O dia em que o repórter virou notícia!

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Arari – Passei por uma experiência assustado ao acompanhando o Campeonato Brasileiro de Surf na Pororoca na manhã de hoje no rio Mearim, em Arari. Durante as baterias da semifinal, a lancha que transportava eu e o produtor e editor do Sport TV, Thiago Medeiros, foi tragada pela onda e virou, mas nenhum dos integrantes do veículo se machucou, pois todos foram socorridos rapidamente pelos bombeiros.

Na ânsia de chegar o mais perto da Pororoca para assistir a performance dos surfistas, a lancha que levava os jornalista subiu na onda, mas devido o pequeno tamanho da embarcação ela virou.

Graças a uma equipe do Corpo de Bombeiro comandada pelo capitão Israel Lopes e integrada pelos sargentos Adsan Barbosa e Silva Neto, o cabo Carlos Silva e o soldado Benoni Medeiros, que acompanhava de perto a prova chegou em menos de um minuto ao local do incidente e deu início ao resgate dos tripulantes.

A experiência do Capitão Israel Lopes foi fundamental para socorrer os tripulantes, pois ele e sua equipe se posicionam atrás da onda e tiveram uma visão privilegiada e pôde ver que a nossa lancha estava com excesso de tripulantes e que a embarcação é muito pequena para ultrapassar a Pororoca.

A minha preocupação era em me chocar com a lancha ou me machucar com hélice do motor dela. Fique na embarcação o máximo de tempo possível para que pudesse me afastar da lancha com segurança.

Felizmente consegui ser resgatado pelos bombeiros sem nenhum arranhão e continuar meu trabalho. Porém, ficou o susto e a lição: nunca entrar em uma embarcação sem colete salva-vidas e não surfar de lancha a Pororoca.

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Falta bom senso para os dirigentes do futebol local

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O presidente da Federação Maranhense de Futebol (FMF), Alberto Ferreira, não se deixa inteirar sobre a realidade do futebol brasileiro. Aliás, ele não evoluiu em nada. No futebol, ou em qualquer outro gerenciamento esportivo, deve-se usar a razão, a lógica, o bom senso… Então, isso é amadorismo puro.

Está comprovado que a FMF não tem capacidade para gerir o nosso futebol, pois sequer consegue montar uma tabela que agrade a clubes e torcedores. No rodada do final de semana, teve apenas dois jogos enquanto que para o meio de semana estão marcadas quatro partidas.

O que mais incomoda é a relutância da entidade em não adiar os jogos da quarta-feira para a quinta-feira sob o argumento que no dia 1º de Maio (Dia do Trabalhador) deve haver jogos com portões abertos pagos pelo poder público e não seria respeitado o prazo de 72h entre dois jogos.

Esse argumento é totalmente furado, pois se acontecer alguma comemoração as partidas podem ser feitas no domingo. O que não pode é colocar os já combalidos clubes daqui para jogar com a concorrência desleal da TV que na quarta-feira à noite terá Flamengo x Corinthians pela Libertadores da América.

É muito fácil fazer futebol, basta seguir o exemplo dos clubes de Imperatriz que só jogam no sábado à noite (dia e horário preferido pelo torcedor local) e as rendas são maravilhosas. É só comparar a renda de Imperatriz x Moto de R$ 20 mil com a dos míseros R$ 5 mil de Sampaio x Nacional.

Espero que a FMF use a razão e transfira a rodada de quarta-feira para a quinta-feira para o bem dos times e dos torcedores. Porém, não espero bom senso destas pessoas que só atrapalham o nosso futebol.

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Valter Ferreira, balança mais não cai no Sampaio

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Domingo, o Sampaio enfrenta o Viana, no Nhozinho, e um resultado inesperado seria fatal para o técnico Valter Ferreira. Porém, mesmo a vitória pode provocar a saída do treinador. Membros da diretoria estariam insatisfeitos com seu comportamento e alegam que o mesmo faz muitas exigências e a relação custo benefício não está a seu favor. Boa parte dos dirigentes do clube O técnico também questionam seu trabalho por ter pedido o primeiro turno da Copa União e por sofrer duas derrotas no returno.

