
A ideia contida na expressão que vem no título desse texto é designada a uma ação que culmina com o atingimento total das metas pretendidas em um projeto, sendo que tal expressão é mais amplamente usada para disputas políticas eleitorais, quando um partido ou um grupo político consegue eleger todas as cadeiras em disputa, ou consegue atingir totalmente seu objetivo.
É isso que acredito acontecerá na eleição do próximo ano no Maranhão, faltando apenas ajustar alguns poucos detalhes, que em alguns casos, apesar de serem poucos, são de certa bastante grandes.
Em minha modesta opinião a eleição para governador de 2026 está praticamente definida, restando apenas saber se o prefeito Eduardo Braide disputará ou não o pleito, pois ele é o único que pode fazer frente ao candidato do governador Brandão. Caso Braide seja candidato, para que possa vencer a eleição, ele precisará de duas coisas: Ter um grupo formado por partidos e políticos que lhe dê sustentação e que o governo esteja de mãos e pernas amarradas, inoperante quanto ao apoio que possa dar ao seu candidato. As duas coisas, juntas, simultaneamente, são bastante difíceis de acontecer.
Excetuando-se Braide, não vejo candidato que possa disputar em pé de igualdade esse pleito com Orleans.
Se parece que as coisas estão muito boas para o lado do atual governo, ressalto que existem duas pedrinhas no meio do caminho: A ruptura do grupo do governo que deixou Dino declaradamente brigado com Brandão – ter contra si uma figura que zela por sua fama de ser implacável com seus desafetos, não é uma coisa boa; e A escolha da chapa, que vai requerer uma delicada engenharia política.
Dependendo dos movimentos que Dino possa fazer, o comando do grupo do governo pode e deve ficar mais ou menos temeroso. Se nada acontecer e a chapa for bem escolhida, fica mais fácil de ganhar a eleição.
Penso que o nome de Orleans Brandão está definido para disputar o governo, no entanto a vaga de vice e as de senadores estão em aberto.
Os nomes de Roseana Sarney, Weverton Rocha, André Fufuca, Roberto Rocha e Eliziane Gama, aparecem nas pesquisas, e imagino que Brandão não cogite apoiar nem Roberto, nem Eliziane, restando escolher entre Roseana, Weverton e Fufuca, quem serão os candidatos a Senador, podendo ficar aquele que não for escolhido para essa disputa, o cargo de vice. Esse seria um bom projeto de engenharia política, mas como diria Garrinha, precisa falar com os russos!
Imagino que uma chapa composta de Orleans Brandão para governador, Fufuca para vice, Roseana e Weverton para o senado, seja uma chapa que explique e preconize bem o título deste humilde e singelo texto.
Se assim for, penso que o governador Brandão fará barba, cabelo e bigode.
1 comentário em “Barba, Cabelo e Bigode.”
O Brasil ladeira abaixo
O Brasil vive um dos piores momentos de sua história. A decepção da população brasileira com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com parlamentares e com o Poder Judiciário é enorme. Todos são extremamente incompetentes na condução dessa crise que, sem dúvida, trará danos irreparáveis à nação brasileira e, em especial, à população.
Mesmo antes do tarifaço de Trump entrar em vigor a economia brasileira dá os primeiros sinais de decadência com o anúncio pelos empresários de férias coletivas para seus funcionários nos mais diversos ramos do setor produtivo.
De um lado, Lula com um discurso esquizofrênico só aprofunda a crise. De outro lado o ministro piadista do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino dispara de uma ‘espingarda de chumbinho’: “Não sei o Mickey e o Pateta vão sentir falta de mim. O que eu sei é que sou eu que pago o salário do Mickey e do Pateta. Se o preço é não conviver cm eles. É um preço pequeno”.
Ora bolas, Sr ministro Flávio Dino o momento é de seriedade e de serenidade. Talvez, esse preço seja pequeno para V. Excia. Mas, para milhões de brasileiros que poderão perder seus empregos, é IMENSO.
Chega de PATACOADA!!!!!”