Campanha da Assembleia ganha repercussão nacional

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O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), destacou em suas redes sociais a repercussão nacional da campanha institucional contra o assédio e o feminicídio, produzida pela Alema, por meio da Diretoria de Comunicação. 

A campanha passou a ser veiculada em rede para todo o Brasil pelas TVs Senado e Câmara. Veja a campanha aqui.

No Maranhão, o vídeo da campanha foi exibido em todas as emissoras de televisão e rádio, durante os meses de março e abril. “Satisfeito com o alcance nacional da campanha institucional/publicitária contra o assédio e o feminicídio, idealizada pela Diretoria de Comunicação da Assembleia Legislativa do Maranhão. É muito gratificante poder contribuir, de maneira mais ampla, para alertar a sociedade brasileira sobre as diversas formas de violência contra a mulher, incentivando-as a denunciar os agressores”, declarou Othelino Neto.

O projeto, que contou com o apoio do Grupo de Esposas de Deputados do Maranhão (Gedema) e da Procuradoria da Mulher, tem como objetivo alertar a sociedade sobre as diversas formas de violência contra a mulher, incentivando as vítimas a denunciar os agressores, destacando o número 180. 

As frases de efeito “Chega de abuso!”, “Chega de assédio” e “Chega de feminicídio!” foram usadas para empoderar a campanha. 

O vídeo aborda ainda o espaço conquistado pelas mulheres que, além de cumprirem o papel de mães e desempenharem outras funções no lar, também estudam, lideram equipes e assumem diversos postos importantes de trabalho.

“A Assembleia Legislativa do Maranhão levantou essa bandeira ao lançar esta campanha sensível de combate à crescente onda de violência que tem vitimado, a cada dia, mais mulheres no Brasil. Conseguimos mostrar, em um minuto, também o empoderamento das mulheres ao ocuparem posições de destaque na sociedade, quer seja nos seus ambientes ou no seio familiar, mostrando que elas são fortes e não se intimidam”, destacou o diretor de Comunicação da Assembleia, jornalista Edwin Jinkings.

Foto: Reprodução

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AL lança campanha contra assédio e feminicídio

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A Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, por meio da Diretoria de Comunicação, iniciou, no fim de semana, uma campanha publicitária contra o assédio e o feminicídio, que tem por objetivo alertar a sociedade maranhense sobre as diversas formas de violência contra a mulher, incentivando a denúncia contra os agressores. (Clique aqui e veja o vídeo).

A campanha está no ar com um vídeo e spot de 60 segundos, que estão sendo veiculados em emissoras de televisão e de rádio em todo o Estado. O projeto conta com o apoio do Grupo de Esposas de Deputados (Gedema) e da Procuradoria da Mulher.

Chega de abuso! Chega de assédio! Chega de feminicídio!Essas são as principais frases de efeito que impulsionam a campanha, incentivando as mulheres vítimas de violência a darem um basta na relação com seus agressores, denunciando-os aos meios competentes.

Mulheres que lideram equipes, mulheres empresárias, policiais, mulheres que trabalham e estudam, são mães e cuidam da família. O importante papel de destaque feminino na sociedade também está presente no VT da Alema. A abordagem da campanha impõe um basta à violência e também destaca que mulheres merecem respeito.    
  
“A Assembleia Legislativa do Maranhão sensível à crescente onda de violência que tem vitimado, a cada dia, mais mulheres no Brasil, lança esta campanha publicitária que serve não apenas de alerta, mas, principalmente, com o objetivo de promover o empoderamento das mulheres, mostrando que elas ocupam posições de destaque na sociedade, quer seja nos seus ambientes ou no seio familiar”, afirmou o diretor de Comunicação da Assembleia, jornalista Edwin Jinkings.

Números do feminicídio

A campanha institucional, lançada pela Assembleia Legislativa, ocorre em março, mês da mulher, quando várias instituições unem forças para alertar e conter a onda de feminicídio no Brasil, que, em 2018, fez 4.254 vítimas em todo o país, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Nos dois primeiros meses de 2019, já foram registrados, no Brasil, 217 casos de feminicídio consumados, conforme estudo da USP. No Maranhão, neste mesmo período, ocorreram 10 assassinatos de mulheres com as mesmas características de crime de ódio pela condição feminina, segundo relatório do Departamento de Feminicídio do Estado.              
    
Já o site Relógio da Violência, do Instituto Maria da Penha, apresenta uma pesquisa em que os dados são ainda mais preocupantes. No Brasil, a cada dois segundos uma mulher é vítima de violência física ou verbal; a cada sete segundo uma mulher é vítima de violência física; a cada dois minutos uma mulher é vítima de arma de fogo; a cada 22 segundos uma mulher é vítima de espancamento ou tentativa de estrangulamento.

