Desperdício de talento!

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O flagrante registrado pela TV Mirante dos adolescentes saltando da plataforma, com cerca de 15m de altura, da piscina de saltos ornamentais do Complexo Esportivo do Outeiro da Cruz, além de se uma negligência do responsável pelo local por não haver vigilância no é um desperdício de talento. Num país que luta para estimular atletas para as Olimpíadas de2016 no Rio de Janeiro, as habilidades e principalmente a coragem destes jovens deveria ser estimulada.

Estes jovens não deveriam ser vistos como vândalos, mas como excluídos de uma política pública concreta de esporte. A piscina do complexo do Complexo Esportivo do Outeiro da Cruz está abandonada há anos e eles como cidadãos têm todo o direito utilizá-la. O que falta ali não é seguranças, mas técnicos (treinadores) especializado em natação para orientar estes jovens.

É preciso acabar com este pré-conceito que esporte de pobre é futebol e que esportes aquáticos como o salto ornamental é modalidade de rico. A atleta olímpica mais jovem a ganhar uma medalha de ouro foi dos saltos ornamentais. A norte-americana Marjorie Gestring, com 13 anos, venceu a prova do trampolim de 3 metros nos jogos de Berlim, em 1936. A prática dos saltos ornamentais no Brasil remonta a 1913, quando a primeira competição nacional foi realizada. Porém, o país não registra grandes resultados em Olimpíadas. O país acumula 12 participações em Jogos Olímpicos sem conquistar nenhuma medalha.

Está na hora do secretário de Esporte e Lazer, Joaquim Haickel, acabar com oba-oba e arregaçar as mangas e começar a mostrar trabalho. Não acredito que seja tão caro limpar a piscina, enche-la e botar uma pessoa para trabalhar com estes garotos. Do contrário eles continuarão se arriscando saltando em uma piscina cheia de lodo e cheia pela metade e correndo risco de acidente.

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CBF está usando título de 1987 como moeda de barganha!

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Esse lenga-lenga do título brasileiro de 1987 já está insuportável. Todo mundo sabe que o campeão daquele ano é o Sport, mas por uma questão de interesse financeiro o titulo foi dado ao Flamengo. Agora, através de um acordo envolvendo CBF, Federação de Futebol do Rio de Janeiro e interesses comerciais do Clube dos 13, o título foi dividido entre os dois rubro-negros.

É tudo uma grande Palhaçada. Ricardo Teixeira se desentende com o Flamengo e entrega a Taça das Bolinhas para o São Paulo. Como o Tricolor paulista também desobedeceu o todo poderoso da CBF foi punido com a retirada do Morumbi da Copa de 2014.

Durante anos, no site da Fifa o campeão de 1987 era o Sport e não tem motivo para questionar o titulo, pois a entidade máxima do futebol o garantiu ao time pernambucano.

Porém, de forma vergonhosa e cinicamente, o Clube dos 13 e o Flamengo se aproveitaram da situação ambígua para se apropriar de fatos, glórias e símbolos que não lhes pertenciam como o hexa, que para os pernambucanos é penta.

Não acredito que essa briga terminará aqui, pois a diretoria do Sport não aceita dividir o título com o Flamengo e com muita razão, pois foram os cariocas que se recusaram a jogar a final. O tpitulo é do Leão assim como a Taça das Bolinhas é do São Paulo, primeiro penta e único hexacampeão brasileiro.

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Moto será apenas figurante no Estadual

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Pelas contratações do Moto até o momento, acho que a equipe será apenas figurante no Campeonato Maranhense 2011, pois o time é inferior até ao que disputou a Segundona Maranhense de 2010.

Depois de tanta briga para voltar para a Primeira Divisão confesso que esperava mais dos dirigentes motenses, mas pelo que vi o Papão está montando time apenas para não cair.

A contratação mais badalada, que ainda não se concretizou, é a do meia Bruno Chocolate, que ainda é um garoto, que não merece o peso desta responsabilidade. O Chocolate é um excelente jogador e tem um futuro muito próspero no futebol, mas acho perigoso depositar nele a esperança de título.

Outra boa contratação foi a do atacante Ricardo, ex-Maranhão, que teve boas passagens pelo União São João (SP), Campinense (PB), Madureira (RJ) e até na Turquia e é irmão do volante Francisco Júnior, também revelado no MAC. Porém, também não acho que ele seja o cara capaz de segurar a responsabilidade de ser o principal jogador do Moto na temporada.

