Políticas públicas inclusivas em São Luís

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Por Edivaldo Holanda Júnior

Um dos desafios de ser gestor público é fazer com que todo cidadão sinta-se assistido pela administração e integrado à sociedade. Uma das principais formas de fazer isso é por meio de políticas públicas inclusivas, que garantem às pessoas com deficiências, por exemplo, o acesso aos direitos e benefícios comuns a qualquer outro cidadão. Nesta semana, a nossa gestão deu mais  um passo para que isso seja cada vez mais real na vida de quem tem necessidades especiais, com o lançamento de aplicativo especializado que servirá como ferramenta em sala de aula para auxiliar na comunicação entre professores e alunos que possuem dificuldade com a fala.

O aplicativo será usado inicialmente em cinquenta escolas da rede municipal de ensino. Para isso, foram entregues tablets aos professores, que também passaram por capacitação para entender e aplicar o uso da ferramenta com os seus alunos. A novidade será usada em Salas de Recursos Multifuncionais, outro serviço da Prefeitura de São Luís voltado para  o atendimento às crianças com deficiência. Atualmente, mais de 1.200 estudantes são beneficiados com o trabalho desenvolvido pelo Município na área da Educação Especial. O espaço funciona no contraturno escolar e permite um atendimento individual e especializado e, a partir das necessidades específicas de cada um, favorece o aprendizado.

As políticas de inclusão são uma das prioridades da nossa gestão e estão por toda ela, desde acessibilidade em escolas, ônibus, espaços e órgãos públicos, que proporciona mobilidade aos cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção, até o coral de libras, que reúne crianças da rede municipal de ensino, estimulando a interação de estudantes surdos e despertando o interesse dos demais alunos pela linguagem de sinais. Outro exemplo é a Escola Bilíngue Libras/Língua Portuguesa Escrita, que também encoraja o aprendizado por meio da comunicação por libras, oferecendo uma nova perspectiva escolar para as crianças e adolescentes com deficiência auditiva.

A cidade conta ainda com espaços inclusivos como o Centro-Dia, que completa cinco anos de criação este mês, e o Centro-Dia Infantil, que comemorou um ano de existência em fevereiro. Os ambientes são dotados de total estrutura e oferecem serviços prestados por uma equipe multidisciplinar composta por assistentes sociais, psicólogos, terapeutas ocupacionais, cuidadores e auxiliares. São locais regados por amor, esperança, companheirismo e, sobretudo, superação.

Todas essas políticas de inclusão implantadas em nossa gestão têm mudado a vida de centenas de ludovicenses e de suas famílias. São histórias transformadoras como a da Jane Victoria, que possui Síndrome de Down e integra o corpo de bailarinas do Dançando e Educando, outro programa inclusivo e inédito da gestão municipal. A sua mãe, Adriana Gouveia, jamais imaginou que a filha pudesse colocar as sapatilhas e dançar no palco do Teatro Arthur Azevedo, como aconteceu em dezembro durante apresentação do espetáculo de fim de ano. Hoje, o balé mudou as perspectivas da menina e da sua família, promovendo a inclusão por meio da democratização da arte, e estimulando-a na escola e na vida. É por mais histórias como essa que seguiremos firmes dando cada vez mais oportunidades para que todas essas crianças, jovens, adultos e idosos possam realizar os seus sonhos e terem uma vida menos desigual, mais justa e feliz.

*Edivaldo Holanda Junior é prefeito de São Luís

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Humberto de Campos é campeão no Beach Soccer

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Saiu o campeão maranhense de Beach Soccer 2019. A Seleção de Humberto de Campos conquistou o título, após vencer, na manhã deste domingo (16) Barreirinhas, nos pênaltis por 6 a 5, após empate sensacional no tempo normal por 4 a 4, na Arena Domingos Leal, na Lagoa da Jansen, em São Luís.

A seleção de Humberto de Campos conquistou a etapa final do Campeonato Maranhense de Beach Soccer de maneira invicta: em cinco jogos, os humbertenses conquistaram quatro vitórias e empataram um jogo, justamente a final contra Barreirinhas. Humberto de Campos balançou as redes 24 vezes na competição, e sofreu 14 gols.

A etapa final do Maranhense de Beach Soccer foi disputada por 10 equipes: Peri-Mirim, Santo Amaro, Barreirinhas, Santa Helena, Humberto de Campos, Paço do Lumiar, João Lisboa, Bequimão, São Luís e Raposa. Os jogos da fase final foram disputadas de terça a domingo.

A competição foi promovida pela Federação Maranhense de Beach Soccer (FMBS) com o patrocínio do Governo do Estado e da Cerveja Glacial por meio da Lei de Incentivo ao Esporte.

Foto: Paulo de Tarso Jr.

