Imperatriz garante acesso à Série C

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No fim de semana de grandes conquistas para o futebol maranhense, depois do título da Copa do Nordeste pelo Sampaio, o Imperatriz garantiu o acesso à Série C em 2019.

Após vencer o Manaus por 1 a 0, no Frei Epifânio, o Imperatriz foi derrotado pelos amazonenses no Estádio da Colina, em Manaus por 2 a 1.

O resultado obrigou que a decisão do acesso fosse definido nas cobranças de pênaltis e o Imperatriz, do técnico Marcinho Guerreiro venceu por 3 a 2.

O herói da decisão foi o goleiro Jean que defendeu três pênaltis. Wanderlei, Daniel Barros e André Penalva converteram os pênaltis para o Imperatriz. Gabriel e Júnior Chicão erraram as cobranças.

Além de garantir o acesso à Série C em 2019, o Imperatriz disputará as semifinais da Série D.

Também garantiram o acesso: São José-RS e o Treze-PB. Nesta segunda-feira será conhecido o último classificado entre Campinense-PB e Ferroviário-CE. No primeiro jogo, o Ferroviário venceu por 3 a 2.

Foto: Marcos Dantas

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Programação junina agita feirinha no Centro Histórico

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Com a proposta de unir o período de férias escolares e estender o clima de São João na cidade, durante o mês de julho as atrações culturais da Feirinha São Luís continuam em clima junino. A estratégica visa, especialmente, à promoção da cultura local, considerando a grande movimentação de turistas e ludovicenses pelo Centro Histórico durante o mês de julho.

A Feirinha São Luís é uma ação da Prefeitura, executada na gestão do prefeito Edivaldo pela Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa). “Por determinação do prefeito Edivaldo o São João de São Luís continuará durante todo o mês de julho, mostrando para os visitantes toda a variedade cultural da nossa capital, além da hospitalidade do nosso povo e as delícias gastronômicas. A Feirinha São Luís já faz parte do calendário tradicional das atividades de lazer da população da cidade, e sempre surpreende com a quantidade e animação do público presente”, disse o titular da Semapa, Ivaldo Rodrigues.

Nessa 57ª edição da Feirinha, as brincadeiras e atrações que animaram o público foram o Boi Mocidade Axixaense, Quadrilha Fogueira Viva, Erickson Andrade e Banda. Além dos interativos aulão de zumba e roda de capoeira e, claro, a anfitriã Banda da Feirinha.

O Programa Feirinha São Luís nasceu em junho de 2017 e acontece todos os domingos na Praça Benedito Leite, de 7h as 15h, tendo como objetivo principal incentivar a venda de produtos agroecológicos oriundos da agricultura familiar, além de apresentar aos visitantes a cultura e gastronomia ludovicense.

Em apenas um ano de existência, a Feirinha movimentou mais de 20 toneladas de produtos e subprodutos da agricultura local, recebendo cerca de 240 mil pessoas que geraram um capital circulante de quase R$ 12 milhões nos mais de 120 pontos de comercialização dentro e no entorno da Praça. No palco montado em frente à Associação Comercial já foram realizadas aproximadamente 300 apresentações culturais.

 

Cerca de 100 barracas são distribuídas pela Praça Benedito Leite para compor a Feirinha São Luís, destinadas para venda de produtos oriundos da agricultura familiar, artesanato, alimentação e ainda conta com foodtrucks e foodbikes.

Foto: Divulgação/ Agência São Luís

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Após o título do Sampaio todo mundo quer faturar

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Comemorar todo mundo quer e é o que mais vejo após o término da partida entre Bahia e Sampaio e da conquista histórica do time maranhense.

Quero ver é fazer o que deveria pelo futebol investindo e apoiando as equipes.

O governador Flávio Dino (PCdoB) aproveitou a ocasião para comemorar a conquista do Sampaio, mas deveria se sentir mal para isso, pois o governo do Maranhão bem que poderia ter acreditado na possibilidade do título e patrocinar nosso campeão.

