Gastão Vieira responde a Carlos Bolsonaro no Twitter

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Nesta quarta-feira (3), o deputado federal Gastão Vieira (PROS), comentou em uma publicação de Carlos Bolsonaro, vereador pelo Rio de Janeiro e filho do presidente Jair Bolsonaro, sobre o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas.

Referindo-se ao Acordo, Carlos Bolsonaro citou em sua conta no Twitter que a oposição no Congresso estava impedindo o Brasil de gerar lucro, desenvolvimento tecnológico e emprego.

Gastão, que defende uma renda mínima para a população de Alcântara, rebateu.

“Precisamos pensar algo viável para Alcântara e para o Brasil. Mas sem deixar de pensar nas pessoas que moram lá. Não queremos o desenvolvimento a qualquer custo. Por isso, pensar nas comunidades quilombolas é imprescindível! Povo secular que ali vive e tem raízes”, respondeu o deputado.

Para Gastão Vieira, as comunidades quilombolas, tradicionais e vizinhas à Base, deverão ser beneficiadas diretamente por um novo acordo coerente, e que o governo deve organizar numa agenda de desenvolvimento responsável que haja uma contribuição, como há para a comunidade da Base de Kouru, na Guiana Francesa, onde existe uma espécie de “salário mínimo” de aproximadamente R$ 4 mil reais.

Segundo artigo publicado pelo deputado, aqui no Brasil, esse valor é perfeitamente possível de acordo com a previsão de investimento e lucro com a nova Base.

Foto: Divulgação

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Gastão quer renda mínima para população de Alcântara

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O deputado federal Gastão Vieira (PROS) defendeu em artigo publicado no último fim de semana, a criação de um programa de Renda Mínima para a população de Alcântara. Segundo ele, a proposta seguiria modelo semelhante ao já aplicado em Kourou, na Guiana Francesa onde, com a instalação de sua Base de Lançamento Espacial, o governo Francês passou a garantir um benefício fixo, uma espécie de salário mínimo para a população local.

“Na Guiana Francesa o valor pago é o equivalente a R$ 4 mil reais para quem, antes, vivia no nível da mais absoluta pobreza. Aqui no Brasil, esse valor é perfeitamente possível de acordo com a previsão de investimento e lucro com a nova Base de Alcântara”.

O deputado apresentou números que basearam sua proposta. “Segundo dados do IBGE, 56,4% da população da cidade de Alcântara tem rendimento mensal menor que meio salário mínimo, e apenas 6,5% de domicílios possuem esgotamento sanitário adequado. Quando o assunto é tecnologia, embora já existam algumas iniciativas, quando você sai da Base, a pobreza continua imensa. Ou seja, não dá pra continuar desta forma”, disse Vieira, acrescentando que “o debate precisa avançar, porém, reconhecendo e corrigindo os erros do passado. Por exemplo, por que os quilombolas não receberam as indenizações que foram prometidas? Qual foi o problema? Essas questões deixaram marcas profundas na comunidade e precisam ser resolvidas. Hoje, eles vivem da pesca artesanal e da agricultura de toco. Mas, é isso que queremos? É isso que eles querem? Ou será que não conseguem confiar nos acordos porque já foram enganados antes?”, afirmou.

O deputado afirmou ainda que é preciso garantir renda para toda a população. “Acredito que nós não temos o direito de tirar o futuro de milhares de pessoas que serão beneficiadas diretamente por um novo acordo coerente, tanto nas comunidades quilombolas como nas tradicionais e também da população vizinha de Alcântara. E isso depende apenas dos políticos. Aqui no Brasil seria algo equivalente a R$4 mil reais por família, o que é perfeitamente possível de acordo com a previsão de investimento e lucro com a nova Base”, disse.

“O certo é que eu não acredito que, sem uma ajuda externa, sem receita externa, gerada por um outro agente econômico, Alcântara consiga melhorar a vida dos seus cidadãos. Ter a Base é uma oportunidade. Isso é fato. O cavalo está passando selado pela segunda e, como Maranhense, não vou deixar essa oportunidade ser desperdiçada sem antes usar argumentos como os que estou usando agora e me baseando em dados que demonstram a situação difícil que vive o município.”

Vieira finalizou dizendo que “é preciso aceitar esse desenvolvimento que Deus nos fornece, já que é em função da localização privilegiada, e vamos usufruir dessas vantagens. Tenho certeza de que os quilombolas não querem só o caminho do mar para pescar de forma rudimentar. Eles querem, acima de tudo, uma vida melhor; querem renda; querem algo que os tranquilize, que justifique o fato de eles terem sofrido durante tanto tempo com o abandono e sem novos enganos. Não vamos deixar o cavalo fugir. Esse é o apelo que faço a todos”, concluiu.

