‘Até quando Flávio Dino’, pergunta Andrea

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A deputada estadual Andrea Murad (PRP), questionou, nas redes sociais, o governador Flávio Dino (PCdoB) por não ter dado continuidade às obras de construção de sete Centros de Hemodiálise no Maranhão tudo por conta de mais um caso que ganhou repercussão nacional.

Esta semana, a dona Hilda que morava em Pinheiro e era obrigada a fazer o seu tratamento em São Luís acabou morrendo na porta do hospital e o caso acabou no Jornal Hoje, da Rede Globo e provocou a revolta em meio aos maranhenses.

“Já foram várias as reportagens da Globo este ano mostrando a peleja desses pacientes que dependem da hemodiálise, percorrendo quilômetros e quilômetros para realizar procedimentos. A cada reportagem é uma angústia que me dá com tantas mortes que poderiam ser evitadas se Flávio Dino tivesse dado continuidade aos 7 Centros de Hemodiálise que foram deixados licitados, com recursos garantidos e alguns até em construção na gestão de Ricardo. Desta vez, dona Hilda não suportou tanto sofrimento e faleceu na porta do hospital depois de ter atendimento negado. Revoltante, triste, de completa indignação. Até quando Flávio Dino?”, destacou.

Andrea Murad disse que o assunto virou caso de polícia e que a Justiça precisa dar uma resposta.

“Estes quase quatro anos do meu mandato passei cobrando a entrega dessas unidades tão indispensáveis. Visitei alguns locais de obras como em Chapadinha e o que vi foi a incapacidade de um governador em oferecer serviços especializados, cuja responsabilidade é, principalmente, do Estado. O descaso de Flávio Dino com os Centros de Hemodiálises é algo que já passou dos limites, é caso de polícia e a justiça precisa tomar uma providência diante de tantas mortes”, finalizou.

Foto: Reprodução/TV Mirante

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Roseana condena retrocesso nos últimos 4 anos

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A candidata a governadora Roseana Sarney condenou o retrocesso na assistência social e no desenvolvimento econômico do Maranhão ao discursar para lideranças e demais moradores do município de Olho d’Água das Cunhãs, no início da noite de sábado (22). Para ela, o atual governo estadual comete atrocidades ao extinguir programas sociais e massacrar trabalhadores e pequenos comerciantes com a dura cobrança de impostos.

“As ações do atual governo – que culminam em apreensões de carros e motos, em aumento de impostos e no fim dos programas sociais – contrariam tudo que o ex-presidente Lula construiu no Brasil“, afirmou Roseana.

Roseana ressaltou ainda que a atual gestão não se limita ao embate político saudável. “Ao perseguir adversários, atinge diretamente o povo. Ao tentar encobrir o meu legado, não dando continuidade às obras da minha gestão, esquece dos mais carentes, que necessitam dos hospitais, da energia elétrica, do abastecimento de água potável, do leite das crianças”, enfatizou.

O ex-prefeito Aluísio Holanda e o vereador Goião, que organizaram uma carinhosa recepção a Roseana, justificaram o apoio à ex-governadora relatando os problemas do município. “Além do desemprego, a cobrança desenfreado de impostos. O comércio fechando as portas. A negativação dos nossos CPFs. Roseana tem que voltar para ajudar o povo do Maranhão”, defendeu Goião.

Fotos: Divulgação

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Melhores prefeitos que não foram prefeitos

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Por José Sarney

São Luís é uma cidade que tem tido altos e baixos nas mãos dos governos.

Quando eu era menino, Paulo Ramos rompeu sua unidade com o corte da Rua do Egito e a destruição dos quarteirões a oeste do Largo do Carmo para fazer a Avenida Magalhães de Almeida, além de derrubar o Quartel da Praça Deodoro e a Igreja da Conceição.

A partir daí a cidade, com seus 80 mil habitantes, estagnou. Viveu seus próximos 20 anos apertada entre as rias do Bacanga e do Anil, vendo de longe o começo das praias na Ponta da Areia e do Olho d’Água. O porto que tinha era ainda a Rampa Campos Melo, que não era porto, mas um precário embarcadouro de canoas. A energia elétrica da Ullen (dois dos quatro motores ainda usavam lenha) não seria suficiente, hoje, para alimentar um dos nossos shopping centers. O abastecimento d’água era quase inexistente, atendia a um terço da população da cidade, intermitente. Não havia praticamente estradas: a dos versos do João do Vale, “soltando brasa, comendo lenha”, a estrada de ferro São Luís-Teresina, era a única alternativa aos barcos.

