Avanços e Retrocessos em Psiquiatria

0comentário

Avanços e Retrocessos em Psiquiatria

As doenças mentais, inexoravelmente, caminham para uma cronificação e essa evolução é da natureza desses transtornos. Ocorre, que essa evolução não é prorrogativa única das doenças psiquiátricas, pois, a maioria absoluta das doenças humanas, evoluem também nesse sentido. Vejam-se as doenças metabólicas, autoimunes, cardiovasculares, renais, hepáticas, endócrinas, reumatológicas e assim por diante.

Particularmente, o tratamento das doenças mentais, desde seus primórdios até aos dias atuais, evoluiu muito, ao ponto de muitas dessas enfermidades hoje já não representarem grandes ameaças, mesmo sabendo-se que elas poderão caminhar para o “status de doença crônica”.

Essa evolução terapêutica é atribuída, entre ouras coisas, aos modernos conhecimentos sobre a fisiopatologia, neuroquímica e genética das grandes síndromes psiquiátricas, entre essas as depressões, a esquizofrenia, os transtornos de ansiedade, as dependências químicas, as demências entre outras. É também atribuída ao advento de modernas técnicas diagnósticas que favorecem o diagnóstico precoce dessas doenças e ao descobrimentos de modernos psicofármacos, moléculas capazes de mudarem drasticamente  a clínica e o curso natural dessas enfermidades. Por último, atribui-se esse crescimento ao surgimento de modernos aparelhos que promovem neuromodulação do funcionamento do Sistema Nevoso Central, sede material das doenças mentais.

Muitas pessoas poderiam tornar-se incapazes e improdutivas do ponto de vista laboral e social, caso não lhes fosse oferecida a possibilidade de um bom tratamento em Psiquiatria. Quando isso ocorre, a vida da pessoa portadora de uma dessas doenças pode mudar inteiramente.

Ocorre que, apesar de toda evolução até então empreendida nessa especialidade médica, há ainda fatores que contribuem negativamente quanto ao manejo dessas enfermidades mentais. O principal deles, sem qualquer dúvida, é preconceito/estigma que ainda existe em torno dessas doenças.

Esses são enormes, desumanos, segregadores e marginalizantes e representam tudo que não presta em desfavor dos enfermos, dos seus familiares e dos que transitam em seu entorno. Hoje, a nossa maior arma de contestação são os conhecimentos modernos da Psiquiatria, que nos permitem entender que as doenças mentais são doenças como outras quaisquer, respeitando, certamente, as particularidades clínicas, pessoais e socioculturais que há em cada uma delas.

A enfermidade mental, como as outras, dispõe de uma fisiopatologia, isto é, um mecanismo que explica a forma como a doença ocorre, tem um curso natural, uma evolução, é absolutamente tratável e muitas delas curáveis ou controladas clinicamente, tendo um prognóstico que pode ser favorável ou desfavorável, e são preveníveis e evitáveis. Além disso, sofrem também influências diretas das condições sociais, políticas e econômicas, como o que ocorre em todas as doenças humanas.

A doença mental não tem nada de sobrenatural, de divino, muito menos de diabólico. Essas crenças e pechas sobre elas são seculares e provêm de época onde imperava o obscurantismo no pensamento psiquiátrico, épocas, em que não se sabia nada comparativamente ao que se sabe hoje, sobre essas enfermidades. Hoje, a Psiquiatria moderna, se inspira na evolução do conhecimento neurocientífico. O que se discute atualmente é a neurobioquímica, a genética, a imunologia e a neurofisiologia das doenças mentais à luz da neurociência e da farmacologia clínica. Hoje, o que se discute, é a implantação de Deep Brain Stimulation – DBS no cérebro dos humanos para se controlar muitas doenças mentais e neurológicas que anteriormente eram verdadeiros desafios a ciência comportamental.

