Cena musical maranhense é destaque no Plugado

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No Plugado especial do 31 de dezembro, destaque para o que aconteceu de positivo na cena musical maranhense em 2016.

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Entre os destaques têm Núbia, Nathalia Ferro, Paulão CL, Soulvenir, Dicy, Bruno Batista, Criolina, o Festival BR-135, além de homenagem a Papete.

Se liga, o Plugado especial da Virada do Ano, será das 16h às 17h, sob o comando de Pedro Sobrinho, na Mirante FM (Muito Melhor).

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Voz do Brasil estreia novo formato nesta segunda

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Estreia nesta segunda-feira (31), com nova roupagem, o programa A Voz do Brasil, da EBC (Empresa Brasil de Comunicação). Em seu novo formato, o programa de rádio mais antigo do Brasil será mais interativo e próximo do cidadão. Haverá novos quadros, com jornalismo, prestação de serviço e diálogo com os ouvintes. Uma das grandes mudanças será a maior participação da audiência.

Voz do Brasil a partir de agora interagindo com o ouvinte. Foto: Divulgação
Voz do Brasil a partir de agora interagindo com o ouvinte. Foto: Divulgação

A ideia é oferecer um programa que lembre menos o formato solene e distante de décadas anteriores e tenha uma linguagem menos formal, mais próxima do cidadão. O programa contará com novos apresentadores – Airton Medeiros e Gláucia Gomes. “A ideia da nova Voz do Brasil é aproximar o cidadão, trazê-lo mais para perto da notícia, da informação. Fazer com que o cidadão interaja com o que fazemos aqui na EBC. A gente não pode estar distante”, diz Gláucia à Agência Brasil.

Os ouvintes poderão tirar dúvidas sobre programas sociais, sobre o trabalho do presidente da República e ministros ou esclarecer informações, como tirar documentos, por exemplo, além de fazer perguntas para os integrantes do Poder Executivo. O programa abrirá canais de e-mail e telefone, além de um número de WhatsApp para interagir com o público. Pelo aplicativo, os ouvintes poderão enviar mensagens para a produção pelo número 61 99862-7345.

A “Voz”, como é chamada nos corredores da EBC, tem especial importância para as regiões afastadas dos grandes centros do país. São nos locais onde as rádios comerciais não investem na informação que o programa cumpre papel fundamental. “É a prestação de serviço daquilo que o cidadão precisa na vida dele, lá na cidadezinha onde mora. Precisamos trazer a Voz do Brasil para perto desse cidadão. Essa nova linguagem e as informações essenciais são para que o cidadão possa saber o que o governo federal está fazendo para ele”, acrescenta a locutora.

Veiculado diariamente (exceto aos sábados, domingos e feriados) das 19h às 20h, os primeiros 25 minutos são dedicados às notícias sobre o Poder Executivo. As mudanças da nova Voz do Brasil se darão nessa primeira parte do programa. A produção dos demais 35 minutos é de responsabilidade dos Poderes Legislativo e Judiciário. A Voz do Brasil alcança hoje cerca de 60 milhões de brasileiros e é transmitida em todas as emissoras de rádio do país.

História

Com 81 anos, A Voz do Brasil é o programa de rádio mais antigo do país e do Hemisfério Sul ainda em execução. Essa marca lhe rendeu um espaço no Guinness Book, o Livro dos Recordes, em 1995. Em julho de 1935 foi criado o Programa Nacional, para divulgação dos atos do Estado novo, da era Vargas.

Três anos depois, o Programa Nacional deu lugar à Hora do Brasil, quando passou a ter veiculação obrigatória nas rádios do país, com o horário fixo das 19h às 20h. Em seus primeiros anos, o programa abria espaço para a arte, com execução de músicas e transmissão de radionovelas. Em 1961, o presidente Jânio Quadros costumava usar o programa para transmitir recados escritos por ele de última hora.