Eleito governador, fiz a barragem do Batatan, a adutora do Sacavém e a estação de tratamento d’água. Fiz a ponte do S. Francisco. Do outro lado da ria do Anil havia espaços para onde a cidade pode se abrir e crescer, e surgiu a cidade moderna. Fiz mais duas travessias, a do Caratatiua e a do Bacanga. Desse lado criei o Porto do Itaqui, promessa que vinha do tempo em que Caxias fora governador. É como São Luís hoje abre o Maranhão para o mundo.

Com a concepção de preservar o centro histórico da cidade, pedi o apoio do SPHAN (hoje IPHAN) e trouxemos a primeira missão da Unesco, com Vianna de Lima. Foi sobre seu estudo que Roseana conseguiu que fosse São Luís considerada Patrimônio da Humanidade, título que hoje periga pelo abandono e desleixo dos dois governos, Prefeitura e Estado.

Roseana e eu fomos, sem ser prefeitos, os melhores prefeitos de São Luís. As grandes vias, que protegem seu coração do tráfego avassalador de veículos, foram feitas por Roseana. A Avenida IV Centenário, a Avenida Ferreira Gullar, a Via Expressa. Vários projetos deixamos prontos. Roseana fez as UPAs, que ou desapareceram ou não foram ampliadas; e fez os Viva Gente: Luz, Casa, Primeiro Emprego, tudo abandonado. Valorizou nossa cultura, o boi e o carnaval…

Mas a cidade parou, sem a continuação desses grandes e necessários projetos. Parou no cuidado do Centro Histórico. Parou na atenção às pessoas.

É hora de São Luís voltar a ter quem se preocupe com ela, mesmo que seja no Palácio dos Leões. E, se não se mexem, teremos o título de única cidade do mundo que deixou de ser Patrimônio da Humanidade.

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Edivaldo entrega urbanização da Senador Pompeu

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O prefeito Edivaldo entregou neste sábado (22) as obras de urbanização da Rua Senador Pompeu, correspondendo a uma expectativa acumulada há quase 40 anos pelos moradores do bairro da Vila Isabel, na região Itaqui-Bacanga. Localizada na confluência das ruas da Mangueira e a da Juçara, a Senador Pompeu foi transformada em um local propício para o lazer e convivência social, além da mobilidade ideal. A via foi alvo de uma grande obra de infraestrutura com serviços de drenagem profunda, pavimentação, recuperação de calçada e meio-fio e construção de uma praça.

A ação integra o conjunto de investimentos que vêm sendo realizados pela Prefeitura de São Luís para a urbanização de diversos bairros da capital. “É um momento de muita felicidade, poder estar aqui, fazendo a entrega de uma obra tão aguardada pela comunidade. As pessoas viviam momentos muitos difíceis, mas com a intervenção do poder público houve uma verdadeira mudança neste local”, disse o prefeito Edivaldo. “Ver o nosso trabalho melhorando a vida das pessoas é muito gratificante e dos encoraja a cada vez mais trabalhar para garantir qualidade de vida para todos que vivem nesta linda cidade”, completou o prefeito.

Acompanhado pela primeira-dama, Camila Holanda, pelo vice-prefeito Julio Pinheiro, e pelos secretários Nonato Chocolate (Semapa), Antonio Araújo (Semosp), Ivaldo Rodrigues (Articulação política), Edivaldo foi recebido pelos moradores, entre jovens, crianças, adultos e idosos que vivem no bairro e somam uma população de cerca de seis mil pessoas.

Com obras de drenagem profunda, pavimentação asfáltica e construção de uma praça com academia ao ar livre, propiciando espaço para vivência social e de práticas esportivas, a Senador Pompeu apresenta um cenário deslumbrante para os moradores e visitantes. A galeria de mais de 120 metros contribuirá com a qualidade de vida da população, evitando propagação de doenças transmitidas por mosquitos como Aedes aegypti.

Com a execução de um cronograma de obras, a Prefeitura vem solucionando na região do Itaqui-Bacanga problemas de alagamentos, enfrentados pelos moradores do bairro Vila Isabel, principalmente no período do inverno.

Foto: Honório Moreira

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