População e vereadores debatem Plano Diretor

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A terceira audiência pública para discutir a revisão do Plano Diretor de São Luís, que tramita na Câmara de Vereadores na forma do projeto de lei complementar nº 010/19, foi dominada pelo debate em torno da possibilidade de redução da zona rural da cidade para transformação em zona urbana.

No encontro, que ocorreu na manhã deste sábado (09), na Escola Estadual Professor Mário Martins Meireles, no bairro Pedrinhas, vários moradores fizeram questionamentos sobre a proposta que altera o Plano Diretor de São Luís (Lei nº 4.669, de 2006), com preocupação em pelo menos três pontos: redução de área de dunas, redução da área rural, e diminuição de preservação da área da APA do Maracanã.

Pelo menos é o que pensa a líder comunitária Raimunda Nonata Costa Rodrigues, de 54 anos, moradora da Vila Esperança e participante de duas das três audiências públicas realizadas até aqui.

“A situação vem gerando preocupação, principalmente na questão quanto a uma possível redução de 41% da nossa região [zona rural], sendo ao todo 8.643 hectares de área rural”, disse.

Outros moradores da zona rural também demonstraram preocupação com uma possível extinção de parte do território da região. É o caso, por exemplo, do vice-presidente da Associação dos Moradores do Bairro Pedrinhas, Raimundo Araújo Bezerra.

“Temos na agricultura e na pesca a nossa fonte de renda. Com a possível redução, podemos ser prejudicados. Por isso, a população cobra, agora dos vereadores a ampliação do debate, pedindo a eles para não apreciar a proposta na Câmara enquanto não tivermos um esclarecimento sobre esse tema polêmico”, completou o líder comunitário.

O vereador Estevão Aragão (PSDB), que presidiu a audiência no primeiro momento, falou da importância na atualização do diploma legal, disse que o último plano foi criado em 2006 e, portanto, segundo ele, deveria ter sido atualizado pela Prefeitura em 2016, cujo prazo máximo é de dez anos, instituído pela Lei 10.257, do Estatuto das Cidades.

“São Luís tem crescido de forma desordenada nos últimos anos, então, o plano além de ser uma obrigação é extremamente necessário para a organização da nossa metrópole. Meu papel, enquanto vereador, é cobrar para que seja colocado em prática”, avaliou Estevão.

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Sampaio quer ‘gringos baratos’, mas e a prata de casa?

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Além do choro cansativo que é muito comum nas entrevistas concedida pelo presidente do Sampaio, Sérgio Frota um aspecto chamou muita antenção ontem, durante o anúncio do planejamento e da equipe que começa a temporada 2020.

Sérgio Frota anunciou que vai a Argentina e Uruguai em busca de jogadores das divisões de base e “mais baratos” dos que existem por aqui no Brasil.

Esse é um equívoco sem tamanho e que mostra que o Sampaio não tem qualquer preocupação em formar atletas e trabalhar com o valor maranhense.

Nos últimos anos, o Sampaio esteve cada vez mais em evidência no cenário do futebol, tanto é que despertou a chegada de outras modalidades que hoje fortalecem a imagem do clube. e,bora só empreste a marca e as camisas.

Mesmo com toda essa evidência, o Sampaio não aproveitou a onda para estruturar e profissionalizar as suas divisões de base e por este motivo poucos ou quase nenhum atleta revelou.

Buscar atletas de base, mais baratos no exterior ou mesmo fora do Maranhão é algo de uma burrice sem tamanho, pois é daqui do nosso estado que saem grandes jogadores do futebol brasileiro e mundial.

Ter “estrangeiros” no elenco é muitas vezes marketing para o clube, mas até para isso precisa ter competência. Digo isso porque vocês devem estar lembrados do fracasso que foi a passagem de Petkovic no Sampaio.

É urgente que o Sampaio olhe para a sua base e para os atletas maranhenses, estes sim são capazes de diminuir os gastos dos dirigentes, pois se servem para o mundo afora porque não servem para o Sampaio?

Fica a pergunta.

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Gastão quer colocar projeto de Sarney Filho em pauta

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O deputado federal Gastão Vieira (Pros-MA) destacou nas redes sociais que vai sugerir ao presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (DEM) que coloque em pauta um projeto de Lei de autoria do então deputado federal Sarney Filho, ex-ministro do Meio Ambiente e atual secretário de Meio Ambiente do Distrito Federal.

Segundo Gastão Vieira, o projeto é oportuno diante do momento em que estamos atravessando com o maior desastre ambiental no litoral brasileiro com o vazamento de óleo nas praias do litoral do Nordeste.

