A culpa é de quem?

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O governador Flávio Dino ainda não se manifestou sobre o resultado do PIB do Maranhão em 2016. Segundo o IBGE, houve queda de 5,6%, a segunda seguida – em 2015 já havia caído 4,1%.

Conhecendo o perfil do comunista, no entanto, é possível imaginar o que ele dirá sobre o assunto.

Deve apontar como culpados o governo anterior, a conjuntura nacional, o governo Temer, a guerra fiscal entre Estados Unidos e China…

Podem ser vários os “culpados”, no modo Dino de ver as coisas. Mas nunca será culpa do inchaço da folha de pagamento, dos aumentos de impostos, da pressão sobre empresários, que foram obrigados a fechar as portas. Não pode ser culpa, também, dos gastos com asfalto de qualidade duvidosa às vésperas de eleições – em alguns casos bancados com recursos que deveriam ser usados para pagar aposentados.

Nada disso. A culpa não é da gestão que comanda o Palácio dos Leões. Porque, para o comunismo maranhense, a culpa nunca é do seu governo.

Estado Maior

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Como Flávio Dino trata a Oposição

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A bancada de oposição do Maranhão deu um exemplo de democracia, quando, afirmou a O Estado que lutaria junto a Jair Bolsonaro para que o Maranhão não fosse prejudicado pela campanha virulenta com que o governador Flávio Dino agrediu o presidente eleito. Sua falta de decoro nos comícios que fazia, nos quais comandava e exercia o papel de apresentador de auditório, orquestrando o coro de “Fora, Bolsonaro” e o atingindo com palavras de ódio, não deve se voltar contra o estado.

Fique claro que os recursos que a bancada vai pedir para o Maranhão devem ser fiscalizados e ter sua aplicação acompanhada, a fim de evitar uso político ou favorecimento de aliados do governo, em detrimento daqueles que não dizem amém aos Leões.

O presidente Bolsonaro deve exigir, na aplicação de verbas mandadas para o estado, lisura em sua destinação e que o governador deixe de tratar a oposição de maneira diferente de como tem sido tratado pelo governo federal.

Para muitos que sentiram o peso da foice comunista, apesar de criticar a ditadura, Dino age como ditador. Para os amigos, afagos, verbas e obras. Aos opositores, ataques e punhos cerrados.

O presidente eleito Jair Bolsonaro deve estar atento e vigilante. E a bancada de oposição, não deixe de fiscalizar e denunciar quando houver uso unilateral dos recursos federais. O Maranhão, certamente, agradecerá.

Juvenil

A postura de estudante juvenil de Flávio Dino tem deixado aberto o espaço para novas lideranças da oposição que têm relações com o presidente eleito Jair Bolsonaro.

Na verdade, tem deixado espaço aberto para seus opositores, que olham na postura do governador uma oportunidade de mostrar que o comunista não tem preparo político para governar o estado.

E dizem isto porque Dino decidiu atacar o presidente eleito, quando todos os chefes de Executivos estavam parabenizando Bolsonaro pela vitória.

Estado Maior

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Tropeço e autoritarismo

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Segundo analistas, o governador Flávio Dino protagonizou mais um episódio patético em sua tentativa de amordaçar os veículos do Grupo Mirante, impedindo que se questione os malfeitos do seu governo. Desde a chegada até a saída da TV Mirante, onde foi entrevistado, ele fez questão de carregar o clima, com desrespeito a profissionais, agressões gratuitas e gestos deselegantes por onde passou.

Mas nem o autoritarismo de Flávio Dino o livrou do confronto com suas próprias promessas. A maior delas, desmascarada em questionamento do jornalista Sidney Pereira: a de que, ao fim do seu mandato, “nenhuma das cidades maranhenses” estaria “no rol das 100 piores do Brasil”. E as aspas são necessárias para restaurar discurso do próprio Dino, na sacada do Palácio dos Leões, em janeiro de 2015.

Flávio Dino concluirá o mandato em dezembro entregando ao Maranhão mais 312 mil miseráveis gerados em seu governo, segundo dados oficiais do IBGE. O comunista tentou negar que tenha feito tal promessa e ainda a classificou de “absurda”.

