A OFICINA DOS NOVOS E A AML

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A visita do escritor Coelho Neto a São Luís em junho de 1899 fez com que os intelectuais maranhenses, que se encontravam anestesiados e desencantados com a literatura, acordassem e procurassem revitalizar o meio literário da Atenas Brasileira.

No seu livro Os Novos Atenienses, o escritor Antônio Lobo revela “O entusiasmo despertado pela presença do festejado escritor, a audição repetida de seus vibrantes discursos evocando as tradições luminosas do passado e as grandes figuras dos nossos intelectuais mortos, a vulgarização de seus trabalhos literários, avidamente lidos na ocasião, tudo isso começou a agir com outras tantas forças geradoras da repetição modificada dos mesmos fenômenos ideológicos de que emanavam, preparando surdamente em todos os cérebros aptos à prática das letras o belíssimo movimento literário que ora se nos depara no Maranhão”.

A oportuna presença de Coelho Neto e a chegada de outra figura importante a São Luís, o português Fran Paxeco, sacudiram a nossa intelectualidade, que adquiriu alma nova e a movimentar-se para o Maranhão recuperar o prestígio cultural de antanho.

Desse modo, São Luís volta a ser palco, de ações isoladas e de grupos intelectuais, empenhados na mobilização do culto às letras.

Como resultado dessa nova fase de agitação cultural,  fundaram-se várias agremiações, salientando-se, em primeiro plano, a Oficina dos Novos, criada a 28 de julho de 1900, patroneada por Gonçalves Dias, e com a participação de intelectuais do porte de Francisco Serra, João Quadros e Astolfo Marques.

No rastro da Oficina dos Novos, surgiram outras entidades culturais, dentre as quais a Renascença Literária, o Grêmio Literário Maranhense, a Cooperação Sotero dos Reis, o Clube Nina Rodrigues e o Grêmio Odorico Mendes, que promoviam conferências, publicavam livros, jornais e revistas e lançavam concursos literários, tudo isso sob o impulso de uma nova geração de escritores, ávidos de ressuscitar os tempos da Atenas Brasileira.

Nesse cenário de plena fermentação literária, nasce a 10 de agosto de 1908 a Academia Maranhense de Letras, solenemente instalada a 7 de setembro daquele ano, tendo como patrono Gonçalves Dias, fato que levou muita gente imaginar que o aparecimento dessa instituição seria para ocupar o lugar da Oficina dos Novos.

O saudoso Jomar Moraes, num trabalho de sua lavra, publicado no livro em homenagem ao centenário da AML, de modo incisivo contesta tal afirmativa, provando, ademais, quanto era falaciosa e infundada, na medida em que as duas instituições chegaram algumas vezes a participar de encontros e reuniões literárias.

O que aconteceu para essa tese ganhar corpo e ser difundida aqui e alhures? Credita-se à migração de alguns membros da Oficina dos Novos para os quadros da Academia Maranhense de Letras, que teve como fundadores doze renomados intelectuais, da estirpe de  José Ribeiro do Amaral, Barbosa de Godois, Clodoaldo Freitas, Domingos Barbosa, Correia de Araújo, Vieira da Silva, Costa Gomes, Maranhão Sobrinho, Astolfo Marques, Alfredo de Assis, Inácio Xavier de Carvalho, Godofredo Viana, Fran Pacheco e Antônio Lobo, alguns dos quais sócios da Oficina dos Novos, nos seus primeiros anos de vida.

O fato de a AML atravessar incessantes dificuldades, no começo de suas atividades, destacando-se a falta de sede própria, deu ensejo à propagação de versões maledicentes, como a de que a entidade enfrentava problemas por não seguir os passos da  Academia Brasileira de Letras, que nasceu sob os auspícios do Governo.

LIVROS MAIS VENDIDOS

A Livraria e o Espaço Cultural AMEI, instalada no São Luís Shopping,  trabalha apenas com títulos de autores maranhenses. Mas em três meses de funcionamento, conseguiu impor-se e obter um desempenho financeiro além da expectativa.

Os 1.200 títulos colocados à disposição do público, quase todos focados em assuntos do Maranhão, foram consumidos em larga escala pelos leitores de ontem e de hoje.

Pela boa qualidade da produção editorial maranhense e pelo expressivo contingente de apreciadores de livros, os meios culturais se animaram e o otimismo voltou a reinar na antiga Atenas Brasileira, tanto que o Governo do Estado deseja substituir, este ano, a prefeitura de São Luís, na montagem da Feira do Livro.

Em tempo: como o assunto é livro, pelo que se informa, são estes os títulos mais procurados na Livraria e Espaço Cultural: Pregoeiros e Casarões, de Antônio Guimarães, Maranhão Novo e Arte Plástica no Maranhão, de Eliézer Moreira, A Balaiada, de Bento Moreira Lima, Ajurujuba, de Ivanir Araújo, Coleção Touché, de Wilson Marques, Saraminda e o Dono do Mar, de José Sarney, História do Maranhão, de Mário Meireles, O Mulato, de Aluísio Azevedo, e O Vitorinismo, de Benedito Buzar.