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O horror via internet

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Por José Sarney

Os dois atentados desta semana trágica têm uma advertência: a internet, como toda tecnologia, pode ser usada pelo bem ou pelo mal, para o bem ou para o mal. Assim, temos que ficar atentos aos desafios de evitar, ou frear, essa face.

O caso mais emblemático foi o duplo atentado terrorista da Nova Zelândia. Lá o assassino atingiu duas mesquitas. Preso pela polícia, disse esta monstruosidade: “Não era preciso mirar, eu tinha alvos à vontade.”

Antes de chegar à mesquita de Al Noor, em plena hora das preces, quando cerca de 400 pessoas rezavam, ele parou, olhou para a câmara que o filmava e citou o nome de PewDiePee — um cômico que nada tem a ver com o terror, até há pouco tempo o mais acessado youtuber, pedindo que subscrevessem seu site. Um truque para que a transmissão do crime ao vivo, via Facebook, fosse assistida por mais pessoas.

Dali ele partiu para a primeira etapa do atentado, atirando a esmo entre os fiéis e matando 41 pessoas — um dos muitos feridos morreu depois num hospital. Frio, voltou ao carro e dirigiu até outra mesquita, onde mais sete morreram.

Enquanto isso, na internet, ocorria uma caça de gato e rato: a corrida entre os serviços do Facebook para fechar os links e as reproduções dos atos e sua reação em cadeia, como numa bomba nuclear, logo continuada em outros aplicativos. Mas o papel da internet no atentado não se limitou à exposição. Um manifesto do terror vinculou sua inspiração aos cultos da extrema-direita, citando o nome dos principais sacerdotes dessa religião, já antiga, mas agora renovada, da morte cega.

O assassino usou cinco armas, de pistolas a rifle automático. A Primeira-Ministra da Nova Zelândia foi enfática: as leis sobre armas do país vão se tornar mais rígidas, para aumentar a segurança. A nação do Pacífico é muito pacífica, e os 49 mortos desta trágica sexta-feira bateram, num só dia, seu total anual de homicídios.

Se o número de mortos lá foi maior, a nossa tragédia de Suzano nos fere mais o coração. Esses dois rapazes que também se prepararam frequentando páginas de doutrinação não agiram contra o “inimigo” do outro lado, mas contra os mais próximos de si. O tio que queria que um deles estudasse, os professores que representavam a educação, os colegas de bairro e escola.

Na internet treinaram nos vídeo-games e compraram parte, ao menos, de suas armas. Nós, também, temos que denunciar a facilidade do acesso às armas de fogo, responsável por nos colocar no terrível destaque mundial de país com mais homicídios do mundo.

E, aqui no Maranhão, temos que mudar com urgência nossa política de segurança. Não é possível que nossos números mensais sejam equivalentes ao total anual de mortos da Nova Zelândia.

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NET tem pré-estreia exclusiva no Now

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Os clientes da NET já podem assistir, com exclusividade no NOW, o primeiro episódio de Sobreviver a R. Kelly. A série do canal Lifetime conta todos os detalhes do escândalo envolvendo o famoso cantor de R&B, conhecido pelo sucesso “I Believe I Can Fly”.

Acusado de cometer diversos crimes contra mulheres, R. Kelly passou alguns dias na cadeia, pagou uma fiança milionária para responder ao processo em liberdade, mas voltou a ser detido, desta vez por não pagar pensão alimentícia a um de seus três filhos. 

Na minissérie, 10 vítimas do artista compartilham, pela primeira vez, segredos da relação com o cantor que ainda não foram divulgados pela imprensa. A série reforça o compromisso do Lifetime em oferecer uma plataforma para dar voz as mulheres vítimas de abuso e assédio, além de conscientizar e buscar uma solução a problemática.

O canal Lifetime também está com o sinal aberto para os clientes da NET e Claro TV assistirem a série completa e muitos outros conteúdos até o dia 25 de março. Sobreviver a R. Kelly vai ao ar nos dias 15, 16 e 17. Serão exibidos dois episódios por dia, a partir das 20h40, nos canais 141 SD e 641 HD.

Durante o período de abertura de sinal, os assinantes da NET, podem assistir todos os conteúdos do canal pelo NOW, assim como o primeiro episódio de Sobreviver a R. Kelly. Basta acessar a plataforma pelo canal 1 do controle remoto, em Programas de TV > Lifetime.

Foto: Divulgação

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Para sair do vermelho

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Enquanto o mundo todo passa por um momento de austeridade e responsabilidade econômica, o governo Flávio Dino (PCdoB) gasta muito e gasta mal. E esta gastança é alimentada com o endividamento brutal do Estado, com a queima de nossas reservas econômicas, aumento vergonhoso de impostos e com gastos desnecessários para abrigar aliados políticos. A saída é cortar despesas e criar incentivos para que a economia volte a crescer.