Um absurdo que ele mesmo criou, como foi comprovado apenas horas depois de sua entrevista, quando começou a circular o vídeo de seu discurso de posse, exatamente no trecho em que ele faz a promessa fracassada. Talvez já sabendo disso é que Dino deixou a Mirante com incontido mau humor.

Foto: Reprodução/TV Mirante

Estado Maior

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Campanha na TV

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A coligação do governador Flávio Dino (PCdoB) terá 4 minutos e 22 segundos por programa na propaganda eleitoral que começa dia 31. Já Roseana Sarney (MDB) terá 2 minutos e 32 segundos.

O tempo do Horário Eleitoral foi anunciado ontem pelo Tribunal Regional Eleitoral. Roberto Rocha (PSDB) apresentará suas propostas ao longo de 1 minuto e 29 segundos, fechando o grupo dos candidatos com mais de 1 minuto de tempo.

A partir daí, os candidatos terão tempos bem reduzidos em relação aos adversários principais. Odívio Netto (PSOL), por exemplo, terá apenas 24 segundos por programa, seguido de Maura Jorge (PSL), que ficará com 11 segundos, e Ramon Zapata (PSTU) com 9 segundos.

Além do programa eleitoral, os candidatos terão à disposição as inserções diárias, programas de 30 segundos espalhados na programação das emissoras de rádio e de TV. Flávio Dino terá direito a 478 inserções durante toda a campanha; Roseana ficará com 277 e Roberto Rocha com 162.

Divididos pelos 35 dias de campanha, o comunista aparecerá algo em torno de 13 vezes na programação de TV. Roseana aparecerá oito vezes e Roberto Rocha algo em torno de cinco vezes.

Por outro lado, Odívio Netto, Maura Jorge e Ramon Zapata terão aparições reduzidas nas inserções. Para se ter ideia de comparação, Ramon Zapata terá direito a apenas 16 aparições ao longo da campanha na TV e no rádio, o que dá uma inserção a cada dois dias, no mínimo.

O horário eleitoral terá dois programas diários no rádio e na TV, à exceção dos domingos. Já as inserções serão veiculadas diariamente, inclusive aos domingos. A campanha eletrônica começará dia 31 e vai até o dia 4 de outubro.

Estado Maior

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Desagregador

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O senador Roberto Rocha (PSDB), pré-candidato ao governo do Maranhão, mostrou com fatos, em entrevista à Rádio Mirante FM, que o comunista faz o contrário do que a política pede, que é agregar aliados. Rocha se considera mais um dos políticos traídos por Flávio Dino (PCdoB).

Em entrevista ao programa “Jornal da Mira”, o candidato do PSDB pontuou como funciona o comportamento político do governador Flávio Dino. Segundo o senador, o Maranhão nunca teve um governador e, por isso, apresenta números pouco expressivos. Para Rocha, desde 2014, mesmo depois de eleito, o comunista continuou candidato e passou todos os anos de seu mandato de governador nessa condição.

E nessa condição de eterno candidato é que Flávio Dino decidiu afastar e trair aliados que estavam ao seu lado. O tucano falou de Zé Reinaldo Tavares e de Waldir Maranhão. Sobre Tavares, o senador o classificou como o pai político de Flávio Dino, o tirando do nada e o transformando em deputado federal, em 2006. Mesmo sendo criado por Zé Reinaldo, o comunista não teve o menor pudor em desconsiderar quem o ajudou a entrar na vida pública.

Outro traído foi Waldir Maranhão, que, segundo Rocha, virou piada após defender a tese jurídica de Dino no caso do impeachment de Dilma Rousseff.

Mas antes desses dois, o traído foi o próprio Roberto Rocha. Segundo ele, Dino se afastou e o tratou como inimigo político pelo simples fato de vê-lo (isso ainda em 2015) como adversário em 2018.

Sobre a posição de desagregador de Dino, Rocha alfinetou e disse que para homem público, Dino precisa de outro “ingrediente”.

