Fortaleza garante acesso à Série A

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A espera acabou! Após 12 anos, o Fortaleza está de volta à Série A do Campeonato Brasileiro. O time cearense saiu da Série C e foi parar na Série A.

Neste sábado (3), o Leão venceu o Atlético-GO por 2 a 1, no Antônio Accioly e carimbou o acesso à elite com quatro rodadas antes do fim da Série B de 2018.

Os dois gols da vitória foram marcados ainda no primeiro tempo da partida em Goiânia. Aos 14 minutos, Marcinho ficou com a bola após falha de Rômulo e deu ótima assistência para Gustavo Henrique bater de primeira e abrir o placar. Depois, aos 25, Éderson cruzou e Bruno Melo desviou de cabeça para ampliar para o Leão. O Atlético quase descontou na sequência, com Thiago Santos, que chutou forte de dentro da área e obrigou Marcelo Boeck fazer linda defesa.

Na volta do intervalo, o Fortaleza foi administrando o resultado, enquanto o Dragão buscava reverter a situação. No entanto, o goleiro Marcelo Boeck seguiu tendo ótima atuação e impediu a reação do time da casa com defesas fundamentais até o apito final. Mas, aos 48, João Paulo furou a marcação e conseguiu descontar para o Atlético.

Com a vitória e os demais resultados da rodada, o Fortaleza já está confirmado da Série A de 2019. O Leão lidera a competição, com 64 pontos – 12 a mais que o primeiro time fora do G-4. O Atlético-GO, com 51, aparece na sétima posição.

Foto: Divulgação/Fortaleza

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Flávio Dino vai reduzir salário de médicos

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O médico Érico Cantanhede, presidente da AMESS (Associação dos médicos do Socorrão I e II) divulgou nota na qual critica a decisão do governador Flávio Dino (PCdoB) ao baixar decreto reduzindo o salário dos médicos prestadores de serviços nos hospitais tanto da capital quanto do interior.

Segundo Érico, é necessário um posicionamento das entidades re[resentativas dos médicos CRM-MA, SINDMED e AMB.

Clique aqui e veja o decreto.

Leia a nota na íntegra:

O secretário de saúde do estado Carlos Lula, baixou um decreto no dia 30 de outubro reduzindo o salário dos médicos prestadores de serviços nos hospitais tanto da capital quanto do interior, o que certamente irá causar prejuízos financeiros para esses profissionais que se deslocam pelas estradas desse estado já tão mal conservadas, sem sinalização, correndo inclusive risco de acidentes e mortes e com o preço do combustível cada vez mais caro, e onde a principal vítima dessa medida será certamente a população que pode inclusive perder alguns serviços que poderão não se manter devido a esse posicionamento da SES..

As nossas entidades representativas maiores com o CRM-MA, SINDMED e AMB, junto com a classe médica, têm que se posicionar de forma uníssona e concisa, e se possível sob o nosso vislumbre, após tentadas todas as formas de negociação, envolver o MP e todo o judiciário, iniciando destarte um processo de paralisação de todos os serviços médicos, após se esgotar todas as formas de negociações.

Acho pouco provável o governo do Estado reduzir salários de profissionais tão essências e de máxima importância para a sociedade, como professores, agentes de limpeza, policiais civis e militares, motoristas de ônibus e tantas outras de importância vital e os mesmos não cruzarem os braços, sendo assim, porque como o médico seria diferente?

Particularmente acho pouco provável que a causa seria o fato do governador Flávio Dino por questões pessoais não gostar de médicos ou devido seu candidato a Presidente da República não teve penetrabilidade na classe médica como estão circulando nos blogs, pois caso seja de fato esse motivo seria de muita mesquinhez política não digna de um verdadeiro líder e político.

Enfim, que se chegue a um consenso e que essa medida desmedida seja revista para o bem maior da população e dos pacientes que pelo nosso código de ética médica são os nossos objetivos maiores.

São Luís, 3 de novembro de 2018.”

Érico Cantanhede
Presidente da AMESS (Associação dos médicos do Socorrão I e II

Nota da SES

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) comunica que é equivocada a notícia sobre suposta redução dos valores pagos para plantões médicos, atribuída à Portaria SES nº 1.044/2018.

A SES esclarece que o documento estabelece, pela primeira vez, parâmetros para o teto do valor pago às empresas médicas e garante isonomia a serviços iguais, prestados em diversas unidades.

A Secretaria informa que a medida é uma exigência legal diante da expansão da rede de serviços e das regras da emenda constitucional nº 95, que impactou fortemente o repasse de verbas federais para a saúde.

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Marcinho quer ‘esperar o que vai acontecer’

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O desânimo que tomou conta dos jogadores e da comissão técnica do Sampaio após a derrota por 3 a 2 para o CSA, em pleno Castelão é o reflexo do amargo rebaixamento que está por vir.

O Sampaio tem chances de escapar vencendo todos os quatro jogos que restam e torcendo por uma combinações de resultados, mas diria que ficou quase impossível diante de tanta passividade do time.

Marcinho não sabe mais o que dizer. Abatido, o treinador praticamente ‘jogou a toalha’ e prefere esperar o que vai acontecer.