IRMÃO DE MINISTRO

Aviso aos navegantes: nas eleições de 2018 um forte empresário da região de Balsas, pretende se candidatar a um cargo majoritário no Maranhão: o irmão do ministro da Agricultura, senador Blairo Maggi.

O potencial candidato ainda não está filiado a partido político, mas seguirá a orientação do irmão, que é membro do Partido Progressista, pelo qual se elegeu governador de Mato Grosso.

Blairo Maggi é considerado o maior plantador individual de soja do Brasil e segundo a revista Forbes, a sua família é a sétima mais rica do País.

ÉDIPO REI

Em agosto, professores, alunos, servidores do Ceuma e convidados da família Fecury, terão a oportunidade de assistir um espetáculo cênico de grande nível, em São Luís.

Trata-se de Édipo Rei, tragédia grega da autoria de Sófocles, já vista em São Luís anos atrás, no histórico Sitio do Físico, pelo grupo teatral, dirigido pelo Tácito Borralho.

A iniciativa da reapresentação da peça deve-se a Mauro Fecury, que contratou o grupo Laborarte para fazer três espetáculos, a céu aberto, nos campus do Ceuma, localizados no Renascença, Cohama e Anil.

AMPLIAÇÃO DA FEIRINHA

O responsável pela criação da Feirinha, instalada na Praça Benedito Leite, é o vereador Ivaldo Rodrigues, ora ocupando o cargo de secretário de Agricultura, da prefeitura de São Luís.

Graças a ele, a cidade, aos domingos, encontrou uma opção para o lazer e o entretenimento. Não à toa, Ivaldo já é visto e saudado como o futuro prefeito. Por conta dessa formidável iniciativa, gente de todas as classes sociais e de todas as idades ali chega à procura do que faltava em São Luís.

Impressiona o número de pessoas que comparece àquele evento e que cresce a cada domingo. Por conta disso, Ivaldo pensa levar a Feirinha para ocupar parte da Avenida Pedro II.

Chegar na B.Leite depois das dez horas é submeter-se ao penoso exercício do estacionamento. Tudo que é apresentado e oferecido é vendido. Produtos agrícolas e artesanais, pratos da cozinha maranhense, bebidas caseiras, livros de autores da terra, nada sobra. Comer e beber sentado no chão virou moda. A praça virou um alegre ponto de piquenique.

PNEUMONIA ATACA

Meu amigo Gastão Vieira foi derrubado, na semana passada, por uma surpreendente pneumonia.

O ataque da doença foi forte, mas ele conseguiu dar a volta por cima e derrotá-la com a categoria de político vencedor.

Se recupera do susto em sua residência.

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A MINHA FELIZ CIDADE

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Ontem, a gloriosa cidade de Itapecuru-Mirim  completou 147 anos. Nos seus primórdios, conhecida por Itapucuru ou Itapicuru, denominação, derivada do tupi – ita (pedra), pe (caminho) e cura (muita)- que significa caminho de muitas pedras.

Antes de ser cidade, status que conquistou a 21 de julho de 1870, decorrente da Lei 919, votada pela Assembleia Provincial e sancionada pelo governador em exercício, José da Silva Maia, Itapecuru foi povoação, freguesia (25-09-1801) e vila (07-11-1817).

Ao longo do regime monárquico, Itapecuru consolidou-se como vila. Nessa época, o Brasil era governado pelo imperador Dom Pedro II, que nomeava os governadores das províncias, do Partido Liberal ou do Partido Conservador, que se alternavam no poder conforme as circunstâncias políticas.

Segundo o Almanack do Maranhão, quem administrava Itapecuru, na fase imperial, era a Câmara Municipal composta pelos vereadores Ildefonso Henoch de Berredo (presidente), Joaquim Gonçalves Pereira, Frederico Antônio Pinheiro Lisboa, João Lopes de Souza, Miguel Archanjo Nunes Paes, José Odorico Madail, Manoel Verissimo de Moraes Rego, Fortunato José da Costa e Raimundo Rufino Lisboa.

Além da Câmara Municipal, uma corporação militar, com 1.321 praças, um estado-maior e seis companhias, sob o comando do coronel Antônio Serra de Berredo, protegia a cidade, que contava, também, com uma agência de correio e uma coletoria.

O vigário Francisco José Cabral cuidava da parte espiritual da população, que fazia parte da Freguesia de Nossa Senhora das Dores. Nela, existiam 994 votantes qualificados, um comissário vacinador, um subdelegado de polícia, Catão Bandeira de Melo, um professor e uma professora de 1ª letras, Antônio da Silva Braga e Olívia Castelo Branco.

