Idosa de 106 anos é morta a pauladas no Maranhão

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A idosa Antônia Conceição da Silva, de 106 anos, foi assassinada a pauladas na madrugada desse sábado (17) dentro da sua casa, no município de Feira Nova do Maranhão, a 803 km de São Luís. De acordo com a Polícia Civil, a principal suspeita é de latrocínio (roubo seguido de morte).

Segundo a polícia, a idosa estava sozinha em casa quando um homem, não identificado, entrou por um buraco feito no telhado para assaltar a residência. O neto da vítima, que morava com ela, havia ido para uma festa e, quando retornou, encontrou a avó morta. Ao fugir, o criminoso deixou pegadas na parede da casa.

Ainda segundo a polícia, ao ser encontrado, o corpo da idosa estava com sinais de estrangulamento e espancamento. Três pessoas já foram ouvidas pela polícia e a principal linha de investigação é latrocínio, já que foram levados R$ 30 reais que estavam com a vítima.

Por meio de nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-MA) informou que a Polícia Civil Regional do município de Balsas já está investigando o crime e o caso será conduzido pela Delegacia Municipal de Riachão.

A idosa era uma das moradoras mais antigas do município de Feira Nova do Maranhão, que tem pouco mais de oito mil habitantes e havia completado 106 anos no mês passado. O crime revoltou moradores da cidade e a família da vítima, que ainda está abalada com o caso.

Nota da SSP

“A Polícia Civil do Maranhão informa que o crime contra Antônia Conceição da Silva, de 106 anos, ocorreu na madrugada deste sábado (17), dentro da casa da idosa, em Feira Nova do Maranhão.

A Polícia Civil da Regional de Balsas, em parceria com a Polícia Militar de Feira Nova do Maranhão está realizando as oitivas para elucidar o fato. A princípio, a suspeita é de latrocínio.

As investigações devem ser conduzidas pela Delegacia Municipal de Riachão, onde o inquérito tramitará neste primeiro momento.”

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Ferirnha São Luís destaca combate ao feminicídio

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As atividades da II Semana Maranhense de Combate ao Feminicídio, tiveram continuidade neste  domingo (18), durante a 74ª edição do programa Feirinha São Luís, com premiação dos alunos vencedores do concurso de talentos com o tema ‘Feminicídio e música’ com animação da Banda Filtro de Barro, além de ação educativa.

As ações realizadas pela Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Governo (Semgov), via Coordenadoria Municipal da Mulher, integram a política de assistência à mulher da gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior. A ação tem como parceiros o Governo do Estado e instituições de apoio à mulher e da sociedade civil. Objetivo é promover a reflexão sobre o feminicídio visando à prevenção desse crime.

“Embora tenhamos desenvolvido políticas estruturantes de enfrentamento às violências de gênero e garantia de direitos, devido à complexidade do fenômeno, é necessário cada vez mais pensar em estratégias diversas para alcançar a sociedade. Nessa perspectiva, o trabalho com as escolas e ambientes de grande público como a Feirinha é fundamental para a prevenção e formação de uma sociedade menos violenta”, frisou Vânia Albuquerque, coordenadora municipal da Mulher.

A ação tem o envolvimento do Departamento de Feminicídio, da Secretaria de Segurança Pública, Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (DEAM), Casa da Mulher Brasileira, Delegacias de Atendimento e Enfrentamento à Violência contra a Mulher (Codevim) e secretarias municipais de Saúde e de Educação, entre outros.

“Precisamos sempre marcar esses momentos para visibilizar para a população maranhense como é importante a responsabilidade pela transformação da cultura que ensina injustamente que homens e mulheres devem ter acessos diferentes, que reforça desigualdades, que estimula a falta de respeito nos relacionamentos, é importante que isso seja compartilhado pela população sabendo que é responsabilidade de todos e todas”, afirmou a delegada coordenadora das Delegacias da Mulher, Kazumi Tanaka.

As ações da semana iniciariam no dia Municipal de Combate e Visibilização do Feminicídio em São Luís, promovido dia 13 de novembro, data em que também é comemorado o Dia Estadual de Combate ao Feminicídio. Haverá ainda ações no Espaço Mulher, montado na 12ª Feira do Livro de São Luís (FeliS), no Multicenter Sebrae, que até dia 25 de novembro promove palestras, exposição de vídeos, roda de conversas e debates sobre o problema.

Foto: Renato Carvalho

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Beach soccer: Parnarama vence etapa de Caxias

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Com uma campanha perfeita, a Seleção de Parnarama conquistou, neste domingo (18), o título da terceira etapa do Campeonato Maranhense de Beach Soccer de Seleções 2018, competição promovida pela Federação Maranhense de Beach Soccer (FMBS) com o patrocínio do governo do Estado e da Cerveja Glacial por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Na decisão, realizada na Arena Balneário Veneza, em Caxias, os parnaramenses levaram a melhor sobre Matões nos pênaltis, após empate por 3 a 3 no tempo normal.