Uma reunião, que durou cerca de duas horas definiu o futuro de Valter Ferreira. Participaram o presidente, Sérgio Frota, o vice-presidente, Nilson Garcia, e o diretor de futebol, Edvaldo Coelho. Frota confirmou que o treinador está “prestigiado”. “Não sei o que vocês entendem por prestigiado, pois para mim ele permanece no cargo. Porém, não vamos tolera outra derrota, pois todas as condições estão sendo dadas ao técnico”, afirmou.

Sob o comando de Valter Ferreira, o Sampaio venceu quatro partidas, empatou dois e perdeu quatro. Enquanto que seu antecessor em um ano perdeu apenas quatro jogos e foi u suficiente para ser demitido. Aliás, o treinador Edson Porto foi mandado embora justamente por ter perdido para o mesmo Nacional por 2 x 0 no primeiro turno da Copa União.

Valter Ferreira está ciente da pressão, mas argumenta que não é por sua causa que o Sampaio ainda não se encontrou no ano e disse está tranqüilo. “Quando o time não ganha sempre quem balança é treinador, mas estou tranquilíssimo”, disse. De certa forma o treinador está certo, pois não foi ele quem indicou e nem contratou a maioria dos jogadores “bichados”, cavalos cansados e leões de treino, que o Tricolor trouxe no início da temporada.

Com Valter Ferreira o time do Sampaio passou a apresentar um certo padrão de jogo e os atletas indicados por ele, entraram no time principal e não saíram mais. O Tricolor não pode ficar trazendo treinador a toda hora, pois sem tempo de trabalho nem os top como Vanderlei Luxemburgo, Muricy Ramalho, Joel Santana entre outro podem fazer nada.

Em 10 jogos, Valter Ferreira não consegui sequer repetir uma formação, pois o Sampaio sempre tem jogador suspenso por expulsão ou contundido. Agora, com o fim das inscrições na Copa União é refém destes atletas, que continuarão dando as cartas e derrubando treinadores.

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Sampaio perde para o Santa Quitéria e o técnico Valter Ferreira “balança”

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Apesar das contratações o Sampaio perdeu a segunda partida consecutiva no returno da Copa União ao ser derrotado para o modesto Santa Quitéria por 1 x 0, ontem à tarde, no Estádio Rodrigão. A derrota colocou na corda-bamba o treinador do Tricolor, Valter Ferreira.

O treinador teve seu trabalho questionado por dirigentes do Sampaio por falta de resultados. Desde que Valter Ferreira assumiu o Tricolor, a equipe tem apresentado altos e baixos e a perda do primeiro turno somado a duas derrotas consecutivas o colocou na corda-bamba.

O Sampaio não faz uma boa temporada, a maioria dos jogadores contratados não joga bem e alguns já foram até dispensados como o atacante Selmir, que contratado como novo matador da equipe fez apenas três gols. Até os atletas remanescentes da temporada passada também estão jogando uma “bolinha” como é o caso de Thiago Miracema, Eloir e Fernandinho.

O presidente do Sampaio, Sérgio Frota, que já reclamou do comportamento em campo dos jogadores em algumas ocasiões, exigiu uma nova postura do grupo tricolor. O dirigente trouxe de uma só vez cinco jogadores e prometeu mandar embora que não estivesse agradando. Porém, a equipe continua jogando mal.

Para mexer com o time, Sergio Frota substituiu o primeiro técnico Edson Porto por Valter Ferreira com alegação que seria mais fácil mudar o treinador que 18 jogadores. Agora, após o fim do prazo de inscrição de atletas ele será obrigado a repetir o mesmo discurso demitir o treinador.