Modernamente, para os diagnósticos em Psiquiatria, utilizam-se instrumentos de última geração como a Tomografia por Emissão de Pósitrons e a Ressonância Magnética Funcional. Acabou-se, definitivamente, o “achismo”, comum no período obscuro e mágico da prática psiquiátrica, onde a bruxaria predominava ou onde os doentes mentais eram sacrificados por serem considerados possuidores de forças sobrenaturais.

A psicofarmacologia atual dispõe de um volume grande de medicamentos altamente eficazes, que se bem aplicados e em um tempo correto, são capazes de impedir que alguém se mate ou mesmo que mate alguém. Pode prevenir o reaparecimento de sintomas de uma doença crônica, ou ainda evitar que o um paciente leve uma vida sem qualidade ou ter que passar a vida inteira internado em um hospital psiquiátrico, devido aos altos e baixos de sua doença, impedindo-os de levarem uma vida feliz e estável.

Outros tratamentos na atualidade usam técnicas sofisticadas como a Estimulação Magnética Transcraniana – EMTs, procedimento que através de equipamento especializado, gera uma corrente eletromagnética, que por sua vez, estimula o cérebro funcionar melhor, representa atualmente um recurso fabuloso no tratamento de depressões resistentes (crônicas) e depressões refratarias, as quais, não respondem a nenhum tratamento medicamentoso. EMTs é uma técnica não invasiva, indolor e altamente eficaz no tratamento dessas condições citadas acima, podendo inclusive ser aplicada em outras condições clínicas.

A aplicação da moderníssima Eleroconvulsoterapia – ECT, através de aparelhos modernos, altamente eficazes, que monitoram todo o curso e evolução do tratamento proposto aos enfermos. Também indicado para depressões com algo risco de suicídio, refratárias e resistentes.

Enfim, os tempos mudaram, acabaram-se as bruxas e as bruxarias. A doença mental não é mais um bicho de sete cabeças que nos assustava e sobre as quais poderíamos fazer muito pouco. Hoje, já sabemos bastante sobre elas e as perspectivas são cada vez melhores para os próximos anos. É o futuro chegando mais próximos de nós, onde muitas outras coisas ainda mais importantes surgirão, porém, enquanto esse futuro não chega, devemos fazer uma cruzada geral para destruir definitivamente os piores inimigos da doença mental, a ignorância científica e os preconceitos.

sem comentário »

Até o BB na rota de medidas econômicas

0comentário

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/11/1833958-banco-do-brasil-anuncia-plano-para-fechar-agencias-e-economizar-r-750-milhoes.shtml

sem comentário »

São denuncias de corrupção uma atras da outra. Vamos seguir em frente, para vermos se a coisa vai mesmo mudar!

0comentário

http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/11/oposicao-quer-saida-de-geddel-base-sai-em-defesa-de-ministro.html

sem comentário »

Cunha pede Lula e Temer como testemunhas de defesa na Lava Jato – 02/11/2016 – Poder – Folha de S.Paulo

Fonte: Cunha pede Lula e Temer como testemunhas de defesa na Lava Jato – 02/11/2016 – Poder – Folha de S.Paulo

0comentário

A Estimulação Magnética Transcraniano -EMT, contrariamente, ao q muita gente pensa, não é uma panaceia, que pode tratar tudo sem maiores problemas. É um tratamento médico e para tanto requer ética, diagnóstico, técnica e habilidade em quem vai tratar. Uma das mais importantes indicações no mundo todo é depressao em seus diferentes estágios e conhecimento e evolução onde a recuperação é excepcionalmente favorável.
zumbido_EMT

sem comentário »

Violência, bem-estar e saúde mental!

