SES anula seletivo para diretores de hospitais

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que, em razão de um ataque cibernético sofrido pelo sistema de inscrições, que comprometeu a segurança dos dados, o Processo Seletivo para cargo de diretor administrativo de unidades de saúde da rede estadual foi anulado.

Além da anulação do certame, a SES encaminhou à Polícia Civil todas as informações para instauração do devido Inquérito Policial e demais providências cabíveis para apuração da criminosa tentativa de corromper o Processo Seletivo.

A tentativa de fraude se deu, a princípio, por meio da inscrição maciça de pessoas fictícias, cujo número de Cadastro de Pessoa Física (CPF) aponta como inexistente. Nos últimos quatro anos, a Secretaria realizou concursos e seletivos para contratação de profissionais da saúde sem nenhum registro de tentativa de fraude.

A reabertura do certame e a nova data para inscrições, com um novo sistema que garanta maior segurança aos dados cadastrados pelos concorrentes, serão divulgadas o mais breve possível.

Foto: Divulgação

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TRE barra fake de Flávio Dino sobre Iemas e hospitais

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O governador Flávio Dino (PCdoB) sofreu duas fragorosas derrotas, ontem (27), no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA).

Em processos distintos, o juiz Alexandre Lopes de Abreu concedeu liminares determinando que o comunista pare imediatamente de divulgar em seu horário eleitoral que construiu 26 Iemas e 8 hospitais macrorregionais, e que a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) não construiu nenhum.

Sobre os Iemas, a coligação da emedebista provou com documentos que tudo o que Dino fez foi mudar a nomenclatura da Univima, com os antigos Cetecmas incorporados a sua gestão. São esses os Iemas (saiba mais).

“Assim, quando o representante afirma que a candidata representante durante toda sua gestão não fez nenhum IEMA (Instituto Estadual de Educação,  Ciência e Tecnologia do Maranhão–IEMA), quer levar a crer que não foi construído por ela nenhum centro estadual de capacitação tecnológica, o que se constata que é uma inverdade uma vez que funcionavam 13 (treze) Centros de Capacitação Tecnológica do Maranhão – CETECMAs e 06 (seis) estavam prestes a funcionar, sendo que estes centros passaram da estrutura da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia –
SECTEC para a estrutura da Universidade Virtual do Estado do Maranhão – UNIVIMA, esta última renomeada pelo representado para IEMA”, destacou o magistrado (baixe aqui a decisão).

No caso dos hospitais, o magistrado também entendeu como informação “sabidamente inverídica” o discurso comunista de que Roseana não construiu nenhum.

“É de conhecimento geral que os hospitais mencionados na propaganda contestada tiveram sua edificação iniciada ainda no governo anterior, alguns dos quais foram entregues à nova gestão em fase avançada de construção e próximos à conclusão, sendo despiscienda a análise de quaisquer documentos para se alcançar esse entendimento. Dito isso, reputo que a divulgação da informação de que a candidata Representante teria passado longo tempo à frente da Chefia Estadual sem empreender a construção de hospitais de grande porte em quantidade significativa, além de não corresponder à realidade, tem o condão de ofender a sua honra objetiva, compreendida como o juízo que terceiros fazem acerca dos atributos de alguém, ante ao fato de que sua imagem enquanto gestora foi conspurcada com as pechas da displicência e descaso”, completou (acesse aqui a íntegra da decisão)

Blog do Gilberto Léda

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Obra roseanista

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A coligação roseanista quer também tirar do ar os programas do governador Flávio Dino em que ele afirma ter construído 26 Iemas no Maranhão, o que não é verdade.

Na verdade, os Iemas são apenas a mudança de nomenclatura dos antigos Cetectmas, dos quais 19 foram construídos por Roseana.

Ou seja, daquilo que Flávio Dino diz ter construído, ele teve participação efetiva em menos de 20%.

Obra roseanista II

Outra obra que Flávio Dino usurpou do governo Roseana e anuncia em sua propaganda ser dele é a dos Hospitais Macrorregionais.

Roseana construiu todas as unidades de saúde deste tipo existente no estado, entregando duas e deixando oito para Dino apenas inaugurar.

São exatamente estas oito que o comunista diz que fez, sem ter feito.

