Os vilões mais antigos!

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Aproveitando o clima de Halloween (Dia das Bruxas) celebrado amanhã (31 de outubro) decide fazer uma relação com os vilões mais longevos das histórias de terror. Dentre os vilões do gênero os dois primeiros ganharam várias sequências cinematográficas e se destacaram pela perseverança, aumentando o número de vítimas a cada novo longa de sua franquia e derramando litros e mais litros de sangue. Porém um vilão em especial, que atormenta o futebol maranhense é tão antigo como Drácula e mais assustador que o Lobisomem. Seu poder é tão avassalador, que mesmo sem pisar no estádio há mais de três meses continua afugentando os torcedores.

Confira a seguir a lista com os três vilões mais antigos da história:

3º Lugar – Freddy Krueger – Depois de ser morto por pais de criancinhas que andava aterrorizando em uma vizinhança, o vilão de “A Hora do Pesadelo” passou a atacar adolescentes em seus sonhos. No total, protagonizou 8 filmes, incluindo “Freddy vs. Jason”.

2º Lugar – Jason Vorhees – De rosto deformado, o vilão de “Sexta-feira 13” se disfarçava com uma máscara de hóquei e tinha como preferência matar a sangue frio jovens adolescentes afoitos por sexo. No total, foram feitos 12 filmes em homenagem a ele, incluindo uma versão futurística chamada “Jason X” e outra em que duelava com Freddy Krueger. Em 2009, foi lançada uma refilmagem do primeiro longa da série.

1º Lugar – Alberto Ferreira – Apesar da sua aparência só conseguir arrancar risadas, ele aterroriza os torcedores e clubes maranhenses por mais de 20 anos e sem dúvida é o vilão mais longínquo da história. Ao contrário Jason Vorhees e Freddy Krueger, que lotam as salas de cinema no mundo inteiro, Alberto Ferreira afugenta os torcedores dos estádios maranhenses.

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Moto paga jogador com cheque sem fundo…

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O responsável pelo meia Leomir ter se recusado a viajar para Imperatriz por estar com o salário atrasado e pelos demais vexames do clube na temporada desastrosa é o presidente do Moto, Cleber Verde. Graças a sua incompetência em gerenciar o clube, o Papão mais uma vez tem o nome incluído na lista dos times caloteiros. Desde que esse senhor assumiu a presidência do rubro-negro o time vai de mal a pior e a tendência é piorar.

O presidente do Moto, Cleber Verde, pagou o salário de Leomir com um cheque sem fundo que teria voltado duas vezes. Sem condições emocionais, o jogador teria se recusado a viajar. Não descordo dele, pois dirigente de futebol no maranhão tem que entender que salário em dia é obrigação e não favor. Outra coisa que as pessoas que mexem com futebol tem que colocar em mente aqui é que jogador profissional vive do salário, por tanto, não tem outra profissão.

Além de Leomir, os atacantes Didi Cearense e Diego Sousa também não viajaram porque estão com infecção intestinal provocada por ingestão de comida estragada. Para treinar dois períodos os jogadores precisam almoçar no Centro de Treinamento do Clube, mas quem está fornecendo a cômica são torcedores através de doações. Quem deveria comprar comida para os jogadores é a diretoria e não o torcedor.

O presidente Cleber Verde conseguiu rebaixar o Moto para a Primeira Divisão Maranhense numa competição que tinha 10 clubes. Depois veio o vexame no Campeonato Brasileiro da Série D, quando o Papão foi derrotado para um time formado por vigilantes, pedreiros e pintores que nas horas vagas são jogadores de futebol. Não satisfeito, deu um jeito de colocar o rubro-negro na Segunda Divisão no mesmo ano em que o time caiu e em uma disputa com quatro equipes não conseguiu o acesso.

Sinceramente, já não sei se Cleber Verde é motense, pois o que ele fez ao Moto em 2009 nenhum adversário fez em mais de 70 anos. Agora, em vez de brigar para manter o time na Primeira Divisão de qualquer jeito, ele deveria parar para arrumar a casa para a próxima administração, pois nesse ritmo o clube vai acabar.

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A vitória do Viana sobre o Chapadinha por 11 x 0 foi um acidente!

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A versão mais convincente para o escândalo da armação na rodada final do returno do Campeonato Maranhense da Segunda Divisão, foi a que um colega de jornal me passou. Ele teria ouvido dos jogadores Moto, que após o jogo, entraram em contato com um ex-atleta do clube que joga em Chapadinha para saber porque perderam para o Viana por 11 x 0 e levaram 9 gols em 9 minutos. O jogador teria dito que alguém na beira do campo teria gritado que o Papão estava vencendo o Santa Quitéria por 8 x 0 e entraram em desespero.