Foto: Agência Câmara

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Flávio Dino e o CLA

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), concedeu entrevista à revista Veja, publicada na última edição, em que se posiciona favorável à exploração comercial do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) pelos Estados Unidos da América (EUA).

Na entrevista, o chefe do Executivo, que também tem discutido com o Ministério do Meio Ambiente a concessão do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses – como já mostrou O Estado -, coloca apenas como condicionante a garantia de preservação da soberania nacional no CLA.

“O que nós temos colocado sobre a base é o seguinte: em primeiro lugar, não há problema em assinar acordo de salvaguarda tecnológica com os Estados Unidos ou qualquer outro país. Segundo ponto: na eventual exploração da base, que espero que aconteça, a soberania brasileira deve ser preservada. Terceiro: para que haja exploração comercial da base, é essencial que o direito das populações tradicionais de Alcântara seja respeitado”, afirmou.

Desde o início das discussões, essa foi a primeira vez que o governador falou abertamente sobre o seu apoio ao projeto apresentado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL).

Deputados aliados ao Palácio dos Leões também aprovam, mesmo que timidamente, a iniciativa do Governo Federal e têm perspectiva de desenvolvimento socioeconômico da população de Alcântara.

A proposta de acordo Brasil-Estados Unidos deve ser aprovada pelo Congresso Nacional. Não há, até o momento, qualquer oposição consistente sobre o projeto.

Ao que tudo indica, um acerto incontestável do Governo Federal para o centro de lançamento instalado há décadas no Maranhão.

E até o comunismo aplaude.

Estado Maior

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Alcântara e o babaçu

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Por José Sarney

O Maranhão teve vários sonhos de salvação. Na Colônia e no Império foram os do algodão e do açúcar. Vivemos com um e outro momentos de euforia. Uns mais e outros menos. O que mais nos realizou foi o do algodão, assim mesmo porque, quando os Estados Unidos se separaram da Inglaterra, esta perdeu o seu grande fornecedor de algodão — era o início da revolução industrial e a indústria têxtil era o carro-chefe da economia inglesa. A esse tempo devemos a bela cidade de São Luís, construída pela riqueza do algodão.

Depois veio o açúcar. Não vingou. Nossas terras eram pobres e não tinham a fertilidade das terras do Estado do Rio nem de Pernambuco ou Bahia.

Outro sonho foi o do babaçu. O interventor Paulo Ramos era um crente fanático de que a riqueza do babaçu ia salvar o Maranhão. Depois, vimos que pelo babaçu só mantínhamos a pobreza.

Nossa geração pensou na vocação maranhense. Como iríamos sair do ciclo de coletor e delegado, de roças pobres e vaqueiros sem futuro.

Coube-me liderar os que começaram a pensar no desenvolvimento do Maranhão. Tínhamos apenas um trunfo, já que o Criador não nos dera minérios nem terras boas. Qual era? O Itaqui, sabendo que em torno de um grande porto sempre se desenvolve uma civilização. A primeira grande luta foi construí-lo e convencer o Ministério do Transporte de que ele seria o porto do Nordeste e da grande exportação.

Lutamos com o Pará e trouxemos o minério da Serra dos Carajás para o Maranhão. Presidente da República, pensei na Norte-Sul para completar a integração do Porto, que teria como carga de volta combustível para o Centro-Oeste, que ia, como vai até hoje, de caminhão e carro.

Depois o sonho da refinaria e da siderurgia. Quantas vezes sonhamos com essas hipóteses. Pois bem, agora aconteceu o que de pior podia nos acontecer. Perdemos força política e o Pará nos derrotou: acaba de assinar com a Vale e os chineses a construção, no Pará, da siderurgia que seria no Maranhão.

Agora só nos resta Alcântara. A Base de Lançamento de Satélites de Alcântara. Os foguetes espaciais e os satélites são as indústrias que mais crescem no mundo. Eu sempre acreditei em Alcântara e ajudei a construí-la. Agora temos que agarrá-la com todas as mãos e forças, e nos unir para fazer de Alcântara o grande polo tecnológico e espacial.

Não vamos chorar, vamos lutar. Alcântara pode nos salvar.

Precisamos mais do que nunca de recursos humanos, de ensino básico e de qualificar nossas universidades para isso. Ainda tenho forças para sonhar. O acordo que foi firmado com os EUA é o primeiro. Alcântara não pode ser o fracasso da refinaria ou do velho babaçu.

*Coluna do Sarney

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Parlamentares destacam papel da missão à Guiana

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Parlamentares maranhenses que integraram a missão brasileira em visita ao Centro de Lançamentos de Kourou, na Guiana Francesa, destacaram, nas redes sociais, a importância da troca de ideias que possam ser implementadas no Centro de Lançamento de Alcantara, no Maranhão.

