Sem técnico

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celinhoO técnico Celinho Valetim foi demitido pelo Moto após a eliminação no primeiro turno da Copa São Luís – competição que vale vaga na Copa do Brasil 2014.

Em dois jogos contra o Cordino, na sefinal da Copa São Luís, o Moto não conseguiu vencer. Depois do empate por 2 a 2, em Barra do Corda, a gota d’água foi a derrota em casa, por 2 a 0, ontem para o Cordino.

Hoje à tarde, a diretoria esteve reunida e decidiu pela demissão de Celinho. “Nós somos muito gratos ao Celinho pelo trabalho dele comandando o time na 2ª divisão, mas futebol é resultado e quando eles não aparecem temos que mudar”, explicou Roberto Fernandes.

O Moto não adiantou nomes, mas segundo o presidente Roberto Fernandes o novo treinador deverá vir de fora. “O nosso diretor de futebol, Waldemir Rosa, o Dadá já está tratando disso. Não discutimos nomes ainda, mas já definimos o perfil do treinador para o Moto”, afirmou.

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Carta a Edivaldo

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allanCaro amigo,

Escrevo esta carta por algumas razões. A primeira é certamente para fazer um agradecimento público. Afinal, não devemos nos esquivar ou nos esconder vergonhosamente quando trabalhamos muito, fizemos mais e progredimos incrivelmente. A segunda é para poupar-te inúmeros questionamentos. Em geral, sou dos que gostam de se calar quando a vozearia se intensifica. Afinal, o momento político é um dos mais tensos. A terceira é para me explicar aos vários companheiros de jornada.

Mas o principal objetivo é dizer que chegou o fim desta minha jornada como teu secretário de Educação. Já vinha matutando – como todo matuto faz – na idéia há algum tempo. Afinal, pensei que conseguiria manter-me conectado com a sala de aula na Universidade (de onde sou!). Sou apaixonado por Ciência. Pelo laboratório. Pelo contato com os alunos.

Tive quatro anos na ANP, como diretor. E, agora, mais dez meses servindo na educação de São Luís. Pensei em sair no início do ano que vem. Fecharia um ciclo completo. Mas preferi antecipar meu pedido, que espero o aceite. Porque tens de planejar o ano de 2014. Que vai ser incrivelmente diferente do que foi 2013. Assim como este ano foi um passo gigantesco em relação aos anos anteriores.

Senão vejamos. Começamos o ano garantindo que ele não teria solução de continuidade. Não houvesse paradas. Fizemos o TAC com o Ministério Público – e aproveito aqui para agradecer o grande brasileiro Paulo Avelar pelo compromisso diário de defesa da educação de qualidade! Ao mesmo tempo em que organizávamos a secretaria em termos administrativos, retirando-a da fancaria. À época – início do ano – lembro que recebemos 30 escolas quebradas e mais de 150 em estado francamente degradante.

Ainda hoje, dez meses após o acontecido, não entendo como alguém pode quebrar coisas de indefesos, como de crianças de 4 anos de idade. Mesinhas, cadeirinhas, panelas, tudo quebrado ou roubado. Salas de aulas incendiadas. Imediatamente entramos para garantir que o ano se iniciasse no dia 25 de fevereiro. Foram feitas obras de engenharia não só nas 30 citadas, mas em quase 90 no total. Intervenções na área elétrica, hidráulica e sanitária, para termos o mínimo de garantias que funcionassem. Numa condição de adversidade incrível em que nos encontrávamos: sem informação nenhuma sobre nosso fôlego financeiro.

Ao mesmo tempo, tivemos de garantir transporte escolar, que serve 4500 alunos. Ativar cinco ônibus do “Caminho da Escola” que estavam parados. Afiançar segurança nas escolas, que não existia. Hoje chegamos a quase 100%! Assegurar pessoal de conservação e limpeza. Quem suporta sujeira?

Demos mais um grande passo reconhecendo vários direitos dos professores. Não fizemos mais do que a obrigação, é certo. Mas não é fácil construirmos pontes em abismos gigantescos. Não se faz educação sem professor. Embora ele não prescinda igualmente do estudante – que é o fim, a razão da educação. Com diálogo e transparência, foram reconhecidos os direitos à progressão horizontal e vertical, adicional de difícil acesso, adicional de titulação e outros que não lembro agora. Além de 9,5% de aumento – um dos maiores do Brasil! Aqui agradeço à professora Elizabeth Castelo Branco pelo trabalho incansável no Sindicato em defesa dos professores, com quem muito aprendi.

Neste momento, gostaria de lembrar de algo que não acreditei quando vi. Trabalhadores que não tinham vínculo empregatício, mas estavam nas escolas. Fomos ao Ministério Público do Trabalho. Fizemos um acordo judicial para assegurar a estes que recebessem. Foram beneficiados 1100! E, neste momento, os incansáveis profissionais da Semed fazem esforços para que os trabalhadores que estavam de fato nas escolas sejam absorvidos no novo contrato.