Sendo comarca de 2ª entrância, tinha como juiz de Direito, Dr. Antônio de Souza Martins, juiz de Paz, capitão José Maximiano Cardoso, juiz de Órfãos, Dr. Antônio de Carvalho Serra, e promotor público, Dr. Aristides Coelho de Souza.

Sessenta e oito anos depois do ato governamental que fez Itapecuru ganhar o direito de ser cidade, nela, eu vim ao mundo,  a 17 de fevereiro de 1938, em que o Brasil transitara de Monarquia para República, à frente da qual se encontrava o ditador Getúlio Vargas, que governava o País sob o regime de exceção e de supressão das liberdades.

O Maranhão, dessa época, tinha como governante o  interventor federal, Paulo Ramos, que imprimia uma administração autoritária, mas,  empreendedor. Com o Poder Legislativo desativado e o Judiciário garroteado, o chefe do Executivo governava com mão de ferro, conforme preconizava o Estado Novo.

Nos municípios, em vez de prefeitos eleitos, pontificavam os gestores nomeados pelo interventor. Em Itapecuru, reinava na prefeitura o comerciante Felício Cassas, que, ajudado por Paulo Ramos, construiu escolas, estradas, pontes e açudes, mas não conseguiu convencê-lo a liberar recursos para a construção de um prédio para alojar a burocracia do município, que funcionava em casas alugadas. Instalou na cidade uma balsa flutuante, para facilitar a travessia de passageiros e de mercadorias  no Rio Itapecuru.

De acordo com a Diretoria de Estatística e Publicidade do Maranhão. Itapecuru-Mirim, em 1938, contava com uma população em torno de 25 mil habitantes, equivale dizer, nove habitantes por quilômetro quadrado, tendo por limites as cidades de Rosário, Vargem Grande, Coroatá e Arari.

Naquele ano, incrivelmente, o interventor, por decreto, fixou nova divisão territorial, administrativa e judiciária no Maranhão, por meio da qual Itapecuru perdeu o status de comarca, passando a ser termo da comarca de Coroatá.

No aspecto religioso, por deliberação do arcebispo Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos, a paróquia de Nossa Senhora das Dores era exercida pelo padre Alfredo Furtado Bacelar, que, no seu vicariato, realizou a recuperação interna e externa da igreja matriz.

Em rápidas palavras, procurei homenagear a minha Itapecuru-Mirim, como vila e cidade, ou seja, antes e depois de meu nascimento.

UMA CONFRARIA DE PESO

HÁ anos, um grupo de amigos se reúne nas primeiras quintas-feiras de cada mês, com o objetivo de se confraternizar e trocar figurinhas.

Os convescotes mensais se realizam na Cabana do Sol, onde Aparício Bandeira, presidente da confraria, Benedito Buzar, Remi Ribeiro, José Jorge Leite, Eliézer Moreira,  Joaquim Haickel, Fabiano Vieira da Silva, Francisco Leda, Nan Sousa, Jura Filho e o coronel José Vieira se juntam para animadas conversas, que se estendem ao longo da tarde.

O grupo não costuma convidar estranhos para tais reuniões, pois o que ali é tratado não pode extrapolar a outros ambientes. Esse compromisso é rigorosamente cumprido pelos seus membros.

CONFRARIA E SARNEY

Na quinta-feira passada, a confraria, pela primeira vez, convida uma personalidade, não integrante de seus quadros, para comparecer ao tradicional rega-bofe.

Trata-se de José Sarney, que aceita e convite e assume o compromisso de sempre participar da companhia de amigos tão fraternos. Pontual como o é, chega ao restaurante hora marcada, onde ouviu mais do que falou.

De política, só a do passado, relembrando as lutas renhidas e travadas entre oposicionistas e governistas, vencidas pelos situacionistas, que contavam com as armas poderosas da fraude eleitoral.

Como  bom apreciador da culinária maranhense, Sarney deixou a carne de sol de lado para saborear arroz de cuxá e o inseparável peixe frito.

SARNEY NA LIVRARIA

Após o gostoso almoço, este colunista convidou Sarney a visitar e conhecer a Livraria e o Espaço Cultural da Associação Maranhense de Escritores Independentes, instalado em boa hora no São Luís Shopping, que só comercializa títulos exclusivamente de escritores da terra.

Como intelectual e membro das Academias de Letras do Brasil e do Maranhão, impressionou-se com a imensa e variada produção livresca  exposta e o apoio do maranhense a uma iniciativa pioneira e bem-sucedida.

A presença de Sarney no Shopping causou enorme alvoroço. Consumidores, comerciantes e comerciários acorreram em massa ao Espaço Cultural para vê-lo, abraçá-lo, pedir autógrafo, ser fotografado ou tirar selfs.

