Carcará II

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João do Vale foi homenageado, em dezembro, pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), por meio do Sesi-MA, com projeto de um CD. “João do Vale – A Força do Carcará consiste na produção e na distribuição gratuita de um disco destinado aos funcionários da indústria,  composto por seis músicas antológicas do artista, gravadas nas vozes dos artistas maranhenses Mila Camões, Carlinhos Veloz e Alcione.

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O trio presenteou os convidados com pocket shows ao vivo baseado no repertório sempre atual do inesquecível músico de Pedreiras.

O evento contou ainda com a exibição de um vídeo sobre a vida do artista João do Vale, que emocionou os presentes. Depoimentos de nomes como o de Tom Jobim, Chico Buarque, Maria Bethânia e Nara Leão, que simplesmente não conteve as lágrimas ao falar sobre o amigo João do Vale.

Eis aí, um material de resgate histórico e que merece ser visto pelas novas gerações, para que tenham a idéia da dimensão e genialidade da obra do maranhense João do Vale, que morreu em 1996.

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Jah-neiro

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Dois grandes nomes do reggae, The Wailers e Alpha Blondy vêm ao Brasil para fazer shows em janeiro de 2010. O primeiro será no Citibank Hall, na cidade do Rio de Janeiro, no dia 24, e o segundo acontece no Credicard Hall, em São Paulo, no dia 30.
 
O The Wailers começou em 1969 com Bob Marley, Bunny Wailer, Peter Tosh e os irmãos Aston Barret e Carly Barret.

Dois anos depois, houve uma baixa na formação e os irmãos assumiram o nome do grupo, passando a acompanhar Bob Marley em várias músicas. As apresentações atuais são em comemoração aos 40 anos do the Wailers, que tem como líder o baixista Aston “Family Man” –o irmão Carly faleceu em 1987.

Já o Alpha Blondy é da Costa do Marfim e segue letras com questões sobre a política mundial. Seydou Koné, o verdadeiro nome de Alpha Blondy, costuma compor suas músicas em vários idiomas, entre eles o inglês, francês e dioula (dialeto africano), além do árabe e do hebraico. Por seu engajamento social e suporte aos mais necessitados de sua terra natal, Costa do Marfim, o cantor foi eleito pelas Nações Unidas “Embaixador da Paz na Costa do Marfim”.

Os ingressos para o show no Rio de Janeiro variam de R$ 130 a R$ 260 e, em São Paulo, os valores são de R$ 80 a R$ 250. Os preços são para inteiras e há meia-entrada.

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Patente

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No final do mês de janeiro, acontece em São Paulo e no Rio de Janeiro o Twitter Festival. A segunda edição do evento vai reunir diversas bandas do cenário atual do pop rock adolescente, como Fresno, Cine, Stevens, Hori, Strike, Glória, Hevo 84 e Control Z.

A utilização do nome Twitter para promover o festival, entretanto, não teria nada a ver com a marca do microblog Twitter Inc. Segundo declaração oficial de Antonio Marcos, diretor da GLP Eventos, uma das responsáveis pela organização do festival, a utilização do nome Twitter tem a intenção de dar uma ideia de encontro, união, sem implicar nenhuma ligação com a marca em si.

De acordo com os termos de serviço do Twitter, entretanto, “os serviços do Twitter estão protegidos legalmente pelas leis de copyright estabelecidas pelo governo dos Estados Unidos e dos demais países. Nada nos termos de uso dão a qualquer usuário o direito de utilizar o nome Twitter, logomarcas ou domínios para criar quaisquer outros serviços derivados”. Seria uma violação de direitos autorais, portanto, qualquer uso do nome Twitter que implique uma impressão de patrocínio ou utilização da marca oficial norte-americana para promover um evento.

Ainda de acordo com a nota oficial de Marcos, a GLP Marketing teria feito um pedido no Instituto Nacional de Propriedade Industrial para registrar a marca do festival no Brasil, da mesma forma que outras cinco empresas de outros setores. Todos (inclusive o próprio Twitter, que no Brasil espera um pedido de protocolação de copyright desde 2007 para uso interno) ainda agurdam resposta do órgão.