0comentário

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública em sua 10º versão / 2015, anunciado essa semana, traz números impressionantes e assustadores sobre a violência em nosso pais. Na realidade o documento é de fácil constatação. Vive-se em franca guerra civil, onde o estado, as organizações criminosas, a sociedade como um todo, estão ás volta com isso, sem se saber bem qual a responsabilidade de cada um desses limites, em um cenário de crime e guerra.
Eu, algumas vezes, publiquei aqui artigos sobre a violência, e, nesses, destacava dois aspectos relevantes: de um lado, a violência como consequência direta das profundas desagregações psicológicas e comportamentais, da ética, da política, do social, do econômico por que vem passando o mundo e o homem contemporâneo. Do outro lado, dizia, também, que se corria um grande risco de incorporarmos as práticas violentas em nossa cultura, devido a frequência com ela acontece e pela imobilidade e passividade que já demonstramos existir, diante de tantos acontecimentos que nós não pudéssemos altera-los.
Isto é, é tão frequente, a prática da violência na sociedade atual, que isso contribuiria para a formação de uma cultura da violência literalmente incorporada as pessoas que dela fazem parte. Essas práticas, por serem tão frequentes e volumosas iriam, de forma lenta e insidiosa, se incorporando dentro de cada um, ao ponto de cada sujeito se conformar com ele a organizar seu “modo vivende” inspirados na violência. Eis a sociedade, medrosa, insegura, amedrontada e ansiosa, e o pior inconformada/conformada, por não saber mais o que fazer para se livrar desse tremendo problema.
Uma sociedade entrincheirada, organizada por medos e insegurança e, se defendo como pode, ante uma situação avassaladora e que não muda. E, não é só isso, há outras questões, de diferentes matizes, buscando enfrentamento do problema como os esforços do estado brasileiro, para enfrentar a situação, que nos dá a nítida impressão de falência ante aos arroubos da criminalidade e da violência do ponto de vista público. Eis a violência tomando conta de todos.
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública, como disse acima, confirma o “status quo” dessa situação. Em 2015, 58.383 pessoas morreram de forma violenta e intencional, o que representa um assassinato a cada 9 minutos, em nosso país, pouco menos que ano de 2014. Entre os policiais, um morre por dia, dos quais 103 estavam no expediente de trabalho. Sergipe é a cidade que lidera esse ranking, onde se verifica 01 assassinato para cada 100 mil pessoas, enquanto que a Cidade de São Paulo, é a que apresenta o menor número de mortes. Nos quatros últimos anos de guerra na Síria ocorreram mais de 256 mil mortes e no Brasil, 276 mil mortes violentas, portanto, mais mortes que em guerras. O que é lamentável!
Qual a expectativa, do ponto de vista da saúde mental, que se pode ter, diante de tanta violência e de tantos acontecimentos traumáticos? Como as pessoas poderiam funcionar para sentirem minimamente os efeitos deletérios de tanta criminalidade e violência? Sabe-se, que nossa saúde mental, é uma condição que está diretamente relacionada ao bem-estar das pessoas em todos os sentidos, ao seu bem-estar físico, a sua segurança, ao seu prazer, ao atendimento de suas necessidades vitais. Está relacionada ao seu crescimento saudável, a uma boa alimentação, a fé, ao carinho, ao amor e a solidariedade.
A Saúde mental, não se compra nem se vende, se adquire e se desenvolve. Saúde mental está em uma cidade limpa, bem cuidada, em um trânsito seguro, em boas práticas de amizade e de fraternidade. Está em uma sociedade justa e que tem valores éticos a serem praticados. E, é isso que encontramos na sociedade e no mundo moderno? Como poderemos ter saúde mental em um clima social conturbado, com tantas guerras, injustiças, contradições políticas, com tantas agressões á moralidade, com tanto desemprego, desassistência a saúde, especialmente aos mais pobres, com tantas mentiras, tantas corrupções e desalentos? Como podemos ter saúde mental diante tanto despudor, desonra, ameaças de todos os tipos e desmoralização na gestão pública, ou mesmo com tantas desavenças?
Afirmo-lhes, que não desfrutamos de nossa saúde mental. E isso se verifica no aumento da frequência com que surgem as doenças mentais na população atual. Não é, à toa, que a Psiquiatria, como especialidade médica, é hoje uma das especialidades mais relevantes e mais prestigiadas entre as coirmãs e uma das mais consultadas em todos os tempos, e isso se verifica entre crianças, adultos, adolescentes e idosos. O bem-estar das pessoas, a saúde mental e as doenças psiquiátricas, são os temas mais debatidos nos congressos internacionais, nacionais e locais. Os índices crescentes de depressões, que atingem mais de 7 milhões de pessoas no mundo, o stress pós-traumáticos, que em razão dessa violência desmedida já tem psiquiatras se especializando só no tratamento desses pacientes, a ansiedade generalizada, as fobias sociais, os distúrbios compulsivos, os distúrbios do sono, do apetite e os conflitos existenciais. Os índices alarmantes de consumo de álcool e outras drogas, as práticas de suicídio, que até 2025 se não forem implantadas políticas públicas eficientes, 1 milhão e 500 mil morrerão dessa forma, são condições que fazem pare desse cenário.
Enfim, há muitas outras condições, absolutamente desfavoráveis, nos dias atuais, que poderíamos citar para demonstrar o quão mal se encontra a saúde mental dos brasileiros e das pessoas no mundo atual. É preciso, que cada um de nós, dentro de nossa singularidade, promova, assegure e lute pelo nosso bem-estar individual e coletivo, que todos nós tenhamos um mínimo de responsabilidade para nos protegermos contra esse estado de coisas deploráveis, como a violência, corrupção e a criminalidade que está aí. É preciso que os governantes, entendam de uma vez por todas, que qualquer forma de governo, só se firma, se tiver em consonância com as pessoas, quanto aos seus direitos, sua saúde, sua segurança e com o seu bem bem-estar e que, tudo que venha ocorrer do contrária, nos prejudicará. Abaixo a violência e tudo mais que nos incomoda!