“Vou sugerir ao Presidente Rodrigo Maia que paute e coloque para votar,o PL 6969/2013, do ex-ministro Sarney Filho, conhecido como Lei do Mar. É uma iniciativa que se enquadra no novo momento da Câmara e previne novas tragédias”, destacou.

O projeto de autoria de Sarney Filho Institui a Política Nacional para a Conservação e o Uso Sustentável do Bioma Marinho Brasileiro (PNCMar) e dá outras providências. O projeto Altera a Lei nº 9.605, de 1998 e a Lei nº 7.661, de 1988.

Atualmente, o  projeto aguada o Parecer do relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) para deliberação do plenário.

Foto: Reprodução/Twitter

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‘Casa dividida desmorona’, diz Duarte Jr

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Neste sábado (09), na 17ª Conferência Municipal do PCdoB São Luís, o deputado estadual mais votado na capital e pré-candidato a prefeito, Duarte Jr, destacou que o governador Flávio Dino construiu uma nova forma de fazer política no Maranhão e pediu união aos membros do partido.

“Antes, só quem tinha vez, só quem tinha voz, eram aqueles que detinham o poder. Nós, que não somos filhos da política, passamos a ser vistos, passamos a ser ouvidos, passamos a ser lembrados”, afirmou.

Sobre o projeto eleitoral da legenda para 2020 e 2022, apresentado pelo vice-presidente e secretário de Política e Relações Internacionais do partido, Walter Sorrentino, Duarte se posicionou sobre as eleições presidenciais. “Eu não escondo de ninguém o meu desejo, o meu sonho, de fazer o governador Flávio Dino presidente do Brasil. E tenho certeza que não estou sonhando sozinho”, declarou.

O pré-candidato também pediu união: “E é muito importante que nós nos mantenhamos unidos, que nós não possamos nos deixar dividir, pois casa dividida desmorona”, pontuou.

Em seu discurso, Duarte chamou o debate para São Luís e disse: “Mas para chegarmos em 2022, é de extrema importância, de extrema relevância, que possamos olhar atentamente para a nossa ilha. Nós precisamos trazer para São Luís uma gestão verdadeiramente humanizada, uma gestão para as pessoas, das pessoas e pelas pessoas”, explicou.

Duarte falou ainda sobre saúde na conferência, tema importante para os ludovicenses. “Precisamos de uma gestão que de fato conheça, viva, sinta, não só no passado, mas no presente, as dificuldades que as pessoas têm, como, por exemplo, a dificuldade de acessar os serviços básicos de saúde, que infelizmente não são para todos. Infelizmente, a saúde básica da nossa cidade atende tão somente 34% da população. Não temos agentes comunitários de saúde para atenção primária, como o nosso vizinho Piauí tem. Em Teresina, a cada 5 mil habitantes temos um agente comunitário de saúde. Não temos uma unidade básica de saúde que possa garantir um atendimento descentralizado, em áreas da cidade, que atenda a cada 40 mil habitantes”, alertou.

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O petróleo é nosso

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Por José Sarney

Na minha adolescência, um grito incendiava nossos pensamentos de patriotismo: “O petróleo é nosso!” Repudiávamos nossa dependência econômica dos países do “primeiro mundo”, principalmente dos Estados Unidos. Os jovens denunciavam a CIA, o entreguismo, o imperialismo americano como os grandes empecilhos ao progresso do País.

Naquele tempo de grande ebulição estudantil, depois da Segunda-Guerra, discutiam-se muito os “ismos”. Eu não me deixei contaminar por nenhum “ismo”, fugi aos aliciamentos ideológicos, para ser aquilo que sempre fui, um liberal, tolerante e humano, seduzido pelos grandes nomes nacionais do antigetulismo e por seu partido, a UDN – União Democrática Nacional. Bem moço, no Liceu, fui da Juventude Brigadeirista.

O petróleo escapava às posições políticas, pois era uma causa nacional. Isto me fez defender a bandeira “o petróleo é nosso”. Pressionado pela onda nacionalista, que envolvia inclusive grande parte das Forças Armadas, Getúlio Vargas mandou ao Congresso o projeto de lei que criava a Petrobrás (Lei nº 2.004). A UDN, contrária a Vargas, apoiou a criação da Petrobrás e fez mais: apresentou a Emenda Bilac Pinto, que estabeleceu o monopólio estatal do petróleo.

A Petrobrás mandou buscar um grande especialista americano em petróleo, Walter Link, da Standard Oil, para mostrar como descobrir os hidrocarbonetos (petróleo). Qual a nossa grande decepção quando Mr. Link, com toda a sua sabedoria, anunciou que o Brasil não tinha petróleo! Foi uma verdadeira revolta. Ele era um traidor, agente da interferência americana em nossos problemas. Mr. Link foi o grande saco de pancadas.