Foto: Reprodução

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Maranhão registra 20 casos de feminicídio em 2018

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Em 2018, 20 casos de feminicídio foram registrados já no Maranhão, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP). Os dois últimos casos foram em São Luís e Imperatriz. Mulheres foram mortas por ex-namorados. Em 2017, a SSP registrou 50 casos de crimes de feminicídio.

“Nós ainda não temos conhecimento sobre a motivação, se foi ciúmes, se foi não aceitação de término de relacionamento. Tudo isso ainda vamos investigar. E ao final, possivelmente, iremos sugerir o arquivamento tendo em vista a morte do autor”, disse a delegada do departamento de Feminicídio da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP).

Em Imperatriz, outro caso de feminicídio começou a ser esclarecido pela Polícia Civil, também nessa quinta-feira. Gabriel Everton Fontes da Silva, de 19 anos, é apontado pela polícia como autor do homicídio contra sua ex-namorada, identificada como Érica. Ela estava desaparecida desde domingo e na quinta-feira, o delegado Eduardo Galvão informou que Gabriel da Silva confessou o crime e disse onde escondeu o corpo da vítima. Ele foi autuado por feminicídio e ocultação de cadáver.

“Nós vamos fazer uma varredura no local com ele. As imagens são muito claras. Não há dúvida de que ele é o autor do crime”, afirmou o delegado Eduardo Galvão.

Gabriel foi preso pela Polícia Militar depois que supostas fotos do momento da execução de Érica circularam pelas redes sociais. Os policiais afirmam que nas fotos aparece uma mão apontando para a vítima. Nesta mão há uma tatuagem igual a que Gabriel tem. O inquérito ainda não foi concluído.

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PEC que beneficia mulheres é sancionada

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Na semana em que comemoramos o Dia Internacional da Mulher temos grandes conquistas para celebrar com um conjunto de medidas de proteção à mulher e combate à desigualdade de gênero no Maranhão.

Em solenidade na Casa da Mulher Brasileira na quinta-feira (8), o governador Flávio Dino assinou decretos que visam a prevenção da violência e um atendimento qualificado para as mulheres vítimas de violência doméstica.

Entre os decretos assinados podemos destacar a Proposta de Emenda Constitucional nº 012/2015 com a Regulamentação do Fundo Estadual de Enfrentamento de Violência contra a Mulher de autoria da deputada estadual Francisca Primo (PCdoB). A proposta tem o objetivo do cumprimento da Lei Maria da Penha e de programas de assistência às vítimas com as políticas específicas de financiamento.

A parlamentar se mostrou satisfeita com o sancionamento da PEC que é de extrema importância para a proteção da mulher e para a conscientização da sociedade.

“Fico extremamente feliz com essa conquista da luta feminina, que irá contribuir com a aplicabilidade da Lei do Feminicídio e com as campanhas de conscientização da sociedade” destacou a deputada.

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Honorato destaca combate ao feminicídio

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Em pronunciamento nesta segunda-feira (5), na tribuna da Câmara Municipal de São Luís, o vereador Honorato Fernandes (PT) alertou os demais vereadores da Casa para a necessidade de discutir políticas públicas e ações de proteção às mulheres. Destacou ainda algumas ações do Governo do Estado, bem como as parcerias com a Prefeitura de São Luís e o saldo positivo das mesmas.

Iniciando o pronunciamento, o parlamentar ressaltou que o dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, infelizmente, não deve ser um dia dedicado apenas a comemorações, mas, que a data sirva de reflexão, no que diz respeito às ações de combate a violência doméstica e ao feminicídio.

“Espero que este ano nossa homenagem às mulheres não se limite a entrega de flores, mas que nós possamos agir de modo a não permitir mais a violência praticada contra elas”, disse o vereador, que prosseguiu destacando alguns índices alarmantes, que hoje situam o Maranhão como o Estado onde mais morrem mulheres assassinadas no Brasil, segundo o atlas da violência, do Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas (IPEA).

“Precisamos questionar a razão de alguns índices alarmantes que apontam, por exemplo, que, a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada no nosso país; a cada duas horas, uma mulher é assassinada; a cada hora, 503 mulheres são vítimas de agressão. Tristes estatísticas, nas quais as mulheres brasileiras estão inseridas”, afirmou Honorato.

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Aumentam casos de feminicídio no Maranhão

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Dados do Departamento de Feminicidio do Maranhão revelam que ocorreram 25 mortes de mulheres em 2015. Em 2016 o número subiu para 28 mortes; e em 2017 foram registradas 47 mortes de mulheres no Maranhão.