Estado Maior

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Era melhor que Flávio Dino continuasse calado…

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Sem ter como explicar a imoral nomeação de 36 capelães no seu governo, o governador Flávio Dino, para variar, tentou distorcer os fatos, responsabilizar os outros e fazer comparações absurdas.

Na rede social, Flávio Dino chegou a comparar a importância de hospitais e restaurantes populares com a nomeação exagerada de capelães, já que na gestão comunista o número de capelães saltou de 14 para 50, ou seja, quase quadruplicou.

O exagero foi tanto que fez com que os estados que mais se “aproximam” do Maranhão possuem 10 vezes menos o número de capelães da gestão comunista. Sendo que em boa parte dos estados nem mais existe a figura do capelão.

Por conta desse exagero, que ganhou repercussão nacional, o Ministério Público Eleitoral quer uma explicação, afinal existe a desconfiança de que a criação de mais 36 cargos de capelães seja uma estratégia política do governador para atrair o apoio de religiosos para sua reeleição. E, em assim sendo, poderá se configurar como abuso do poder político.

Só que diante de todo esse escândalo, Flávio Dino optou por tergiversar ao invés de explicar, mas se preferiu não fazer publicamente, será obrigado a fazer ao MPE, por bem ou por mal.

É aguardar e conferir.

Blog do Jorge Aragão

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Salve, salve os hospitais de 20 leitos!

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Por Andrea Murad

O governador Flávio Dino e os seus secretários de Saúde são hilários. Passaram todo o mandato – já se vão quase três anos de governo – com o discurso de que os hospitais de 20 leitos, aqueles do Programa Saúde é Vida, são inviáveis, argumento este que utilizam para justificar a falta de gestão do sistema de saúde, mas logo esquecem quando prevalece os interesses políticos do governador.

Um pequeno exemplo, dentre muitos, é o hospital de 20 leitos de Carolina, obra que foi iniciada na gestão passada e é um dos 70 hospitais municipais do Programa Saúde é Vida. Bastou o interesse político exigir e imediatamente retomaram a obra que estava há mais de dois anos e meio paralisada. E aí, o pequeno hospital municipal, num passe de mágica, deixa de ser inviável. Triste governador que está acabando com o nosso Maranhão. Além de não pagar o custeio de R$ 100 mil / mês, que os 55 hospitais municipais recebiam na época do secretário Ricardo Murad, o governador paralisou as obras dos 15 que estavam em adiantado estado de construção e a conta-gotas, para angariar apoio político, reinicia aquelas que o ajudarão na sua reeleição.

Mas como eu disse, Carolina não é o único exemplo. Quando convém, o governo comunista anuncia recursos para reabertura de hospitais de pequeno porte que o próprio governador abandonou em 2015, a exemplo do localizado no município de Ribamar Fiquene, administrado por prefeito do PCdoB. Assim como a promessa anunciada de conclusão de hospitais municipais como o de Joselândia, sob gestão também de aliado do governo. E mais, a recente inauguração do hospital municipal de Bom Jesus das Selvas, prefeitura administrada também pelo PCdoB. Enquanto isso, outras dezenas de unidades de pequeno porte, sofrem com o abandono do governo Flávio Dino, servindo apenas como barganha para apoios visando as eleições 2018.

Neste Dia Nacional da Saúde, 5 de agosto, precisamos relembrar que o Programa Saúde é Vida, criado e implementado no governo Roseana, sob coordenação do ex-secretário Ricardo Murad, é um divisor de águas na saúde do Maranhão, que prevê uma rede estruturada para um atendimento integral ao cidadão, controlada por uma Central de Regulaçào estadual que hoje deveria proporcionar a todos os pacientes acesso de qualquer unidade em que esteja internado para o tratamento que esteja necessitando. Assim, com um simples telefonema, um paciente de um pequeno município internado no seu hospital municipal terá à sua disposição toda a rede de hospitais regionais, macrorregionais, de alta complexidade e a rede de UTI’s adulto, pediátrica e neonatal estadual. Os macrorregionais de Coroatá, Caxias, Pinheiro, Santa Inês, Bacabal, Timon, Imperatriz, Balsas e Chapadinha são exemplos dessa integração, assim como as 11 UPA’s, o hospital de Alta Complexidade Dr. Carlos Maceira, o Hospital de Câncer e tantas outras unidades.