Fizemos também a Mobilização pela Educação. Nosso IDEB é sofrível. E só se recupera garantindo o essencial: que os pais estejam nas escolas. Criança precisa de família para aprender. Escolhemos 20 escolas de baixo IDEB, além da localização geográfica e inicamos a tarefa de fazer a roda girar. Chamamos os empresários, as igrejas, os conselhos e outras secretarias, e, juntos, trabalhamos para tirar São Luís da situação lamentável que se encontrava.

Junto com a FUNC, fizemos a Feira do Livro. FELIS. A cidade vibrou literatura. Arte. Cultura. O Centro Histórico relembrou a São Luís histórica. E inovamos. Fizemos o Passaporte Literário, garantindo a compra de livro por parte dos estudantes. Pais exultaram. Senhoras de 50 anos puderam comprar seu primeiro livro!

Iniciamos as reformas das escolas. Mas sem nos esquecermos do calor. Salas foram climatizadas. Professores me relatam a alegria. Estudantes agora pedem para fazer o lanche na própria sala de aula. Mais qualidade de vida para a meninada.

Mais: das 25 creches anunciadas, já assinei 13 contratos para construção. Elas podem ser construídas logo. E serem entregues ainda no primeiro semestre de 2014! Entrego-te também todo o seletivo para 1000 professores preparado! O edital já pode ser lançado.

Fizemos muito mais. Alfabetização na Idade Certa e Saúde na Escola, em parceria com a UFMA, por exemplo; Neurociência na educação infantil; Reativação da Casa das Águas; Alfabetização para pacientes com problemas renais. Mas vou me abster de citar todos.

Acho que, neste momento, tens um ambiente estável para continuar teu trabalho na educação. Sempre disse que tínhamos que trocar o pneu com o carro andando. Afirmo com muita alegria que trocamos foram todos os pneus! Agora, o trabalho é de lubrificar, pintar, organizar a casa. Tínhamos, no início do ano, uma tarefa colossal. Quase intransponível. Agora, tens uma grande tarefa. O caminho está pavimentado.

Nesse caminho, acho eu, é fundamental o Plano Municipal de Educação. A equipe da Semed trabalha, sob tua orientação, para a educação integral. Não só a de “tempo integral”. Mas uma educação libertadora. Ela só acontece quando ela ataca o âmago, o centro, o cerne. E essa está na formação de seres humanos cooperativos. Só se combate o crime, Edivaldo, com educação. Ela é revolucionária por reformar o ser humano. Internamente! São Luís tem todas as condições de sair da masmorra. E a solução está em ensinar cooperação, solidariedade, respeito ao outro em uma dimensão transdisciplinar. O Plano Municipal que está sendo elaborado tem essa cara humana e libertadora.

Creio que minha tarefa está finda. Entrego-te uma secretaria certamente com os problemas colossais resolvidos. Outros menores há. E haverá. Educação não para.

Agora, falo com muita tranquilidade e transparência: a Ciência falou mais alto. Tenho uma necessidade gigantesca de estar com os estudantes. De discutir. De dialogar. De ouvir os meus colegas. A Universidade é minha trincheira. Ou berço. Depois de tantos anos tentando dedicar tempo integral à universidade, creio que é chegada a hora. Meu coração pede. A mão reclama. Os pés ardem de vontade de estarem lá.

Agradeço à equipe da Semed. Indiscriminadamente. Homens e mulheres dedicados. Construtores do heroísmo. Aos diretores e diretoras. Professores e professoras.

Aqui me despeço. Continuarei torcendo para que tua equipe siga adiante. Que faça mais avanços. Que saceie a sede de alegria que tem o povo.

Grande abraço.

Allan Kardec Duailibe Barros Filho, PhD, professor da UFMA e ex-secretátrio Municipal de Educação

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Jogo no sábado

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serradourada

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou a data e horário da primeira partida entre Vila Nova-GO e Sampaio-MA, pela semifinal do Campeonato Brasileiro Série C.

O primeiro confronto será sábado, às 19h, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia com transmissão pela TV Brasil. O jogo de volta não foi confirmado devido à questão da punição da perda de mando de campo do Sampaio, mas no site da CBF consta dia 9, às 19h.

O Sampaio entrou recurso voluntário com pedido de efeito suspensivo no STJD para que possa realizar a partida de volta no Estádio Castelão.

O presidente do Sampaio, Sérgio Frota disse estar confiante em conseguir reverter a punição para pagamento de multa uma vez que não houve a interrupção de jogo, pois o incidente foi registrado na saída dos jogadores ao fim do jogo.

Em caso negativo, o Sampaio estuda a possibilidade de jogar em Imperatriz ou Belém, uma vez que o Estádio Albertão, em Teresina não tem condição para receber a partida. esta possibilidade inclusive já foi descartada pela FPF.

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Caiu Allan Kardec…

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allankardecA prefeitura de São Luís confirmou na sua página no Facebook, o pedido de demissão do secretário Allan Kardec Duailibe.