A versão é totalmente plausível, pois alguém no intuito de motivar que um abrisse ou que o outro fizesse mais gols poderia ter feito tal besteira. Com toda certeza a “armação” feita de forma atabalhoada foi um protesto pela inclusão do Moto na Série B no mesmo ano que foi rebaixado, pois com toda a certeza não teve dinheiro envolvido na história. Tudo foi feito de improviso, pois não deu tempo de combinar nada. Se tudo estivesse arranjado desde o início, bastaria alguém gritar da beira do campo que 4 x 0 bastava e era só administrar o resultado.

Continuo achando que a trapalhada dos 11 x 0 foi bom para o futebol maranhense, pois graças a quantidade e a rapidez que os gols foram marcados foi possível chamar a atenção da grande imprensa para o que acontece aqui há décadas. Diante de tanta sujeira que foi expostos a única saída para os dirigentes e tentar moralizar a coisa.

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Arrependidos…

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O presidente do Sampaio, Sérgio Frota, e do Maranhão, Carlos Moreira, estão arrependidos por terem assinado o abaixo assinado do Conselho Arbitral que permitiu o Moto disputar a Segunda Divisão no mesmo ano que foi rebaixado. Porém, o documento não tem validade, pois virada de mesa vai de contra a legislação esportiva, o conselho não é Departamento Técnico e é proibido mudar o regulamento de uma competição em menos de dois anos.

Apesar de todas as irregularidades do documento e da sua total ilegalidade, Sergio Frota e Carlos Moreira só se arrependeram de terem assinado o abaixo assinado por causa da repercussão nacional que o caso ganhou. E há ainda a suspeita de que três clubes não assinaram o abaixo assinado: São José de Ribamar, Imperatriz e Nacional, que estavam sem presidente quando o documento foi criado.

Agora, é tarde para arrependimento, pois todas as pessoas que participaram dessa tentativa de virada de mesa são cúmplices da Federação Maranhense de Futebol (FMF), que utiliza desse Conselho Arbitral como “boi de piranha” para tudo de errado que faz no futebol maranhense. É a chamada convivência perniciosa do dando que se recebe que dirige o futebol local.

O Sérgio Frota e o Carlos Moreira são pessoas de bem e honestas, mas precisam ter cuidado com suas companhias, pois de acordo com o ditado popular: passarinho que voa com morcego, dorme de cabeça para baixo…

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Encontraram o primeiro bode expiatório para a lambança em Viana!

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O árbitro Edílson Santiago Cardos que trabalhou na partida Viana 11 x 0 Chapadinha pode ser o primeiro bode expiatório escolhido para levar a culpa pelo escândalo na final do returno do Campeonato Maranhense da Série B. Por ter deixado de cumprir a regra Nº 8 do futebol (início e reinício de jogo) logo no seu primeiro procedimento: todos os jogadores deverão encontrar-se em seu próprio campo. De acordo com as imagens do jogo, ele teria autorizado o reinício da partida em pelo menos quatro dos 11 gols marcados com os atletas do Leão comemorando no campo do Galo.

De fato é uma irregularidade, mas Edílson Santiago Cardos errou de forma mais grave ao permiti o anti-jogo praticado pelos dois time e por não ter suspendido a partida. Agora, colocar o árbitro como “boi de piranha” é uma tremenda covardia, pois todos sabem que o maior culpado de tudo que aconteceu é a Federação Maranhense de Futebol (FMF), que orquestrou toda a bagunça.

Se a sindicância e comissão disciplinar do Tribunal de Justiça Desportivo têm que punir alguém deveria ser o presidente da FMF, Alberto Ferreira, pois foi quem permitiu que o Moto participasse da competição de forma irregular.

Aliais, o senhor Alberto Ferreira está responsabilizando a imprensa pela entrada do Moto de forma irregular na Série B ao afirmar que recebeu um abaixo assinado pedindo a inclusão do clube no mesmo ano que caiu. O curioso é que este documento realmente existe e a única pessoa que teria assinado é um setorista de rádio.

Por tanto, tentar jogar a culpa em uma pessoa mais “fraca”, o árbitro, para poupar os mais “fortes” é um ato de extrema covardia, anti-ético e imoral. A única solução honesta para esse caso seria anular toda a Série B e realizar o Campeonato Maranhense de 2010 apenas com oito times. Duvido que o senhor Alberto Ferreira terá coragem para tanto.

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A CPI da Bola II nascerá morta!

