Coletânea de rock brasileiro em revista francesa

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O Novo rock do Brasil é lançado em coletânea pela revista francesa Brazuca, publicação bilíngüe dedicada a promover a cultura brasileira na França e na Bélgica, lança a coletânea.

A compilação reúne artistas da nossa cena independente, é gratuita e está disponível para download no blog da revista. Entre as 19 bandas escaladas estão os paulistanos experimentalistas do Hurtmold, Lucy & The Popsonics, Ludov, Vanguart, O Quarto das Cinzas e outros nomes do emergente indie brasileiro.

O lançamento está sendo feito através do selo virtual Senhor F. A Brazuca existe há oito anos e é editada pelo jornalista Daniel Cariello, em Paris.

Lista de faixas

1. Los Porongas – Ao Cruzeiro (Senhor F Discos)
2. China – Jardim de inverno (Candeeiro)
3. Superguidis – Mais do que isso (Senhor F Discos)
4. Vanguart – Semáforo (Outra Coisa)
5. Ludov – Ciência (Mondo 77)
6. Beto Só – Meu velho Escort (Senhor F Discos)
7. Violins – Manicômio (Monstro Discos)
8. Hurtmold – Sabo (Submarine Records)
9. O Quarto das Cinzas – Incontrolável (Independente)
10. Charme Chulo – Mazzaropi incriminado (Volume 1)
11. Cravo Carbono – Café BR (Ná Records)
12. Móveis Coloniais de Acaju – Sem palavras (Independente)
13. Pata de Elefante – Hey! (Monstro Discos)
14. Autoramas – Hotel Cervantes (Mondo 77)
15. Volver – Pra Deus Implorar (Senhor F Discos)
16. Lucy and The Popsonics – Chick chick boom (Monstro Discos)
17. Supercordas – 3.000 folhas (Trombador)
18. Macaco Bong – Fuck you lady (Fora do Eixo Discos/Monstro Discos)
19. Pio Lobato – Tecno da saudade (Ná Records)

1 comentário para "Coletânea de rock brasileiro em revista francesa"


  1. Jonathas Nascimento

    Grande Pedro, essa é de fato a nova geração do nosso rock. Pena que em São Luís, nossas bandas insistam em idolatrar ainda bandas dos anos 70. Los Porongas, Ludov, China, Hurtmold são jovens fazendo rock para jovens. Beberam em fontes antigas, mas souberam processar o que interessava e acrescentaram influências novas para criar um som personalizado. O caminho é esse, basta um pouquinho de vontade artística de nossos representantes.

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