Fonte: Assessoria

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Águas de Março

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O ritmo jamaicano está fervendo novamente em terras tupiniquins. Após o Brasil ter recebido num curto período nomes como Gregory Isaacs, SOJA, Steel Pulse, Ranking Joe e The Congos, o país se prepara agora para a união do clássico com o contemporâneo: Israel Vibration e Groundation. Estas duas feras estarão em turnê pela América do Sul em março, e deverão dividir palco em diversas cidades.

O Israel Vibration é comandado por Skelly e Wiss, que se conheceram num centro de reabilitação para crianças vítimas de poliomielite em meados da década de 70. A primeira gravação do grupo aconteceu em 1978, o que rendeu o álbum “Same Song”, obra necessária na coleção de qualquer amante do Reggae que se preze.

Após a morte de Bob Marley, o Israel Vibration manteve por muito tempo o status de representante do Reggae número 1 no mundo. Legítimos em tudo que produzem, Israel Vibration & Roots Radics conseguiram ao longo da carreira produzir alguns dos maiores álbums do Reggae que já foram lançados no mercado fonográfico. Donos de uma performance de palco contagiante e de um peso instrumental dificilmente alcançado por outros grupos de Reggae, o Israel Vibration continua moldando para o mundo e redefinindo o termo Reggae Raiz.

Groundation

Consagrado como uma das três maiores potências do Reggae Mundial da nova geração, o Groundation se prepara para oferecer aos fãs brasileiros experiências inesquecíveis só vistas nos seus shows. Em 2008, o grupo conseguiu esgotar ingressos por quase todos os locais que se apresentaram no Brasil, Argentina e Peru e registrar público-recorde em grandes festivais.

Músicas como “Freedom Taking Over”, “We Free Again”, “Picture on the Wall” e mais recentes como “Here I Am” e “You can Profit” revelam as raízes dessa banda que revolucionou a forma de se fazer reggae, sobretudo na sua pátria-mãe, os Estados Unidos. Nos seus álbums já lançados, o Groundation conta com participações belíssimas de verdadeiras lendas do Reggae como Don Carlos, Apple Gabriel, The Congos, Ijahman Levy, Pablo Moses e Ras Michael, tudo isso aliado à distinta fusão de Reggae com Jazz e elementos de R&B e Soul que fazem o som do Groundation ser adorado por seguidores não só do Reggae, mas de diversos outros estilos musicais.

Para a turnê de 2010, o grupo já anuncia uma série de novidades no repertório, além de músicas de um novo álbum que já está sendo produzido. “Here I Am”, trabalho mais recente do grupo, será lançado oficialmente no Brasil pelo Selo Surforeggae, que vem colocando no mercado outros grandes álbums do ritmo de Jah. Se você é fã de boa música, prepare-se, pois o Groundation passará por diversas cidades do Brasil e América do Sul a partir da primeira semana de março.

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Cine Tropical

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Cine Tropical é o nome do segundo CD de Alê Muniz e Luciana Simões,  protagonistas do projeto Criolina,conhecido nacionalmente. O mais recente trabalho do casal traz como concepção canções inéditas,
baseado em fatos reais, onde o foco principal é o cinema. Aventura, bang bang, ficção científica, chanchada, compõem trilhas sonoras que conduzem o ouvinte a diversos cenários e paisagens. O Cine Tropical
foi lançado em outubro, em três shows: um em Barreirinhas e os outros dois em São Luís, ou seja, na Praça Nauro Machado, Praia Grande, e em festa temática na Toca do Trovão, no Araçagy.

As gravações do disco foram iniciadas em São Luis, com os músicos João Paulo, Gerson da Conceição, Jayr Torres, Oliveira Neto, Luis Cláudio e Marcos Cliff. A finalização foi em São Paulo, no estúdio Saravá (de Zeca Baleiro), com participações especiais, em algumas faixas: o guitarrista Tuco Marcondes nas faixas Cine Tropical e Barbarella; o baixista Fernando Nunes dirigiu e produziu Namoradinho Refém e Vacinado; o trompetistaJoão Lenhare nas faixas Revanche e Louquinho; o trompetista Hombre em São Luis-Havana e Eu vi Maré Encher; e René Parise na faixa Louquinho. Entre as participações especiais também estão o saxofinista Célio Muniz, na faixa Cine Tropical, e o poeta Celso Borges, que compôs São Luis-Havana em parceria com a dupla