Ele deixou o shopping com o ego altamente massageado e convencido de que continua venerado pelo povo maranhense, a despeito de não ser poupado pelos adversários políticos, que tentam destruir a sua imagem de homem público.

TORNOZELEIRAS

No país inteiro há uma escassez de tornozeleiras eletrônicas. Os presos da Lava-Jato estão sendo liberados sem o imprescindível equipamento.

Na Rua da Paz, nas lojas de material esportivo, os proprietários aproveitaram o momento para promover as tornozeleiras usadas pelos praticantes de atividades esportivas.

Até agora, a Secretaria de Segurança não se apresentou para comprá-las, sinal de que no Maranhão as tornozeleiras eletrônicas abundam.

 

 

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CHINESES E JAPONESES NO MARANHÃO

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Mais uma comitiva maranhense viajou para a China em missão oficial, sob o comando do vice-governador Carlos Brandão, que se fez acompanhar de um  grupo de burocratas do Governo estadual – os secretários de Meio Ambiente, Indústria e Comércio e Programas Especiais, dos prefeito de Santa Rita e Bacabeira,  e de  representantes do Sindicato da Construção Civil e da Federação das Indústrias do Maranhão.

A esse pessoal, de duvidoso conhecimento técnico para conduzir tão importante assunto, foi dada a incumbência de conversar e convencer os chineses a investirem dólares numa possível siderúrgica a ser instalada no Maranhão.

Eu disse possível siderúrgica, porque não é a primeira que se cogita implantar no Maranhão. A corrida para atrair investimentos externos originou-se nos anos 1970, com a descoberta na Serra de Carajás, no Pará, de incontáveis jazidas de minério de ferro, que levaram a então Companhia Vale do Rio Doce à criação do Projeto Carajás.

Nasceu naquela época, portanto,  o projeto de instalar-se em São Luís um poderoso complexo industrial siderúrgico, que teve inicio com a construção da estrada de ferro interligando a Ponta da Madeira, na Ilha de São Luís, a Serra de Carajás, do reequipamento e a modernização do Porto do Itaqui e da implantação da Ferrovia Norte-Sul.

Governava o Maranhão naquela fase histórica o professor Pedro Neiva.  Tão empolgado ficou com as perspectivas de o nosso Estado se desenvolver com o Projeto Carajás, que cunhou esta frase demasiadamente otimista: “Serei o último governador do Maranhão pobre”.

A notícia de o Maranhão ser o novo eldorado brasileiro ultrapassou as fronteiras do país e chegou aos ouvidos dos japoneses, que através da possante Nippon Steel, manifestou interesse em investir recursos na construção de uma Usina Siderúrgica no Itaqui, tanto que convidou o governador Pedro Neiva e membros diretamente ligados ao empreendimento, para uma visita ao Japão.

No final de fevereiro de 1974, de São Luís, via Rio de Janeiro, parte uma delegação maranhense rumo a Tóquio, com a finalidade de conhecer as instalações da Nippon Steel e de dar continuidade às negociações processados no Brasil, em que japoneses e maranhenses se comprometem realizar estudos técnicos  em torno da construção da siderúrgica.

Na impossibilidade de o governador viajar para o Japão, o filho, Jaime Santana, secretário de Fazenda o substituiu. Em sua companhia viajaram o prefeito de São Luís, Haroldo Tavares, do secretário de Indústria e Comércio, José Carlos Barbosa, do diretor do Departamento de Estradas de Rodagem, José Carlos Duailibe e do presidente da Caema e diretor da Escola de Engenharia, Francisco Batista Ferreira. Da área empresarial, viajaram Ruy Abreu, pela Associação Comercial, Benedito Reis, pelo Clube dos Diretores Lojistas e o comerciante José Marão Filho.

Anos depois, já no Governo João Castelo, outra empresa de grande porte internacional, também, resolve investir no Maranhão, à sombra do Projeto Carajás: a Alcoa. Em agosto de 1984, com a denominação de Alumar, um consórcio de empresas tradicionais na área de mineração, refino e processamento de metais, inicia suas operações em São Luís.

O alvo dessa multinacional é o de processar a bauxita e transformá-la em alumínio e alumina, produtos que colocava no mercado internacional em grande escala.

Só recentemente, com o desabrochar da crise econômica mundial, que atingiu o setor mineral, a Alumar entrou em crise e diminuiu bastante o ritmo de sua produção industrial, a ponto de ser divulgado que a fábrica poderia encerrar as suas operações em São Luís, fato que não aconteceu, mas fez com que dispensasse muita gente de suas atividades laborais.

HOMOSSEXUALISMO INDÍGENA

Dois antropólogos brasileiros pesquisam e estudam o problema do homossexualismo nas tribos indígenas de nosso país.

Querem saber onde e quando sugiram as primeiras manifestações de homossexualismo no meio dos índios e como eles se comportam diante de um problema que tratam como doença.