Favorita à conquista desta etapa, Parnarama comprovou o favoritismo dentro de quadra com uma campanha de 100% de aproveitamento. Os parnaramenses venceram todas as quatro partidas que realizaram durante essa semana.

Para chegar à decisão, Parnarama estreou com vitória sobre Matões – adversário da final – por 5 a 3. Na rodada seguinte, passou por São João do Sóter por 6 a 5 e se classificou para as semifinais. Contra Caxias, os parnaramenses jogaram muito e eliminaram os donos da casa: 2 a 1.

Com o título da etapa da Região dos Cocais, Parnarama se classificou para a fase final do Campeonato Maranhense, que ocorrerá em janeiro de 2018, em São Luís. Apesar do vice-campeonato, Matões também está garantida na próxima fase do Estadual.

Além destas duas seleções, outras quatro equipes já estavam garantidas na fase final: São Luís (campeão da etapa da Grande Ilha), Paço do Lumiar (vice da etapa da Grande Ilha), Pinheiro (campeão da etapa da Baixada) e Santa Helena (vice da etapa da Baixada).

No site da FMBS (www.beachsoccerma.com.br) e em suas redes sociais oficiais (@beachsoccerma), estão disponíveis todas as informações da competição estadual. O Campeonato Maranhense de Beach Soccer de Seleções Municipais é uma realização da Federação Maranhense de Beach Soccer (FMBS) e conta com o patrocínio do governo do Estado e da Cerveja Glacial por meio da Lei de Incentivo ao Esporte.

Foto: Divulgação

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A gangorra da gastança

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Por José Sarney

O Brasil tem uma tradição de ter sempre o orçamento dos gastos públicos como uma obra de ficção.

É sempre um sonho, uma aspiração que se renova a cada ano, quando o Congresso vota a Lei de Diretrizes Orçamentárias e a Lei Orçamentária, fixando receita e despesa. Já se sabe que não vão ser cumpridas. E do mesmo modo vêm a cada ano os decretos de contingenciamento orçamentário: corte linear nas despesas que oscila entre 10, 20% — ou o número que vier na cabeça do Ministério do Planejamento. Outra ficção, também não são cumpridos.

Quando ocupei a Presidência da República o Brasil ainda tinha a mania de burlar o verdadeiro orçamento tendo três orçamentos: o Orçamento Fiscal, o Orçamento das Estatais e o Orçamento Monetário. Para complicar tudo isso, em que nunca se sabia o verdadeiro orçamento, tínhamos a conta de movimento no Banco do Brasil, onde o governo podia sacar sem fundo nem limites. Aventurei-me e fiz a grande reforma, acabando com a conta de movimento e, ao mesmo tempo, criando a Secretaria do Tesouro e o SIAFI — que deu transparência às contas públicas e com que se pode saber o que havia na caixa preta orçamentária. Até hoje, o Brasil exporta tecnologia sobre transparência orçamentária. Não tinha sido possível fazer até então porque nenhum presidente queria abdicar do poder de gastar a vontade, sem controle; mas eu tive a coragem e a visão da necessidade de modernizar e fazer. E fiz. O rombo apareceu e o FMI não teve mais necessidade de mandar vir aqui, para vergonha nossa, aquelas comissões que ocupavam salas do Palácio do Planalto, auditando as contas brasileiras, porque não se sabia onde estava o verdadeiro orçamento.

Endividar o Brasil faz parte sua existência. Quando Dom João VI voltou a Portugal, raspou os cofres públicos, e no reconhecimento da Independência assumimos suas dívidas de 3 milhões de libras (o equivalente a 12 bilhões de libras atuais) com a Inglaterra.

O problema fiscal continuou na República. O primeiro colapso, que mostrou a falência do país, foi quando Campos Sales negociou a dívida, com suas consequências duras sobre a vida das pessoas e das empresas. Rodrigues Alves promoveu a austeridade fiscal, mas logo retomamos a gastança.

Um orçamento sem déficit é um sonho antigo, embora até hoje se conteste isso e muitos defendam que é um engessamento que não permite crescimento.

Na contramão do que ocorre no governo federal e em grande parte do Brasil, desde o Governo Paulo Ramos o Maranhão é um estado que manteve suas contas públicas organizadas. Nunca mais houve atraso no pagamento do funcionalismo, para citar o menos: no tempo de Governador Luís Domingues se chegou ao auge, e ele recebeu uma carta célebre, até hoje peça clássica de ironia, pedindo que pagassem ao autor — funcionário público —, pois, com seis meses de salário atrasado, era obrigado a se sonhar fazendo coisas escabrosas com as damas mais respeitáveis da sociedade.