Acompanhados pelo ministro Marcos Pontes, da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, os parlamentares conheceram o Centro de Lançamento de Kourou, responsável por gerar 10 mil empregos e que representa 17% do PIB da Guiana Francesa.

O deputado Pedro Lucas Fernandes (PTB) disse que a responsabilidade de incluir o Brasil no mercado aeroespacial aumentou após a visita. “Precisamos avançar no nosso Centro de Lançamento de Alcântara. Encerrando a missão oficial Kourou, nossa responsabilidade de incluir o Brasil no mercado aeroespacial aumentou. Receitas e geração de empregos para o Brasil e Maranhão estão no Acordo de Salvaguardas Tecnológicas”, destacou.

O deputado Edilázio Júnior (PSD) disse que foi possível trazer conhecimento para aplicar na Base de Alcântara. “Estive na Guiana Francesa, com o ministro Marcos Pontes para conhecer um pouco mais o Centro Espacial de Kourou. O nosso objetivo é trazer esse conhecimento para aplicar na nossa Base de Alcântara”, destacou Edilázio.

Para o deputado Gastão Vieira (Pros) o modelo do Centro de Lançamentos de Kouru é viável e pode ser adotato também em Alcântara. “O objetivo desta visita foi conhecer de perto o modelo de exploração que deve ser adotado no Centro de Lançamento de Alcântara. O Centro de Lançamento Kourou já passou, e o CLA vai passar também! Vamos trabalhar com evidências, exemplos… esse é melhor caminho!”, disse Gastão.

O mesmo entendimento é o do senador Weverton Rocha (PDT). “Já na Guiana Francesa, dialogando com autoridades locais sobre a experiência do Centro Espacial de Kourou. Essa troca será muito importante para a construção de um modelo para a Base de Alcântara”, afirmou Weverton.

Também fizeram parte da missão brasileira a Kourou, o vice-governador do Maranhão Carlos Brandão, os deputados Pastor Gyldenemir, Aluíso Mendes e Júnior Lourenço.

Foto: Divulgação

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Braide prestigia Festa do Divino em Alcântara

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O deputado federal Eduardo Braide (PMN-MA) participou, neste fim de semana do Festejo do Divino em Alcântara – uma das festas mais marcantes e tradicionais do Maranhão.

Braide mais uma vez deu uma grande demonstração de atenção e carinho com as nossas manifestações culturais.

Figura sempre presente nos eventos culturais no Maranhão, o parlamentar recebeu o carinho de todos nas ruas de Alcântara.

“Quem já foi sabe o quanto é emocionante participar do Festejo do Divino em Alcântara. O toque das caixeiras, o simbolismo da corte e a alegria de sempre dos alcantarenses”, disse.

ALém da cultura e religiosidade, Eduardo Braide destacou a importância da culinária que é outra atração do festejo.

“Além de tudo isso, as delícias que a gente só encontra por lá: bolos, doce de espécie, licores e o chocolate que eu ajudei a preparar. Agradeço a companhia dos amigos sargento Leitão e Wendell Lages. Quem ficou com vontade, ainda dá tempo! O festejo vai até o próximo domingo!”, destacou nas redes sociais.

Foto: Divulgação

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Pedro Lucas preside Frente Parlamentar do CLA

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Por iniciativa do líder do PTB, Pedro Lucas Fernandes (MA), a Câmara dos Deputados vai instalar, nesta quarta-feira (24), a Frente Parlamentar para Modernização do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão. O evento ocorrerá no Salão Nobre, às 15 horas.

Pedro Lucas Fernandes irá presidir a frente, que conta com a adesão de 200 deputados e 2 senadores.

Um dos objetivos do grupo é apoiar, incentivar e defender, no Congresso Nacional, as proposições e ações em favor da modernização do CLA.

A frente também vai servir de ponte entre o Parlamento e entidades ligadas ao setor de tecnologia aeroespacial, e buscará a implementação de projetos relativos à engenharia aeroespacial.

Ainda irá acompanhar a tramitação de matérias no Congresso Nacional de interesse da instituição, entre outras atribuições.

FAB – O CLA atua no desenvolvimento de tecnologias e em missões de lançamentos espaciais, sendo subordinado à Força Aérea Brasileira (FAB).

O município de Alcântara é considerado o melhor local do mundo para lançar foguetes, porque fica próximo à linha do Equador, o que permite uma economia de combustível de cerca de 30% nos lançamentos.

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Eliziane discute acordo sobre uso da Base de Alcântara

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A senadora Eliziane Gama (MA), líder do Cidadania, se reuniu, nesta terça-feira (9), com o comando do Ministério da Aeronáutica para conhecer detalhes do acordo firmado entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos para uso da Base de Alcântara no Maranhão.