Pelo que a história registra, a primeira manifestação de homossexualismo  selvícola no Brasil deu-se no Maranhão, quando um índio Tupinambá, na época colonial, foi condenado à morte, por um tiro de canhão, sob os olhares complacentes dos padres jesuítas.

GASTRONOMIA EM IMPERATRIZ

Com a instalação do curso de Medicina em Imperatriz, os tocantinos descobriram que o Ceuma é uma ferramenta importante à promoção do desenvolvimento da sua região.

Não à toa, setores do empresariado de Imperatriz, que operam com serviços de hotéis, bares e restaurantes, pediram à maior instituição privada de ensino superior do Maranhão, a instalação urgente naquela região do curso de Gastronomia.

Para atender a um negócio que cresce em proporção geométrica,  a região tocantina precisa de treinamento de mão de obra e de profissionais de nível superior.

RETIFICAÇÃO DE REGISTROS

Por influência dos meios de comunicação social, principalmente a televisão, as comarcas do Maranhão passaram a  se deparar com um processo pouco comum no meio forense.

São pessoas que recorrem à Justiça com pedidos de retificação de registros de certidão de nascimento por conta de datas trocadas, nomes  incorretos ou estranhos.

A televisão, principalmente, tem sido responsável por essa mudança que se opera no interior do Brasil, em que registro com nome de santo chegou ao fim. A palavra de ordem agora é ter nome sofisticado ou de artista de televisão.

 

MORADA DAS ARTES

Um conselho ao governador Flávio Dino: seria de bom alvitre visitar o quanto antes a Morada das Artes, na Praia Grande.

Naquele casarão, encontram-se numerosos artistas plásticos, de todas as idades, que com seus talentos, pintam, esculpem, produzem, expõem trabalhos primorosos e ensinam a arte pictórica para um público constituído à base de jovens e crianças.

Toda aquela gente passa o dia inteiro num ambiente desconfortável e impróprio para quem lida com a arte e através dela cria o belo e o transporta para as telas ou para a argila.

Se só isso não bastasse, a Morada das Artes é um ponto e uma referência turística no Centro Histórico.

PARTICIPAÇÃO DO GOVERNADOR

Quando João Castelo esteve à frente do Poder Executivo estadual, decidiu participar da inauguração de uma obra inexpressiva em São Luís, a cargo da prefeitura.

No dia seguinte, a imprensa não perdoou o governador, por comparecer a um evento de pavimentação de rua, que não acrescentava nada à sua pessoa e ao cargo que ocupava.

Lembrei-me do fato ao ver o governador Flávio Dino marcando presença na inauguração de uma obra considerada por muita gente, também, inexpressiva: a rotatória da Forquilha.

O MARCA-PASSO DO SENADOR

Depois do susto coronário, que levou o senador João Alberto ao hospital e a introduzir no seu organismo um aparelho chamado marca-passo, veio o lado bom da doença, se é que isso é possível.

O senador que estava desanimado com relação à sua situação política, sem saber se seria candidato à reeleição ou a outro cargo, revigorou-se não com a doença, mas com o que ela produziu em matéria de solidariedade humana.

Do Maranhão todo, João Alberto recebeu mensagens e telefonemas de pessoas conhecidas e desconhecidas, todas desejando a recuperação de sua saúde e para que esteja pronto para mais um desafio eleitoral em 2018.

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AGRESSÕES VERBAIS E FÍSICAS NOS PARLAMENTOS

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Dias atrás, um violento bate boca entre dois vereadores, representantes do povo de São Luís na Câmara Municipal, por pouco não extrapola para o campo da agressão física.

Protagonistas daquela deplorável cena, os vereadores Beto Castro e Honorato Fernandes, depois de trocarem acusações sobre  problemas nada éticos, só não se atracaram pessoalmente porque a turma do deixa disso entrou em ação.

Se alguém imagina que fatos como o aludido acima só ocorrem nas Câmaras  Municipais  é porque desconhece a história do parlamento brasileiro, cuja trajetória é permeada de cenas em que agressões verbais, pela sua trivialidade,  derivam em lutas corporais.

Nos plenários do Senado da República, da Câmara de Deputados e das Assembleias Legislativas de nosso país, não são apenas discutidas e votadas questões ditadas pelas Cartas Magnas. Servem, também, de palco para senadores, deputados federais e deputados estaduais insultarem-se, trocarem as farpas e engalfinharem-se. Isso, quando não apelam para as armas de fogo.

No Maranhão, ao longo do tempo, são numerosos e vexatórios os episódios de parlamentares envolvidos em cenas de violência oral e corporal. Alguns, pela gravidade do ato e pela repercussão, ultrapassaram os limites legislativos e se transformaram em casos policiais.