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que o deputado estadual Marcos Caldas (PRB) pretende criar para apurar o escândalo na final do returno do Campeonato Maranhense da Segunda Divisão é mais um típico episódio autopromoção política. A Assembléia do Estado não tem jurisprudência sobre o futebol, pois o esporte é uma atividade particular que não recebe dinheiro público e tem legislação própria, a Justiça Desportiva.

Assim como a CPI da Euromar que não deu em nada e o Tribunal de Justiça considerou nula, a da Bola II, caso seja criada, deverá seguir o mesmo caminhão. O pior é que a sua criação é certa, pois o deputado Marcos Caldas já tem garantidas 26 assinaturas, quando o mínimo para criação de uma comissão são 14. E mais uma vez o dinheiro público será gasto de forma inútil com acareações e depoimentos mentirosos de pessoas envolvidas no escândalo da Série B Maranhense.

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Chapadinha: herói ou vilão?

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Graças à lambança que Viana e Chapadinha protagonizaram na rodada final do segundo turno do Campeonato Maranhense da Segunda Divisão, as entranhas podres do futebol local estão sendo expostas para todo o Brasil e o mundo. O ataque “kamikaze” do Galo da Chapada de abrir o jogo para impedir a “armação” para devolver o Moto a Primeira Divisão, também atingiu em cheio a Federação Maranhense de Futebol (FMF).

O feito heróico do Chapadinha de perder por 11 x 0 para impedir que o Moto voltasse a Série A graças a uma armação também serviu para que mostrasse ao mundo como é esculhambado o futebol maranhense. Agora, o resto do país sabe que o presidente da FMF, Alberto Ferreira, está no cargo há mais de 18 anos e que conseguiu prorrogar seu mandato até 2014, que um time disputa o acesso no mesmo ano que caiu e que tabela de competição é montada durante a disputa.

A lambança na final da Segunda Divisão é apenas a ponta do iceberg de irregularidades da FMF, pois outras viradas de mesas foram protagonizadas nos últimos anos em favor do Bacabal, do Americano entre outros e nada foi feito para impedir. O Chapadinha acertou ao abrir por 11 x 0, pois se tivesse aberto só pelos 4 x 0, a coisa não teria tomado a proporção que tomou, a federação certamente teria anulado a partida em Viana, dado o titulo do returno ao Moto e tudo ficaria no esquecimento.

O futebol maranhense terá uma grande divida com o Chapadinha se depois deste escândalo internacional a FMF começar a se moralizar. Com a moralização, virá a organização, os investimentos públicos e privados e o torcedor de verdade voltará aos estádios.

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Oportunista de plantão!

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Até mesmo na pior tragédia do futebol maranhense aprece gente querendo tirar uma casquinha. O deputado estadual Paulo Neto se valendo da sua imunidade parlamentar acusou o time do Chapadinha de ter recebido R$ 50 mil para entregar o jogo para o Viana por 11 x 0. Não satisfeito de aparecer as custas dos outros, o parlamentar ainda aproveito o episódio para fazer política e agredir adversário como o ex-prefeito e presidente do Galo da Chapada, Magno Bacellar, e a prefeita de Chapadinha, Danúbia Carneiro.

Em menos de 24h, o deputado Paulo Neto se contradisse e afirmou que não foi oferecido dinheiro aos jogadores do Viana para abrir o jogo. Só que o estrago já estava feito e o nome das pessoas envolvidas estava exposto na mídia nacional e internacional. Graças a seu oportunismo, o parlamentar conseguiu os seus desejados 15 minutos de fama.

Se o deputado Paulo Neto estivesse realmente preocupado com os interesses do Chapadinha deveria ter no mínimo subido na tribuna da Câmara para denunciar a participação irregular do Moto no Campeonato Maranhense da Segunda Divisão. Não só ficou calado como na da fez para tentar impedir a virada de mesa eminente em favor do Papão.

Agora, o senhor quer posar de arauto da justiça desportiva? Deputado, o futebol maranhense não precisa dessa sua ajuda.

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Como resolver a confusão do Viana 11 x 0 Chapadinha, com 9 gols em 9 minutos?

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Constatada a armação na goleada do Viana sobre o Chapadinha por 11 x 0, o que me preocupa é como será resolvido esse escândalo, que está sendo considerado o maior do futebol brasileiro nos últimos anos. Os dois clubes do interior já foram condenados pela opinião pública e execrados internacionalmente. Porém, ninguém parou para questionar as rações que levam o Galo da Chapada dar tamanha força para que o Leão do Mearim vencesse. Com toda certeza, a solução para este problema será pior do que o ocorrido.

A equipe do Chapadinha foram unânimes ao afirmar que facilitaram as coisas para o Viana em forma de protesto contra uma armação da Federação Maranhense de Futebol (FMF) em favor do Moto. O time do Galo se queixa do atraso no início da partida em 17 minutos, da facilidade como o clube marcou seus três primeiros gols e dos três pênaltis marcados a favor do Papão.