O nome A Voz do Brasil foi adotado a partir de 1971. Ao longo dos anos, passou por reformulações. Em 1998, por exemplo, foi incluída uma voz feminina na locução. A abertura do programa, quando uma voz masculina imponente dizia “em Brasília, 19 horas”, tornou-se marca de A Voz do Brasil. Aos poucos, o bordão foi sendo flexibilizado e foram incluídas novas frases de abertura, como “Está no ar a sua voz, a nossa voz, a Voz do Brasil”. Mas, para os fãs do bordão original, uma boa notícia: ele vai voltar.

O Guarani

Apesar de criada no século 19 e aclamada na ocasião de sua estreia, em 1870, em Milão, a ópera O Guarani, de Carlos Gomes, é mais conhecida como o tema de abertura de A Voz do Brasil. A ópera é extensa, com quatro atos, mas os acordes mais conhecidos são os de sua abertura. Os primeiros segundos da peça de Gomes foram escolhidos para anunciar a entrada do programa no ar. O tema de abertura se tornou uma das marcas mais conhecidas do programa.

A ópera foi exibida em sua versão original por décadas. Posteriormente, releituras foram feitas em diferentes estilos, sempre remetendo à cultura nacional. Versões de samba, axé e capoeira já foram usadas no programa. A nova versão, que estreia hoje, remete à música clássica, mas traz uma orquestração nova, mais moderna e com ares de telejornal.

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Em julho o meu escritório é na Praia

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Nos sábados e domingos do mês de julho, o meu escritório é na Praia !

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Som das Praias ! O papo é reto à base de muito rock, reggae, rap, deephouse direcionado aos praticantes de surf, kitesurf, bodyboarder, stand up paddle, admiradores do mar, da pesca e piquenique na areia.

Se liga das 13h às 15h, no sábado; das 13h às 16h, no domingo, na Mirante FM, 96,1 Mhz e na internet: imirante.com/mirantefm/

O Plugado entra em recesso nos domingos de julho, mas continua nas quintas-feiras e sextas-feiras, das 22h à meia-noite.

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MA: Ministério lança edital para rádios comunitárias

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As entidades maranhenses que participaram, em setembro de 2015, do ‘Seminário de Rádios Comunitárias’ promovido pelo governo do Estado já podem acessar o edital para autorização de implantação das novas rádios comunitárias. O Ministério das Comunicações anunciou a seleção para o Plano de Outorgas (PNO) 2015/2016, que contempla 29 cidades do Maranhão.

A seleção pública possibilitará a instalação de novas emissoras em 85 municípios nos estados do Acre (9), Amazonas (11), Maranhão (29) e da Paraíba (36). As entidades terão o prazo de 60 dias para inscrição na seleção pública, mediante apresentação dos documentos indicados na tabela 1 do Edital, que começou a contar a partir de segunda-feira, 16, com o prazo final em 15 de abril de 2016.

Foi criado um e-mail institucional exclusivo para facilitar o atendimento aos interessados em participar da seleção. Pelo endereço eletrônico duvidasradcom@comunicacoes.gov.br, será possível esclarecer dúvidas sobre o serviço de radiodifusão comunitária, como instruir um processo de outorga e quais as proibições.

Está disponível no site do Ministério das Comunicações (www.mc.gov.br) uma cartilha eletrônica que esclarece pontos importantes do processo. Também é possível obter os formulários necessários, como o Requerimento de Outorga e Modelo de Manifestação em Apoio, já atualizados de acordo com a Portaria n° 4334/2015.

A íntegra do edital pode ser obtida no Espaço do Radiodifusor, constante no site. Para mais informações, o Governo do Estado também disponibiliza o hotsite www.ma.gov.br/radioscomunitarias.

