Sampaio estreia com vitória fora na Série C

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O Sampaio venceu o Confiança, por 2 a 0, no Estádio Batistão, em Aracaju, na estreia do Campeonato Brasileiro Série C.

O Sampaio abriu o placar aos 38 minutos do primeiro tempo com Salatiel Júnior e fez o segundo com Cleitinho, aos 66 minutos do segundo tempo.

Com o resultado, o Sampaio tem 3 pontos ganhos e lidera o grupo A ao lado de Imperatriz e ABC que também estrearam com vitória.

O próximo adversário do Sampaio será o Botafogo-PB, no sábado (4), às 17h, o Estádio Castelão.

Resultados da Série C

Imperatriz-MA 2 x 0 Globo-RN
Confiança-SE 0 x 2 Sampaio-MA
ABC-RN 2 x 0 Náutico-PE
Botafogo-PB 1 x 1 Ferroviário-CE
Remo-PA 1 x 0 Boa Esporte-MG
Ypiranga-RS 0 x 1 Paysandu-PA
Volta Redonda 3 x 0 Atlético-AC
Tombense-MG 1 x 1 São José-RS
Luverdense-MT 0 x 0 Juventude-RS

Próximos jogos

29/04 – Segunda-feira
20h – Santa Cruz-PE x Treze-PB

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Pedro Lucas visita médio Sertão maranhense

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O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (PTB-MA) participou, no fim de semana, de vistoria técnica na novo IFMA de Colinas.

O parlamentar destacou a importância da obra no desenvilvimento da região do médio Sertão maranhense.

“Começamos o dia de ontem no município de Colinas (MA), para uma visita técnica nas obras do novo Instituto Federal de Educação, que deve ser inaugurado ainda neste ano. Fomos recebidos com muito carinho por várias autoridades, entre elas: o reitor do campus Roberto Brandão; a prefeita de Colinas, Valmira Miranda; o prefeito de Passagem Franca, Marlon Torres; o prefeito de Buriti Bravo, Cid Costa; além dos ex-prefeitos: Marcony de Sucupira do Norte, Gordinho e Reinaldo Sousa de Passagem Franca e vereadores da região do médio sertão maranhense, entre ele amiga Célia da cidade de Paraibano. Estamos muito felizes em saber que teremos no nosso Estado mais um polo de formação e desenvolvimento, e estamos à disposição para lutar para que o nosso povo tenha cada vez mais acesso ao ensino técnico de qualidade”, destacou.

Neste domingo, Pedro Lucas esteve em Pedreiras, onde participou de inauguraçòes de sete Unidades Básicas de Saúde e destacou benefícios que tem destinado ao município.

“Participei das inagurações das reformas de 7 UBS no munícipio de Pedreiras, fruto de emenda do deputado Pedro Fernandes. Na oportunidade fizemos um balanço dos recursos que já destinamos: um ônibus escolar, uma ambulância, um poço para o povoado Barriguda do Insono”, disse.

Foto: Divulgação

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Sampaio bate o Blumenau na Liga de Basquete

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Em duelo direto pela segunda posição da LBF Caixa 2019, o Sampaio Basquete se deu bem e venceu Blumenau na manhã deste domingo (28) por 71 a 54, no ginásio Costa Rodrigues, em São Luís (MA). Agora o tubarão tem 6 vitórias em 7 jogos e 85,7% de aproveitamento na tabela.

Tati Pacheco comandou o triunfo com 20 pontos e quatro bolas de três. A pivô Maria Carolina teve pontuação discreta (10 pontos), mas foi mais eficiente na vitória (17) com 8 rebotes, 71,4% de aproveitamento e nenhum erro em 21 minutos na quadra, terminando como a MVP do jogo pela primeira vez na temporada.

A Bolívia querida contou com a reestreia de duas jogadoras. A armadora Tainá Paixão, que voltou de Portugal, entrou como titular e teve 5 pontos e 4 rebotes em 32 minutos. Já a pivô Leticia, que retorna de gravidez, atuou por apenas 2:45 minutos, pegando um rebote.

O jogo – A partida começou com o equilíbrio esperado entre os dois elencos. Ainda no primeiro período, quando o placar apontava 9 a 8 para o time da casa, o jogo foi paralisado por cerca de 20 minutos por conta da forte chuva que caía sobre a capital maranhense.

A parada acabou sendo fundamental para o Sampaio abrir distância no marcador, com Tati Pacheco inspirada da linha dos três (3/3), para fazer 24×15 na primeira parcial. No segundo período, as equipes caíram de produção, mas o tubarão continuou melhor e ampliou a vantagem para 13 no intervalo.

A situação foi a mesma no terceiro quarto. Blumenau sentiu o cansaço após o jogo contra a Uninassau e não teve forças para alcançar de novo o Sampaio, que venceu a parcial 21×18 e administrou no quarto período com outra vitória parcial de 11×10.

“Essa vitória de hoje foi extremamente importante pra nossa sequência do campeonato. Teremos agora três jogos contra possíveis adversários diretos lá na frente. Viemos de uma derrota e um jogo ruim, então essa vitória nos dá mais confiança pra continuação”, disse a cestinha do jogo Tati Pacheco.