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Quem ainda tem fôlego para investir…

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Encerrado o prazo de contratação para o restante da Copa União, dá avaliar quais foram os times que mais se reforçaram e quem realmente é candidato ao título. O segredo para o sucesso em qualquer competição é capacidade e fôlego para investir e elenco em condições de suprir as necessidades que qualquer situação e a maioria dos clubes não uma coisa e nem outra.

De todos os times que se reforçaram para o restante da Copa União, o Sampaio foi o que fez as melhores contratações. Os dirigentes do Tricolor trouxeram cinco jogadores experientes: os atacantes Jessé e Leandro Gomes, os volantes Índio e Mario César e o volante Robson Simplício. Todos são jogadores que estavam em atividade e de qualidade reconhecida.

Com as contratações, a diretoria do Sampaio pode resolver dois de seus maiores problemas na primeira fase da Copa União: o ataque que é refém de Célio Codó e a marcação no meio de campo que vem falhando muito e não sabe sair com a bola. Porém, os dirigentes do Tricolor não conseguiram solucionar o problema das laterais, pois os laterais-direito Fernandinho e Daílson não estão bem e sem Rigo o time não tem nenhum lateral-esquerdo de ofício.

O Moto foi outra equipe que fez boas contratações a começar pelo técnico Dirceu Mattos, que foi bem no primeiro jogo. Entre os reforços trazidos pelo Papão estão o meia Daniel Bruner, o goleiro Eufrásio, o volante Léo Silva e os atacante Bruno Chocolate, Serginho e Maurício. Já o zagueiro Paulo Sérgio não foi bem na estréia e foi responsável pela expulsão do goleiro Eufrásio por causa uma saída de bola atabalhoada.

Os jogadores que o Moto trouxe são de qualidade e experientes, porém, o principal problema do clube é o extra-campo. Os membros da junta governativa do Papão não se entendem, vivem brigando em público e não conseguem resolver os problemas financeiros da agremiação. O clube deve salários para a maioria do seu elenco e a chega de novos atletas pode causar ciumeira no grupo.

O Viana foi outro time que investiu muito para a disputa do returno, mas suas contratações vindas do futebol sergipano são uma incógnita. O Leão do Mearim conseguiu vencer a primeira partida na Copa União ao bater o time reserva do JV Lideral sem os reforços que ainda não haviam sido regularizados.

O Imperatriz investiu de forma acanhada, trouxe jogadores de qualidade, porém, não supriu todas as necessidades do time. Por isso, não acho time candidato ao titulo e vai brigar apenas para não ficar entre os últimos.

O Maranhão segue com a mesma política de esperar cair dinheiro do céu para investir e em contratações e trouxe apenas jogadores desconhecidos e atletas que já passaram por outros clubes daqui e não deram certo. A diretoria do MAC tem que entender que o lucro só vem depois do investimento e se continuar assim vai acabar fechando o time de futebol por falta de torcedor.

Há ainda o grupo dos sem dinheiro: Nacional, Bacabal e Santa Quitéria, que vivem as custas de suas respectivas prefeituras e que sem grana contrataram apenas jogadores amadores de suas regiões. Estes três devem apenas fazer número no restante da Copa União.

Por fim, tem o grupo dos que não investiram por considerar seus elencos auto-suficientes para o restante da temporada. O Iape foi semifinalista do primeiro turno e acha que com o time quem tem poderá ser campeão e JV Lideral, por ter sido campeão do turno inicial está esperando apenas a final. Acho que estes dois times fizeram uma grande bobagem, pois lutam pelo título e poderiam ter se reforçado. Por mais que considerem seus elencos completos, a competição é longa e imprevistos podem acontecer.

Com toda certeza as contratações e as não-contratações darão uma nova cara a Copa União. Porém, os times que investiram e formaram elenco para suprir as necessidades que podem surgem tem mais chance de ser campeão.

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Quando o racismo no futebol acabará?

