterado, me realizo, ainda mais contando pra vocês sobre os sentimentos que habitam meu pulsante coração, e as ideias que fervilham em minha vibrante mente.

Na verdade, comecei a escrever esse texto às cinco horas da manhã de uma sexta-feira, com um travo na boca e um nó na garganta, causado pela tristeza com uma pessoa a quem dedicava simpatia e amizade, mas que havia me magoado por um motivo fútil e torpe. Ao final deste texto, resolvi perdoar tal pessoa e esquecer. A literatura, o cinema e o sonho curam doenças sociais e psicológicas.

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João sem braço

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Penso que o governador Flávio Dino, que não nutre nenhuma simpatia por minha pessoa, não vai ficar muito satisfeito quando souber que, sem querer, acabou por me dar um presente.

O fato é que eu estava sem um assunto interessante para abordar em meu texto desta semana, e FD me proporcionou um.

Vou começar provando pra você, que me prestigia com a leitura dessas minhas mal traçadas linhas, como e quanto nosso governador tem um temperamento refratário a pensamentos e opiniões diferentes das suas.

Quando eu criei e a Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, por unanimidade, as leis de incentivo à cultura e ao esporte, foi estabelecido, em cada uma delas, um organismo consultivo formado por representantes do governo e da sociedade civil. Ocorre que, por não querer que esta mesma sociedade civil, que ele diz ter em alta conta, zelar por ela e protegê-la, participasse e acompanhasse a execução dessas leis, o governador mandou que o Legislativo maranhense, que aprovara anos antes essas duas inclusivas e democráticas leis, as desfigurassem, eliminando delas a participação da sociedade, para em seu lugar colocar funcionários comissionados das respectivas secretarias que gerenciam tais leis, ou seja, seus tutelados. Um verdadeiro absurdo, um imenso desrespeito para com o povo do Maranhão.

Na última segunda-feira, dia 19 de outubro, nosso paquidérmico governador, adjetivo que alude não apenas a seu corpanzil, mas também à sua invejável memória, tido por todos como um homem inteligente, culto, bem preparado, coisas que ele realmente é, resolveu dar uma de joão sem braço, pra cima das pessoas de São Luís, se auto aplicando o golpe da fake news.

Ele foi para as redes sociais choramingar. Disse que recebera no domingo, uma mensagem de whatsapp onde o deputado Eduardo Braide, candidato a prefeito da preferência da maioria dos ludovicenses, o atacava violentamente, o que não era verdade: nem Flávio recebera tal mensagem; nem o material no qual o governador se baseava era de agora (era de maio de 2019); nem nele havia ataque ao governador; nem o que havia sido dito há mais de 18 meses tinha conteúdo violento. Ou seja, era tudo mentira, tudo desculpa para arrumar um jeito de entrar na campanha eleitoral de São Luís no melhor estilo esquerdista canalha, se vitimizando, dando uma de coitadinho, quando todo mundo sabe que de coitadinho nosso governador não tem nem o formato de ovo!

Flávio cometeu pouquíssimos erros em sua carreira política e um dos maiores, foi não cooptar para seu lado, o deputado Eduardo Braide. Outro erro cometido pelo ditador do Maranhão, erro comum a outros de nossos mandatários, foi se cercar de pessoas que o temem mais que o respeitam ou amam, como alude Nicolau, no capítulo XVII de seu famoso compêndio sobre o poder e os poderosos. São poucos os bons secretários e auxiliares do morubixaba guajajara.

Se Braide fosse candidato de Flávio nosso egocêntrico mandatário estaria muito melhor na fita, e não correria o risco de uma desmoralização retumbante.

Imagine só um cabra que deseja ser candidato a presidente dos brasileiros, não conseguir eleger nem o candidato a prefeito da capital de seu estado! Ainda mais tendo ele estabelecido um consórcio de candidatos, num quadro eleitoral onde apenas 2 dos 12 postulantes ao cargo de prefeito não são de alguma forma ligados a ele!?

A arrogância e a prepotência de Flávio não permitem que ninguém mais na “sala” onde ele estiver, se destaque, tenha luz e brilho próprio.

Sua capacidade política, seu arcabouço intelectual, sua retórica, são incontestáveis, mas a sua falta de carisma, de simpatia, de charme, rivalizam com a daquele que ele escolheu para saco de pancada, o presidente Jair Bolsonaro, sendo que este não deseja ser nem aparentar o que não é.

Flávio Dino nunca me enganou. Eu sempre soube quais eram suas qualidades e seus defeitos, mas infelizmente ele tem cultivado mais os segundos, e isso ficou claro quando tentou armar para cima de Eduardo Braide, que com calma, tranquilidade, serenidade e sabedoria, simplesmente tirou o corpo e deixou o governador dar com os burros n’água!

O desespero de Dino em atacar Braide, é a prova cabal de que a eleição de São Luís será decidida no primeiro turno, e o grande derrotado será o governador.

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Braide enfrenta seis candidatos em debate e sai vitorioso

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Ontem aconteceu mais um debate entre candidatos a prefeito de São Luís, onde deveríamos ouvir as propostas de sete candidatos presentes, para que pudéssemos compará-las e julga-las. Mas como acontece sempre em eventos como este, o que se ouviu foi muito bla-bla-bla, promessas vazias e conversa pra boi dormir, coisas que a população não aguenta mais.

O mais curioso é que estavam no debate seis daqueles candidatos que fazem parte de um consórcio montado pelo governo do estado, exclusivamente para tentar derrotar o sétimo candidato. Foi uma verdadeira armação, uma arapuca!

O que se viu foi um verdadeiro bate bola, um joguinho canalha de seis contra um. Acredito que a população de nossa cidade viu o que aconteceu e o que está acontecendo: uma cooperativa entre seis candidatos, na intenção de massacrar o sétimo candidato, coisa repudiada por toda a população.

Ninguém aguenta mais essa excrescência, e a resposta me parece que está sendo dada claramente pela população, quando se constata que a soma dos percentuais de Duarte, Neto, Bira, Rubens, Yglésio, e Jeisael, nas pesquisas de opinião, é menor que o percentual atingido por Braide.

A tentativa covarde de massacre a Braide, causa asco na população, que apoia cada vez mais esse candidato, fazendo com que ele só suba nas pesquisas.

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