Próximos jogos: O Sampaio tem dois compromissos no próximo final de semana: recebe o SESI Araraquara na sexta-feira (3/5), às 20h30 e faz no domingo (5/5), às 17h, a reedição da final de 2018, contra o Vera Cruz Campinas, no duelo entre as melhores equipes também desta temporada.

Já  Blumenau vai abrir o returno no dia 11 de maio, às 19h, contra o SESI Araraquara, no ginásio Galegão, na cidade catarinense.

O Sampaio Basquete tem o apoio da Cemar e Governo do Maranhão por meio da Lei de Incentivo ao Esporte.

Foto: Matheus Marques

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Precisamos falar sobre o Centro Histórico

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Por Adriano Sarney

A área que abriga os bairros da Praia Grande, Desterro e Ribeirão, além das praças Benedito Leite e João Lisboa e o acervo arquitetônico e paisagístico da Praça Gonçalves Dias comporta 1.369 edificações. Ela é conhecida como Centro Histórico.  Após anos de domínio absoluto do poder público nos rumos da área, o que vemos é uma situação deplorável de estagnação que, aos poucos, vai dilapidando um de nossos maiores tesouros. Neste artigo pretendo falar mais da situação e dar minha contribuição para o debate.

Seja pela omissão vergonhosa da Prefeitura de São Luís, também pelas ações paliativas e repetitivas do Governo do Estado ou pela mão-de-ferro do Governo Federal, aqui representado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que transformou o Centro Histórico em uma fortaleza de burocracia: o maior responsável pela degradação do Centro Histórico é o Poder Público.

A burocracia, lentidão e falta de tino para soluções de vanguarda por parte das autoridades está destruindo os casarões e amarrando o desenvolvimento do lugar. Dados do próprio Iphan mostram que cerca de 100 casarões, quase 10% do total, correm risco iminente de desabamento, fora os que já se foram. É evidente que são necessárias reformas, mas o poder público não as permite!

Apesar da situação emergencial, qualquer obra deve ser enviada previamente ao Instituto. Vencida essa etapa, são mais 5 dias para iniciar o processo de análise. Depois de iniciado, serão mais 45 dias para a avaliação que podem ser paralisados sempre que o Iphan exigir mais documentos ou explicações. Caso o proprietário não tenha recursos para salvar o imóvel, deve entrar na Justiça para que o Poder Público possa ajudá-lo.

Como um lugar acorrentado a um sistema burocrático tão hostil pode sobreviver?

Enquanto outros lugares pelo mundo tentam transformar os centros históricos em locais revigorados economicamente, centros de gastronomia, opções de lazer e cultura, lugares que consigam servir como ponto de convergência para o glamour do passado e a tecnologia do presente, aqui no Maranhão nós fazemos a opção pelo nada.

Não é necessário buscar muito longe, bons exemplos de resgate da memória coletiva sobre patrimônio e como elas bem convivem com a inserção de novos modelos de negócios. Um exemplo é o Porto Digital, situado no centro histórico do Recife (PE). O patrimônio arquitetônico do Bairro do Recife sedia os principais polos de tecnologias e ambientes de inovação no país, considerado como principal representante da nova economia de Pernambuco.

Da forma atual, o Centro Histórico se tornou um mictório e um refúgio de desocupados que infernizam aqueles que tentam frequentar o local. Isso precisa mudar e só vai mudar com uma alteração na legislação e na postura das autoridades. No lugar de leis que impedem a reforma, devemos aprovar uma legislação que mantenha características, mas que possibilite a modernização. Vencida a burocracia, é necessário atrair os empreendedores, não apenas fazendo a ponte entre eles e proprietários, mas facilitando a negociação. Seja com incentivos fiscais ou criação de linhas de crédito.

Essas são medidas que irão garantir a preservação e modernização do lugar, bem como a geração de emprego e renda.

*Adriano Sarney é deputado estadual, economista com pós-graduação pela Université Paris (Sorbonne, França) e em Gestão pela Universidade Harvard.

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Gestão de Edivaldo recebe prêmio de Literatura

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Projeto de contação de histórias ganha Prêmio Baobá de Literatura, neste fim de semana, em São Paulo. Criado na gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior, o projeto foi tema da edição deste domingo (28) de artigo do gestor municipal, publicado no Jornal Pequeno. O reconhecimento nacional é fruto do trabalho realizado por professoras da rede, que se dedicam a incentivar a leitura aos alunos. O prefeito Edivaldo pontuou, ainda, outras iniciativas que visam contribuir com o desenvolvimento cidadão das crianças.

“Com o trabalho das contadoras e de tantos outros educadores comprometidos com o ensino de São Luís, estamos formando uma geração de crianças que apreciam a leitura. É um trabalho fundamental para o desenvolvimento infantil, tanto educacional como também emocional, social e cognitivo, contribuindo para a descoberta de novas habilidades, aumento do vocabulário, da imaginação e da criatividade. A mim, como gestor, aos professores e aos pais e responsáveis pelas crianças cabe influenciar de maneira positiva nesse processo de formação de cidadãos”, ressaltou o gestor municipal.