Depois de João do Vale, Alcione, Antônio Vieira, Zeca Baleiro e Rita Ribeiro, o casal Alê e Luciana, ou a patente Criolina, representa um divisor de águas na música feita por maranhenses. Em uma abordagem feita pelo jornalista Pedro Sobrinho, eles falaram sobre o projeto sonoro Criolina, o novo disco, a relação entre a música e a poesia. O bate papo informal foi à base de uma audição do Cine Tropical, um bom vinho. para combinar com a atmosfera das festas de fim de ano. A entrevista foi publicada na mais nova edição da revista Òtima.

cinetropical

Blog: O suingue do Criolina é feito de forma divertida e cheio de boas referências. Esse é o caminho a ser sempre seguido pela dupla Alê e Luciana,, idealizadora do projeto ?

Criolina: Sim, a gente acredita na boa música, na poesia. Achamos que boa música pode ser feita com bom humor, posso citar alguns artistas que possuem essa natureza, entre eles, Raul Seixas, Rita Lee e Zeca Baleiro…

Blog: Vocês lançaram recentemente em São Luís e Barreirinhas o novo disco “Cine Tropical”. Além das 14 faixas, o foco do trabalho é o cinema. Como é conduzir o ouvinte a diversos cenários e paisagens musicais envolvendo a sétima arte ?

Criolina: Alguns críticos, como um bom exemplo Pedro Alexandre Sanches, nos despertaram para o fato de que a nossa música é cheia de imagens. No novo trabalho a gente mergulhou a fundo nas imagens do cinema que nos marcaram de alguma forma, e claro, nas imagens do nosso cotidiano. A gente ficou inspirado pelos beijos de cinema, pelo amor, pelos gêneros que podíamos explorar, como a chanchada, que foi o início do cinema no Brasil.Tem ainda o bang, bang de John Wayne, além de fontes inspiradoras como Brigitte Bardot, o filme Bye bye Brasil e por aí vai.

Blog: Jovem Guarda,  funk, reggae, música ‘kitsch’, misturados  à cultura local dos pregoeiros, do tambor de crioula, entre outras manifestações maranhenses. Como é conceber tantas linguagens poéticas, sonoras e colocar em prática num CD ?

Criolina: É muito natural, porque a gente é isso. Nós ouvimos muita coisa, música africana, francesa, brasileira, jamaicana, cubana, e aí percebemos também uma ligação que nós temos com o Caribe, aqui em São Luis, com a música brega. Tem o forró que se ouve aqui e parece uma Soca, um Zouk…Isso tudo é muito engraçado perceber. Vale lembrar que a gente assistia também muito ao programa do Chacrinha. A unidade se dá quando a gente coloca a nossa personalidade a tudo isso, é claro, à nossa maneira.

Blog: A música da palavra ou palavra musicada, música falada ou palavra cantada com poesia tem estado presente no trabalho de vocês. Um exemplo é a participação do poeta maranhense Celso Biorges incursionando no disco e nos shows em São Luís. Fxpliquem sobre essa celebração da dupla com a música e poesia ?

Criolina: São Luís é uma cidade de poetas, Gonçalves Dias, Sousândrade, Ferreira Gullar, Nauro Machado e tem Celso Borges. Ele é nosso parceiro já desde antes do Criolina. E logo no primeiro CD já estreamos essa parceria com Carapinha, e agora em Cine Tropical, com São Luis-Havana. Em São Paulo já fizemos shows com participação dele no Sesc Santana e no Grazie a Dio. Ele tem um projeto chamado Poesia Dub com Otávio Rodrigues e Gerson da Conceição, que é muito bom!