Já disse aqui que Roseana tinha verdadeira obsessão com a Responsabilidade Fiscal e o Estado era o 2º mais equilibrado do Brasil, pagando em dia funcionários e fornecedores.

Vejo agora que o Maranhão foi rebaixado no índice de capacidade de pagamento (sua relação entre despesa e receita, a Poupança Corrente, passou do limite de 95%) e não pode mais tomar empréstimos; já está com parte do funcionalismo atrasado, juntou-se aos outros estados do Brasil na crise da previdência (com R$ 1 bilhão de déficit previdenciário no ano passado) e teve o seu Fundo de Aposentadoria raspado, com os saques do governo para atender ao caixa geral.

Vamos voltar à tradição do Maranhão: finanças equilibradas, aposentados e funcionalismo em dia, fornecedores recebendo suas dívidas. Fora daí é o caos. A salvação é a Responsabilidade Fiscal, um avanço para um país progredir e o povo viver com inflação baixa. Só gastar o que arrecada!

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Maranhão tem 2º pior investimento em saúde

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Dados do Conselho Federal de Medicina revelaram que o Maranhão tem 2º pior investimento em saúde do Brasil. De acordo com o estudo, o estado gasta na saúde, por dia, pouco mais de R$ 2 por pessoa.

De acordo com o levantamento divulgado nesta semana, o estado gastou durante todo o ano de 2017 apenas R$ 750, 45 por pessoa, o que dá R$ 2,05 por dia. Desses R$ 750, R$ 203,54 vem do Sistema Único de Saúde (SUS). O governo do Estado e a prefeituras arcam com o restante. No Brasil, em média, as despesas com a saúde de cada pessoa custam R$ 1.271 por ano, o que equivale a R$ 3,48 por dia. No ranking do Conselho Federal de Medicina, o Maranhão perde apenas para o estado do Pará.

O presidente do Conselho Regional de Medicina no Maranhão, Abdon Murad, diz que é preciso investir na qualidade da saúde, pois caso contrário a população deixará de receber os serviços que são essenciais para o seu bem-estar. “O Maranhão é muito grande e esse dinheiro para gastar com uma pessoa por ano é extremamente insignificante perto dos gastos. Se falta dinheiro falta quase tudo porque o medicamento começa a faltar, a reposição de materiais cirúrgicos começa a faltar. A compra de fios para a cirurgia começa a faltar. Começa atrasar pagamento de oxigênio, começa atrasar médicos, enfermeira, técnicos. É um caos que vai se implantando”.

Para completar o quadro grave, quase 1000 médicos estão com os salários atrasados no Maranhão. Receberam até o mês de agosto e agora aguardam o cumprimento de um cronograma de pagamento.

Em outubro, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) determinou a redução de 10% do teto de despesas com a prestação de serviços de sete especialidades médicas, incluindo cirurgia geral e pediatria. Isso porque o repasse do SUS por pessoa estaria sendo ainda menor: de R$ 154,98. A Portaria diminuiu ainda a verba destinada ao pagamento dos plantões e está sendo discutida.

Mas a realidade mostra que, muitas vezes, a conta “barata” desse “plano de saúde” chamado SUS sai cara para quem depende dos hospitais públicos, postos de Saúde ou Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). O sociólogo Tadeu Teixeira pontua que além dos problemas relacionados a falta de infraestrutura dentro dos hospitais, a saúde no Maranhão é precária no que diz respeito às minorias como as comunidades quilombolas e indígenas, por exemplo.

“Somos sete milhões de maranhenses e dentro do nosso estado nós temos inúmeras comunidades quilombolas, inúmeras comunidades indígenas, distritos sanitários indígenas que precisam de um atendimento específico, precisam de um atendimento de uma saúde específica para atender essa população. Além da ausência ainda dentro do Estado de uma infraestrutura de saúde capaz de atender a todos os maranhenses”, finalizou o sociólogo Tadeu Teixeira.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) não comentou sobre o que diz a pesquisa sobre os valores gastos com saúde por pessoa no Maranhão, mas questionou o levantamento do Conselho Federal de Medicina dizendo que o estudo não avalia qualitativamente os gastos empregados com serviços em saúde. A Secretaria disse que tem investido na expansão da rede com a implantação de hospitais em várias cidades. Sobre o pagamento dos médicos, disse que o referente ao mês de setembro já começou a ser pago, conforme calendário. Disse também que não houve redução dos valores pagos para plantões médicos, e sim o estabelecimento de parâmetros par o teto do valor pago às empresas médicas. Por fim, a Secretaria ressaltou que o Brasil vive uma grande crise econômica, mas que o Estado faz a sua parte, repassando de 115 a 120 milhões de reais para a Rede.

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Mais Médicos…Vamos conversar?