Os municípios contemplados para obter outorgas de novos serviços de radiodifusão no Maranhão são: Água Doce do Maranhão, Aldeias Altas, Alto Parnaíba, Amarante do Maranhão, Balsas, Barão de Grajaú, Cajari, Campestre do Maranhão, Codó, Colinas, Grajaú, Itapecuru-Mirim, Itinga do Maranhão, Lago do Junco, Maracaçumé, Matões, Olho d’Água das Cunhãs, Paço do Lumiar, Penalva, Pio XII, Presidente Juscelino, Sambaíba, Santa Quitéria do Maranhão, Santo Amaro do Maranhão, São João Batista, São Luís, Tasso Fragoso, Timon, Tutóia.

Fonte: Ascom

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Tomás Hugo lança EP no Plugado, Mirante FM

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Tomás Hugo passou na noite dessa quinta-feira (21/5), pelo Plugado, na Mirante FM, onde apresentou as faixas “Vai Ser Difícil”, “Bali”, “Shaking Hips” e “Blank Frame”, do seu primeiro EP com oito músicas. Durante o bate-papo, Tomás, que é engenheiro eletricista, disse que a música é uma terapia, uma cachaça em sua vida, e que encara com profissionalismo.

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O EP contém oito faixas de um trabalho que foi todo produzido em São Luís do Maranhão pelos produtores Adnon Soares e Sandoval Filho e masterizado em Nova Iorque-EUA no Sterling Studios pelo engenheiro Steve Fallone.

Todas as letras e músicas são composições do Tomás, exceto John Doe, que divide autoria com os companheiros da banda The Bandeidis, uma das bandas covers pelas quais passou no início de sua carreira como músico.

As músicas podem ser ouvidas e baixadas gratuitamente no soundcloud.com/tomashugo. Perguntado sobre shows, o cantor responde “Lançar na Internet foi o primeiro passo, agora pretendemos lançar o show Conforto em um show intimista para convidados e curiosos. Esse lançamento está sendo desenhado e em breve divulgaremos”, finalizou Tomás.

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Nathalia Ferro: faixa a faixa de Alice Ainda

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Nathalia Ferro lançou na edição desse domingo (26/4), do Plugado, na Mirante FM, o segundo CD, “Alice Ainda”. Um disco, segundo a artista, foi concebido em um momento considerado de efervescência musical. Nathalia agregou a obra de vários amigos compositores como aposta no disco. Ela, também, arriscou o lado compositora na construção de um disco de quem acredita que música como um desafio,  persistência, criatividade e intensa.

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Contextualizada com o seu tempo, Nathalia optou em disponibilizar o trabalho nas plataformas da Internet. O resultado já pode ser conferido nos sites de música especializados. O disco está disponível para audição na página da cantora nas plataformas Soundcloud, Youtube, entre outros.

Indagada sobre a opção no universo virtual, ela afirmou que o lançamento digital veio primeiro por uma questão financeira, já que o disco é todo independente e depois, por ser, segundo  Nathalia, a forma mais rápida, direta, acessível ao público e interativa utilizada pelos artistas para distribuição de trabalhos junto às mídias digitais. “A internet é uma facilitadora. O meio mais fácil de um disco chegar a todas as pessoas. Isto independente do lugar em que ela mora”, complementa.

Produção

O disco foi produzido por Adnon Soares, produtor com quem Nathalia já havia trabalhado em 2011, e a arte da capa é de Laila Razzo.

Das 12 faixas do CD três já foram gravadas: Ana e a Lua, de Betto Pereira; O que não é de mim, de Marcos Lamy e Hermes Castro; e Maria de Jesus, de Beto Ehongue. Nathalia tem as participações especiais nos vocais de Lucas Maciel, em Música do Sereno, e de Adnon Soares em Estranho Seu.

Pré-lançamento

Embora não tenha a data do lançamento do cd físico, porque a prensagem ainda está sendo articulada, Nathalia fará dois shows em maio: dias 8 (Calourada Geral da UFMA) e 31, na abertura do show do 14 Bis, pelo MPB Petrobras, onde cantará as músicas do novo trabalho. Nathalia Ferro tem 10 anos de carreira e o último disco dela foi Instante (2013).