O levantamento aponta que os números de assassinatos de mulheres no maranhão são um dos mais altos do país. Segundo a Delegada do Departamento de Feminicídio, Viviane Azambuja, a maior causa da violência é o inconformismo do homem com o fim do relacionamento.

“Infelizmente são histórias que se repetem. São histórias de machismo exacerbado, onde a mulher é tida como se fosse um objeto. O homem é aquele ser dominante que não aceita o término de um relacionamento. A maioria dos casos é a pessoa não se conformar em ter perdido aquele objeto”, declarou.

Desde novembro de 2017, vítimas da violência contam com um plantão 24 horas na Casa da Mulher Brasileira, em São Luís, para incentivar as mulheres a denunciar o agressor.

Após a instalação do plantão, a Delegacia da Mulher registrou um aumento de pedidos de medida protetiva de 200 para 300 pedidos por mês. De acordo com a delegada da Delegacia da Mulher, Wanda Moura, a medida protetiva acontece de forma rápida.

“No mesmo dia em que esse pedido é feito na Delegacia é encaminhado ao poder judiciário. Também com celeridade o judiciário está deferindo essas medidas, que é uma forma de proteger essa mulher de manter esse agressor distante dela”, afirmou Wanda.

Foto: Reprodução/TV Mirante

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Caminhada marca combate ao feminicídio

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O encerramento das atividades da campanha “Maria da Penha em Ação”, em 2017, foi realizado na manhã desta sexta-feira (24), com uma caminhada pelo Centro de São Luís. Centenas de estudantes, das escolas da rede estadual existentes na capital, participaram da ação, além de professores e gestores da área. Também acompanharam o ato autoridades do Ministério Público do Maranhão, do Executivo estadual e representantes da sociedade civil organizada.

Neste ano, a caminhada teve como tema o combate ao feminicídio e fez alusão à campanha internacional “16 dias de ativismo no combate à violência contra a mulher”.

Esta foi a sexta edição da campanha e da passeata que teve como ponto de partida a área em frente à Biblioteca Pública Benedito Leite, na Praça Deodoro. Depois, atravessou toda a Rua Grande, a principal via comercial da cidade, tendo encerrado as atividades no Largo do Carmo.

Durante toda a ação, animada pela Banda do Bom Menino, estudantes carregaram faixas com mensagens sobre o tema e gritaram palavras de ordem. Autoridades e gestores também se manifestaram sobre o tema.

Idealizada pela promotora de justiça Selma Regina Souza Martins, a campanha é promovida pelas Promotorias de Justiça de Defesa da Mulher de São Luís junto às redes públicas de ensino, com os objetivos de conscientizar os jovens sobre o problema, estimular a denúncia e prevenir a violência contra mulher.

Além de Selma Martins, participaram do ato os promotores de justiça José Augusto Cutrim Gomes (de Defesa do Idoso de São Luís), Gilberto Câmara França Júnior ( vice-presidente da Associação do Ministério Público do Maranhão – Ampem e titular da 12ª Promotoria de Substituição Plena) e Sandra Soares de Pontes (Assessoria Especial da PGJ). 

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Honorato destaca ações contra feminicídio

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O vereador Honorato Fernandes (PT), em pronunciamento realizado durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de hoje (14), voltou a destacar a importância de fortalecer as ações de combate ao feminicídio e parabenizou o Governo do Estado pela inauguração da Casa da Mulher Brasileira, importante mecanismo de prestação de serviço às mulheres vítimas de violência.

Ao tratar da questão do feminicídio, o parlamentar reiterou sua indignação com relação aos atos de violência contra mulher, relatados diariamente e destacou o caso de agressão sofrida pela advogada Ludmila Rosa Ribeiro da Silva, espancada pelo ex-marido Lúcio André Silva Soares, na noite do último sábado.

De acordo com o parlamentar, as denúncias de feminicídio, cada vez mais frequentes, é um retrato de uma sociedade cuja cultura do machismo está enraizada de tal forma que a objetificação da mulher já se tornou natural.

“A questão da violência, sobretudo, contra a mulher, já é comportamento costumeiro da sociedade brasileira. Boa parte da população cresce achando natural ver a mulher sendo tratada como objeto. Temos que mudar esta pratica”, destacou o vereador.

Durante o pronunciamento, Honorato destacou ainda o início do funcionamento da Casa da Mulher Brasileira, parabenizando o Governo do Estado pela inauguração da unidade que vai atender casos de violência doméstica, estupros entre outros crimes de gênero. A instituição prestará assistência completa às mulheres vítimas de violência, através de diversos órgãos e entidades de referência do Município, Estado, Justiça e Sociedade Civil Organizada.