A Secretaria de Comunicação encaminhou e-mail no qual confirma o pedido de Kardec. “A Prefeitura de São Luís informa que o professor Allan Kardec Duailibe pediu demissão do cargo de secretário municipal de Educação (Semed) no último sábado (26). A carta e mais informações sobre a mudança na Semed serão divulgadas ainda esta tarde”.

No fim de semana, o site da Prefeitura de São Luís divulgou ampla reportagem onde aponta “avanços” na administração de Allan Kardec à fente da Semed.

A regularização do calendário escolar foi o ponto de partida do programa de avanço na educação implantado pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior logo nos primeiros meses da gestão, que em dez meses imprimiu um novo modelo de Educação em São Luís. Esta semana foi assinado Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para realização de seletivo simplificado para até 1.000 professores da rede municipal de ensino, garantindo a regularidade das aulas e a permanência dos alunos em sala de aula.

Outro avanço na área da Educação foi o anúncio de construção das 12 creches, que beneficiarão mais de 1.800 alunos, nos bairros Cidade Operária, Turu/Chácara Brasil, Bequimão, Sacavém, Recanto dos Vinhais, Recanto Verde, Residencial Paraíso, Sítio Semed Vila Conceição, Jardim América, Anil, Residencial 2000 e Vila Nova República. A construção das creches é uma conquista da Prefeitura de São Luís junto ao Ministério da Educação, com recursos repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

“A aprovação dessas novas construções para a rede municipal de ensino é resultado do empenho e determinação do prefeito Edivaldo Holanda Junior em obter melhorias para nossa Educação. Esses novos espaços escolares terão padrão de qualidade estipulado pelo Ministério de Educação e serão adequados ao pleno desenvolvimento das nossas crianças”, destacou o secretário municipal de Educação, Allan Kardec Duailibe.

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Oportunidade

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sampaiohomenagem

Não quero tratar o assunto como tema de discussão política e muito menos como oportunismo. O fato é que, durante todo o Campeonato Brasileiro Série C, a diretoria do Sampaio reclamou a falta de ajuda do poder público e até da iniciativa privada.

O Sampaio disputou toda primeira fase praticamente com a ajuda do torcedor. Apenas o São Domingos e a Bombons e Companhia estamparam suas propagandas no uniforme e contribuíram com o caixa do clube.

Na semana passada, chegaram a Prefeitura de São Luís e o Governo do Estado. Muita gente começou a criticar e a dizer que se tratava de oportunismo. Não vejo as coisas dessa forma.

De fato, Prefeitura e Governo poderiam ter começado a ajudar desde o início da campanha, mas vale aquele ditado: antes tarde do que nunca.

Futebol e esporte em geral precisa de dinheiro (patrocínio) sem isto não se faz absolutamente nada. Temos os exemplos no beach-soccer, onde conquistamos o bi brasileiro. No Basquete feminino com a grande projeção do Maranhão. Agora no vôlei… Os resultados virão se o trabalho tiver sequência.

Por isto não quero ficar olhando apenas para trás. Agora é hora de ver as coisas daqui para frente. Aqueles que estão criticando Estado ou Prefeitura por declarações após o acesso ou chegada com atraso têm todo direito de fazê-lo, mas é necessário pensar no futuro.

Neste sentido é necessário que Prefeitura e Governo mantenham a ajuda ao Sampaio e que estenda este patrocínio a outras equipes para que possam repetir o mesmo sucesso e contribuir com a divulgação em todo o país do nome do Maranhão.

O futebol pode e muito levar bem longe o nosso nome.

Vale aqui o registro.

Veja a nota do governo do Estado

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Gerando empregos

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O mercado de trabalho no Maranhão gerou 2.913 vagas de emprego formal em setembro. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho (MTE) e representa uma expansão de 0,64% em relação ao mês de agosto. O registro equivale à diferença entre o número de vagas criadas (18.418 admissões) e o número de vagas encerradas (15.505 demissões) no período.

O desempenho foi puxado pelos setores de Construção Civil (+ 1.553), Serviços (+ 889) e Comércio (+ 530) – tradicionalmente os três setores da Economia que mais movimentam o mercado de trabalho maranhense. Com o resultado, o Maranhão registra 11.016 novos empregos de carteira assinada no acumulado de 2013 – de janeiro a setembro.

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O mês registrou, ainda, o reaquecimento do mercado da Construção Civil no Maranhão, que vinha com um desempenho mediano ao longo de 2013. O setor de Serviços manteve seu bom desempenho e o Comércio começa a mostrar os efeitos do período de contratações temporárias ocasionado pelas compras de fim de ano.

A Região Metropolitana de São Luís puxou os bons resultados para o Maranhão, sendo o município que criou mais novas vagas (+1.902), seguida de Paço do Lumiar e São José de Ribamar. Imperatriz e Açailândia registraram retração no mercado durante o mês.

O secretário de Estado de Trabalho e Economia Solidária, José Antônio Heluy, se mostra otimista diante do cenário. “Estamos chegando ao fim do ano e, tradicionalmente, este é um período de boas notícias e bons resultados para o mercado e para os trabalhadores”.

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