Faixa a Faixa

1. Porcelana – “É minha e da Laila Razzo. Eu estava em São Paulo e pensava em uma música quando de repente a Laila me mandou a letra inteira por mensagem e foi incrível porque era o que eu precisava. Foi um sentimento muito forte. Eu fiz a música em 5 minutos e é a estreia dela como compositora”

2. Sem Pressa (Marceleza) – “Tem música que parece que não diz nada, mas está dizendo tudo. Essa música não tem uma ideia pronta, mas o que tu sente quando tu escuta já diz tudo. É sem pressa mesmo”

3. Música do Sereno – “É do Paulo César Linhares, meu namorado e do grupo PedeGinja, e é uma música que tem uma coisa muito solar e surgiu no momento que tava fazendo o disco. Uma música que fala de disposição que se tem que ter em São Luís para aquele momento em que ela te rende pelo cansaço. Ela é muito pungente para mim porque fala de força”

4. Vila Esperança – “Música minha e é muito representativa porque foi dela que nasceu o Alice Ainda. E a composição nasceu de forma muito brusca, porque foi uma história que a minha mãe ouviu de um travesti dentro do ônibus que falou a vida inteira dele sem conhecer a minha mãe. Então fala de carência, de exclusão, e de como as pessoas se agarram a uma vida paralela”

5. O que não é de mim – “É do Hermes Castro e Marcos Lamy e é tipo um hino dessa nova geração de compositores. Fala sobre uma pessoa que não está vivendo essa realidade da cultura popular, mas não quer dizer que essas coisas não tem significado, que não fazem parte do seu mundo. Fala da não alienação”

6. Maria de Jesus – “É de Beto Ehongue e foi a primeira música que eu me lembro, que tive vontade de gravar. Isso em 2004, mas eu não estava pronta, eu não me sentia com capacidade para gravá-la. Ela estava no repertório do show do Instante, mas eu não a gravei. Isso veio agora de assumir a responsabilidade . Fala de pobreza, e considero atual, pois também tem fome de conivência, de olhar para a situação do que tá acontecendo, por isso resolvi cantar essa música”

7. Como qualquer chiclete – “É do Phill Veras. Tive a honra de gravar uma música dele que para mim, já nasceu pronto. E fala de um amor curtido, de alguém que está completamente apaixonado e quer grudar em alguém igual chiclete. Ela é de uma delicadeza muito grande”

8. Neguinha – “Essa música eu fiz em 2010. Fala de uma desilusão amorosa”

9. Ana e a Lua – “Eu fiz um arranjo bem dançante pra essa música do Betto Pereira e o que eu mais gosto é do significado dela. A Ana, que é filha do Betto e minha grande amiga hoje, tinha 1 ano e estava nua na janela apontando para a lua. O Betto viu a cena e veio a inspiração. Pouca gente sabe o que o inspirou”

10. Te Deixando aos Poucos – “É composição do Adnon Soares e do Léo Del Nery. Fala sobre um amor que está indo embora. Não é uma música fácil de cantar, mas consegui um resultado de interpretação que realmente me agradou muito”

11. Estranho seu – “É a versão em português da música Strange of Mine, da Soulvenir, que também é a banda do Adnon. Acabei virando co-autora dessa música por ter conseguido colocar uma mensagem minha. É doída essa música. E tem arranjo do Adnon, que canta comigo também”

12. A Queda – “Minha e do Rommel Ribeiro. É um ato de respeito à minha própria natureza. Transmite bem o espírito da pessoa que cria. É a música que encerra o CD”.

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Nathalia Ferro lança CD no Plugado domingo

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A cantora Nathalia Ferro disponibiliza neste sábado (25/4), nas plataformas Soundcloud, Youtube, entre outros, o disco “Alice Ainda”.