No meu governo, aumentamos nossas reservas de petróleo de 2,3 para 8 bilhões de barris. Mandei mapear todas as bacias sedimentares do Brasil, onde o petróleo se esconde, e descobrimos os maiores campos antes do pré-sal.

O futuro nos mostrou que o petróleo promove o aquecimento global e ameaça o mundo de extinção caso continuemos a poluir. O caminho é a energia limpa: eólica, solar e hídrica.

No desenrolar da novela do petróleo, acabamos de ver a decepção de o grande leilão de petróleo, tão esperado, não ter atraído o investidor internacional. O Ministro de Minas e Energia disse que perdemos o timing: não vendemos o petróleo quando ele valia cem dólares o barril, e hoje ele está em sessenta. Isso nos traz dúvidas se o pré-sal será competitivo.

O mundo está inundado de dinheiro, mas o capital é medroso, prefere a segurança ao lucro.

E o Brasil, com instabilidade, populismo, problemas institucionais, não oferece a segurança que ele deseja.

Assim, “o petróleo é nosso”, que defendemos com tanto ardor, está ameaçado de ser mesmo nosso, mas ficar escondido no fundo do mar.

Coluna do Sarney

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Assembleia realiza ciclo ‘O Maranhão discutindo o Brasil’

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A Assembleia Legislativa vai realizar, na próxima terça-feira (12), a primeira edição do ciclo de palestras “O Maranhão Discutindo o Brasil”, no âmbito do Poder Legislativo do Estado do Maranhão. A iniciativa tem como objetivo proporcionar aos municípios maranhenses a discussão de importantes temas nacionais que estejam sendo debatidos na Câmara dos Deputados e no Senado da República, os quais venham afetar os maranhenses. A programação terá início às 8h30, no Auditório Gervásio Santos (Plenarinho), com a presença do presidente da Casa, deputado Othelino Neto (PCdoB), que fará a abertura da mesa de debates. O evento terá inscrições abertas ao público, por ordem de chegada.

O ciclo de palestras “O Maranhão Discutindo o Brasil” é uma iniciativa da Mesa Diretora da Assembleia, criado por meio da Resolução Legislativa 129/19, aprovado por unanimidade pelos parlamentares.

Entre os temas que serão debatidos nessa primeira edição do ciclo de palestras está a reforma tributária, com a presença de especialistas no assunto, entre eles o professor doutor Eduardo Fagnani, que ministrará a palestra “A necessidade da Reforma Tributária Justa, Solidária e Sustentável”. Em seguida, a partir das 10h, será proferia palestra com o tema “Reforma Tributária” pelo economista Eduardo Moreira.

Entusiasta do programa, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PC do B), é da opinião de que esse é um projeto que vai inserir a população maranhense nas discussões sobre os grandes problemas do Brasil.

“Nosso objetivo é inserir os municípios maranhenses na discussão dos importantes temas que estejam sendo debatidos em nível nacional e que atingem diretamente todos os brasileiros”, disse Othelino Neto.

Também caberá à Assembleia Legislativa, conforme o projeto, promover, sempre que achar necessário, o deslocamento dos seus servidores a fim de garantir, da melhor forma possível, a realização do programa nos municípios maranhenses, visando à discussão dos temas propostos.

O projeto prevê, ainda, a possibilidade de a Assembleia Legislativa do Maranhão convidar palestrantes de outros estados da federação, para executar, da melhor forma possível, o ciclo de palestras “O Maranhão Discutindo o Brasil”, como é o caso dos palestrantes Eduardo Fagnani e Eduardo Moreira, dois expoentes no assunto proposto para essa primeira edição do evento.   

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Marcinho mais uma vez ‘chuta’ o Moto

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Amadorismo de um lado e falta de profissionalismo de outro.

Ë assim que posso resumir a decisão do técnico Marcionho Guerreiro que trocou o Moto pelo Caucáia, do Ceará, antes mesmo do início da pré-temporada para 2020.

O presidente do Moto, Natanael Jr. justifica que Marcinho recebeu uma proposta melhor. Imaginem vocês o Caucáia com todo o respeito fazendo proposta melhor do que o Moto.

O treinador alega que o Moto de indefinição administrativa por conta da eleição pesou, mas quando um profissional se preocupa com essas coisas é porque não está focado no trabalho, afinal a pré-temporada só iria iniciar em 9 de dezembro.

Nada que ele diga neste momento justifica, pois mais uma vez não cumpriu a palavra e deixou o clube na mão.

Pela segunda vez, Marcinho chuta o Moto e acho que agora vai ser em definitivo porque a torcida não vai perdoar…

Foto: Reprodução/TV Mirante

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