Antecipação e recuo

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O secretário-chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, afirmou a um programa de televisão no fim de semana que o governador Flávio Dino (PCdoB) apenas brincou ao assegurar pré-candidatura à Presidência da República, quando fez referência ao tema no mês passado. A disputa do próximo pleito ocorrerá somente em 2022.

“O governador falou isso em tom de brincadeira. O foco é governar novamente o Maranhão, de uma forma ainda melhor do que foi feita no primeiro governo. Falar sobre isso [disputa presidencial de 2022] agora é uma precipitação sem tamanho”, enfatizou.

Dino havia lançado o seu nome à disputa, no dia 22 de fevereiro, durante uma plenária extraordinária do PCdoB.

“Estou me preparando para 2022. Vocês nem notaram, já estou até com cinco quilos a menos. Vamos enfrentar o laranjal e a turma do mal”, anunciou, sem reservas, o comunista.

Ele reforçou o objetivo em seguida: “Eu adoro uma eleição, estou doido para disputar mais uma, essa em especial. A gente quer plantar a coisa certa para colher a coisa certa”.

Além da declaração direta, o comunista tem feito das críticas no twitter ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) a sua rotina diária. São tentativas reiteradas de se inserir no cenário nacional.

O alerta de Tavares e o recuo, agora, diante da grave crise financeira, econômica e institucional do Governo do Maranhão, com queda brusca nos indicadores sociais e fiscais, desempenho pífio em áreas como a Saúde e a bagagem de ter ampliado a extrema pobreza no Maranhão, mostram que Dino, se quiser disputar mesmo a eleição presidencial, terá primeiro de arrumar a casa.

Há, aliás, muito trabalho a ser feito. Afinal, não vai dar para sustentar uma eventual campanha dessa magnitude com discurso vazio em rede social.

Estado Maior

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Os gestos de Flávio Dino para 2022

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É óbvio que faltam quatro anos e muita coisa pode acontecer, inclusive nada, mas a cada dia o governador Flávio Dino (PCdoB) vai deixando, através de gestos, bem transparente o caminho que está sendo traçado para 2022.

O primeiro grande gesto foi renovar a parceria com Carlos Brandão e fez isso ao escolhe-lo novamente para o cargo que terá um papel fundamental em 2022, já que Flávio Dino deixará o governo antes do fim, pela desincompatibilização, para disputar um novo pleito.

Muitos questionaram a escolha de Flávio Dino, afinal Brandão é um político na sua essência e como todo político raiz quer sempre voos mais altos. Com isso, seria mais difícil convence-lo a não assumir o cargo de governador, mesmo diante de outras oportunidades, como por exemplo o Tribunal de Contas do Estado.

Mesmo ciente disso, Flávio Dino bancou a escolha de Carlos Brandão para novamente ser o seu vice-governador. É claro que a postura leal, serena e correta de Brandão ajudou bastante, mas inegavelmente foi o primeiro gesto do comunista para 2022.

O segundo grande gesto de Flávio Dino foi escolher o seu novo “homem forte”. Com a saída de Márcio Jerry para a Câmara Federal, o escolhido para o posto foi o deputado estadual e secretário chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares (reveja aqui).

Também não é segredo para ninguém o grau de relacionamento entre Carlos Brandão e Marcelo Tavares. E é óbvio que um aliado desse naipe no governo, ajuda ainda mais a calcificar o caminho para 2022.

Por fim, o terceiro gesto de Flávio Dino para 2022 é a sua ponte área São Luís – Resto do Brasil. Só nesses primeiros 45 dias do segundo governo, o comunista tem visitados outros Estados, participados de encontros fora do Maranhão – não só com políticos, ido à Brasília e sendo, nas redes sociais, Oposição ferrenha, as vezes exagerada, ao Governo Jair Bolsonaro.

Com as viagens mais frequentes de Flávio Dino, que deve ser uma tônica, afinal almeja se viabilizar para disputar a Presidência da República, o caminho fica escancarado para que Carlos Brandão possa aparecer mais nessa segunda gestão, como foi o caso desta quinta-feira (14).

Hoje, o vice-governador, que nunca escondeu de ninguém o sonho de governar o Maranhão, entregou juntamente com o secretário de Educação, Felipe Camarão, a primeira escola da rede estadual no município de Feira Nova. E essa deve ser uma rotina de Brandão no segundo mandato. Lembrando inclusive que neste ano, foi justamente Brandão que representou Dino na abertura oficial dos trabalhos na Assembleia Legislativa, lendo inclusive a mensagem governamental.

Política é feita de gestos e é preciso saber interpreta-los, mas nesse caso tem sido tão visíveis que só não enxerga quem não quer realmente ver.