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Composto por 12 faixas, o CD traz três canções que já foram gravadas: Ana e a Lua, de Betto Pereira; O que não é de mim, de Marcos Lamy e Hermes Castro; e Maria de Jesus, de Beto Ehongue. Nathalia tem as participações especiais nos vocais de Lucas Maciel, em Música do Sereno, e de Adnon Soares em Estranho Seu.

Quer saber mais sobre o disco, se ligue no Plugado, na Mirante FM, domingo, das 15h às 18h, Nathalia Ferro dá mais detalhes em bate-papo informal.

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Demétrio Bogéa lança CD ‘Doce Pecado’ em São Luís

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O cantor e compositor maranhense Demétrio Bogéa, radicado em Brasília, é atração desta quinta-feira (26/3), do Plugado, na Mirante FM, a partir das 22h.

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Demétrio faz show nesta sexta-feira (27) e sábado (28), às 20h, e domingo (29), às 19h, no Teatro Alcione Nazareth, com entrada gratuita (retirada do ingresso com uma hora de antecedência), para o lançamento da estreia da turnê nacional “Doce Pecado”, nome do disco do músico. Participam do show os músicos locais, Gerude, Sérgio Habibe e Nosly.

Voltar à terra natal e poder mostrar ao público o que produziu ao longo de uma trajetória de mais de 35 anos dedicada à música é o que está movendo Demétrio Bogéa.

O público pode esperar um pouco de tudo nas composições de Demétrio Bogéa, visto que sua base é a MPB, mas com uma mistura de pop, rock, blues, jazz, bossa nova e claro, o bumba-meu-boi e o tambor de crioula. “Sou fascinado pelo ritmo das minhas raízes”, resume.

Graduado em Música pela Universidade de Brasília (UnB), com mestrado em Composição pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Demétrio Bogéa participou dos mais importantes grupos da área coral em Brasília, entre eles, o Madrigal de Brasília, o Coral da Unb e o Coral Brasília. Cantor, compositor e arranjador, lecionou instrumentação, orquestração, arranjo, análise musical e música contemporânea por mais de 30 anos na Escola de Música de Brasília.

Atualmente aposentado, pode finalmente se dedicar a um projeto próprio, a divulgação do seu primeiro disco autoral “Doce Pecado”, cujo lançamento oficial ocorreu em 2011 pelo selo Beco da Coruja Produções.

– Agora estou me dedicando por completo à divulgação do meu disco. E para mim, é uma satisfação muito grande poder apresentar minhas músicas para meus conterrâneos – comentou o músico.

Demétrio Bogéa será acompanhado no show da banda formada por Deniel Moraes (bateria), Leonardo Paes (baixo), Dennes Sousa (guitarras), Gregory (teclado) e Hugo Coelho (violão e vocais).

A turnê conta como patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura, com produção do Beco da Coruja Produções – no Rio de Janeiro (RJ) e em Recife (PE).

Reencontro

Além de apresentar as canções de seu disco, Bogéa também vai dividir com o público seu gosto pessoal, interpretando música de cantores que lhe inspiram, como Gilberto Gil, Lenine e Djavan.

Amigos seus de longa data também dividirão o palco, como Sérgio Habibe, Gerude e Nosly.
– Para mim será um privilégio dividir o palco com estes grandes amigos e também grande músicos – comentou.

Aliás, esta não será a primeira vez que Bogéa terá como convidados Sérgio Habibe e Gerude. Ao se apresentar pela primeira vez em São Luís, no ano de 1983, no Teatro Arthur Azevedo, Demétrio reuniu os dois artistas. “Vai ser um feliz reencontro”, finalizou.