“Parabenizo o Governo do Estado pela inauguração da Casa da Mulher Brasileira, que prestará atendimento 24 horas ás mulheres vítimas de violência. Importante iniciativa que deve ser destacada e que mostra o compromisso no enfrentamento da violência contra a mulher”, afirmou Honorato.

Inaugurada hoje, a Casa da Mulher Brasileira é uma inovação no atendimento humanizado às mulheres, integrando no mesmo espaço os serviços de acolhimento e triagem, apoio psicossocial.

Foto: Divulgação

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Audiência na Assembleia debate feminicídio

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A vereadora Bárbara Soeiro (PSC) participou, nesta segunda-feira (13), de uma audiência pública, na Assembleia Legislativa sobre Feminicídio. O tema é bastante oportuno face os sucessivos casos de agressões às mulheres que tem sido registrado nos últimos meses no Maranhão.

A audiência teve a participação de deputados, vereadores, autoridades diversas ligadas ao Direito e a Proteção, além de familiares e amigos de vítimas do feminicídio no Maranhão.

Entre os debatedores participaram a Juíza de Direito da 2ª Vara da Mulher, Helena Heluy; Viviane Azambujam, coordenadora do Departamento de Feminicídio no Maranhão, secretária Estadual da Mulher, Teresinha Fernandes;  coordenadora das Delegacias do Estado do Maranhão,Kasume Tanaka, coordenadora do Fórum de Violência contra a Mulher, Mary Ferreira, coordenadora da Patrulha Maria da Penha, coronel Augusta, presidente do Conselho Estadual da Mulher, Lúcia Gato; diretora da Casa da Mulher Brasileira, Susan Lucena e os deputados Valéria Macedo, Francisca Primo, Eduardo Braide e Roberto Costa.

Bárbara Soeiro (PSC) que representou a Câmara de São Luís na audiência tem dedicado o seu mandato a defesa da Mulher. Ela é autora da Lei 6.257/17, que institui o dia 13 de novembro, como o Dia Municipal de Visibilização e Combate ao feminicídio.

“A data é referência de mobilização para fomentações de idéias, divulgação de leis, conscientização de direitos e divulgação de mecanismos que trabalhem a coibição da violência contra a mulher”, disse.

Foto: JR Lisboa/Agência AL

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Feirinha amplia espaço para ações sociais

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Nesse domingo (12), a Feirinha São Luís, realizada pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa), teve ato-show promovendo a I semana de Combate ao Feminicídio do Maranhão, que tem como tema “Quem Silencia, dá Voz à Violência”. A Feirinha, além de expor a diversidade cultural da Ilha e de fomentar a economia com a comercialização de produtos da agricultura familiar, tem sido também um espaço de diálogo e conscientização sobre temas importantes como o desde domingo.

Ivaldo Rodrigues, titular da Semapa destacou a importância de temas como o feminicídio no espaço democrático da Feirinha. “Mais um tema relevante para a sociedade, que trazemos para mostrar que a melhor forma de prevenção é a denúncia de todo e qualquer tipo de agressão que pode inclusive ser feita por telefone, para o número 190, contribuindo com os movimentos de combate ao feminicídio”, disse o secretário.

A ação do Governo do Estado, por meio do Departamento de Feminicídio da Polícia Civil, tem como objetivo o incentivo ao diálogo e conscientização de homens e mulheres para combater a violência doméstica e os feminicídio.

O projeto Feirinha São Luís, que acontece todos os domingos das 7h às 15h na Praça Benedito Leite, trouxe ainda em sua programação cultural nessa 23ª edição, as apresentações do Boi Barrica, Eliesio do Acordeon, Erickson Andrade e Banda e o Ministério Sal e Luz na parte gospel. A “Feirinha” vai se fortalecendo como espaço de lazer, de comércio e de interação social. Famílias inteiras podem aproveitar para curtir a praça e ainda levar para casa produtos tipicamente maranhenses.

As ações sociais também estiveram presentes e seguem durante todo o mês com o “novembro azul “novembro, em um espaço especial voltado para ações de conscientização sobre a prevenção contra o câncer de próstata. Assim como a campanha “Natal sem Fome”, uma iniciativa da ONG Ação da Cidadania, que visa a arrecadação de alimentos não perecíveis que serão doados a famílias em situação de vulnerabilidade social. O objetivo é contribuir para amenizar a fome dos excluídos, na noite de Natal. A campanha também será fortalecida durante todo o mês de novembro, com um stand de arrecadação, na Feirinha São Luís, próximo à praça de alimentação dos foodtrucks.

Foto: Renato Carvalho

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