Blog: Cine Tropical foi gravado em São Luís e em Sâo Paulo, e contou com o apoio da Funarte, por meio do Projeto Pixinguinha…

Criolina: Isso foi muito bacana, recebemos o Prêmio Pixinguinha, que é muito reconhecido no Brasil e que nos ofereceu a gravação do CD com três shows de lançamento dentro do Estado. Não economizamos nas idéias
e nem na realização. Nós gravamos aqui as bases, no estúdio Rolidei. Em São Paulo, as vozes, guitarras, trumpetes, mixagem e masterização com Evaldo Luna, técnico de Zeca Baleiro. E a arte da capa foi feita
por Amanda Simões, minha irmã, uma artista que viajou fundo nos cartazes de cinema antigo e na nossa música. Ficou melhor que a encomenda! Fotos do luxuoso Airton Valle.

Blog: Enfim, Cine Tropical é um disco consistente, que já foi lançado no Maranhão. Agora, como está processo de divulgação dentro e fora do estado ?

Criolina: Hoje em dia a gente tem que jogar nas onze posições, estamos enviando para os programas de rádio, para a curadoria dos Sescs, dos festivais e bolando estratégias de divulgação. Temos agora a campanha
BAIXE O SANTO PELA INTERNET.  Voce acessa www.myspace.com/criolina e baixa a faixa o Santo. Haja conexão !!! Outra idéia que tivemos é a de conseguir um automóvel para sair divulgando esse CD nas principais
capitais do Brasil, parando de cidade em cidade, visitando as rádios e fazendo pocket shows. Só falta o felizardo que vai patrocinar esse projeto e entrar em contato com a gente!

Blog: Pô, sucesso com o Cine Tropical, nas estratégias para divulgá-lo. Vamos brindar por um 2010 de muitas realizações ?

Criolina: Obrigado pela lembrança. Vibrações positivas para você  e a todos que acompanham o nosso trabalho. E vamos lá caminhando e fazendo música com personalidade e dignidade. Valeu o brinde !

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Pedido

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Deu na coluna de Mônica Bergamo que o ator norte-americano Danny Glover quer interpretar o pai de Lázaro Ramos no longa “O Grande Klapy”, uma coprodução entre Brasil, Portugal e Angola.

danyglover

O ator brasileiro será um angolano “bon vivant” que tem relações com revolucionários de seu país.

A Angola colonial, aliás, será reconstituída num set em João Pessoa, na Paraíba. As filmagens começam em março em Portugal e continuam em junho no Brasil, com direção do angolano Zezé Gamboa.

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Tome Pílulas

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A revista Ótima já está nas bancas e, entre os assuntos diversos e de interesse do leitor, uma entrevista com o Alê Muniz e Luciana Simões. O casal, que também usa a patente Criolina, fala do segundo trabalho o Cine Tropical, com direito a brinde.

otima

No Tome Pílulas, destaque os shows de Caetano Veloso, Skank, John Holt e Gregory Isaacs em São Luís, num sábado de novembro. E mais, o Festival Maranhão na Tela e o show de Joss Stone no Rio de Janeiro.

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Antologias

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Dois bons lançamentos como opções para presentes em amigo oculto  em festinhas de fim de ano  Sai em CD e DVD o show histórico do Nirvana em 1992. Os integrantes da banda Seattle viviam a glória pós-lançamento do álbum “Nevermind“. Os caras eram aclamados pela crítica e respeitados pela indústria. Reunindo verdadeiros hinos como “Smells like teen spirit” e “Come as you are”, o disco desbancou Michael Jackson das paradas e levou Kurt Cobain (guitara e vocais), Krist Novoselic (baixo) e Dave Grohl (bateria) ao mainstream.

Só que a pressão deixou o trio próximo do esgotamento, e a banda decidiu então fazer apenas algumas apresentações esporádicas. No dia 30 de agosto, o grupo fez um de seus shows mais memoráveis no Reading Festival, na Inglaterra. A apresentação ficou na história não apenas pelo profissionalismo demonstrado e pelo repertório vigoroso, mas também pelo toque de ironia de Cobain, que entrou no palco de cadeira de rodas, usando um camisolão de hospital.

E já que música boa resiste ao tempo, uma outra dica bacana é o álbum “Catch a Fire”, lançado originalmente em 1973 por Bob Marley. Esse disco foi o principal responsável por apresentar o reggae ao mundo, numa época em que o gênero era considerado algo menos importante, em um cenário dominado pela música de James Taylor (nos EUA), Yes e David Bowie (na Inglaterra).

