Recado aos servidores

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MarcioJerry

Recado do secretário de Assuntos Políticos e Federativos, Márcio Jerry, conhecido como o “menino da internet” e do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) aos servidores públicos do Maranhão, logo após o Tribunal de Justiça dar provimento à Ação Rescisória 36.586/2014, ajuizada pela Procuradoria Geral do Estado contra a incorporação do índice dos 21,7% aos vencimentos dos servidores do Poder Judiciário do Maranhão.

“Sobre demandas de servidores públicos, estamos fazendo o máximo. Mas devo zelar para que o Maranhão não se transforme no Rio Grande do Sul”.

… E ponto final!!!

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Organização ruim

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AdrianaCalcanhoto

O Salomé Bar, promotor do show da cantora Adriana Calcanhotto, em São Luís deu uma aula de desorganização ontem à noite (5). Detalhes importantes que deixaram aqueles que procuraram chegar mais cedo ao Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana bastante irritados antes da apresentação da cantora gaúcha.

Marcada para começar às 22h30, o portão do estacionamento foi aberto por volta de 20h. Quem chegou às 20h30 teve que enfrentar pelo menos 1h para estacionar o carro. Motivo: os organizadores resolveram cobrar o preço exorbitante de R$ 20 reais pelo estacionamento. Muitos foram pegos de surpresa e por não concordar com o valor acabaram estacionando nos canteiros próximo ao acesso. Outros tentavam retornar pelo mesmo local por onde o público chegava.

Além disso, das duas entradas do estacionamento do Centro de Convenções, apenas uma estava funcionando (a principal) aumentando as reclamações. Muitos ameaçaram ligar para o Procon.

Por volta de 21h30, a organizaçãoo anunciava a quem chegava que quem havia pago R$ 20 no estacionamento poderia receber o dinheiro de volta. Era o mínimo tamanha desorganização e o congestionamento provocado no trânsito nas avenidas Eduardo Maga;hães e Jerônimo de Albuquerque.

Ao chegar ao Centro de Convenções haviam dois acessos: o de ingresso ouro e o do prata, mas para a nossa surpresa quando chegamos ao salão outra decepção. Quem pagou o ingresso mais caro R$ 142,00 teve que disputar o espaço com quem pagou mais barato, pois não havia qualquer separação e cada um sentou onde bem quis. Um detalhe: o Centro de Convenções tem cadeiras numeradas mesmo assim a organização não conseguiu evitar que quem pagou mais caro ficasse nos piores lugares.

Por fim, na saída, ninguém na organização aparecia para devolver o dinheiro do estacionamento exorbitante. Foi necessário que algumas reclamassem para que uma bilheteria fosse aberta e o dinheiro devolvido.

Fatos como esses não tem qualquer relação com a cantora Adriana Calcanhotto e sua equipe. O show, aliás foi espetacular.

Mas fica o registro dos fatos negativos para que os promotores dos eventos coloquem o público em primeiro lugar e não apenas queiram ganhar dinheiro sem respeitar o direitos dos consumidores. E que o Procon chame a todos e tome as medidas necessárias para que fatos desagradáveis não voltem a ocorrer por aqui.

Foto: JR Fotografia

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Vexame do campeão

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Imperatriz

A estratégia dos jogadores do Imperatriz era de não entrar em campo contra o Palmas por conta dos salários em atrasos, mentiras da diretoria e nenhuma garantia de que eles receberiam o atrasado.

Até que na noite de sexta-feira, a maioria dos atletas decidiu que entraria em campo para a última partida pelo Campeonato Brasileiro Série D. O campeão maranhense tinha chances, embora que complicadas, mas poderia se classificar para a próxima fase e continuar sonhando com o acesso.

O time entrou em campo ontem sem qualquer motivação e deu o troco à diretoria. O imperatriz perdeu por 1 a 0, e definitivamente está desclassificado.

O que resta agora? Bom, se já não havia expectativa de receberem os salários atrasados agora ficou pior. A maioria vai voltar para casa sem receber os quase três meses em atraso.

Mais uma vez, o futebol maranhense perde a chance de subir uma equipe por conta da dificuldade financeira. Foi assim com o Moto no ano passado e agora se repete com o Imperatriz.

