Riscos da reposição hormonal permanecem por três anos.

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Pesquisadores do Women Health Initiative( WHI)afirmam em recente publicação que mesmo após o abandono da terapia hormonal, os riscos permanecem por três anos. Adicionando mais um capítulo na contínua e confusa história da Terapia de Reposição Hormonal. Essa foi a conclusão do grupo do WHI, em pesquisa com 16 mil mulheres do centro de estudos de saúde feminina.

Mesmo depois de interromper a reposição hormonal, realizada durante e após a menopausa, as mulheres ainda estão expostas aos riscos(câncer de mama) relacionados ao tratamento durante três anos”, declarou o autor-chefe do estudo, Dr Geraldo Heiss.

Os dados não deveriam causar alarme ou pânico entre as mulheres . Esses resultados reafirmam o fato de que a reposição hormonal não deve ser usada na prevenção de doenças crônicas, mas são úteis a curto prazo para o tratamento dos sintomas da menopausa” segundo o Dr JoAnn Manson da Universidade de Harvard.

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Anoréxicos Suicidas: determinados para morrer?

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Um estudo da Universidade Vermont nos Estados Unidos, anunciou resultados de uma pesquisa, que conclui que anoréxicos são suicidas. Os dados são extrapolados de nove estudos de casos de anoréxicos na Alemanha e Boston (EUA). As causas de mortes relatadas incluíam: atropelamento por trem ou metrô, inseticidas e atear fogo ao próprio corpo. Eles tendem ao isolamento antes do suicídio.

Anorexia nervosa é uma condição clínica muito séria, com efeitos danosos à saúde, em que o paciente apresenta distúrbios de auto-imagem, sentindo-se gordo e acreditando que necessita perder peso, mesmo estando em estado avançado de desnutrição. O risco de mortalidade pode atingir 20% das pacientes em 10 anos (inanição, arritmias cardíacas, falta de potássio, excessiva acidez da circulação,suicídio). Também torna a paciente mais vulnerável a infecções, como pneumonias . A depressão também é comum , o que pode levar a tentativas de suicídio.

Recentemente na Itália, o fotográfo da Benneton criou uma campanha publicitária anti-anorexia para chamar atenção do problema. Foto acima do fotográfo Oliviero Toscani.

Nos Estados Unidos, 10 milhões de mulheres e um milhão de homens sofrem de distúrbios alimentares.

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Estados Unidos adverte: crianças entre 6 meses e 18 anos devem ser vacinadas contra gripe.

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Essas recomendações orientam que mais de 30 000 crianças americanas devam ser vacinadas anualmente contra o vírus influenza. Recomendações partiram do centro de imunização do CDC, órgão que controla as imunizações. O comitê votou por unanimidade que a vacinação deve iniciar o mais cedo possível, com previsão em 2009.

Em maio de 2007, o CDC emitiu uma alerta sobre a morte de crianças que haviam sido contaminadas com vírus da gripe. Pelo menos 68 crianças morreram de gripe nos Estados Unidos na última temporada da doença.

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Palmada pode deixar criança violenta

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A psicóloga americana Elizabeth Gershoff analisou pesquisas de especialistas nas últimas 6 décadas e disse que os pais que dão palmada em seus filhos podem causar danos de longo prazo que superam os benefícios a curto prazo.

A psicóloga ponderou que a punição física, por si só, não ensina as crianças a diferenciar o correto do errado e pode não dissuadi-las do mau comportamento na ausência dos pais. Elas fazem com que as crianças tenham medo de desobedecer quando os pais estão presentes, mas se sentem livres para se comportar mal se acreditam que vão se safar.

“Existe um consenso geral de que a punição corporal é eficaz para fazer com que as crianças obedeçam imediatamente. Mas ao mesmo tempo, existe um cuidado por parte dos pesquisadores de abuso infantil de que a punição corporal, por sua natureza, possa se tornar maus-tratos físicos’’

Quanto mais frequentemente ou mais cruelmente uma criança apanha, maiores os riscos dela se tornar um adulto agressivo ou com problemas mentais.

Nem todos cientistas concordam, Robert Larzelere, professor de psicologia do Nebraska Medical Center, foi um dos três especialistas que criticaram as conclusões de Elizabeth Gershoff, pesquisadora do Centro Nacional para a Infância na Pobreza, da Universidade de Columbia.

“Nós, norte-americanos, precisamos reavaliar por que achamos que é razoável bater em crianças pequenas e vulneráveis, quando é contra as leis do país bater em adultos, presidiários e até animais” escreveu Gershoff.

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