Pensado para agradar a um público fã de rock, o disco foi mixado no Reino Unido, onde recebeu uma dose extra de teclados, sintetizadores e outros efeitos. Bob Marley, Peter Tosh, Bunny Livingston e os irmãos Barrett se tornaram então estrelas internacionais. A edição de luxo do trabalho, lançada agora pela Universal, traz além álbum já conhecido um outro CD com as versões jamaicanas originais, bem mais cruas, e um livreto repleto de fotos e informações. O repertório mais do que clássico inclui “Concrete jungle”, “Stir it up” e “Kinky reggae”.

Fonte: Lígia Nogueira – G1

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Conceitual

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Saiu a lista de faixas do álbum duplo de Fatboy Slim e David Byrne, ex-Talking Heads, e aparentemente a parceria rendeu ótimos frutos. Entre os colaboradores de Here Lies Love, estão Tori Amos, Cyndi Lauper – as duas se reúnem também para cantar a última música do disco -, Martha Wainwright, Kate Pierson (B-52s), Sia, Steve Earle e o próprio Byrne em duas faixas.

fatboy slim

O novo trabalho do DJ britânico é um álbum conceitual inspirado na ex-primeira-dama das Filipinas Imelda Marcos, segundo o semanário New Musical Express. De acordo com o produtor, Imelda é muito mais que uma mera colecionadora de sapatos, característica pela qual ficou mais conhecida.

Fatboy Slim e Byrne pensaram inicialmente em fazer um musical nos moldes de Evita, “porém sob um ângulo diferente”, mas a ideia progrediu para a gravação de um álbum. O pacote inclui um livro de 100 páginas e um DVD, além dos dois CDs.

Imelda Marcos e o marido, o ex-presidente Ferdinand Marcos, foram acusados de prejudicar economicamente as Filipinas de 1968 a 1986, quando, após uma revolta popular, se refugiaram no Havaí. O político morreu três anos depois e Imelda se restabeleceu no país natal, onde, inclusive, já disputou a presidência algumas vezes. O casal foi absolvido das acusações de corrupção.

Confira as faixas de Here Lies Love, com lançamento previsto para 23 de fevereiro:

CD 1

“Here Lies Love” (com Florence Welch, do Florence And The Machine)
“Every Drop of Rain” (com Candie Payne e St. Vincent)
“You’ll Be Taken Care Of” (com Tori Amos)
“The Rose of Tacloban” (com Martha Wainwright)
“How Are you?” (com Nellie McKay)
“A Perfect Hand” (com Steve Earle)
“Eleven Days” (com Cyndi Lauper)
“When She Passed By” (com Allison Moorer)
“Walk Like A Woman” (com Charmaine Clamor)
“Don’t You Agree?” (com Róisín Murphy)
“Pretty Face” (com Camille)
“Ladies in Blue” (com Theresa Andersson)

CD 2

“Dancing Together” (com Sharon Jones)
“Men Will Do Anything” (com Alice Russell)
“The Whole Man” (com Kate Pierson)
“Never So Big” (com Sia)
“Please Don’t” (com Santigold)
“American Troglodyte” (com David Byrne)
“Solano Avenue” (com Nicole Atkins)
“Order 1081” (com Natalie Merchant)
“Seven Years” (com David Byrne e Shara Worden)
“Why Don’t You Love Me?” (com Cyndi Lauper e Tori Amos)

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Bela Festa

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Uma festa singela, organizada e irreverente. Essa é a melhor tradução para a edição 2009 do Prêmio Universidade FM,  realizado na noite desta quarta-feira, 16, no Teatro Artur Azevedo. É normal questionamentos num concurso em que apenas um vencedor seja conhecido,  pois as preferências existem e a vida só é boa porque temos o privilégio de contestá-la. Justiça seja feita:  prevaleceu a coerência e os méritos pra quem venceu,. Agora, o bom da festa é o reconhecimento aos artistas locais, que mesmo diante das dificuldades conseguem produzir e colocar música para o consumo e alegria dos fissurados pela arte.