“Para ser homem público, antes de tudo precisa ser homem”, comentou o tucano sobre a posição de traidor de Flávio Dino.

É mais um traído mostrando a face que o governador do Maranhão tem nos bastidores da política.

Estado Maior

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Jogo começa agora

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O jogo eleitoral tem início a partir de hoje, com o início do prazo das convenções partidárias. No entanto, no Maranhão, o clima não deve esquentar tanto na primeira semana desse período. A tendência é de que os bastidores fervam na segunda semana de prazo para as convenções, que vai até o dia 5 de agosto.

As convenções dos partidos que têm candidatos ao governo estadual estão marcadas para acontecer a partir do próximo dia 26, com o PSTU, partido que apenas cumprirá o que determina a Justiça Eleitoral, já que tem sua chapa majoritária consolidada entre os membros da sigla.

Depois vêm PSL, de Maura Jorge, e PCdoB – e outros partidos aliados -, de Flávio Dino. A candidata do PSL precisa de um vice e um candidato ao Senado. Já Dino virou mesmo as costas para as reivindicações do PT e confirmou que dia 28 escreve a ata da convenção com os nomes de Carlos Brandão como vice, Weverton Rocha e Eliziane Gama para o Senado. E o PT? O partido vive ainda em sua eterna incoerência com alas trabalhando somente para a sobrevivência dentro dos espaços dados pelo Poder Executivo a nomes que têm vez e voto na legenda. Talvez seja por isso que o governador não se preocupa com as reclamações dos petistas de terem que apoiar a candidatura de Eliziane Gama. Como já foi dito um dia: “vão ter que engolir” o que Flávio Dino decidiu.

O MDB reúne sua militância, e também de outros partidos aliados, como PV, PRP e PSD, para confirmar a candidatura de Roseana Sarney ao governo e de Edison Lobão e Sarney Filho para o Senado. Falta somente definir quem será o candidato a vice. Os debates estão sendo feitos e os emedebistas terão aí uma semana para chegar a uma conclusão.

O PSOL vem com Odívio Neto para governo do Maranhão, nome que será confirmado dia 2 de agosto. Por lá, assim como ocorre com o PSTU, não há muito debate a ser travado, porque as composições da chapa majoritária já foram definidas faz tempo.

E fechando o período de convenção vêm Roberto Rocha e seu PSDB. Por enquanto, não há partidos que coligarão com os tucanos. Rocha precisa fechar o nome de seu candidato a vice-governador e também definir quem será o segundo candidato ao Senado: se Waldir Maranhão ou se Zé Reinaldo Tavares. Os tucanos terão mais duas semanas para terminar as costuras já iniciadas desde a abertura da janela partidária para troca de partidos.

Depois das convenções, virá o período de pedido de registro de candidaturas e, logo depois, se iniciará a campanha em 15 de agosto. Em menos de um mês, os candidatos começarão a buscar de forma legal o voto de cada eleitor.

Estado maior

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Coerência necessária

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O desembargador Marcelino Chaves Everton, do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) barrou, na semana passada, uma tentativa, no mínimo, estranha do governo Flávio Dino (PCdoB) de realizar uma importante licitação com a participação de apenas um concorrente.

Estava pronto para ser finalizado o certame para a construção de um hospital de urgência e emergência, pelo Executivo estadual, em São Luís. A unidade foi batizada de Hospital da Ilha, pelos comunistas.

Curiosamente, o único concorrente seria um tal Consórcio Hospital da Ilha, codinome da dupla formada pela Construtora Amorim Coutinho – velha conhecida da gestão Dino e dos seus aliados em Caxias – e pela Solufarma do Brasil Engenharia.

Mas o desembargador do TJ não permitiu. Deferiu um mandado de segurança da Planova Planejamento e Construções S.A., e suspendeu a licitação.

Motivos não lhe faltavam mesmo: o tal Consórcio Hospital da Ilha havia sido inicialmente declarado inabilitado, mas entrou na marra, por decisão judicial, proferida pela desembargadora Cleonice Freire, em maio.