Na Câmara Municipal de São Luís, por exemplo, quantos embates entre vereadores não vieram a lume e chegaram a paralisar os trabalhos legislativos? Lembro-me de 1967, na gestão de Epitácio Cafeteira, quando um grupo de vereadores criou uma Comissão Parlamentar de Inquérito, para apurar as grosseiras irregularidades praticadas pelo prefeito da cidade, fato que resultou no pedido de intervenção do Estado na prefeitura.

O clima na Câmara Municipal, que funcionava no mesmo prédio da prefeitura, na Avenida Pedro II, chegou a uma temperatura tão elevada que brigas diárias viraram rotina entre vereadores pró e contra Cafeteira. O plenário transformou-se em  praça de guerra quando a maioria  pediu a intervenção do Governo do Estado na prefeitura, que o governador José Sarney, por prudência e para evitar uma tragédia, postergou a medida intervencionista até o encontro de uma solução conciliatória.

Se direcionarmos  o foco para a Assembleia Legislativa, veremos que o clima belicoso reinava  nas sessões do corpo parlamentar estadual, especialmente  na fase do vitorinismo, quando uma aguerrida bancada oposicionista, embora minoritária, não se intimidava com as arrogâncias e as prepotências dos detentores do Poder.

Não foram poucos os entreveros verbais e físicos pipocados no plenário do Legislativo maranhense, em que alguns, pela gravidade política, chegaram a estarrecer a Nação e a exigir pedidos de intervenção federal, como nas eleições dos candidatos do PSD ao Governo do Estado, Eugênio Barros e Matos Carvalho, que custaram a ser empossados em decorrência dos processos em tramitação na Justiça Eleitoral e impetrados pelas Oposições Coligadas, que tentavam anular as eleições de 1950 e de 1954, sob o argumento de realizadas sob o manto da fraude.

Um  dos episódios mais emblemáticos dessa fase histórica deu-se com a divisão da bancada do PSD, em 1954, quando vários deputados governistas, por não concordarem com a eleição do jornalista Assis Chateaubriand a senador pelo Maranhão, debandaram para o lado oposicionista. O deputado Raimundo Bogéa, um dos líderes do movimento, virou alvo de ataques dos vitorinistas até o dia em que resolveu recebe-los à bala no plenário.

Outra ocorrência, também, rumorosa no âmbito do Poder Legislativo veio à tona em 1935, com os deputados divididos na preparação da nova Carta Magna do Maranhão. Dessa divisão, surgiram dois presidentes. Foi o suficiente para que intermináveis brigas dominassem o recinto parlamentar, obrigando o 24º Batalhão de Caçadores a ceder uma parte de suas instalações, à época, na Avenida Silva Maia, para que um dos grupos reunisse e não sofresse ameaças de morte.

Não se deve olvidar o quanto de confusão e de briga o vice-governador Alexandre Costa, rompido com o vitorinismo, no exercício da presidência da Assembleia (a Constituição assim o permitia), travou contra os deputados governistas, que tentavam implodir a pauta os trabalhos legislativos, visando engessar a tramitação das matérias e dos projetos de interesse do Governo. Insultos, agressões e tiros foram coisas que não faltaram na Assembleia Legislativa nos anos de 1956 e 1957.

MANDATO DE JACKSON

Anos depois do falecimento do médico e político Jackson Lago, o deputado José Reinaldo Tavares, em artigo publicado em jornal local, proclama as causas que levaram  o ex-governador à perda do mandato em 2009.

A primeira aponta na direção da inexperiência política de Jackson, por não ter exercido um mandato no Congresso Nacional, lugar onde o político amadurece, enriquece o conhecimento e ganha tarimba pelo convívio com os homens públicos  de todas as partes do Brasil.

A segunda diz respeito ao desprezo do líder do PDT aos conselhos dos que lhes cercavam, especialmente  em ocasiões complicadas, nas quais precisava de opiniões sensatas e equilibradas. Para Zé Reinaldo, Jackson agia assim por ser um homem solitário.

HOMEM FORTE

Além de José Sarney, há outro político maranhense com chances de ser bastante prestigiado pelo presidente Michel Temer, no caso de ele não ser apeado do poder.

Trata-se de Hildo Rocha, pelo discurso pronunciado recentemente na Câmara dos Deputados, ao acusar sem dó e piedade o deputado Sérgio Zveiter, pelo relatório apresentado à Comissão de Constituição e Justiça, pela admissibilidade do Presidente Temer ser investigado pelo Supremo Tribunal Federal.

O parlamentar maranhense, não só defendeu o Chefe da Nação, como, em alto e bom som, disse que o parecer do relator foi produto de uma operação política da Rede Globo de Televisão, da qual a família Zveiter depende financeiramente.

35 ANOS DA UEMA

No dia 2 de agosto vindouro, uma solenidade de pompa se realizará em São Luís, em comemoração a um feito que mudou a vida do ensino universitário no Maranhão.