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314208A acusação de racismo feita pelo zagueiro Manoel (Atlético-PR) a Danilo (Palmeiras) é mais uma página triste do futebol brasileiro. É vergonhoso como esse tipo de “crime” ainda ocorre no esporte. O curioso é que há no Brasil uma legislação especifica para a violação com pena de seis meses a três anos de cadeia, porém, ninguém nunca ouviu falar que alguém tenha sido preso. No máximo rende uma detenção rápida e o racista fica solto e desestimula outros agredidos a procurar a justiça.

Após o final do jogo, o maranhense de Bacabal que joga no Atlético (PR) seguiu direto para o 23.º Distrito Policial, no bairro das Perdizes, e prestou queixa contra o palmeirense por racismo. E a prisão em flagrante, que é inafiançável do agressor não aconteceu.

Tudo começou em uma jogada em que os jogadores se estranharam, dentro da área. Manoel deu uma cabeçada em Danilo que devolveu uma cusparada no rival. Segundo o atleticano, após uma trombada o palmeirense agiu de forma racista dizendo “levanta, macaco”.

Enquanto a justiça comum anda a paços de cagados, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva anda rápido. Durante entrevista no programa Arena SporTV, o procurador-geral do STJD, Paulo Schmitt, disse que pedirá suspensão preventiva para Danilo e Manoel, pois os dois se envolveram em incidentes de agressão e racismo na partida. Embora não tenham sido expulsos pelo árbitro Marcelo de Lima Henrique, e podem estar frente a frente na partida de volta das oitavas de final da Copa do Brasil em Curitiba, na próxima quarta-feira, o procurador tem poderes para suspendê-los.

A novidade em relação ao julgamento é que, em vez de agressão, Manoel deve ser indiciado por ato hostil (artigo 250) tanto pela cabeçada quanto pelo pisão confesso. A pena por cada uma das infrações seria de uma a três partidas. Ou seja, o zagueiro poderia pegar no máximo seis jogos de suspensão.

Já a pena do zagueiro palmeirense seria mais pesada. Pela cusparada, que segundo o procurador-geral do STJD, está enquadrada como um novo tipo infracional após a reforma do código penal, a pena varia entre seis e 12 partidas, enquanto que no ato discriminatório a pena varia de cinco a 10 jogos, além de uma multa financeira de R$ 100 a R$ 100 mil.

O problema é que esse tipo de coisa acontece todos os dias e em todos os jogos. Os jogadores se xingam, insultam os árbitros e os torcedores não respeitam ninguém. O racismo chama atenção pelo social, mas há outros xingamentos na minha opinião até piores que não dão em nada e sequer tem mesma pena da injuria qualificada.

No futebol xingar de “macaco” não pode, mas de filho da … pode, quando não deveria haver nenhum xingamento. É um absurdo, pois todos que estão ali são profissionais e devem se respeitar. O esporte não é lugar de baixaria.

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Riquelme é “fura-olho”

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riquelme-de-olho1Tomar a namorada do companheiro de trabalho parece está virando moda entre os jogadores de futebol. Seguindo os passos de John Terry, Riquelme resolveu dar em cima da namorada do companheiro de clube Pablo Moche. O ídolo do Boca Juniors teria enviado mensagens de texto à modelo Luli Fernández (foto abaixo) com segundas intenções.

Revoltado com o assédio de Riquelme a sua namorada, Mouche pediu a diretoria do Boca que o colega fosse punido, mas nada foi feito. Como os dirigentes não deram importância ao caso, o clima no vestiário do clube não deve estar muito bom. Espero que os dois não façam nenhum treino coletivo em lados opostos.

Segundo o jornal El Comercio, o caso foi descoberto através de uma conversa no Twitter entre os jornalistas argentinos Juan Pablo Varsky e Diego ‘Chavo’ Fucks, que cobrem o Boca.“Me acabo de enterar que un jugador consagrado le tiró los perros a la pareja de otro joven”, escreveu Chavo.