Até onde sabemos, o único recurso do Governo do Maranhão ao futebol do Sampaio este ano veio por meio do apoio ao Campeonato Maranhense e olhe que a maior parte dos recursos ficou com a TV  arrendada pelo deputado federal, amigo e pré-candidato do governador ao Senado, Weverton Rocha (PDT).

O discurso é diferente da prática, pois tanto na Copa do Nordeste como no Campeonato Brasileiro Série B, o Governo do Maranhão não patrocina o Sampaio essa é a verdade, basta ver a camisa Tricolor.

E não é por falta de pedido viu, porque o que Sérgio Frota corre atrás do governo para pedir ajuda ao Sampaio não é brincadeira.

Mas Flávio Dino diz que investe no Sampaio. Mas como? Onde? Porque o patrocínio não está na camisa?

Foto: Reprodução/ Redes Sociais

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Iphan e Prefeitura avançam em obra na Rua Grande

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O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) deu início, esta semana, aos serviços de requalificação urbana na segunda quadra da Rua Grande, novo trecho da via contemplada com obras de requalificação executadas pelo Iphan, em parceria com a Prefeitura de São Luís. O projeto de revitalização da Rua Grande integra as ações do PAC Cidades Históricas, que também está recuperando todo o Complexo Deodoro, compreendido pelas praças Deodoro e Pantheon, além das alamedas Silva Maia e Gomes de Castro.

Os serviços na segunda quadra da Rua Grande compreendem o trecho entre as ruas de Santaninha e Santa Rita. No local, as equipes iniciaram o trabalho de retirada dos paralelepípedos velhos para colocação de novo piso; escavação do solo para implantação de tubulações de água e esgoto e construção dos poços de visitas da instalação elétrica subterrânea.

“A requalificação do maior centro comercial de São Luís é de grande importância para a cidade e trará benefícios em diversos aspectos, como a revitalização do comércio na região, geração de emprego e renda e melhoria da paisagem urbana. A parceria celebrada entre a Prefeitura e o Iphan tem sido fundamental para somar esforços com o município na restauração desses espaços tão importantes para nossa história e nossa gente”, afirmou o prefeito Edivaldo.

Segundo o superintendente do Iphan, Maurício Itapary, os serviços na primeira quadra da Rua Grande – entre as ruas do Passeio e de Santaninha – estão em andamento e serão concluídos gradualmente, visto que toda a infraestrutura subterrânea deste trecho já foi executada, restando apenas serviços de ligações domiciliares das redes subterrâneas, execução do trabalho de pavimentação e intervenções complementares.

“A execução segmentada por trecho visa gerar o menor impacto possível para os usuários e transeuntes da Rua Grande. Para o trabalho nessa segunda quadra, foram adotadas novas medidas de serviços para redução de riscos provocados pela obra, como por exemplo, a fixação dos tapumes mais próximo da pista de rolagem no sentido de permitir corredores mais largos, facilitando a passagem dos transeuntes e reduzindo os conflitos com as atividades comerciais do espaço”, observou Maurício Itapary.

O projeto da Rua Grande inclui ainda embutimento total da fiação telefônica e elétrica, drenagem profunda e esgotamento sanitário, drenagem fluvial, novos equipamentos urbanos, novo piso e pontos de acessibilidade, reduzindo barreiras físicas e melhorando o acesso de pedestres. O projeto prevê ainda pavimentação com nivelamento das vias, instalação de novo mobiliário urbano (bancos, lixeiras, etc), nova rede de iluminação pública, além de sinalização viária e turística.

Foto: A. Baeta

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Sampaio chega na madrugada e promete festa

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A delegação do Sampaio desembarca em São Luís na madrugada desta segunda-feira (9), após a conquista inédita e histórica da Copa do Nordeste.

Os maranhenses que já haviam vencido o Bahia por 1 a 0, no Castelão, em São Luís, conseguiram segurar os baianos em plena Arena Fonte Nova lotada diante de mais de 45 mil torcedores e empataram por 0 a 0.