Trata-se da celebração dos 35 anos da Universidade Estadual do Maranhão, que, ao longo desse tempo, tem dado contribuição fantástica ao nosso Estado pelo progressivo número de profissionais de nível superior que coloca a disposição da sociedade.

Quatro governadores precisam ser ressaltados pelo que fizeram pelo  engrandecimento da Uema. Primeiro, José Sarney, que criou em 1967 as quatro primeiras unidades de ensino superior mantidas pelo Governo do Estado: Administração, Engenharia Civil, Agronomia e Educação de Caxias. Segundo, Pedro Neiva de Santana, pela instalação da Faculdade de Veterinária e fundação da Federação das Escolas Superiores  Maranhão. Terceiro, João Castelo, que transformou a Federação das Escolas Superiores do Maranhão em Universidade Estadual do Maranhão. Quarto, Nunes Freire, pela instalação da Uema no campus Paulo VI.

GOVERNADOR NO CONVENTO

Na noite de sábado passado, o governador Flávio Dino fez questão de  marcar presença no Convento das Mercês, para assistir ao evento que marcava o começo das atividades da Escola de Música do Bom Menino.

Em companhia do secretário de Educação, Felipe Camarão, que preside aquela instituição, o chefe do Governo saiu dali impressionado com o show musical dos garotos da Banda do Bom Menino, que apresentaram um bem dosado repertório de canções nacionais e regionais.

A empolgação do governador foi tamanha que anunciou a participação da Banda do Bom Menino nos eventos oficiais do governo do Estado.

O ACADÊMICO FELIPE

O advogado Felipe Camarão passou a dividir as suas atividades diárias em torno de duas instituições: Secretaria de Educação do Estado, a qual comanda, e a Academia Ludovicense de Letras, a que pertence como membro efetivo.

Seu ingresso na Casa de Maria Firmina foi fundamental para a instituição contar com um prédio para abrigá-la. Trata-se do imóvel, onde funcionava a Aliança Francesa.

Para não se dizer ele que entrou na Academia Ludovicense de Letras sem mérito intelectual, Felipe está com dois livros prontos e no ponto de lançamento.

FEIRA DO LIVRO

Cada vez mais o Governo do Estado se afasta da Prefeitura de São Luís, com relação a assuntos e ações que faziam associadas.

Bastou que a Prefeitura, à falta de recursos, renunciasse ao direito de realizar a X Feira de Livros em São Luís, para que o Governo do Estado assumisse a responsabilidade de fazê-la.

Para fazer face às despesas da Feira, os recursos serão destinados à Secretaria de Educação, que já começou a se mobilizar para o evento se realizar com sucesso, mesmo sem a definição do lugar e de quando acontecerá.

 

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DE CARCARÁ A XERIFE

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Conheço João Alberto de Sousa desde 1954, quando troquei o Colégio dos Irmãos Maristas pelo Liceu Maranhense.  Foi numa sala de aula, na quarta série do curso ginasial, que nos encontramos pela primeira vez e onde forjamos uma sólida amizade.

Dotado de arrebatado temperamento, João Alberto costumava dar trabalho aos professores e ao diretor do Liceu, o intelectual Rubem Almeida, que, sabiamente, conteve aqueles irrefreáveis impulsos com a seguinte fórmula: o transferiu da turma masculina para a feminina.

Em 1958, concluído o curso secundário, o nosso destino foi o Rio de Janeiro, para darmos continuidade aos estudos. Enquanto eu busquei o curso de Agronomia, que  abandonei em seguida, João Alberto optou pela Faculdade de Economia e pela atividade bancária, engajando-se na luta sindical e tornando-se líder de uma categoria profissional de esquerda, que acumulava com a presidência do Centro de Estudantes Maranhenses.

Com o advento do regime militar, João Alberto pagou um preço alto pela vigorosa militância política: perdeu o emprego e sofreu perseguição dos novos donos do poder, mas teve a sorte de se aproximar do jovem deputado José Sarney, do qual recebeu convite para voltar ao Maranhão e ajudá-lo na tarefa de tirar o Estado do atraso.

Pela maneira impetuosa como trabalhava, Sarney o nomeou para um  cargo espinhoso na Secretaria da Fazenda, que precisava ser moralizada e oxigenada.

Com a fama de homem duro e exigente, cumpriu outras tarefas melindrosas em cargos que requeriam determinação e seriedade. Por conta do bom desempenho, o governador o incluiu na chapa de candidatos à Assembleia Legislativa, pela Arena, nas eleições de 1970.

Exerceu o mandato de deputado estadual sem decepcionar, credenciando-se a concorrer a outros cargos eletivos, a exemplo de prefeito de Bacabal, deputado federal, senador da República, vice-governador e governador.

Na condição de vice, substituiu Cafeteira no cargo de governador, exercendo-o por onze meses (abril de 1990 a março de 1991), com eficiência e competência. Do Palácio,  telefonou-me para dizer que me nomeara titular da Secretaria da Cultura, onde atuei com desenvoltura em função de seu integral apoio.