A cantora Flávia Bittencourt foi a grande vencedora da noite.levando o prêmio de melhor show, interpréte e melhor CD, dentre as 19 categorias disputadas. Nesta edição do Prêmio Universidade FM, destaque para show “Universo Pop”, onde músicas marcantes do rock produzido dos anos 70 aos dias atuais, em solo ludovicense, ganhassem uma nova textura sonora. Acompanhado pela banda Legenda (George Gomes, bateria, Carlos Pial, percussão, Edinho Bastos, guitarra, João Paulo, contrabaixo e Marquinhos Silva, teclado), Ramirez (Página 57) intepretou “O Encontro de Chico Mendes e Lampião no Dia de São Sebastião”, autoria de Beto Enongue, da Nego K´aapor; “Ainda Bem Você”, de Marco Moraes, com Branco, ex-vocalista da Cartahoc: “A Riqueza”, de Santa Cruz, com George Gomes e Preto Nando; “Piercing’, de Zeca Baleiro, com Alê Muniz, que dividiu o palco e pot-pourri com Luciana Simões e Preto Nando numa atmosfera 100% Yo!; além da antológica Ana Paula, de Oberdan Oliveira, renovada por Audi; Absinto, de Otávio Parga, Ex-Daphne, com Pandha, “Toada”, do saudoso Preto Ghoez, com a boa performance de Célia Sampaio; “Haicai”, de Djalma Lúcio, ex-Catarina Mina, com Lucyana Pinheiro, “Regueiros Guerreiros”, de Fauzy Beydoun, da Tribo de Jah, com Luciana Simões e encerrando “Só Flores”, de Glad, na voz de Alexander, vocalista da ex-Daphne.

Entre uma categoria e outra, vencedores e não vencedores, houve pausa e palmas para homenagear o maestro Nonato, escolhido como a personalidade musical de 2009. Um reconhecimento em vida para quem fez a alegria de muita gente em bailes de São Luís afora, isto é, numa época em que tocar em ‘conjunto’ era um charme. O Nonato e Seu Conjunto foi o que podemos definir como um divisor de águas na música feita no Maranhão. O grupo surgiu nos anos 70, influenciado pela Jovem Guarda, mas com o jeito brejeiro e peculiar de ser maranhense.

Acabada a entrega dos prêmios veio o show da cantora paulista Negra Li. No ‘setlist’ da artista canções como “Você Vai Estar na Minha”, “Meus Telefonemas”, “Negra Livre”, “Não é Sério”, “Killing Me Softly With His Song” , consagrada na voz de Roberta Flack, “Chain Of Fools, de Aretha Franklyn e a reverência ao super Tim Maia, em “Imunização Racional” e “Bom Senso”, com direito a uma ‘canja’ do maridão Júnior Dread, que saudou São Luís com um reggae e mostrando que para cantar o estilo não é preciso imitar Bob Marley. Enfim, foi uma noite de festa e que encerrou com uma jovem diva da ‘black music’ nacional, que acompanhada pela banda Legenda, só rasgou elogios ao quinteto.

1. Talento da Noite

Kazamata

2. Revelação

Nathália Ferro

3. Melhor Show

Todo Domingos – Flávio Bittencourt

4. Projeto Gráfico

Cláudio Vasconcelos, Márcio Vasconcelos e Maurício Vasconcelos

5. Técnico de Gravação e Mixagem

Carlão, Marquinhos Silva e Henrique Duailibe – CD 30 Anos Cantando o Amor

6. Músico Tecladista

Henrique Duailibe

7. Músico Guitarrista

Jayr Torres

8. Músico Baterista

George Gomes

9. Músico Baixista

João Paulo

10. Músico Violonista

Luiz Júnior

11. Músico Percussionista

Carlos Pial

12. Melhor Pop Rock

Argamassa Cinzenta – Nego K´aapor

13. Melhor Reggae

Sonho de Amor – Legenda

14. CD de Bumba-meu-boi

Paraíso da Criação – Boi de Morros

15. CD de Música Folclórica

Sotaque de Orquestra – Betto Pereira

16. CD de Música Carnavalesca

Os Feras

17. Melhor Música

Veloz – Carlinhos Veloz

18. Destaque Interpréte

Flávia Bittencourt

19. Melhor Cd

Todo Domingos – Flávia Bittencourt

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