Serviço:

O que: Estreia da turnê Doce Pecado, de Demétrio Bogéa
Quando: dias 27 e 28, às 20h e 29 às 19h
Onde: Teatro Alcione Nazaré
Acesso: gratuito

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Faixa a faixa com Cecília Leite no Plugado

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O Plugado desta quinta-feira (5/3), na Mirante FM, recebe a visita da cantora Cecília Leite para um faixa a faixa do seu segundo disco, “Enquanto a Chuva Passa”.

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As doze faixas que compõem o disco foram gravadas no estúdio Visom, em São Conrado, no Rio de Janeiro. A prensagem e distribuição, deve ser feita pala Tratore (SP), a mesma que distribuiu seu primeiro CD. A arte gráfica está sendo elaborada por Cláudio Lima (que fez também a arte do primeiro CD da cantora), com fotos de Ayrton Valle.

O lançamento do CD “Enquanto a Chuva Passa” será na próxima terça-feira (10/3), em São Luís, com direito a um “pocket show” da artista.

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‘A música é a minha religião’, diz Rita Benneditto

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– Encanto tem influência da religiosidade afrobrasileira, uma espécie de extensão do Tecnomacumba, projeto vitorioso em cartaz durante onze anos, mas abre caminhos, setas, aponta para outros lugares, para a música como uma entidade. É um disco que representa esse desdobramento – definiu a cantora maranhense Rita Benneditto, em entrevista concedida ao jornalista Pedro Sobrinho, na noite dessa quinta-feira (8/1), no Plugado, na Mirante FM.

Foto: Elza Ribeiro
Foto: Elza Ribeiro

Esse disco traz impressões e histórias sobre a espiritualidade e as raízes da artista e reafirma a sua maranhensidade, absorvida por meio de uma leitura universal.

– Por ser brasileira, nordestina, descendente de negros e índios, o disco reafirma toda essa história. É uma intenção de encantamento em que o Maranhão se faz presente. Eu voltei às origens e recorri aos Lençóis Maranhenses, próximo a cidade em que nasci São Benedito do Rio Preto para recarregar as energias. E lá fiz o ensaio fotográfico com a percepção do fotógrafo maranhense Márcio Vasconcelos, com quem já vinha namorando profissionalmente e admiro o trabalho feito com sensibilidade. Enfim, a música é por essência uma religião, não por uma questão de igreja, de terreiro ou de qualquer outra coisa. Ela consegue se tornar um santuário em você. Ela é a minha religião e para ela é quem bato a cabeça – ressalta.

Setlist

Durante o programa, foram executadas algumas canções que compõem o trabalho.  Encanto é o primeiro após oito anos do lançamento de Tecnomacumba (2006) e marca os 25 anos de carreira dela, com doze canções, entre inéditas e releituras. O primeiro disco com a nova identidade musical: Rita Benneditto, e a produção de Felipe Pinaud e Lancaster Lopes, gravado e distribuído pela Biscoito Fino e Manaxica Produções.

Todo o disco remete à cultura maranhense, seja em arranjos ou outros elementos. Um disco que ficou como ela queria e que traz três músicas em parceria e releituras de Gilberto Gil (Extra), Roberto Carlos (Fé), Djavan (Água), Jorge Benjor (Santa Clara Clareou) e Villa-Lobos (Estrela é lua nova), com participações de Frejat, Arlindo Cruz e Reggae B e produção de Felipe Pinaud, além do maranhense Josias Sobrinho.

Enfim, Encanto é a marca de um renascimento, de um rebatismo e de fé, em todos sentidos. Tanto no sentido de esperança, quanto de mudar para melhor. A canção Fé, não por acaso, é a faixa título do disco. O lançamento do disco será em março deste ano, no Vivo Rio, na Cidade Maravilhosa. Em São Luís, o lançamento deve ocorrer, ainda, no primeiro semestre deste ano.

Faixa a Faixa

Centro da Mata – É um tema de domínio público adaptado por Rita com Felipe Pinaud. É uma vinheta que fala da caboca Jurema, que a acompanha desde o primeiro disco. “Achei importante abrir o disco com uma vinheta. É uma caboca do mundo que transcende o espaço. É como se ela se preparasse para atirar a seta para todos os lugares, e tempos e conexões, com uma levada sutil do Boi de Pindaré.