Mas ora, acabou. É esperar por um milagre uma vez que dentro de campo o time não se mostra capaz de reagir.

“A gente fica triste porque foram três gols de vacilo e as coisas não andam. É lamentável a situação que a gente vive. Futebol precisa de concentração. Os caras estavam com um a menos e pegamos gol que não era para pegar. Mudo o time, treinamos e as coisas não andam. Agora é descansar e segunda-feira já tem jogo. Agora tem que trabalhar e esperar o que vai acontecer”, diz Marcinho.

Mas ainda é possível acreditar após três derrotas consecutivas e duas delas em casa?

“Eu tinha falado isso para os jogadores (que poderia cair com a derrota em casa). Perder um jogo dentro de casa é muito difícil, porque agora tem que partir para ganhar quatro, mas vamos trabalhar”, finalizou Marcinho.

Vamos então esperar para ver o que vai acontecer na segunda-feira (5), às 20h, contra o Goiás, em Goiânia.

Foto: Reprodução/TV Mirante

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Prefeitura garante frota integral para o Enem

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Como apoio à realização do processo seletivo do Exame Nacional de Ensino Médico (Enem), a Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), vai reforçar o disciplinamento e ordenamento do trânsito em vários pontos estratégicos e de maior fluxo durante o acesso de estudantes aos locais de prova.

Além da ação no trânsito, a Prefeitura de São Luís também autorizou, por meio de portaria, a circulação integral da frota de ônibus urbano da capital. A ação, que segue orientação do prefeito Edivaldo, será realizada durante os dois domingos de prova, dia 4 e 11 de novembro.

Para a efetivação das ações de trânsito a SMTT disponibilizará um total de 60 agentes de trânsito, 15 motos e 11 viaturas nos dois dias do certame. As motocicletas serão utilizadas para chegar com agilidade aos locais de difícil acesso em decorrência de possíveis colisões e bloqueios viários.

Serão reforçadas, nos dias do Enem, as linhas de ônibus Campus/Terminal Praia Grande, Campus/Praça Deodoro, Uema/Ipase e Terminal/BR 135, garantindo assim o deslocamento dos candidatos. As empresas do Sistema de Transporte Urbano de São Luís deverão operar nos dias 4 e 11 de novembro, nas faixas de horários das 7h às 11h e das 14h às 18h, com frota total operante programada para os dias úteis.

A operação de trânsito será realizada com a intensificação do disciplinamento e orientação dos condutores, destacando as intervenções em rotatórias, bloqueio de conversões e retornos, liberação de áreas de embarque e desembarque, regularização e orientação de estacionamentos, além de ações para garantir a preferencial do fluxo no sentido das instituições de ensino, locais de realização do Enem.

A Prefeitura fará ações em pontos como Avenida Jerônimo de Albuquerque (elevado da Cohama, rotatória da Cohab); avenidas São Luís Rei de França (Faculdade Pitágoras/Fama) e São Sebastião; cruzamento da Forquilha com Cruzeiro do Anil; cruzamento do Parque Vitória, Posto Natureza; rotatória da Polícia Militar (Calhau); rotatória Avenida dos Holandeses com a Avenida Daniel de La Touche; Ceuma Anil; UNDB; Canto da Fabril; cabeceira da Ponte São Francisco; CEST (Anil); Cintra; e pontos estratégicos no Centro.

Foto: Maurício Alexandre

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De quem é a culpa?

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Já está sendo divulgada nos meios de comunicação comandados pelo governador Flávio Dino (PCdoB) que a ordem para o início do primeiro dia do segundo mandato do comunista é cortar despesas. Pelos argumentos dos aliados, o motivo é uma crise nacional já visualizada por Dino a partir de 2019. Mas na verdade, o governador precisa reduzir despesas porque sua gestão dos últimos quatro anos foi de danos às finanças do estado.

Ajustar as contas desajustadas é uma necessidade, mas Dino e seus aliados não querem admitir a culpa pelo aberto nos números e decidiu, do nada, culpar o que será ainda um futuro governo. Pelos dados governistas, as pastas deverão reduzir em até 30% os gastos com pessoal, aluguel de carros e estrutura.

A medida, dentro dos parâmetros de gestão, não está errada. Falso mesmo é o argumento de Dino e seus auxiliares de que funcionará como medidas de prevenção a uma crise nacional que terá continuidade com Bolsonaro.

Ou seja, puro exercício de futurologia do governador. Ele até pode pensar assim devido à postura de militante e não de gestor, como governador do Maranhão. Mas, na prática, não tem elementos para confirmar o cenário apocalíptico que tenta apresentar à opinião pública.

Se o quadro é de crise, não há outro culpado além do próprio Dino, que em quatro anos à frente do Maranhão, contraiu mais de R$ 1 bilhão em empréstimos, aumentou o número de pessoas sem empregos e abaixo da linha da pobreza e inchou a máquina pública.

Dino está correto em cortar gastos, até mesmo porque ele precisa. Caso contrário, terá de adiar pagamento de servidores.

O fato é que ele se esquiva da realidade ao dizer a origem do problema. Não é a crise nacional que determina o cenário incerto de 2019 e, muito menos, o próximo governo federal. O motivo para o cenário ruim tem gênesis na própria gestão comunista.

Estado Maior

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