Na ocasião, a senadora destacou a preocupação com as comunidades locais e enfatizou que acordos firmados no passado trouxeram prejuízos às famílias envolvidas.

“Não somos contrários ao acordo, mas todos aqui têm que se preocupar com as 790 famílias que serão diretamente atingidas”, destacou Eliziane.

A senadora é autora do requerimento que levou ao Senado o ministro de Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, para explicar o acordo.

A reunião contou com a presença da bancada da Câmara dos Deputados e com o senador Weverton Rocha.

Foto: Divulgação

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A luta de Eliziane Gama em defesa de Alcântara

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Há algumas semanas, a senadora Eliziane Gama (Cidadania/MA), conhecida por defender as bandeiras dos maranhenses mais humildes e dos movimentos sociais, tem travado uma árdua batalha em defesa da cidade de Alcântara, cidade localizada a 30 km de São Luís.

Desde que foi assinado um acordo de salvaguarda entre Brasil e Estados Unidos, na última visita do presidente Jair Bolsonaro (PSL) à terra do Tio Sam, sem qualquer consulta às comunidades habitantes de Alcântara, a senadora tem se reunido com diversas entidades, incluindo representantes do governo federal para estudar e avaliar um melhor caminho para um acordo que resulte, sim, em desenvolvimento tecnológico, porém sem, novamente, causar prejuízo às comunidades e ao ecossistema local.

Incansavelmente, Eliziane tem tentado resolver a questão juntos dos demais colegas de bancada e também com os colegas do parlamento da Câmara Federal. Assim, sua mais nova reunião para avaliar o caso foi em conjunto com representantes da Defensoria Publica da União, Yuri Costa, da Federação Estadual dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf), Breno Ribeiro, do Movimento de Atingidos pela Base de Alcântara (MABE), Danilo Serejo, do morado da cidade, Leonardo dos Anjos, e o deputado federal pelo Maranhão, Márcio Jerry (PCdoB).

Eliziane crê que é preciso defender a dignidade das pessoas bem como a moradia das comunidades quilombolas que sempre estiveram morando e preservando Alcântara. É preciso desenvolvimento, claro, mas também a garantia de direitos fundamentais e da soberania nacional. E Eliziane mostra que entende exatamente disto.

Foto: Divulgação

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Gastão defende renda para moradores de Alcântara

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O deputado federal Gastão Vieira (PROS) acredita que o uso comercial do Centro de Lançamento de Alcântara pode trazer benefícios econômicos em vários setores do município. O principal é a possibilidade de melhorar a qualidade de vida das comunidades no entorno da Base de Lançamento. Por isso, ele defende a transferência de renda para todos os moradores e quilombolas de Alcântara.

“Estamos trabalhando para saber como isso seria possível. A princípio seria nos moldes do Bolsa Família, mas tudo depende dos estudos que solicitei à consultoria legislativa da Câmara para formular um projeto. Mas é bom lembrar que tudo depende, primeiramente, da aprovação do Acordo Brasil/Estados Unidos pelo Congresso”, explicou.

O deputado federal Gastão Vieira (PROS) defende a necessidade de o governo brasileiro e do Maranhão priorizem os debates sobre o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas assinado entre Brasil e Estado Unidos. “Acredito que o acordo com os Estados Unidos trarábenefícios para o Maranhão e para Alcântara, mas é preciso que tomemos um posicionamento mais objetivo”. 

Ele alerta que outros estados do Nordeste também estão na disputa. “Não é só o Maranhão que está na disputa, o Ceará e o Rio Grande do Norte também têm potencial para o tipo de operação que os americanos procuram. O nosso diferencial estaria na profundidade do mar no norte do Maranhão. O que permitiria mais segurança nos lançamentos e facilitaria a chegada de equipamentos e insumos em navios”, disse.

Esta semana os deputados vão discutir ainda a extinção da Medida Provisória da Alcântara Cyclone Space. “Somente depois dessa discussão é que poderemos seguir com a análise do Acordo com os Estados Unidos. Precisamos definir como será distribuída a receita com os lançamentos, saber qual a parte dos royalties caberá ao governo federal e ao Maranhão”. 

Gastão Vieira também defende uma discussão sobre a possibilidade de que outros municípios do norte do Maranhão sejam incluídos no repasse de recursos do Acordo. “Pela proximidade com Alcântara, acredito que os municípios de Cedral, Porto Rico e Guimarães também possam sem beneficiados pelo Acordo. Vamos estudar essa possibilidade e, se for possível, daremos encaminhamento ao assunto. Por enquanto, estamos empenhados em fazer esse Acordo sair do papel e somente depois, ver qual a possibilidade real de transformar esses projetos em benefícios para os maranhenses, pois os benefícios para o Programa Espacial Brasileiro são inegáveis”, finalizou.

Foto: Agência Câmara

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