Apesar do desembarque acontecer na madrugada, grande número de torcedores devem comparecer ao Aeroporto Hugo da Cunha Machado.

A diretoria do Sampaio deve confirmar a realização de um evento com a presença de jogadores, comissão técnica e torcedores para comemorar a conquista histórica.

Vai ter festa!!! E deve ter mesmo afinal, o Sampaio volta a escrever o seu nome na galeria das grandes conquistas no futebol brasileiro com o título da Copa do Nordeste.

Foto: Lucas Almeida

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A ponte de São Francisco

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Por José Sarney

A ponte de São Francisco foi um marco importante e histórico da cidade de São Luís. Ela expandiu a cidade e separou dois tempos: o passado na cidade velha com seu monumental casario, “Patrimônio de Humanidade” e orgulho dos maranhenses, na beleza dos mirantes de azulejos. Giles Lapouge, grande escritor francês, visitou a nossa cidade num feriado e da Praça Benedito Leite, sentado num banco, descobriu naquele silêncio das ruas desertas, dos casarios, nos sobradões de azulejos, a alma da cidade — e dessa inspiração saiu-lhe esta frase eterna, registrada em um dos seus livros: “São Luís é a mais bela cidade do mundo.”

O sentimento dessa beleza e desse amor parece ter sumido naqueles que têm governado a capital. Para São Luís, como cabeça do Estado do Maranhão, quando fizemos o nosso planejamento para o governo que começávamos em 1966, reservamos tratamento especial, que ia desde a preservação de seu patrimônio histórico e cultural até a conquista de sua grandeza econômica. Infelizmente essa visão não tiveram muitos dos prefeitos que a governaram.

A ponte de São Francisco cumpriu a finalidade de evitar que a cidade velha fosse destruída pela modernidade: ela seguiu a pressão urbana, já enorme, por onde pôde se expandir, nos grandes espaços vazios que seguiam as praias da Ponta da Areia, de São Marcos, do Calhau, de Araçagi, ligada ao Olho d’Água com acesso facilitado. Foi onde a cidade cresceu e se espraiou. Nasceu uma outra São Luís, moderna, com todos os equipamentos necessários a um crescimento vertical. Hoje se estima — como as divisões administrativas e censitárias dos bairros nunca foram atualizadas, os dados são confusos — que tenha cerca de 300 mil habitantes!

Evitei que as terras em que estão situadas, que eram matas em 1965, fossem objeto de especulação imobiliária, comprando-as, com espírito público, para o antigo Instituto de Previdência do Estado do Maranhão — IPEM, isto é, para que os funcionários tivessem, com essas mesmas terras, o seu Instituto rico, que era o melhor e mais líquido do Brasil, com um grande patrimônio. Sua estrutura mudou em 1998, com a criação do Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (FEPA), e Roseana deixou o sistema de Previdência do Maranhão com mais de dois bilhões em Caixa. Recursos para assegurar aposentadoria e pensões, financiar atendimentos médicos, casas e ser a garantia para as necessidades do Servidor Público. Nenhum governante ousou tocar nesse dinheiro. Agora, segundo revelação do Deputado José Adriano, que vem tendo uma brilhante atuação na Assembleia, em 2016 o Fundo tinha baixado para R$ 1,1 bilhão de saldo, no final de 2017, para R$ 665 milhões e pode terminar este ano em R$ 200 milhões, o que significa a sua quebra. O governo está fazendo aquilo que liquidou com todos os congêneres do Brasil: retirar dinheiro dos funcionários que contribuíram para sua tranquilidade na velhice e para deixar pensões para suas viúvas.

Faço esse artigo sem nenhum desejo de utilizar o assunto para fazer política nem de combater o governo, mas para pedir que reflita sobre isso. O assunto é humano e muito sério, vai ter uma consequência muito grande na vida e na velhice das pessoas. A contribuição dos funcionários já é alta e a ameaça às viúvas pensionistas e aos aposentados deve ser considerada com sensibilidade.

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