Entretanto, esse é um cenário que vai sendo traçado, mas como deixei claro no início da postagem, até 2022 tudo pode acontecer, inclusive nada.

Blog do Jorge Aragão

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Marcelo Tavares retorna à Casa Civil

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O governador Flávio Dino (PCdoB) anunciou, nas redes sociais, o retorno de Marcelo Tavares à Casa Civil.

“A partir de quinta-feira, o deputado Marcelo Tavares retornará à Chefia da Casa Civil, cargo que exercerá no nosso 2º mandato no Governo do Maranhão”, destacou Dino.

Eleito pela quarta vez deputado estadual, Marcelo Tavares retorna ao cargo que exerceu no primeiro mandato de Flávio Dino, entre os anos de 2014 a 2018.

Quem assume a vaga na de Marcelo Tavares é o suplente de deputado estadual Edivaldo Holanda (PTC) pai do atual prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr. (PDT).

Em novembro do ano passado, em entrevista ao Ponto Final, com Roberto Fernandes, na Rádio Mirante AM, Marcelo Tavares disse que não tinha conversado com o governador sobre o possível retorno ao Executivo

“Se for convidado será uma honra participar novamente do governo, mas se tiver que ficar na Assembleia me honra muito o trabalho no Legislativo, mas ainda não conversamos sobre 2019, mas onde estiver que ficar estarei muito motivado, pois sempre busco fazer o melhor onde quer que eu esteja”, afirmou.

Foto: Zeca Soares

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Gabinete Pronto

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O suplente de deputado Edivaldo Holanda (PTC) já está com sua volta à Assembleia Legislativa tão certa que até gabinete
com seu nome já tem.

A previsão é de que o petecista vá assumir no lugar do deputado Marcelo Tavares (PSB), que retorna para a chefia da Casa Civil de Flávio Dino.

Mas isso deve acontecer somente na próxima semana, quando Tavares terá seu retorno ao governo. Isso acontecendo, Dino cumpre acordo com o seu aliado, Edivaldo Júnior.

Estado Maior

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Marcelo Tavares ainda não definiu destino em 2019

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O deputado eleito Marcelo Tavares (PSB) foi o entrevistado desta sexta-feira (23), no Ponto Final por Roberto Fernandes, na Rádio Mirante AM. Eleito para o 4º mandato com 48.269 votos e atualmente no comando da Casa Civil, Marcelo Tavares disse que ainda não conversou com o governador Flávio Dino sobre o seu destino em 2019.

“Nós não conversamos sobre 2019 ainda. Eu fui convidado pelo governador para concluir algumas etapas no atual governo. Se for convidado será uma honra participar novamente do governo, mas se tiver que ficar na Assembleia me honra muito o trabalho no Legislativo, mas ainda não conversamos sobre 2019, mas onde estiver que ficar estarei muito motivado, pois sempre busco fazer o melhor onde quer que eu esteja”, explicou.

Marcelo Tavares diz não ver como inconveniente o fato de ter sido eleito deputado e ter que assumir cargo no Executivo. “Eu não vejo nenhuma dificuldade nisso. Quando eu faço campanha, eu não faço campanha isolada. Todo mundo sabe o grupo político que eu pertenço e as bandeiras e políticas públicas que defendemos como Escola Digna, Mais Asfalto, Diques da Produção. Então se essa proposta é vencedora, o eleitor não vê que é algo anormal que eu possa integrar o governo. O meu eleitor não vê como estranho e difícil para explicar o fato de decidir defender as políticas públicas que defendemos durante a campanha eleitoral”.

Eleito com expressiva votação na Baixada Maranhense, Marcelo Tavares destacou a importância do trabalho pela região, mas apontou que é possível ir mais além. “Eu conheço muito bem o Maranhão inteiro, mas infelizmente quando a gente olha o Maranhão inteiro, a Baixada não é a região mais pobre do estado com é dito. A atuação em bloco ou Frente Parlamentar não é nenhuma novidade, mas é muito importante, agora é muito difícil pensar a atuação na Assembleia apenas por bloco ou região é possível ir mais longe. A Baixada nos últimos 4 anos ganhou obras estruturantes e que tenho certeza que vai trazer melhorias para a região como um todo nos próximos anos”.

Marcelo Tavares falou sobre o decreto assinado pelo governador Flávio Dino e que corta gastos com despesas de transportes, diária e passagens aéreas, além de contratos com fornecedores.

“O Maranhão vem sendo um ponto fora da curva em relação a muitos estados brasileiros que estão quebrados. Nós estamos com três anos seguidos de imensa dificuldade financeira no país e o cenário que nós enxergamos para os próximos anos não é um cenário muito diferente. O que parece que vai acontecer no país é uma busca incessante nos cortes públicos e privatizações. Nós temos que fazer o dever de casa, cortar aquilo que é possível cortar sem comprometer os serviços básicos. O que nós estamos fazendo com esse decreto é melhorar o funcionamento da máquina pública. Estamos tomando as medidas necessárias para que o Estado possa cumprir os seus compromissos como está fazendo até hoje.”, explicou.