Fico apreensivo, pois seria muito bom o Moto voltar a ser pelo menos a segunda força do futebol maranhense devido a força da sua torcida. Um Papão forte é importante até para o seu principal rival o Sampaio, que com sua ausência ficou sem parâmetro dentro do Estado.

A falta de um Moto forte no futebol maranhense pode ser sentida no jogo do Iape contra o Atlético (MG) pela Copa do Brasil na próxima quarta-feira, 23, no Nhozinho Santos. O estádio deve ficar lotado, não pela torcida do Canário da Ilha, que cabe dentro do gabinete do seu presidente de honra, mas pela tradição do Galo, da colônia mineira que mora em São Luís e por causa de Richarlysson, Mancini, Tardelli e o experiente técnico Dorival Júnior. Se fosse o Papão no lugar do Canário da Ilha no mínimo teríamos um estádio dividido.

Espero que os dirigentes do Moto e seus conselheiros revejam seus conceitos e montem uma equipe forte para brigar pelo titulo ou pelo menos para incomodar Sampaio, Maranhão e Imperatriz, que estão montando equipes para brigar pelo troféu. E fica ainda aquele alerta: quem monta time para não cair, acaba caindo!

Foto (De Jesus) – Atacante Ricardo

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Fecurão não está preparado para receber times grandes

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Muito se falou sobre a reforma no Fecurão, mas de fato fizeram apenas uma maquiagem no estádio e em minha opinião ele não tem condições de abrir jogos de times “grandes” com o Sampaio, Moto e Maranhão. Acho que o local dá muito mal para abrigar jogos do Iape contras equipes pequenas.

Gosto muito do Bairro da Cohab e acho até que ali merecia ser construída uma arena esportiva, pois o bairro além de ficar em um local central da cidade é atualmente um grande centro com o maior shopping da cidade. Porém, o Fecurão é muito pequeno para abrigar as torcidas dos times grandes e nem tem o conforto que o torcedor merece, pois no local há poucos banheiros, apenas um portão de entrada e nenhum estacionamento.

Porém, para uma federação que já autorizou uma final de Campeonato Maranhense dentro de um pesque-pague, marcas os jogos de Sampaio, Moto e Maranhão no Fecurão é fichinha. Acho até que se a FMF abrir precedentes, os três grandes deveriam jogar contra times pequenos nos seus respectivos CT também e economizar uma grana preta ao deixar de alugar o Municipal.

Gostaria, que o Fecurão fosse realmente reformado, pois seria muito interessante que Sampaio, moto e Maranhão jogassem no local para atrair mais torcedores, pois os moradores de Cohab e Cohatrac seriam uma contribuição significativa para o futebol.

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Kléber Pereira: solução ou problema?

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A tentativa do presidente do Sampaio Corrêa, Sérgio Frota, em repatriar o atacante Kléber Pereira sacudiu o meio esportivo maranhense, pois se for concretizada será a maior contratação do futebol local nos últimos 10 anos. Porém, é preciso avaliar a questão custo beneficio antes de fechar o negócio. O atleta de 34 anos está de férias há mais três meses e está pedindo por jogo que fizer com a camisa do Tricolor a R$ 50 mil.

Acho o Kléber um verdadeiro craque de bola, mas não sei se seria bom negócio para o Sampaio contratá-lo para a Copa do Brasil. O jogador fora de campo tem um comportamento muito parecido com o de Adriano, não dispensa uma cervejinha e adora uma balada, principalmente, na comunidade onde foi criado, o Rio Anil.

Por outro lado, Kléber foi campeão brasileiro pelo Atlético (PR) e artilheiro do Brasileiro pelo Santos. Porém, a última temporada não foi boa para ele, pois jogou muito pouco no Internacional e no Vitória (BA). Em 2010, ele passou mais tempo com os amigos no rio Anil que em time de futebol.

Ninguém pode negar que ele é um ídolo do futebol maranhense, mas o Sampaio teria como recuperar o investimento com a venda de camisas de Kléber ou com bilheteria sem o Castelão? Acho praticamente impossível. Mas como o presidente Sérgio Frota já está acostuma a pagar para jogar uma despesa a mais não faria tanta diferença assim para o seu bolso.

Como apreciador do bom futebol e maranhense, gostaria muito de ver o Kléber jogando com a camisa do Sampaio, mas aquele Kléber do Atlético e não esse do Internacional e Vitória. Se ele realmente quiser jogar bola, acho que tem muito a contribuir com o Tricolor, mas se quiser continuar deitado na fama é melhor escolher outro time para encerrar a carreira .