sem comentário »

Atenção quanto ao uso de tranquilizantes

0comentário

Atenção quanto ao uso de tranquilizantes
A descoberta dos tranquilizantes representa um marco histórico da medicina. Um grupo de medicamentos altamente importantes, usado largamente na prática médica em diferentes especialidades para tratar uma infinidade de doenças ou situações médicas especiais e relevantes. Entre os tranquilizantes, os benzodiazepínicos, (BZ) são um dos mais importantes e um dos mais utilizados na prática médica. Uma das áreas que mais se trabalha com esses medicamentos é a psiquiatria, muito embora não seja os psiquiatras, quem mais as prescrevam.
Sabe-se que todos os medicamentos são potencialmente prejudiciais, quando prescrito ou utilizado de forma correta. Não é à toa, que os ilustres farmacêuticos, nos informam que a diferença entre um veneno e um medicamento, está na dose, pois um pode se converter no outro e vice versa. Esse axioma pode e deve ser aplicado quanto ao uso dos tranquilizantes, pois apesar de serem medicamentos excepcionais, o abuso dos mesmos pode representar uma grande ameaça à saúde, em todos os sentidos, particularmente quanto a saúde mental, pois o uso exagerado dessas drogas pode determinar entre outras coisas, dependência severa nos usuários.
O consumo exagerado desses medicamentos pela população brasileira, sempre foi algo que nos despertou muito interesse, pois somos um grande país consumidor de medicamentos, ao ponto de figurarmos como o quinto maior mercado no mundo na área da indústria farmacêutica. Portanto um mercado pungente, na venda de medicamentos comparativamente aos outros países no mundo. Entre os medicamentos mais vendidos, guardando a devidas proporções, estão os tranquilizantes. E, esse consumo exagerado desses medicamentos é um assunto muito sério e grave do ponto de vista da saúde pública e, que de certa forma, se mantém no anonimato, pois não se trata abertamente desse assunto nem mesmo em congressos e em outros eventos científicos, muito embora, já exista evidências deste fato em nossa população.
Os dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmam isso. Em nosso país os ansiolíticos são os mais vendidos, comparando-se com a venda de antidepressivos e emagrecedores. Em seus relatórios, a ANVISA elencou os medicamentos de receita controlada, mais consumidos em nosso país, desde 2007. É um trabalho digno de nota da Agência, pois quantifica o consumo dessas drogas vendido através de receita controlada que os quais podem causar dependência química, entre seus usuários. Os ansiolíticos dominam a lista, que inclui todos os medicamentos de venda controlada, como emagrecedores, antidepressivos e anabolizantes. Os princípios ativos mais consumidos no país entre 2007 e 2010 foram clonazepam, bromazepan e alprazolam, cujas marcas de referência são, respectivamente, Rivotril, Lexotan e Frontal.