Guerreiro do Mar – Música de meus parceiros e que representa o encontro entre energias masculina e feminina. Energia de ogum com Iemanjá. Essa música tem uma pegada rock com arranjos do rock progressivo, meio Pink Floyd, uma levada de reggae. Quis trazer esse ponto. Foram viagens musicais sonoras.

Santa Clara Clareou – Faço uma referência ao Tecnomacumba. É quase uma oração, com arranjos baseado no ritmo do tambor de mina, homenageando essa manifestação, tão importante para a minha formação artística.

Pedra do Tempo – Falo da figura de Xangô, de toda a simbologia dele. Te, uma vinheta de Villa Lobos. Como eu já cantei essa música em corais, eu quis trazer essa memória afetiva.

Água – Queria muito fazer uma música que retratasse o elemento água pela importância que ela tem para a humanidade e para chamar a atenção sobre ela. É uma música de Djavan. Fiz também um arranjo trazendo a cultura maranhense no toque das caixeiras do Divino.

Banho de Manjericão – Inspirada no ritmo do terecô maranhense. Convidei o babalorixá Oboromin T’ogunjá, que incorporou o Pai Benedito das Almas de Angola e deixou uma mensagem de amor e de fé. Da fé que está dentro da gente. Um convite à transformação, à mudança… e eu faço isso nos meus trabalhos, que é ter uma visão mais ampla, mais transcendental.

Babalu – É um clássico da música. Quis trazer essa música mais anos 70 e é a primeira vez que canto uma música em espanhol, mas acho que está muito honesto. Babalu é um dos nomes do orixá Obaluaê.

Estrela é Lua Nova – É a mais antiga do disco. De Villa-Lobos em que ele . expõe a sua erudição. Ele brinca com a palavra macumba.

Fé – Sintetiza o Encanto. Sou cantora de fé, mas não de dogmas. Não sou presa a nenhuma religião. Estou ligada na música como religião, como elemento transformador. E essa música tem uma força, por ser de Robert Carlos e por termos feito um arranjo rock’n’roll, que é atemporal e todo mundo curte.

Extra – Tem a participação da banda Reggae B, (integrantes do Paralamas do Sucesso), comandada pelo Bi Ribeiro e aí eu quis resgatar para fazer a base da música. É um reggae bem 4×4, mais roots, quis fazer essa ligação com o reggae do Maranhão. A música fala também de transcendência, de Deus. Convidei o padre jamaicano rastafári Priest Tiger, que encarna o mensageiro da fé e quando traduzimos a mensagem dele vimos que se tratava do Salmo 24 (oração do Evangelho). Tudo a ver com a música, que fala do Deus que está dentro de nós.

Filha de Tupinambá – Outra vinheta de Jurema, porque como eu te falei, a seta está lá no início e prepara o CD. Toca nova vinheta, reafirma a origem de Jurema.

De Mina – É uma composição de Josias que eu adoro e que fala do tambor de mina, que me recoloca na minha aldeia. Fui gravar a voz no estúdio do Frejat e pensei que podíamos convidá-lo. O Frejat toca guitarra tem a pegada rock, que é a característica dele e ele topou e adorou participar, pirou nos arranjos. (essa música também tem a seta de Jurema chegando a seu destino final).

O que é dela é meu – É um samba do maravilhoso Arlindo Cruz em que a gente celebra a vida. A gente se encontrou em um trabalho e ele me disse que tinha uma música pra mim. Pedi pra ele mostrar e adorei. Disse que queria gravar no meu disco, daí convidei ele pra gravar e ele adorou. Não só cantou, como tocou banjo, bateu palma. Ele gosta muito do Tecnomacumba e fez essa brincadeira evidenciando a cultura africana.

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