Resta agora à diretoria do Imperatriz honrar a palavra e pagar o que deve a seus jogadores porque a classificação desde início era difícil, pois só conseguiram montar uma equipe modesta e que tinha certeza que não iria muito longe.

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Defesa dos servidores

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WellingtondoCurso

O deputado estadual Wellington do Curso (PPS) utilizou as redes sociais, na tarde deste sábado (4), para sair, mais uma vez, em defesa dos servidores públicos do Maranhão. Dessa vez, o posicionamento do parlamentar fez referência ao julgamento da ação do Governo, que retira o reajuste de 21,7% do salário dos servidores públicos do Estado.

“Os servidores públicos do Maranhão enfrentaram,  recentemente,  o que pode ser visto como uma derrota trabalhista, fazendo referência ao direito consagrado na Constituição Federal que é a remuneração justa. Pode-se afirmar que a ação rescisória apresentada pela Procuradoria Geral do Estado possui fundamento jurídico, viabilizando assim seu deferimento. No entanto, é válido questionar a existência do fundamento social de tal decisão”, afirmou.

Por compreender o fundamento jurídico e por acreditar que o fundamento social deve ser preponderante, para o deputado, a aprovação de tal medida implicará em consequências negativas para os servidores.

“Sob uma perspectiva social, tem-se que inúmeras são as famílias que incorporaram ao orçamento doméstico a verba que agora se busca retirar. Como situação agravante, tem-se ainda os tempos de crise que permeiam a sociedade. Se é um fato que o Estado não pode arcar com um débito, também é um fato que a medida de extirpar o adicional de 21,7% dos servidores públicos acarretará um dano econômico-social indescritível. Almejando uma solução que impeça o impacto social,  vale mencionar alguns mecanismos, dentre eles o equacionamento das verbas destinadas às atividades de governo consideradas secundárias,  mantendo o pagamento em 2015.  Embora a crise seja um agravante, há a possibilidade de se encontrar soluções orçamentárias para o problema, evitando, assim, o impacto social e outras consequências negativas. Coloco-me à disposição para evitar que tenhamos a concretude do impacto social que a retirada do 21,7% ocasionaria, e reafirmo o meu compromisso em defesa, não apenas de um mero percentual, mas em defesa dos servidores públicos do Maranhão e daquilo que é direito de todo trabalhador: uma justa remuneração”, enfatizou Wellington.

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Cargos e campanha

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JeffersonPortela

Além da visível ineficiência do Estado no setor, a Segurança Pública começa a ganhar críticas também políticas no governo Flávio Dino (PCdoB). Agora, são deputados estaduais e federais aliados do governo que reclamam da “campanha antecipada” do secretário Jefferson Portela.

Militante histórico do PCdoB e candidato em várias eleições, Portela sempre sonhou chegar ao parlamento ­ seja ele qual for ­ e ver no cargo de secretário o trampolim para alcançar seu objetivo. Afinal, a pasta já garantiu eleições recentes para dois titulares, os ex­-secretários Raimundo Cutrim, três vezes deputado estadual, e Aluísio Mendes, este deputado federal.

O problema é que Portela resolveu antecipar em quase quatro anos a campanha, e tem invadido setores de deputados estaduais e federais alinhados ao governo Flávio Dino. Até as nomeações de agentes ou policiais para os mais distantes rincões maranhenses tem de atender aos objetivos políticos do secretário.

E o resultado prático é a crise da Segurança Pública vivida nestes primeiros nove meses de mandato de Flávio Dino, aliás uma gestação.

A postura de Portela é a mesma de outros membros do governo Dino. Eles parecem ansiosos demais por viabilizar­-se nas próximas eleições e geram confronto claro com deputados aliados, por invasão de bases. É o caso, por exemplo, do próprio chefe da Articulação Política, Márcio Jerry. Ele tem cuidado pessoalmente de cada filiação ao PCdoB interessado nas eleições de 2016. Nega qualquer interesse eleitoral, mas os aliados garantem que ele prepara uma megacampanha de deputado federal ­ ou até voos mais altos.

E a postura dos comunistas, obviamente, deixa os aliados desconfortáveis na relação com o governo.

Coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

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