Queria ver o desespero do atual secretário e do governador, morando em um pequeno município sem um único hospital para poder levar seu filho doente. Só assim veriam como é bom morar na capital e desdenhar de milhares de pessoas que ficam à mercê da própria sorte. Mas ninguém deveria ver o desespero de um filho, chorando, clamando por atendimento, sem nenhuma unidade onde mora, a não ser a dezenas de quilômetros para ser socorrido. A frase que diz “só sabemos quando passamos” não deve existir para quem exerce determinados cargos. Se não sabem o que o povo passa e sofre, que tratem de imaginar.

*Andrea Murad é deputada estadual

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‘Sentimento é de luto’, diz Wellington

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Deputado Wellington apresenta projeto que aumenta investimentos em hospitais públicos

O descaso com as saúde pública e a necessidade de investimentos em hospitais foram os fundamentos de projeto de autoria do deputado Wellington do Curso (PP). Trata-se do Projeto de Decreto Legislativo 03/2017, que torna obrigatória a destinação de 10% da receita corrente bruta da União para investimentos em saúde pública

“Embora seja o dia mundial da saúde, o sentimento é de luto. Nós ouvimos a população e o que percebemos é a dor, o sofrimento de quem padece em filas, de quem luta para ter acesso a um medicamento que, muitas vezes, está em falta. Há 01 ano, nós fizemos o comparativo entre o Socorrão da realidade, superlotado, e o Socorrão da propaganda, sem macas nos corredores. Nós sabemos a realidade dos hospitais públicos e é por isso que apresentamos esse projeto que, caso aprovado, trará mais investimentos para a saúde. Investir na saúde pública é investir na vida. É respeitar as pessoas”, disse Wellington.

O projeto do deputado Wellington está incluso em uma das quatro propostas que alteram o Pacto Federativo. Para que se torne emenda constitucional será preciso que metades das assembleias legislativas do país apresentem os quatro projetos.

Foto: Agência Assembleia

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Ameaça na Saúde

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Contra aumento de imposto, Andrea Murad critica a aprovação de matéria que prejudica o povo

Andrea Murad critica tantativa de municipalização de hospitais pelo Governo do Maranhão

A publicação de uma carta de autoria dos funcionários do Hospital Geral de Peritoró e o anúncio feito por um vereador da região revelaram a nova artimanha de Flávio Dino com a saúde do estado. O governo quer repassar o Hospital Geral de Peritoró para o município administrar e o resultado será catastrófico porque o HGP deixará de ser porta aberta para a região, além de deixar de atender em várias especialidades, o que já vem acontecendo na atual má gestão comunista. O conteúdo foi publicado na página oficial da deputada Andrea Murad que criticou a municipalização e revelou que outras unidades estão na mira do governador.

“Fechar hospitais estaduais e entregar aos municípios será um verdadeiro genocídio, um escândalo para a população que esperou muito tempo para ter em sua região hospitais que realizam atendimento de média e alta complexidade. É o caso do Hospital Geral de Peritoró, um hospital estratégico, responsável pelo atendimento de toda aquela região do Médio Mearim, localizado entre estradas que cruzam vários municípios. O Hospital de Peritoró com 50 leitos é um Hospital de Média Complexidade tecnológica e de alguns recursos humanos especializados, como pediatria e ortopedia, faz exames laboratoriais, de imagem, até tomografia e alguns tipos de cirurgias. O custo desse hospital hoje deve estar na casa dos R$ 5 milhões/mês, considerando que atende urgência e emergência 24 horas. O município de Peritoró não arrecada nem 5% desse valor pelo SUS. Se a Prefeitura assumir sem a garantia do aporte de recursos estaduais, vai cometer um ‘suicídio estratégico’, isso não é municipalização, nem descentralização, é uma irresponsabilidade institucional. Um verdadeiro ‘Cavalo de Tróia’ da Saúde, em pleno século XXI. E o mais grave ainda, o mesmo deverá acontecer com os hospitais estaduais em Timon, Alto Alegre e Coroatá, entre outros, pelo que fui informada”, escreveu a deputada.

A preocupação da parlamentar com a municipalização é que sem o auxílio do governo, como Flávio Dino já vem fazendo, deixando de garantir ajuda de custo dos hospitais de 20, por exemplo, uma prefeitura não tem recursos suficientes para manter pronto socorro e UTI. Para a deputada, a procissão de ambulâncias para São Luís voltará e Andrea já estuda recorrer à justiça caso a transferência se concretize.