Tavares esclareceu a questão do FEPA e afirmou que não houve saque no dinheiro dos aposentados.

“Muita gente diz que foi retirado R$ 1 bilhão do FEPA. O governo não retirou um real do FEPA, eu garanto isso a vocês. Eu vejo isso e não sei se é maldade ou mal informação. Um cidadão comum até pode pensar isso, mas quando eu vejo um deputado estadual falar isso, eu lamento muito. Este governo não é responsável pela linha de déficit do FEPA. Não há um único real utilizado do FEPA que não tenha sido para pagar aposentadorias e pensões. Todos s recurso do FEPA, neste governo e em outros governos sempre foi utilizado para pagamento dos aposentados. É necessário dizer que o FEPA não paga todos os aposentados. O FEPA só paga os aposentados a partir de 1998, pois antes disso quem paga é o tesouro. O Ministério Público vai ver isso e nós estamos fazendo o nosso trabalho para não colocar em risco o pagamento dos aposentados”.

O deputado finalizou comentando a relação que o governo Flávio Dino deverá ter em relação ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

“Eu não vejo tanta dificuldade, o governador Flávio Dino tem políticas claras e não faz política pessoal contra ninguém. A questão institucional, o governador sabe fazer a diferença e tanto é verdade que os governadores do Nordeste já pediram audiência com o presidente da República. O governador tem a noção exata do seu papel institucional e espera que o presidente Jair Bolsonaro também possa pensar assim”, finalizou.

Foto: Zeca Soares

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Márcio Jerry e Marcelo Tavares voltam ao governo

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Os deputados eleitos Márcio Jerry e Marcelo Tavares estão de volta ao governo Flávio Dino.

Os dois foram nomeados na quarta-feira (24), respectivamente para a Secretaria de Comunicação e Articulação Política (Secap) e Casa Civil.

Os secretários que foram eleitos deputados federal e estadual vão permanecer no governo pelo menos até janeiro de 2019, quando o governador Flávio Dino fará o anúncio da sua equipe para este segundo governo.

“É uma grande honra retornar à Casa Civil do Governo Flávio Dino. Governo esse aprovado por grande maioria da população maranhense e reconhecido nacionalmente como o melhor do Brasil”, disse Marcelo Tavares.

“Com muita honra volto à Secap atendendo a uma convocação do governador Flávio Dino para auxiliá-lo na conclusão do primeiro mandato e início do segundo mandato como governador”, garante Márcio Jerry.

A tendência é que Marcelo Tavares permaneça na Casa Civil e Márcio Jerry assuma o mandato na Câmara dos Deputados.

Foto: Gilson Teixeira

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Marcelo Tavares anuncia apoio a Othelino Neto

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O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto garantiu o apoio de mais um parlamentar eleito para a sua reeleição que será bastante tranquila.

Nesta quarta-feira (24), Othelino recebeu a visita de Marcelo Tavares que teve o seu nome cogitado para uma eventual disputa, mas confirmou o seu apoio ao atual presidente.

“Estive hoje na Assembleia Legislativa visitando o deputado Othelino Neto, que conta com meu apoio para continuar Presidente da Casa do Povo pelos próximos dois anos”, disse Marcelo Tavares.

Segundo Othelino, o apoio de Marcelo Tavares reforça a unidade dentro da Assembleia Legislativa.

“Recebi com satisfação a visita do deputado eleito e chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares. Honrado com a declaração dele de apoio, reforçando a unidade na Assembleia Legislativa. Avante!”, afirmou.

Ao todo, 39 deputados declararam apoio a Othelino Neto. Apenas o ex-presidente da Assembleia Arnaldo Melo (MDB) e o novato Felipe dos Pneus (PRTB) não se posicionaram.

Veja a lista: Marcelo Tavares (PSB), Zé Inácio (PT), Helena Duailibe (Solidariedade), Welington do Curso (PSDB), Detinha (PR), Leonardo Sá (PRTB), Pará Figueiredo (PSL), Neto Evangelista (DEM), Mical Damasceno (PTB), César Pires (PV), Pastor Cavalcante (PROS), Wendell Lages (PMN), Cleide Coutinho (PDT), Duarte Jr (PCdoB), Zé Gentil (PRB), Márcio Honaiser (PDT), Dra Thaíza (PP), Adriano Sarney (PV), Carlinhos Florêncio (PCdoB), Marco Aurélio (PCdoB), Fernando Pessoa (Solidariedade), Andrea Rezende (DEM), Edson Araújo (PSB), Rafael Leitoa (PDT), Ana do Gás (PCdoB), Adelmo Soares (PCdoB), Rigo Teles (PV), Glalbert Cutrim (PDT), Paulo Neto (DEM), Daniella Tema (DEM), Vinícius Louro (PR), Yglésio Moisés (PDT), Hélio Soares (PR), Antônio Pereira (DEM), Ciro Neto (PP), Roberto Costa (MDB), Fábio Macedo (PDT), Rildo Amaral (Solidariedade) e Ricardo Rios (PDT).