O zagueiro do Chelsea, John Terry, está fazendo escola, pois teve um relacionamento com Vanessa Perroncel, mulher do companheiro de seleção inglesa Wayne Bridge. Na ocasião, o ex-jogador do Boca, Carlitos Tevez, criticou o fura-olho Terry, que é companheiro de Manchester City. “Não acho que isso deve ser feito com a mulher de outro jogador, não é legal. Na minha opinião, Terry não tem códigos morais pelo que fez a Bridge. Se fizesse isso no meu bairro, perderia a perna, ou pior, não sobreviveria. Ele estaria morto na Argentina”, afirmou.

Espero que a moda não chegue ao futebol brasileiro e nem ao maranhense, pois já temos baixarias demais dentro e fora de campo. Porém, fica o aviso, pois quem vê a barba do vizinho arder, coloca a sua de molho.
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Após 23 anos, a CBF fez justiça ao Sport

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Com a entregar da “Taça das Bolinhas” ao São Paulo, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) fez justiça com o clube paulista e com o Sport (PE) ao reconhecer que o campeão brasileiro de 1987 foi o rubro-negro pernambucano. Inconformada com a perda, a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, disse que a entrega do troféu ao Tricolor foi uma retaliação por ter votado em Fábio Koff na eleição do Clube dos 13 contra Kleber Leite, que era o candidato de Ricardo Teixeira. Porém, é bom lembrar que o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, também votou em Koff.

A dúvida sobre a entrega do troféu existia por causa da polêmica sobre a competição de 1987, onde o Sport foi considerado campeão pela CBF na época. O Flamengo, campeão da Copa União, organizada pelas agremiações fundadoras do Clube dos 13, reivindicava o título da temporada. A “Taça das Bolinhas” seria dada em definitivo ao clube que conquistasse o Campeonato Brasileiro três vezes consecutivas ou cinco alternadas.

O parecer do departamento jurídico da CBF lembra que Flamengo e Internacional não aceitaram disputar os jogos decisivos do campeonato brasileiro daquele ano contra Sport e Guarani, que se classificaram pelo Módulo Amarelo: “Dando cumprimento ao Regulamento, a CBF marcou os jogos entre esses quatro clubes, mas o Flamengo e o Internacional se recusaram a disputar as partidas designadas, sendo declarados vencidos por W.O. Por fim, o Sport sagrou-se Campeão Brasileiro de 1987. Esse resultado foi largamente contestado pelo C.R. Flamengo e pelo Internacional, mas sem razões consistentes”, afirma.

A “Taça das Bolinhas” está em processo final de restauração e será entregue nos próximos dias ao São Paulo, que foi campeão brasileiro pela quinta vez em 2007 (antes, conquistou as edições de 1977, 1986, 1991 e 2006; depois, o hexa em 2008).

Embora muitos achem que entrega da Taça das Bolinhas foi uma retaliação a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, na minha opinião a CBF fez justiça de forma tardia a dois clubes: São Paulo e Sport. É claro que o momento não é o mais adequado, pois Ricardo Teixeira sofreu uma derrota para o Clube dos 13, que preferiu reeleger Fábio Koff pela sexta vez.

Desde 1996, Fábio Koff, vinha sendo eleito por unanimidade, mas no último pleito Ricardo Teixeira apoiou Kleber Leite e o Clube dos 13 ficou dividido. Como não poderia ser diferente em um a disputa eleitora, os perdedores usam de tudo como fato político. A quem diga que a suplica não atendida do Coritiba para a redução da pena de interdição do estádio Couto Pereira, e as críticas que o São Paulo vem recebendo ao projeto do Morumbi para a Copa são retaliações de Teixeira.

Há ainda a questão financeira, pois o Flamengo é um time mais rico que o Sport e talvez, por isso, a CBF tenha levado 23 anos para reconhecer o título dos pernambucanos. Todos acompanharam a campanha que os patrocinadores do time carioca fizeram pela conquista do falso hexa.

O mais importante é que independente da questão financeira e política, o troféu será entregue ao dono de direito e o Sport passa a ter o título de 1987 finalmente homologado pela CBF.