A economia maranhense passa pelo pior momento em toda a sua história. E não é por conta de fatores externos, como tenta fazer crer o governador e seus apoiadores. O governo comunista recebeu o Estado com uma dívida avaliada em cerca de R$ 3 bilhões. Hoje, o Estado se aproxima dos R$ 5 bilhões de dívida. Dino endividou o estado em cerca de R$ 2 bilhões e sacou outro R$ 1 bilhão do Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (Fepa). Também promoveu saques de centenas de milhões de reais na Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), incorrendo até mesmo no risco de perder a concessão histórica do Porto do Itaqui.

Durante o Carnaval 2019 a população maranhense foi alvo de mais um aumento de impostos promovido pelo governador Flávio Dino. O aumento de ICMS vai atingir diretamente a alimentação, combustíveis e energia elétrica. Indiretamente temos um efeito cascata que acarretará o aumento de preços em quase tudo no estado, que vai gerar um prejuízo maior à nossa já fragilizada economia.

Vale lembrar que, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE/2016), o Produto Interno Bruto (PIB) do Maranhão recuou 5,6%, ou seja, caiu mais que a média entre todos os estados e a pobreza aumentou consideravelmente, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Sem dúvida, trata-se de uma situação que é fruto da incompetência da gestão comunista.

Em 2018 os maranhenses pagaram mais de R$ 6 bilhões do famigerado Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS. Para se ter uma ideia, o preço da gasolina aumentou em média R$ 0,19 por litro. Com o novo aumento promovido pelo governo, serão centenas de milhões de reais retirados do bolso do maranhense para alimentar uma máquina pública inchada de cargos para contemplar aliados políticos.

É sabido que o governo Flávio Dino loteou suas secretarias para abrigar quem o apoiou nas eleições de 2018. Não obstante, ele foi além e criou novas estruturas na administração pública estadual, desmembrou algumas secretarias existentes e até deu superpoderes às secretarias estaduais de Programas Especiais e das Cidades para saciar interesses de aliado políticos.

Como se não bastasse, para bancar uma imagem positiva e em evidência na mídia nacional, o governo esbanja R$ 7 milhões de reais com publicidade fora do Estado, para citar um exemplo de gasto inútil. A gastança vai além, pois o orçamento geral para a área da comunicação do governo ultrapassa os R$ 50 milhões anuais. Em resumo: o governo Dino se caracteriza por muita propaganda e pouco investimento em ações estruturantes e de desenvolvimento.

Precisamos de uma política de crescimento eficiente, pautada na atração de investimentos e criação de emprego e renda, como ocorreu no passado recente, a exemplo da implantação da Suzano Papel e Celulose, na Região Tocantina, durante o governo Roseana, uma consequência do Pró-Maranhão, um programa que ampliou a fronteira econômica do Estado. Sou a favor de um projeto econômico que dê sustentabilidade à iniciativa privada para geração de emprego e renda e, consequentemente, menos dependente da máquina pública.

*Adriano Sarney é deputado estadual, economista com pós-graduação pela Université Paris (Sorbone, França) e em Gestão pela Universidade Harvard.

Foto: Agência Assembleia

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Sampaio bate o Uninassau na estreia da LBF

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O Sampaio Basque passou com facilidade pelo Uninassau-PE, neste sábado (15), na estreia da equipe na Liga d Basquete Feminina (LBF 2019), no ginásio Costa Rodrigues por 66 x 38.

O jogo começou bastante disputado, porém a Uninassau entrou melhor em quadra. A atleta Casanova teve boa atuação no início, mas no decorrer da partida não conseguiu ser tão eficiente.

Com sucessivos erros e desperdiçando alguns lances livres, a equipe do Sampaio ficou estática, por outro lado a Uninassau não conseguiu aproveitar o momento ruim do Sampaio Basquete, mas seguia incomodado com uma velha conhecida da casa, a ex atleta do Sampaio, Leila, que ao final da partida somou 17 pontos. Final de segundo quarto equilibrado, as equipes foram para o vestiário empatadas.

Na volta do intervalo a ala Rapha Monteiro e a americana Tyler Scaife puxaram a arrancada do Tubarão. Ambas foram as cestinhas da partida com 17 pontos. Rapha acabou sendo a MVP da partida marcando 28 de eficiência.

O Sampaio sentiu que era o seu momento e soube aproveitar, no embalo o time chegou a abrir 19 pontos de vantagens, o que empolgou a torcida no ginásio da capital maranhense.

A equipe local seguiu pressionando o adversário que pouco demonstrava poder de reação, manteve larga vantagem e encaminhou-se para a vitória.
Final de jogo 66 x 38 para o Tubarão, que tira o peso da estreia e segue para o próximo confronto.

Os próximos compromissos das duas equipes serão no ABC paulista. Na quinta (21), a Uninassau encara o Instituto Brazolin/São Bernardo/Unip. Na sequência (20h30), o Sampaio visita o Santo André/Apaba. Os confrontos se invertem dois dias depois, no sábado (23), com jogos às 16h e 18h.

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