Mais de 10,5 milhões de caixas do Clonazepam foram dispensados em 2010, segundo informaram 41 mil farmácias cadastradas no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados e este número são crescentes desde 2007. A Vigilância Sanitária estima que este sistema de controle deva ter alcançado quase o total das farmácias em 2010, o que deverá permitir comparações a partir de agora. Acredito que o consumo exagerado de ansiolíticos, muitas das vezes sem indicação médica, é certamente uma das causas principais que provocam dependência química destes medicamentos e o que mais atrai seu consumo exagerado, são seus efeitos de modificarem rapidamente estados emocionais psicopatológicos e desagradáveis como medos, fobias, insegurança, tristeza, irritações, desadaptações psíquicas e sociais.
Essas substâncias de fato podem “obrar milagres”, ao se verificar pacientes enfermos graves, com poucas possibilidades de recuperação, se constata que ao usando adequadamente esses fármacos, se recuperam plenamente de seus problemas, após certo tempo de uso. Nesses casos, o que está em jogo é a utilização médica correta, quanto à dose e o tempo de uso destes medicamentos, ocorre que, tem que haver um controle rigoroso, tanto quanto para os que prescrevem, no caso os médicos, quanto para os que consomem, os pacientes, para que não haja problemas em decorrência do uso inadequado da medicação.
Quanto se trata da utilização dos benzodiazepínicos, a atenção deverá se redobrada devido ao risco de provocar dependência. Essa condição ao se instalar, fará com que a pessoa use os medicamentos não mais por sua indicação clínica, mas pela necessidade mórbida de utilizá-lo, pela falta angustiante que ele fará, ao deixar de usá-lo. Nessas condições, se instalou a dependência química, que é uma condição grave e complexa, que todos deveremos lutar para combatê-la. Para a indústria, que produz e vende esses medicamentos, acredito eu, que muito pouco lhe interessa saber por que razão alguém toma seus medicamentos, se por necessidade mórbida (dependência), ou por necessidade clinica (médica), mas nós que fazemos saúde com ética e seriedade, temos que nos preocupar com milhões de pessoas que estão viciados nesses medicamentos e não sabem mais o que fazer para se livrar disso. Portanto, todo cuidado é pouco, quanto ao uso desses fármacos.

sem comentário »

0comentário

sem comentário »

Psiquiatria sem Fronteiras – Preconceitos em Psiquiatria

0comentário

Trata-se de um vídeo que aborda uma temática importante em Psiquiatria e Saúde mental, qual seja , os PRECONCEITOS que existem em torno dos pacientes, dos tratamentos, das famílias e sobre os médicos que ratam desses enfermos. Colabore, vamos enfrentar juntos esses preconceitos e abrir os braços e o coração para esses enfermos.

 

sem comentário »

Psiquiatria sem Fronteiras

0comentário

Havia dito anteriormente, a alguns amigos, que esse mês de maio iniciaria a publicação de um Programa denominado de Psiquiatria sem Fronteiras com o objetivo de tratar de temáticas ligadas á área da saúde mental, neurociência, psiquiatria e muitas outras, no âmbito do interesse médico e psicossocial, destinado aos profissionais, estudantes e muitas outras pessoas que tenham afinidade por essa temática. Gostaria de solicitar aos prezado amigo, que divulgasse esses vídeos entre seus pares, recomendando, sugerindo temas, criticando, comentando sobre os mesmos. Obrigado a todos, espero que gostem, forte abraço.
Eis o primeiro vídeo:

sem comentário »