Foto: Divulgação

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Possíveis nomes no novo governo Flávio Dino

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Os deputados eleitos Neto Evangelista (DEM), Marcelo Tavares (PSB) e Simplício Araújo (Solidariedade) deverão voltar a integrar a equipe de secretários do governador Flávio Dino (PCdoB).

É bem verdade que Flávio Dino ainda não confirmou o retorno ou não dos candidatos que ocupavam secretarias e tiveram que se afastar para a disputa do pleito, mas nos bastidores o retorno dos dois secretários é dado como certo.

Marcelo Tavares ocupava a Casa Civil, Neto Evangelista comandou a Secretaria de Desenvolvimento Social e Simplício Araújo, a Secretaria de Indústria e Comércio, no primeiro mandato de Flávio Dino.

Caso essa possibilidade se confirme, os beneficiados serão os suplentes Edivaldo Holanda (PTC) e Ariston (Avante) que assumiriam vaga na Assembleia Legislativa.

Outro nome cotado para a Casa Civil é do deputado Rogério Cafeteira, atual líder do governo na Assembleia Legislativa, mas que não conseguiu a sua reeleição, assim como Simplício Araújo, ex-secretário de Indústria e Comércio que não conseguiu se eleger deputado federal.

Existe também, a expectativa sobre os retornos aos cargos de Márcio Honaiser, na Agricultura; Adelmo Soares, na Agricultura Familiar e Márcio Jerry para a Secretaria de Articulação Política e Comunicação. Os três foram eleitos deputados.

Fotos: Divulgação

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Wellington assegura apoio a reeleição de Othelino

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O deputado Wellington do Curso (PSDB) confirmou ontem, publicamente, o que já era de conhecimento geral nos bastidores.

Segundo ele, Marcelo Tavares (PSB) manteve mesmo conversas com outros parlamentares tentando construir uma alternativa à reeleição de Othelino Neto (PCdoB) como presidente da Assembleia.

Wellington foi à tribuna comunicar que, apesar de ter atendido a um convite de Tavares para conversar sobre a sucessão, vai votar mesmo é no atual presidente.

Wellington justificou que Othelino nunca boicotou e nunca prejudicou qualquer trabalho do seu mandato. E disse que esse é um dos motivos pelos quais apoiará o comunista.

Com quase 30 votos já declarado, Othelino deve marchar tranquilo para a reeleição. Marcelo Tavares sequer deve ser candidato, já que pensa mesmo é numa vaga no TCE.

E Cleide Coutinho (PDT), que chegou a ser instigada por aliados a candidatar-se, também deve acabar apoiando o atual presidente.

Estado Maior

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Plano B Comunista

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Não deixa de ser estranha a insistência do governador Flávio Dino (PCdoB) em ter Carlos Brandão (PRB) em sua chapa como candidato a vice-governador. É estranha justamente porque há um entendimento de que Brandão está sim inelegível, porque assumiu o comando do estado em período após dia 7 de abril.

E mais estranha ainda é que dentro das paredes dos Leões já se fala em plano B para o caso de o pedido de registro de candidatura de Carlos Brandão ser negado. O ex-deputado e ex-chefe da Casa Civil Marcelo Tavares (PSB) é a primeira opção dos comunistas para substituir o vice-governador.

Tavares, que é pré-candidato a deputado estadual, já admitiu que o seu nome seria uma alternativa, em caso de impedimento do atual vice.

“Se Brandão estiver impedido, o PSB apresentará meu nome para vice. Isso já está discutido”, destacou ele, acrescentando, contudo, que o entendimento do governo é o de que o ex-tucano pode se candidatar novamente a vice.

Mas sabendo do problema, quais motivos levaram Dino a insistir na composição da chapa com Brandão? Nos bastidores, existe teoria de todo tipo: da que vai da enrolação de Dino para se livrar de Brandão sem ter de enfrentar críticas, chamando o comunista mais uma vez de traidor, até a história de que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) seria o caminho a ser dado a Brandão em caso de inelegibilidade.

Do dia 6 até 15 de agosto, esta situação deve começar a se desenrolar, com a chegada do prazo para pedido de registro de candidatura.

Estado Maior

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