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Quem não pode com o pote não pega na rodilha

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O velho provérbio da sabedoria popular veio à memória com o pedido de renuncia do presidente do Moto Club, Gildo Moraes. O (pequeno) empresário alega que não tem condições financeiras para manter a equipe no Campeonato Maranhense 2011 e prometeu entregar a sua carta de renuncia ao presidente do conselho deliberativo amanhã (sábado). Não tenho nada contra o Gildo. Muito pelo contrário até que o admiro muito, pois foi ele um dos grandes responsáveis pelo retorno do Papão a Primeira Divisão, mas como ele mesmo diz sozinho não pode fazer nada.

Foi por este motivo que fui contra a eleição do Gildo Moraes, pois isso sempre aconteceu no futebol maranhense. Toda eleição é a mesma coisa, ninguém quer assumir a presidência de nenhum time, ai surge um corajoso e todos ao seu redor prometem apoio, mas passam-se algumas e semanas e os mesmos somem como por encanto.

O mesmo aconteceu com Eugênio Rodrigues, pois estava presente no dia da sua eleição. Impuseram o cargo para o coitado e na hora que o bicho pegou, ele ficou sozinho. Teve até que se desfazer de bens pessoas para honrar compromissos do Moto e atualmente ninguém o convida nem para aquelas “rifa” para arrecadar dinheiro para pagar jogador e funcionário de clube.

Nos outros clubes acontece a mesma coisa, pois a gente não só não vê o Sérgio Frota e o João Vicente reclamando porque são ricos, mas os dois quando assumiram as presidências do Sampaio e Maranhão respectivamente ouviram promessas de apoio que logo foram levadas pelo vento.

O que o Moto realmente precisa é de um presidente que tenha dinheiro para bancar o time no Campeonato Maranhense, enquanto não entra a grana do Viva Nota, pois quando ela entrar vai ter até briga por presidência de time aqui no Estado.

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Esse filme eu já vi

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Apesar do 100% de aproveitamento nos dois jogos que fez no interior do Piauí, acho que o Sampaio ainda precisa melhor muito para a disputa da Copa do Brasil. Ao contrário do presidente do Tricolor, Sérgio Frota, que disse que com a vitória o clube unificou os títulos estaduais dos dois estados por ter batido o campeão piauiense de virada, mas vencer os nossos vizinhos não em minha opinião não é nada de extraordinário.

No primeiro jogo, o Tricolor venceu o Barras, vice-campeão piauiense, por 1 x 0 com o gol do zagueiro Johíldo aos 46 minutos do 2º tempo, no domingo, no Estádio Juca Fortes. Na segunda partida, o Sampaio bateu de virada o Comercial de Campo Maior, atual campeão piauiense, por 2 x 1, com um gol contra e um do atacante Jack Jone, terça-feira à tarde, no Estádio Deusdeth de Melo.

Apesar de ter vencido os dois jogos considero as apresentações do Sampaio apenas regular, pois o Tricolor mostrou muita dificuldade para ganhar dois times do interior do Piauí. Além do mais o futebol piauiense está no mesmo nível do maranhense (disputando apenas Série D) e com os times considerados grandes abeira da falência. O Barras, por exemplo, anunciou a contratação do jurássico Túlio Maravilha.

O presidente Sérgio Frota também mostrou muita empolgação com o gol de Jack Jone, contratado como solução para o ataque da equipe, em sua estréia. Como recordar é viver, quero só lembrá-lo que no ano passado o Sampaio venceu em um amistoso de preparação o Flamengo (PI) por 2 x 1no jogo marcado pela estréia do jurássico Jardel pela equipe piauiense, com gols dos atacantes Selmir e Castor, também contratados como solução para o ataque, e o time foi um verdadeiro fracasso no primeiro semestre. Em 2010, o Tricolor sequer foi para a final da Copa União e os dois jogadores contratados como artilheiros se mostraram verdadeiras bombas.

Se o Sampaio realmente queria um teste de verdade antes da Copa do Brasil deveria ter jogado com os nossos vizinhos do Pará: Paysandu e Águia de Marabá, que disputam a Serie C e estão em plena atividade no Campeonato Paraense e não enfrentar times do Piauí que tem um futebol tão falido quanto o nosso.

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