Contabilidade e dosimetria de uma possível pena atribuída a Alexandre de Moraes por seus crimes contra o Brasil e os brasileiros

Neste dia 8 de janeiro de 2026, resolvi contabilizar o número de condenados na dita tentativa de golpe de Estado, que teria ocorrido em nosso país em 8 de janeiro de 2023, uma fantasia criada pelo STF, pelo governo e por parte da imprensa, para justificar sua abjeta interferência no destino político no Brasil.

Resolvi então inverter o polo das acusações e julgar apenas o ministro Alexandre de Moraes, por abuso de poder, descumprimento do devido processo legal, destruição do Estado Democrático de Direito, atentado à lei constitucional de nosso país, e resolvi usar de forma ténue uma dosimetria que ele jamais levou em consideração nos processos que julgou, dando a ele um dia de pena para cada ano que ele tenha atribuído de para as pessoas que ele condenou injustamente.

Vocês sabem quantos anos de cadeia este verme receberia se esse julgamento fosse proferido e essa pena fosse cumprida? Mais de 30 anos de prisão.

Eu explico como cheguei a esse número. Foram mais de 800 condenações que, em média, atingiram 14 anos de pena. O montante de anos ultrapassa 11.200, que, divididos por 365, resultam em mais de 30 anos de pena que seriam aplicados a esse Torquemada moderno.

Essa alegoria serve apenas para exemplificar a destruição que esse ser abominável operacionalizou em nosso país. É apenas uma alegoria, mas bem que poderia se transformar em realidade, e isso não seria vingança, seria apenas justiça.

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Perfil

“Poeta, contista e cronista, que, quando sobra tempo, também é deputado”. Era essa a maneira como Joaquim Elias Nagib Pinto Haickel aparecia no expediente da revista cultural Guarnicê, da qual foi o principal artífice. Mais de três décadas depois disso, o não mais, porem eterno parlamentar, ainda sem as sobras do tempo, permanece cronista, contista e poeta, além de cineasta.

Advogado, Joaquim Haickel foi eleito para o parlamento estadual pela primeira vez de 1982, quando foi o mais jovem parlamentar do Brasil. Em seguida, foi eleito deputado federal constituinte e depois voltou a ser deputado estadual até 2011. Entre 2011 e 2014 exerceu o cargo de secretario de esportes do Estado do Maranhão.

Cinema, esportes, culinária, literatura e artes de um modo geral estão entre as predileções de Joaquim Haickel, quando não está na arena política, de onde não se afasta, mesmo que tenha optado por não mais disputar mandato eletivo.

Cinéfilo inveterado, é autor do filme “Pelo Ouvido”, grande sucesso de 2008. Sua paixão pelo cinema fez com desenvolvesse juntamente com um grupo de colaboradores um projeto que visa resgatar e preservar a memória maranhense através do audiovisual.

Enquanto produz e dirigi filmes, Joaquim continua a escrever um livro sobre cinema e psicanálise, que, segundo ele, “se conseguir concluí-lo”, será sua obra definitiva.

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