A ação premiada tem a proposta de incentivar a leitura – com a atuação de professoras especializadas em literatura infantil -, de resgatar e valorizar os autores maranhenses e de promover a cultura local. Um dos diferenciais do trabalho é de apresentar esse universo dos livros por meio da contação de histórias, que estimula o lúdico das crianças. O projeto é ainda mais fascinante por ter uma integrante deficiente auditiva, que faz a contação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), mais uma das nossas ações de educação inclusiva. Toda a iniciativa percorre as escolas da nossa rede e, por onde passa, leva encantamento e mostra um novo horizonte para os estudantes.

Ao longo do artigo, outras ações, iniciativas da Prefeitura de São Luís, foram também citadas como destaques por fomentar o gosto pela leitura, como a implantação das minibibliotecas, dos cantinhos da leitura e do programa Biblioteca Móvel (Giroteca com acervos físico e on-line), além da Feira do Livro, maior evento literário do Maranhão, realizado anualmente pela Prefeitura de São Luís, e que mobiliza milhares de pessoas de todas as idades.

“Esse conhecimento que é adquirido também por meio da leitura é o maior legado que se pode deixar para a vida das nossas crianças, pois é o que vai acompanhá-las para o resto de suas vidas. Por isso, agradeço pela dedicação e sensibilidade da Sinara, Rosângela, Raíssa, Luciane e de todos os educadores da rede municipal de ensino de São Luís que nos ajudam a transformar os rumos da história de milhares de meninos e meninas todos os dias, abrindo portas para novas experiências, aventuras, imaginação, criatividade e, sem dúvida, um futuro melhor e menos desigual”, finalizou o prefeito Edivaldo.

Foto: Divulgação

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Não sou mais Excelência

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Por José Sarney

Afinal eu nunca gostei de ser tratado como “excelência”. O Regimento do Senado determinava que os funcionários tratassem assim os senadores. Quando ali cheguei, em 1971, o ascensorista me cumprimentou: “Excelência Senador Sarney”. Disse-lhe: “Meu filho, não precisa do excelência”. Mas, no tempo do DASP – Departamento Administrativo do Serviço Público, havia uma regra que dizia como deviam ser tratados os chefes. Vinham de senhor a ilustríssimo, a excelentíssimo, etc. e tal. Era sempre uma pegadinha nos concursos a preparação de um expediente a uma autoridade, com o desafio para o concursando de acertar a fórmula de tratamento.

O Presidente Bolsonaro resolveu acabar com isso. Agora todos são SENHOR. Acho bom. Sempre me perguntam como quero ser tratado. Se Governador, Deputado, Senador ou Presidente. Sempre digo que, quando estudei, o Eduardo Carlos Pereira, autor da gramática em que estudei, ensinava que as pessoas deviam ser tratadas pelo título maior que tivessem. Assim, meu interlocutor dizia: “Presidente.” Eu respondia que gramaticalmente estava certo, mas como que eu gosto mesmo de ser tratado é de “Sarney”, filho da Dona Kiola.

Sempre foi uma coisa difícil o modo de tratar as pessoas. Aqui no Maranhão, por exemplo, um dos maiores brasileiros, o negro Cosme, que fundou o maior quilombo do Brasil — e a primeira medida que tomou foi mandar construir uma escola para as crianças —, gostava de ser chamado de “Imperador das Liberdades Bentivis”. Bentivis era o apelido dos membros do Partido Liberal.

Na Revolução Mexicana, iniciada por Madero, continuada por Pancho Villa, Orozco, Zapata, o primeiro decreto foi muito prático e aliviou grandemente o país. É que as solenidades públicas duravam sempre várias horas. Começavam com as nominatas — e haja nomes a citar, títulos a dar às pessoas, “ilustre”, “grande amigo”, “excelentíssimo”, “ilustríssimo”, “generalíssimo” e por aí iam. Madero proibiu que qualquer solenidade durasse mais de uma hora e que das nominatas constasse o tratamento das pessoas, todos saudados como “ciudadanos”. Naturalmente um plágio da Revolução Francesa, que determinou o tratamento geral de “citoyens”. A Revolução Russa firmou o tratamento socialista de “camaradas”, aliás também usado pelos nazistas e franquistas (sem esquerdismo). Os cubanos lançaram o “compañero”.

Quando George Washington foi eleito presidente dos Estados Unidos, seu vice, John Adams, propôs que fosse tratado de “His Highness, the President of the United States and Protector of the Rights of the Same” (Sua Alteza, o Presidente dos Estados Unidos e Protetor dos Direitos dos Mesmos). Benjamin Franklin foi singelo: “Loucura absoluta.” Já Thomas Jefferson achou que era “a coisa mais superlativamente ridícula que jamais ouvi.” Afinal o Congresso ficou ao tratamento de “Mr. President”.

E agora, à moda brasileira, sem revoluções, o Bolsonaro resolveu nossa situação: eu perdi Excelência, mas todos ganharam: agora sou Senhor, Zé do Sarney e de Dona Kiola. Só falta limitar as solenidades a UMA HORA.

*Coluna do Sarney

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