Com isso, seria o único licitante e, certamente, teria aprovada sua proposta de pouco mais de R$ 132 milhões para a realização da obra. Por essa razão, Everton mandou suspender o processo. Quer que, antes de sua continuação, o mérito do mandado de segurança que garantiu a Amorim Coutinho na licitação seja analisado.

Estado Maior

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Fazendo água

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Duas manifestações de apoio recebidas na última terça-feira, 12, pela ex-governadora Roseana Sarney (MDB), exibem bem o que é a fragilidade política do grupo do governador Flávio Dino (PCdoB). A emedebista recebeu em sua casa a visita do pastor Pedro Lindoso, uma das mais respeitadas lideranças evangélicas do Maranhão, e a vereadora do PCdoB de Pindaré-Mirim, Caçula Muniz.

As alianças em torno de Roseana mostram que a base dinista vem fazendo água desde o início desta fase de pré-campanha, provando a falta de um projeto comunista consistente para o Maranhão, calçado em escândalos, como o da espionagem da Polícia Militar e o mais recente, a suposta lavagem de dinheiro na campanha de 2014.

Mas Dino também tem suas armas, e as tem usado sem qualquer escrúpulo. A compra de apoios com uso do dinheiro e da máquina pública é a mais evidente, como a de anteontem, quando aliciou o prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio (Avante) a readerir ao seu palanque, mesmo depois de humilhado pelos próprios comunistas, em 2016.

O mais curioso é que Roseana vem angariando esses apoios mesmo “de pijama” e “sem sair de casa”, como provocam os blogs alinhados ao Palácio dos Leões. Se ela, sem sair de casa, consegue atrair até integrantes da base comunista, imagine como será quando ela resolver ir às ruas…

Estado Maior

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Central de fakes

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Useiro e vezeiro na ação de intimidar a imprensa levando à Justiça – como supostos fake news – todas as matérias que julga contra si, o governador Flávio Dino (PCdoB) já dispõe, ele próprio, de uma central de fakes funcionando em plena estrutura comunicacional de seu governo. Mais um ato criminoso nas barbas da Justiça Eleitoral.

É dessa central que saem banners e notícias falsas sobre adversários, que estampam jornais e blogs alinhados ao Palácio dos Leões. Foi de lá, por exemplo, que saíram as diversas notícias falsas sobre a candidatura da ex-governadora Roseana Sarney (MDB). Todas elas registradas oficialmente nos blogs palacianos, mesmo diante das recorrentes assertivas da própria Roseana sobre a campanha.

Esse aparato comunista já foi alvo de representações do PRP e também compõe o arcabouço de denúncias de crimes eleitorais – sucessivos e recorrentes – do governador e dos seus aliados.

Documentos protocolados por diversos partidos apontam o uso da máquina para autopromoção e ataques a adversários, o que, por si só, já geraria exclusão sumária dos autores da campanha eleitoral presente. Mas as fake news continuam sendo usadas abertamente. Pior: com a estratégia dinista de apontar nos outros o que seus aliados costumam fazer corriqueiramente.

O Estado

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Caravana de Roseana desestabilizou

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A passagem da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) por vários municípios do estado em seu primeiro ato oficial de pré-campanha, mexeu com os brios dos comunistas.

A empolgação da militância e o empenho com que alguns dos principais líderes oposicionistas se dispuseram a “mostrar a cara” para defender uma pré-candidatura contra a força do Palácio dos Leões desestabilizaram os governistas.

O resultado foi um festival de ataques sofridos por Roseana e pelos seus companheiros de jornada – notadamente os pré-candidatos ao Senado, Edison Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) – nos últimos dias.

Por meio das redes sociais, um exército de fakes e de servidores do governo passou o fim de semana tentando diminuir a importância das agendas e, pior, criando mentiras sobre os eventos. Até um falso banner anunciando a presença do presidente Michel Temer foi criado e espalhado na Internet. Coisa de criminosos.

E uma demonstração clara de que não se sustentam as pesquisas fabricadas nos porões do Palácio dos Leões – apontando larga vantagem do governador Flávio Dino (PCdoB).

Fotos: Divulgação

Estado Maior

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