“Se desfazer de hospitais como esses, repito, é um escândalo, visto que voltaremos com a procissão de ambulâncias para São Luís como víamos antes do Programa Saúde é Vida, quando os Socorrões, já tão castigados, não vão aguentar mais pacientes do interior do estado atrás de atendimentos especializados de urgência, pois as prefeituras não terão como manter esses hospitais. Mesmo sem o atendimento que tinham, os serviços que tinham, são esses hospitais que continuam ajudando a população. Já não basta ter tirado a qualidade das unidades, a maioria das especialidades, agora querem entregar aos municípios para acabar com o hospital. Isso é criminoso. Se o governo do estado concretizar esse ato insano, irei à justiça questionar essa transferência. Isso é pior do que maldade. Este homem jamais poderia ocupar o cargo que ocupa. Primeiro porque não tem competência, não sabe ser gestor, essa é mais uma prova de sua incompetência. Segundo, porque não tem sensibilidade e nem coração para com aqueles que ele deveria cuidar ao invés de matar”, disse a deputada.

Foto: Nestor Bezerra

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Andrea rebate governistas sobre obras

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Deputada estadual Andrea Murad (PMDB)

Deputada estadual Andrea Murad (PMDB)

Governistas exaltaram reformas executadas pelo governador Flávio Dino e levaram uma dura da líder de oposição, deputada Andrea Murad (PMDB). Para a parlamentar, o atual governo não levantou qualquer nova obra e ainda desfruta das ações deixadas pelo governo anterior.

“Eu quero que alguém me diga alguma obra feita pelo governador Flávio Dino. Qual a obra? Qual a obra sem ser a feita pela gestão anterior, sem que tenha sido os hospitais feitos por Ricardo Murad? Sem serem as estradas feitas pela Ex-governadora Roseana Sarney? Não tem. Não existe. Escutei atentamente as falas dos governistas e quero saber em que Estado eles estão, se é aqui no Maranhão. Eu perguntei qual a obra que o Flávio Dino fez no Maranhão, qual a obra que ele levantou do capim, aí vêm me falar de reforma de escola, isso é obra? Aí vêm me dizer que mudou nomes de escolas, finalizou estradas com as pinturas, isso é obra? Pintar estrada pronta é obra?”, criticou a parlamentar.

Em seu discurso, a deputada destacou a estrutura dos macrorregionais, o perfil das unidades e a negligência com que o governo Flávio Dino vem tratando dos hospitais.

“Realmente levantar um hospital não é lá essas coisas perto do que você coloca dentro e que foi entregue para Flávio Dino e ele deixou sucatear. Aí agora vem dizer que o mais caro ele vai fazer que é manter o custeio dos hospitais. Manter? Ele acabou com os repasses aos municípios. Ele acabou com os macrorregionais existentes, porque ele não consegue manter. Basta você ir aos macrorregionais. O macrorregional de Pinheiro, dirigido pelo próprio aliado dele não funciona como deveria funcionar, ali é um ambulatoriozinho qualquer. Longe de ser Macrorregional. Nunca que aquele Hospital de Pinheiro é um macrorregional. Não funciona nada, ali está uma gambiarra só, essa que é a verdade. Falta tudo lá. É assim que é o governo Dino, as UPAs, por exemplo, foram construídas com o mínimo repasse do governo federal e o resto foi com do Estado. Ele não consegue manter um hospital, quanto mais construir um. Então, inaugura os que ele sempre condenou”, disse Andrea Murad.

Foto: Agência Assembleia

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Lista comunista

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Divulgada a lista….

Calma, gente não é a lista de nenhum concurso público. A lista é de filiados do PCdoB, partido do governador Flávio Dino e de Márcio Jerry nomeados para cargos em hospitais no Maranhão.

A filiação ou indicação do PCdoB tem sido um dos critérios adotados pelo atual governo para ocupar cargos em hospitais.

Mas quem são essas pessoas? O que elas faziam antes da nomeação? Onde trabalhavam?

Veja a lista…

listaPCdoB

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Novo modelo

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O secretário de Saúde, Ricardo Murad confirmou que a empresa maranhense vai assumir a gestão de todos os hospitais do estado.

A empresa será a Hospitalar. Um concurso no Facebook para escolha da logomarca já foi lançado.

 
ricardomurad

marcas

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