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Por Gatão Vieira

Sinto-me derrotado

Ministro do governo Dilma, participei de algumas reuniões onde o programa “Mais Médicos” era formulado, tomava corpo. Nunca perdi a oportunidade de falar como era difícil fazer política pública, principalmente saúde e educação, num estado ainda dominado pela pobreza extrema… Onde tudo exige um volume muito grande de recursos e dedicação total dos seus agentes.

Lembrava, aos outros ministros, minha própria experiência como político nos municípios mais pobres do Maranhão. Na total precariedade da oferta de uma saúde mínima, onde o hospital municipal tivesse, pelo menos, um aparelho de raios-X, uma incubadora, uma mesa de parto…

O médico, sempre apressado, com muitos plantões, atendia como podia, com o tempo que dispunha… O paciente ficava em segundo plano. Eu defendia o projeto, lutava pela sua viabilização porque sabia o quanto é importante o paciente conhecer o médico, ser por ele examinado, considerado.

Quando tomou a decisão de implantar o programa Mais Médicos, Dilma enfrentou a resistência barulhenta, inútil e agressiva de entidades sindicais do setor. As reclamações foram muitas, entre elas a de que os cubanos estariam tirando o lugar dos médicos brasileiros, os mesmo médicos que nunca haviam demonstrado interesse de trabalhar nos lugares ocupados pelos estrangeiros.

Você quer ir? Não! Agora, um estrangeiro ir no meu ligar é uma sacanagem! Aqui no Maranhão, onde a presença de médicos generalistas, de família, para morar nos povoados, seria um ganho, a Secretaria de Saúde, e o Conselho Regional de Medicina também torceram o nariz.

Diante das hostilidades, a presidente Dilma pediu a mim que, como maranhense, recebesse os médicos, os acompanhassem na sua ida para os municípios onde iriam trabalhar. Agora, o governo de Cuba cancela a participação de seus médicos no programa. Retaliou antes de ser retaliado, se precipitou.

O Maranhão pode agora perder mais de 450 médicos. Mas e agora? Como ficam os pacientes que eram atendidos pelos cubanos? Quem vai substituí-los?

Formar um médico no Brasil é um alto investimento, um enorme sacrifício para as famílias, que não concordam com a ida dos seus, para lugares distantes, sem possibilidade de uma visibilidade maior, de uma residência médica mais adequada, de um salário melhor.

Vai começar o maior papo furado, de Revalida diplomas, do reconhecimento do diploma de quem estuda no exterior… Um caminho burocrático longo e caro. Como resolver? Do jeito que for possível! ideias não faltam…

Pelo que aprendi ao longo da vida, no Brasil pobre nunca foi prioridade, infelizmente. Aqui, os bons médicos que moram nos municípios, vão continuar se elegendo prefeitos, com o reconhecimento da população e tudo vai continuar como era. Se tivesse na Câmara ia dar a maior canseira no Bolsonaro por conta deste assunto…

*Gastão Vieira é ex-ministro de Turismo do governo Dilma Rousseff e ex-deputado-federal

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Feira do Livro: mais um acerto de Edivaldo

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A gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT) deu início nesta sexta-feira (16) a 12ª Feira do Livro de São Luís (FeliS), o maior evento literário do Maranhão. A 6ª edição sob administração do pedetista acontece até o dia 25 deste mês, das 10h às 22h, no Multicenter Sebrae (Cohafuma), com programação gratuita e para todos os públicos.

Com sucessivas edições de sucesso desde que assumiu a Prefeitura de São Luís, Edivaldo comprova que mesmo em meio a uma crise nacional tem conseguido fazer investimentos em todas as áreas que a cidade precisa, inclusive em ações diretas de estímulo ao conhecimento, incentivo à leitura e aproximação da cultura local.

A Feira do Livro vem crescendo a cada ano e já faz parte do calendário de São Luís, sendo aguardada ansiosamente por todos os setores da população, que encontram no local um espaço democrático, com atividades gratuitas e para todos os públicos, reunindo escritores nacionais e locais, lançamentos de livros, palestras, rodas de conversa, seminários, sessões de cinema, oficinas e minicursos, intervenções artísticas, contações de histórias, shows, visita de escritores a escolas da rede pública, entre outras ações.

É mais um acerto do prefeito Edivaldo, que a cada edição reinventa a Feira do Livro. Este ano uma das novidades é local, o Multicenter Sebrae, no bairro Cohafuma, que deixou o evento mais amplo (11.500m²), com espaço para realização de mais atividades e trazendo mais conforto aos 150 mil visitantes que são esperados nesta edição.

A Feira do Livro de São Luís é realizada pela Prefeitura de São Luís e conta ainda com a parceira do Sebrae, Sesc, Vale, Gasmar, Governo do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Universidade Estadual do Maranhão (Uema), Associação dos Livreiros do Maranhão (Alem) e Potiguar.

Foto: Maurício Alexandre

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