É nítido que havia uma armação para que o Moto não ficasse de fora da Primeira Divisão em 2010, pois incluíram o clube na Serie B no mesmo ano que ele foi rebaixado, reduziram ao máximo o número de participantes com o aumento da taxa de inscrição de times novos de R$ 12 mil para inexplicáveis R$ 32 mil e até a tabela do returno foi modificada para beneficiar o Papão. Mas para o desespero dos organizadores da armação, o rubro-negro não tem time e de forma legal nunca venceria essa Segundona.

Aliais, a FMF é o principal responsável pelo ocorrido ao ter permitido que o Moto disputasse a Segundona no mesmo ano em que caiu. É evidente que os times ficaram constrangidos e intimidados com a presença na disputa de um clube que entrou na disputa pela janela. A presença do Papão na Série B foi imposta e não solicitada.

Agora, o graças à armação explicita de Viana e Chapadinha, os dirigentes do Moto, com base em um artigo do Estatuto do Torcedor, pedem eliminação dos dois times da disputa e que seu clube seja confirmado como o campeão do returno. Só que eles esquecem que o mesmo código proíbe que um time dispute o acesso no mesmo ano que caiu.

Se o caso for julgado com imparcialidade e de forma correta, as partidas Viana 11 x 0 Chapadinha e Moto 5 x 1 Santa Quitéria serão anuladas e marcados outros jogos em um campos neutros e com arbitragem de fora. Embora com todos estes cuidados, nada impede novas armações, mas desta vez mais discreta.

Uma outra saída para esse imbróglio seria promover todos os quatro a primeira Divisão e tudo acabaria em pizza. Porém, o presidente da FMF, Alberto Ferreira, prometeu que a Série A de 2010 não terá 12 times. Como não se escreve o que esse senhor diz tenho quase certeza que podemos ter mais quatro times na Primeira Divisão em 2010.

A solução mais justa é a mais radical de todas é anular esta competição e promover outro campeonato desta vez sem a presença do Moto e permitindo o acesso dos clubes do interior como Codó, Pedreiras, Açailândia entre outros.

A solução para este problema não deve acontecer tão cedo, pois em todos opção para resolver o caso cabe recurso e o processo deve se arrastar por muito tempo na Justiça Desportiva.

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A final da Segunda Divisão foi uma vergonha!

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A final do segundo turno do Campeonato Maranhense da Segunda Divisão é a própria crônica de uma tragédia anunciada. Como não poderia ser diferente, a Série B terminou do mesmo jeito que começou, com muita confusão e irregularidades. O Moto venceu o Santa Quitéria por 5 x 1, mas o Viana goleou o Chapadinha por 11 x 0 e ficou com a segunda vaga do acesso para a Primeira Divisão. Agora, a decisão saiu do gramado e foi parar no tapetão.

A decisão do returno da Série B é mais uma página negra do já enlameado futebol maranhense. Há denuncias de favorecimento dos dois lados, pois tanto a diretoria do Moto quanto do Viana alegam que houve “armação” na rodada final.

O pior é que o presidente do Moto, Cleber Verde, disse que com base no Estatuto do Torcedor, irá entrar com uma representação na justiça desportiva pedindo a anulação da partida Viana 11 x 0 Chapadinha. Porém, o dirigente motense esquece que pelo mesmo código, o papão não poderia disputar a Série B no mesmo ano que foi rebaixado como se fosse uma repescagem.

Não sou advogado do Chapadinha e muito menos do Viana, mas também não parece estranho o arremedo de time que o Moto vencer o Santa Quitéria por 5 x 1, em um jogo que foram marcados três pênaltis a seu favor. A diretoria do Leão também pode questionar como o Papão fez terem marcado três gols, a quantidade exata de que precisava para vencer o returno, em menos de cinco minutos.

O mesmo Estatuto do Torcedor foi lembrado, imagine, pelo presidente da FMF, Alberto Ferreira, que depois disse não conhecer bem o código. Pior, prometeu realizar uma sindicância para apurar se houve irregularidade na Vitório do Chapadinha por 11 x 0. Todos nós já sabemos que está investigação terminará em uma enorme pizza com sobremesa de marmelada e os quatro times serão alçados a Primeira Divisão.

O que esperar de uma competição que começou com oito times, depois reduziu para cinco e por último ficou nos quatro que disputaram? O que dizer de uma disputa que tem uma participante irregular, o Moto, pois de acordo com o Estatuto do Torcedor só poderia disputá-la em 2010? Na minha opinião, eles se merecem…

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