O João Alberto que conheci na juventude não mudou até hoje, por isso construiu uma vitoriosa trajetória política, marcada pela lealdade e firmeza de propósitos. Não por acaso recebeu o  apelido de Carcará, conquistado não porque  “pega, mata e come”, como a ave da composição musical do nosso saudoso João do Vale, mas pela destemida coragem no desempenho das atividades de homem público.

Vejo-o agora, na plenitude de seus oitenta e dois anos de vida e quase sessenta de exercício político, não como Carcará de outrora, mas ostentando no peito a estrela de Xerife, título a ele outorgado  recentemente pelos seus pares, que, pela sétima vez, o reconduziram ,  sem restrições,  à presidência do Conselho de Ética do Senado, proeza que nenhum senador conseguiu nesta atribulada República, tão carente de homens de sua têmpera política.

PADRE ALÍPIO DE FREITAS

Com este nome o conheci nos anos sessenta do século passado, lutando ao lado de Neiva Moreira pelas causas populares no Maranhão. Sacerdote, de origem portuguesa, veio para São Luis pelas mãos de Dom José Delgado, para ajudá-lo nas ações catequéticas.

Homem de esquerda atuou mais na política do que na religião, ganhando, por isso, a inimizade da cúpula da igreja e a ira dos poderosos do Maranhão. Os carrascos de 1964 o prenderam e o perseguiram até exilar-se.

Anos depois, deparei-me com ele em Lisboa, no lançamento do livro Saraminda, do escritor José Sarney, do qual era também amigo. Havia abandonado a batina e casado. Morreu em Lisboa, na semana passada, aos 88 anos.

O JORNALISTA MORENO

Não conheci pessoalmente o jornalista Jorge Bastos Moreno, mas era seu assíduo leitor. Na curta, mas gloriosa  vida jornalística, ele desfrutou da amizade de renomados políticos brasileiros, a exemplo de Ulisses Guimarães, Tancredo Neves e José Sarney.

Houve época em que Sarney deitava e rolava em sua coluna, mas, de repente, dela sumiu.

Enviei-lhe um email para saber o que acontecera entre eles. A resposta foi lacônica: – Porque Sarney deixou de ser notícia.

PREFEITO KABÃO

Meses atrás, encontrei o ex-prefeito de Cantanhede, José Martinho,  conhecido por Kabão. Perguntei a ele se havia passado o cargo ao sucessor sem problemas financeiros e tudo em ordem.

Disse-me categoricamente que sim. Espantado fiquei ao ler nos jornais que o Ministério Público através de Ação Civil Pública, pediu a decretação da indisponibilidade dos bens do ex-prefeito  de Cantanhede por ato de improbidade administrativa.

Motivo: recebeu recursos da Funasa, mas não realizou a obra de aterro sanitário do município.

REFORMA DO GINÁSIO

Ao que se informa o Ginásio de Esportes Costa Rodrigues sofrerá, neste governo, mais uma reforma.

A mais escandalosa das reformas teve como agente principal um jovem  esperto e loquaz, que ludibriou até o experiente prefeito Jackson Lago, permitindo que o nosso Ginásio Esportivo fosse literalmente implodido.

O mais grave: não fez licitação e deu a obra a uma suspeita construtora, que se apoderou dos recursos e os desviou ilicitamente, com o seu  beneplácito.  Por isso, é investigado no Supremo Tribunal Federal por improbidade administrativa.

O PREFEITO DE LÁ E DE CÁ.

O prefeito de lá é Marcelo Crivella, pastor evangélico, que, vem realizando no Rio de Janeiro reuniões com presidentes de escolas de samba, para mudar os desfiles carnavalescos de 2018.

O prefeito de cá- Edivaldo Holanda é também evangélico, mas não gosta de carnaval e nunca participou de reunião com carnavalescos, para melhorar o carnaval desta cidade, que sofre um processo de eutanásia.

Se Edivaldo não gosta de carnaval, devia ter procurado outra cidade para ser prefeito.

PERFORMACE DE GASTÃO

Quem não acredita na liderança política de Gastão Vieira e no seu potencial eleitoral, que procure ver e analisar o resultado da mais recente e confiável pesquisa com respeito às eleições de 2018, para o Senado da República.

Sem fazer campanha política e filiado a um partido inexpressivo, ficou em terceiro lugar no ranking dos candidatos ao Senado. Na sua frente, apenas Sarney Filho e José Reinaldo Tavares.

Um conselho ao amigo Gastão: sai desse PROS o quanto antes.

MINHA GERAÇÃO

Mais do que atual e verdadeira esta frase do jornalista Joel Silveira: – A morte está ceifando a minha geração. Vou mudar o penteado para que ela não me reconheça.

 

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