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O ex-policial civil Jorginho estaria por trás do fim do noivado do Imperador e Joana Machado

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Foi publicado na coluna “Retratos da Vida”, do jornal carioca “Extra”, que o ex-policial civil Jorge Luís Fernandes, o Jorginho, seria o pivô do fim do noivado de Adriano e Joana Machado. O Imperador não descobriu nenhuma traição da Imperatriz com o antigo Affair, porém, ele teria ficado enciumado ao saber do antigo relacionado e frágil relação não resistiu. Entre idas e vindas está é a sexta vez que o casal se separa.

Jorginho é um polícia civil exonerado, que foi condenado por se envolver com a máfia dos caça-níqueis, em janeiro de 2009. A Imperatriz teve um tórrido relacionamento com ex-policial após a penúltima separação de Adriano.

Graças à influência de Jorginho no Salgueiro, Joana Machado foi eleita uma das musas da escola no último carnaval. Porém, a Imperatriz reatou com Imperador em dezembro de 2009 e perdeu o cargo na escola de samba.

O relacionamento de Jorginho e a Joana aconteceu de maneira escandalosa em uma rua da Tijuca. O que mostra que o escândalo proporcionado pela Imperatriz no Morro da Chatuba em que ela quebrou vários carros não foi o primeiro dela.

Com o fim do relacionamento, Joana deixou a casa de Adriano. Porém, a Imperatriz estaria interessa em faturar com a fama adquirida com o relacionamento com Adriano e passou a tarde de ontem atrás do telefone do diretor de redação da revista Playboy, Edson Aran, para negociar um ensaio. Ela estaria de olho na capa da edição de junho, mês da Copa do Mundo.

Joana já havia feito fotos para a seção da revista: mulheres que amamos. A Imperatriz já havia até negociado um cachê de R$ 1 milhão, mas o Imperador teria oferecido R$ 2 milhões para ela não posar como veio ao mundo. Com o fim do noivado, ela não quer ficar com uma mão na frente e a outra atrás.
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O novo Frei Epifânio é o melhor estádio do Maranhão

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Com a inauguração do novo Estádio Frei Epifânio D’Abadia pela governadora Roseana Sarney, Imperatriz tem hoje a melhor praça esportiva do Maranhão. Nada mais justo, para quem tem atualmente o melhor futebol do Estado. Os clubes e os torcedores da cidade ganharam uma arena moderna e que atende a todos os requisitos exigidos pela Fifa.

Não foi à toa que a governadora Roseana Sarney foi bem recebida pelas pessoas da cidade ao inaugurar o novo Frei Epifânio, pois o povo de Imperatriz reconheceu o excelente trabalho que a sua administração fez na praça esportiva.

Como a própria governadora destacou em entrevista a Rádio Mirante AM, o novo Frei Epifânio dará um grande impulso no crescimento do futebol na Região Tocantina. “Estou muito feliz de estar aqui em Imperatriz entregando, ao povo de Imperatriz, esse estádio, um estádio muito bem feito, um estádio que tem tecnologia, em estádio que está entregue à população de Imperatriz para que as pessoas possam ter uma área de lazer e possam, também, crescer com o futebol, não só de Imperatriz, mas do Maranhão”, disse.

O atual campeão maranhense de futebol é o JV Lideral e que é o único time que está invicto na Copa União. O Cavalo de Aço também da região foi recentemente campeão estadual. Não podemos esquecer o trabalho feio no Marília e no Maranhão do Sul, que tem excelente estrutura e exportam jogadores para o Brasil e exterior. E ainda tem liga de futebol amador de Imperatriz, que é a melhor e mais organizada do Estado.

Portanto, nada mais justo que a cidade receba um estádio digno de seus desportistas. Estive no estádio antes da reforma e posso dizer que nem o reconheci depois da reforma. Com toda certeza é a inauguração do novo Frei Epifânio, pois do antigo só ficou o endereço.

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